Vitoria sempre amava aquela estação do ano. Ela sentia uma sensação de poder no ar. Uma sensação de que coisas poderosas se escondiam na verde floresta da área urbana onde ela morava, coisas que não poderiam ser vistas, talvez místicas. Ela podia sentir o poder vagamente ameaçador nas nuvens que se formavam distantes no que talvez logo se tornasse uma chuva de fim de tarde. Os primeiros raios cortavam os céus em intervalos irregulares. Raios de luzes de um azul brilhante que se seguiam de estrondos distantes. Vitoria sentia que aquilo podia ser magia.
Havia quem dissesse que Vitoria tinha uma imaginação fértil demais, mas ela não se importava. Considerava isso um dom. A maioria das garotas de sua mesma idade que ela conhecia eram ingênua demais para enxergar o mundo incrível ao seu redor. Elas só queria fingir que sabiam se maquiar e tentar impressionar os garotos igualmente ingênuos.
Ela não usava maquiagem. Era uma beleza natural demais e não precisava dela, muitos rapazes a convidavam para sair, mas ela nunca achou nenhum deles interessantes para uma conversa. Muito menos para algo a mais além disso.
Enquanto caminhava entre algumas árvores do parque, seus longos cabelos ruivos ondulados caiam pelas costas, passando por sua cintura destacada. Ela tinha olhos grandes e uma aparência e inocentes da cor de esmeraldas. Sob a maçãs proeminentes do rosto, seus lábios rosados, macios e carnudos, imploravam para serem beijados ou mordido
Vitoria tinha um rosto incrivelmente bonito e um corpinho ainda mais irresistível. Ela tinha seios pequenos como como maças, mas seus mamilos perfeitos se destacavam sob a blusa branca como pérolas, rígidos pelo frio. Vitoria era magra, com um físico atlético. Uma barriguinha chapada e uma cintura tão fina que quase dava para envolvê-la com completamente com as mãos. Sob a espessa cascata de seus cabelos ruivos, havia uma bundinha perfeitamente redonda e firme. A calça jeans justa realçava sua perfeição, e era impossível não a olhar. Suas pernas eram graciosas, mas fortes, tonificadas e musculosas de tanto correr e brincar pelas floresta que rodeava a cidade.
Ela estava aproveitando o passeio de volta para casa enquanto a chuva se aproximava. Ela deliciava-se com o vento açoitando os galhos das árvores, enquanto os relâmpagos e os trovões de aproximavam cada vez mais. Grande gotas de chuva começaram a cair e ela abriu os braços para receber a chuva com o rosto voltando para o céu. Ela também amava a chuva.
Vitoria não se dava conta ou não se importava como a água da chuva fazia sua blusa grudar em seu corpo. O tecido, antes branco, estava agora transparente por causa da umidade. Ela simplesmente continuou dançando na chuva enquanto caminhava
A tempestade estava muito perto quando ela saiu de trás das árvores. A chuva cortava com força. Ela correu pela calçada, quase chegando em casa. Subiu correndo pelo quintal e se abrigou na varanda. Encharcada e com frio, olhou para o céu ameaçador e sorriu. Ela sempre ameaçaria esse clima. A energia da tempestade parecia repleta de potencial.
Ela entrou na casa e parou sobre o grande tapete cinza na entrada. Tirou os tênis encharcados e estava tirando o casaco quando ouviu um barulho vindo do corredor. Largando as coisas molhadas no piso branco, decidiu investigar.
Ela caminhava na ponta dos pés pelo tapete branco e macio do corredor, tentando não fazer barulho. Seus dedos deslizavam pelas paredes pintadas de amarelo claro. Os sons ficavam mais nítidos agora: respiração ofegante e o que lhe pareceram gemidos de dor. Ela percebeu que os sons vinham do quarto de seus pais. Subitamente preocupada, correu até a porta entreaberta. O que viu a paralisou.
Mamãe estava de joelhos diante do papai. Seus longos cabelos castanhos caíam pelas costas, quase até a cintura, cobrindo seu corpo esguio. Ela beijava e lambia o pau do papai como se nunca tivesse provado nada melhor. Papai estava de pé diante dela, seu corpo musculoso e definido brilhando de suor.
A respiração ofegante e os gemidos vinham do pai dela, mas seu rosto não tinha sinais de dor. Muito pelo contraio. Ele parecia gostar bastante do que a mãe está fazendo. Ela o ouviu dizer “sim” e pedir repetidamente para ela não parar.
Vitoria recuou o suficiente para que eles não a vissem, mas não tanto a ponto de não conseguir observar o que faziam. Estava fascinada e muito curiosa. No entanto o que acontecia com seu corpo enquanto os observava a deixava confusa. Sentia um formigamento entre as pernas e o rosto corado, as bochechas quentes. Como quando ficava envergonhada.
A sensação de formigamento estava ficando mais forte e agora começava a doer. Ela estendeu a mão e esfregou, na esperança de aliviar a dor. Para sua grande surpresa, esfregar não só melhorou a sensação como a tornou muito melhor. Muito, muito melhor do que qualquer coisa que ela já tivesse sentido antes. Ela percebeu que não conseguia parar e se perguntou se não era assim que sua mãe fazia seu pai se sentir. A sensação boa aumentou rapidamente e logo ela teve seu primeiro orgasmo. Ali mesmo, no corredor, com os olhos ainda fixo na imagem da mãe com o pau do pai na boca. Sua buceta se contraindo enquanto a sensação a percorria. Ela não tinha ideia do que tinha acabado de acontecer, mas sabia que aquilo era bom e que ela tinha gostado. Nenhum dos garotos da escola com que ela já tinha brincado a fizera sentir algo parecido com aquele calor.
Vitoria ainda observava enquanto tentava se recuperar. Ela percebeu que a mãe estava se tocando, assim como Vitoria tinha feito. Depois de alguns minutos, o pai começou a se mover cada vez mais rápido contra o rosto da mãe. Então, de repente, ele se afastou da boca dela e começou a se masturbar. A mãe ainda estava de joelhos à sua frente, olhando para ele com um sorriso. Sua mãe entre as pernas começou a se mover mais rapidamente. Dessa vez ela ouviu a mãe gemer.
O que aconteceria a seguir? Ela se perguntou. Então, papai gritou e seus joelhos fraquejaram um pouco. Ele continuou se masturbando, quase freneticamente agora. Vitoria viu a mãe abrir a boca e fechar os olhos enquanto continuava se tocando. Vitoria ficou chocada quando algo saiu dele e atingiu o rosto da mamãe e sua boca abertas. Ficou ainda mais chocada quando a mamãe gritou e seu corpo tremeu como o de Vitoria, assim que o líquido do papai a atingiu. Ele tinha acabado de fazer uma bagunça no rosto da mamãe e ela gostou?
Papai entregou uma toalha a mamãe e a ajudou a se levantar. Ela viu mamãe umedecer os lábios antes de se limpar. Pai se virou para pegar sua calça e parecia ter terminado. Sem querer ser pega, Vitoria se afastou da porta e correu silenciosamente pelo corredor de volta para a cozinha.
Ela abriu as portas da geladeira justamente quando a mãe e o pai entraram. Ela estava fingindo que não tinha feito nada além de procurar algo para comer desde que chegara em casa.
Eles se assustaram ao vê-la. Haviam perdido a noção do tempo e não perceberam que ela já estava em casa. Ambos sentiram um alívio inexplicável ao pensar que ela não havia passado pelo quarto deles desde que chegara.
“Oi, querida!”, disse a mãe. “Você teve um bom dia hoje?”
“Sim. Mais um bom dia para tirar uma nota máxima em matemática e ainda está chovendo lá fora, sim, é um bom dia para mim.” Ela tentou agir e soar normal, mas tudo em que conseguia era no que tinha acabado de ver eles fazendo A sensação de formigamento entre as pernas estava voltando de novo.
“Isso é ótimo, mais um 10.” Papai a abraçou para parabenizá-la e ela sentiu uma onda de calor em seu corpo ao receber o abraço do pai. Isso nunca tinha acontecido antes. Mamãe se aproximou e a abraçou também, e a emoção aumentou ainda mais.
Vitoria não fazia ideia do que aquilo significava. Ela estava perplexa com os acontecimentos daquela tarde e precisava de algum tempo para pensar e assimilar tudo.
“Vou para meu quarto trocar de roupa e assistir um pouco de TV”, disse ela para a mãe e o pai enquanto se virava para voltar pelo corredor.
Depois que Vitoria deixou a cozinha, mamãe e papai foram se sentar no grande sofá de couro da sala de estar. Eles conversavam sobre a filha e como ela estava ficando bonita. Papai, na verdade, vinha reparando em muito mais do que gostaria e estava apavorado que mamãe descobrisse. O que ele não sabia era que mamãe se sentia envergonhada por olhar para sua doce filhinha do mesmo modo.
Vitoria era uma daquelas raras belezas que fazia as pessoas pararem para olhar. Até mesmo seus pais não eram imunes ao seu charme. A mãe queria muito saber se o pai também estava tão distraído com Vitoria quanto ela, mas tinha medo de perguntar. Ela estava tão apavorada quanto ele com a possibilidade ser descoberta. Ambos sabiam que não deviam que mão se devia olhar para uma filha daquele jeito e, mesmo assim, olhavam com um certo desejo e se sentiam culpados por isso.
Para tentar entrar no assunto enquanto conversava com o pai, a mãe comentou que provavelmente precisariam falar com Vitoria sobre sexo seguro em breve, considerando como ela poderia atrair os garotos e como estava perto de fazer 18 amos. A mãe observou atentamente o rosto do pai e riu ao vê-lo corara instantaneamente. Seu rosto demostrando apenas constrangimento, mas ela também percebeu p volumes em suas calças, que não estava ali instantes antes, e soube que pensar em Vitoria e sexo junto tinha o mesmo efeito nele que tinha nela.
“Ela está se tornando uma jovem realmente linda”, comentou a mãe. Ela tem um corpinho Fantático, não é?”
Papai deu de ombros e continuou parecendo desconfortável, mas seu pau estava claramente ficando mais duro com o pensamento e mamãe sentiu que estava ficando molhada. Ver papai excitado ao pensar na linda filhinha deles, Vitoria, a fez reagir com mais intensidade do que qualquer coisa que já tivesse experimentado antes. O fato de ser errado e proibido a excitava.
A essa altura, Vitoria já tinha trocado de roupa e decidido voltar a cozinha para comer um lanche antes do jantar. Ela parou abruptamente ao ouvir sua a mãe dizer: “Tudo bem, eu também acho. Ela está uma jovem muito sexy agora.”
Eles estavam falando dela? Seu coração começou a bater mais rápido.
“Você teria que estar morto para não nota-la com aquela camisa branca encharcada de chuva colado ao seu corpo esguio. Dava para ver cada detalhe dos seus seios através daquela peça. E, ultimamente, eu também tenho te visto olhando para a bunda dela. Principalmente quando ela está de shorts. É difícil não olhar.”
Estavam falando dela! Ela pensou e ficou do outro lado da parede para continuar ouvindo.
“Eu... eu não queria dizer nada”, gaguejou o pai. “Não deveria olhar para minha filha assim. Sei que é errado, mas não consigo fazer isso desparecer.
“Eu também não consigo. Estava com medo de te contar o que eu mesmo estava pensando sobre ela.”
“Então, o que vamos fazer?” perguntou papai.
“Eu realmente não sei”, respondeu a mamãe.
“Não podemos deixar que ela descubra, ou ela ficaria enojada de nós”, o papai disse e a mamãe concordou.
Eles não faziam ideia do quanto estavam enganados sobre isso. Vitoria ficou encantada com o que acabara de ouvir. Se a mãe e o pai a olhavam daquele jeito, ela não precisava se sentir mal por olhar para eles da mesma forma. Ela sorriu, saiu sorrateiramente e foi para seu quarto, de repente, sua fome tinha passado.
Vitoria estava deitada na cama, absorta em pensamentos. Refletia sobre a breve conversa dos elas pais. Repassava mentalmente a cena que vira mais cedo, enquanto passava a mão entre as pernas. Quase não notava o programa que passava na TV.
“Mamãe e papai acham que sou sexy”, pensou ela radiante. Ela não se importava se era certo ou errado como eles, só sabia que se sentia bem. Mas como ela poderia fazer eles saberem que isso não a chateava como eles temiam? Como reagiriam ao saber que ela realmente gostava daquilo? E, principalmente, como poderia lhes pedir que eles lhe ensinassem mais daquilo que virá hoje? Sua curiosidade e sede de conhecimento estava apenas começando.
“Vitoria, jantar!” Chamou a mãe do corredor. Vitoria levantou da cama e se espreguiçou com os braços acima da cabeça. Sua barriga lisa aparecia sob a barra da blusa. Ela se olhou no espelho, nunca se considerara atraente nem feia. Sempre viu como algo neutro nesse aspecto. Vitoria não era de pensar em sexo como as outras garotas que falavam muito isso. Pelo menos não até hoje. Tentou entender o que a mãe e pai queriam dizer. Como, exatamente ela era sexy? Que diferença fazia se a blusa estava colada ao corpo quando ela mal tinha seios? Ela não entendia o que eles viam.
Ela se virou, saiu do quarto e caminhou pelo corredor em direção à cozinha. Vitoria não pode evitar de corar um pouco ao passar pela porta do quarto dos pai e lembra sobre a cena em que flagrou os dois. Entrou na cozinha e sentou-se à mesa entre os dois.
Durante o jantar, todos ficaram em silêncio. Cada um estava imerso em seus próprios pensamentos, sem saber ao certo o que deveriam falar. Depois de terminarem de comer, mamãe e papai foram para a sala assistir um filme na TV antes de irem dormir.
Vitoria voltou para seu quarto para afastar esses pensamentos obsessivos sobre a mãe e o pai. Ligou a TV novamente, mas não havia nada na teça tão envolvente quanto os pensamentos que lhe atormentava. Depois de uma hora, decidiu para de lutar contra eles e simplesmente se entregou aos pensamentos. Com determinação, resolveu tentar encontrar uma maneira de fazer algo acontecer.
Ela foi até a cômoda do seu armário e começou a abrir as gavetas, remexendo nas roupas. Lembrou de sua mãe comentando algo sobre conseguir ver através da blusa dela e como a tinha a olhado de shorts. Depois de alguns minutos, ela encontrou o que queria: uma camiseta branca fina que lhe seria perfeitamente e um shortinho de pijama rosa bem curto.
Vitoria trocou de roupa rapidamente e se olhou no espelho, virando-se para se ver por inteiro, ela ficou satisfeita por conseguir ver perfeitamente a cor e o contorno dos seus mamilos através da blusa. Seu short revelava a parte inferior da sua bunda arredondada e ela sorriu. Mamãe e papai vão adorar isso, pensou.
Depois que o filme terminou, os pais entraram em seu quarto para dar um beijo de boa noite. Quando Vitoria ouviu os dois se aproximando pelo corredor ela rapidamente se levantou, inclinou-se sobre a cama fingindo estar ajeitando os travesseiros, para que eles vissem tudo que teriam que ver. Quando eles entraram no quarto e ela ficou certa de que ambos tinha tido uma boa vista da sua bunda, ela se virou para abraçá-los e beijá-los. Ela envolveu os braços no pescoço da mãe e se aconchegou contra ela.
“Eu te amo, mãe. Boa noite”, disse ela ficando na ponta dos pés para poder encostar seus lábios nos dela.
“Eu também te amo, meu bem”, ela disse com a voz afetada com o que viu.
Vitoria conseguiu ver o pai lhe olhando pelo reflexo do espelho. Viu que ele não conseguia tirar os olhos de sua bunda. A expressão em seu rosto era quase de dor. Vitoria não precisava ser uma garota experiente para perceber o quanto ele desejava tocá-la. Ela soltou a mãe e virou-se para o pai de braços abertos. Viu os olhos deles percorrendo seus peito enquanto ela o abraçava. Havia um volume nas calças dele que pressionava sua barriga. A sensação provocou uma onda de calor em seu corpo, então ela o abraçou com mais força, mesmo quando ele tentou se afastar um pouco. Ela o manteve em seus braços enquanto inclinava o rosto para trás para receber um beijo.
“Eu te amo, pai. Boa noite.” Ela se empurrou contra ele e se ergueu enquanto ele se inclinava para beijá-la. Ele emitiu um som baixo e se afastou dela. Dessa vez, ela viu que a mãe não tirava os olhos de sua bunda. Vitoria estava se sentindo deliciosamente travessa.
Ela ficou deitada na cama por um longo tempo depois que os pais saíram, encarando o teto. Estava tão absorta e eufórica que nem conseguia pensar em dormir. Seus pais reagiram da forma esperada por causa do pijaminha safado que ela havia escolhido vestir. Ela sentiu que seu pequeno experimento tinha sido um sucesso e agora sabia que seu pai e sua mãe a desejavam, embora não soubesse se ela, sua mãe, se excitava como o pai.
Finalmente, desistiu de dormir, Vitoria sentou-se na cama e pôs os pés no chão. Suspirou, levantou-se e saiu do quarto. Foi a cozinha, indecisa entre apenas beber um copo d1agua ou fazer um lanche. Percebeu que havia parado na porta do quarto dos pais.
A posta estava fechada, mas ela sabia que eles estariam deitados na cama. Perguntou-se se eles estaria nus debaixo dos cobertores. Estendeu a mão e colocou na porta escutando atentamente na tentativa de escutar se algum som vinha lá de dentro. Mesmo assim, nada ouviu além do ronco fraco do pai.
Vitoria pensou em abrir a porta e se deitar na cama entre eles, mas não tinha ideia do que fazer em seguida. Ficou parada ali por vários minutos, indecisa. Finalmente desistiu e afastou-se da porta, seguindo em direção a cozinha.
Ela pegou um copo no armário e encheu com água do filtro. Foi bebendo aos poucos enquanto caminha de volta para o quarto. Colocou o copo vazio sobre o criado mudo e voltou para a cama.
Ela fechou os olhos e se imaginou no lugar da mãe, de joelhos diante do pai. Sua boca o envolvia enquanto ele gemia por ela. Tentou imaginar o gosto que a mãe teria sentido quando ele gozou na boca dela. Como seria sensação em sua boca. Vitoria acariciou o clitóris lentamente enquanto sua mente era preenchida por pensamentos sujos. Por fim, adormeceu com a mão ainda entre as pernas.
A tempestade havia passado durante a noite e Vitoria acordou em uma manhã ensolarada de sábado. Ela se virou de fechou os olhos, perguntando-se se o que vira no dia anterior tinha sido real. Ela se espreguiçou debaixo das cobertas antes de jogá-la para o lado e sair da cama de uma vez.
Mamãe e papai já estavam na cozinha quando ela entrou. Os dois olharam para ela e logo desviaram o olhar, tentando ignorar sua aparência. Vitoria tinha se esquecido completamente da roupa que tinha vestido antes de dormir até ver a reação deles. Ela podia estar seminua, mas não sentia nenhum constrangimento enquanto desfilava pela cozinha. Estava se exibindo para esses e esperava sinceramente que estivessem gostando do espetáculo.
Era como uma tortura, o efeito que ela estava causando neles. Mamãe e papai tentavam controlar suas reações, esconder seus sentimentos da filhinha. Aquela shortinho de pijama que mostrava metade de suas nádegas estavam deixando o pau do papai furiosamente duro. Mamãe não conseguia para de olhar para os mamilos perfeitos da filha através daquela maldita camiseta. Era demais.
Eles trocaram um olhar e a mãe fez um gesto de cabeça e direção ao corredor. O pai assentiu e eles se desculpara e saíram direto para o quarto. Assim que a mãe fechou a porta, o pai a prensou contra a parede. Ele a beijou com força, passando as mãos por todo seu corpo. Ela retribuiu o beijo e tentou alcançar o cinto de sua bermuda. Ele a agarrou e a gritou, empurrando-a bruscamente em direção a cama. Quando os dela tocaram a beirada da cama, ele pressionou o rosto dela contra o cobertor, praticamente arrancando sua calcinha e ignorando a saia. Rapidamente ele desabotoou o cinto e abaixou as calças até o chão enquanto se inclinava sobre ela.
A buceta da mamãe já estaca completamente encharcada quando o papai puxou suas pernas para os lados e rastejou para cama atrás dela, abrindo-a ainda mais com os joelhos enquanto se movia. Segurando seus quadris levantando-a para encontrar seu pau incrivelmente duro, Ele enfiou fundo nela. Ela enterrou o rosto nas cobertas para sufocar um grito de prazer.
Papai enfiava rápido, um frenesi de luxuria desenfreada, quase um desespero. Rápido e forte enquanto a umidade dentro da buceta da mamãe escorria por suas pernas. Ele sentiu que ela estava muito quente e gozaria logo, ele aumentou o ritmo para acompanhá-la.
Mamãe devolvia de volta sua batidas e suas costas se arquearam, ela estava gozando. Papai apertou seus quadris com mais força e meteu com toda velocidade que pôde quando o corpo dela ficou mole em cima da cama.
Ele ficaram deitados ali por um instante antes que papai rolasse para o lado e se levantasse. Mamãe se sentou e olhou para ele sorrindo maliciosamente.
“Acho que nós dois sabemos do que isso se trata”
Papai pigarreou desconfortavelmente enquanto vestia a bermuda de volta, e disse: “Talvez”
“Ela está fazendo isso com nós dois. Não estou dizendo que não estou gostando. Isso que acabou de acontecer foi muito divertido.”
CONTINUA




