“Tudo bem!” Achei que tinha sentido que você estava nu quando... hum... minhas pernas estavam em volta de você. Mas não percebi que você estava completamente nu e não tinha vestido nada.
“Espero que não tenha problema. Você disse que não precisava usar os shorts. Presumi que isso incluía a cueca também e tirei tudo. Posso deixá-la da próxima vez.”
“Não, tudo bem. Eu só pensei que você estivesse falando do meu short, não dos seus também, mas está tudo bem. Na verdade, foi... ótimo. O sexo, quero dizer, não o seu... Bem, não é isso que quero dizer. Aquilo também foi.... Droga, vou me calar agora, antes que eu cave um buraco do qual eu não consiga sair.”
Eu ri baixinho: “Sim, o sexo foi incrível.” Terminei de limpar a barriga de Rachel e vesti minha cueca e meu short. “Pronto, agora você pode abrir os olhos.”
“Obrigada”, respondeu ela se sentando.
“Obrigada! E de nada. Sabe, não tem problema se você viu um pouco de mim por acidente. Eu também vi um pouco de você e é lindo, assim como o resto de você. Não tem problema conversarmos sobre isso. Acho que entre ontem e hoje de manhã já superamos a timidez. Podemos e devemos, se quisermos que isso dê certo, dizer o que estamos pensando e sentindo.”
“Então, o que você está pensando?”
“Que divertido. Que tesão gozar na sua barriga.”
“E em outros lugares!”, Rachel riu.
“Ah, desculpe pelo tiro no rosto e pela bagunça na sua camisa. Já faz um tempo, então eu estava um pouco mais animado, além disso, você realmente me excita.”
“Está tudo bem. Na verdade, foi meio excitante para mim também. Me sinto muito bem por ter te provocado tanto e te tirar do controle. Isso me fez me sentir sexy.”
“Você é sexy!”
“Estou engordando um pouco.”
“Antes de mais nada, você não está gorda, apenas grávida. E gravidez pode ser muito sexy. Seios maiores, bunda maior, quadris mais largos – simplesmente mais feminina.
“Essa é uma forma elegante dizer.”
“Apenas a verdade.”
“Se você diz. Então, o que mais você está pensando?”
“Se eu poderia fazer isso de novo.”
“Agora?” Nossa. Bem, eu deveria trabalhar um pouco, mas sabendo disso, já consigo sentir a vontade voltando, então mantenha esse telefone por perto.”
“Sempre estará”, eu pisquei.
Entre a conversa que tive comigo mesmo ontem à noite e a conversa que tive com Rachel hoje de manhã, eu estava me sentindo muito bem. O sol brilhava mais forte e os pássaros cantavam uma canção mais alegre. Eu estava motivado de várias maneiras e isso refletiu positivamente no meu trabalho. Consegui me concentrar e realizar muitas coisas, pois meu coração estava leve e alegre.
Eu tinha terminado o dia e estava jantando, pensando em como eu estava surpreso por inda não ter recebido uma mensagem de Rachel, mas sabia que Rachel também tinha muito trabalho a fazer. Talvez a manhã a tivesse satisfeito mais do que ela imaginava. Se esse fosse o caso, eu ficaria feliz, em vez de decepcionado por não ter tido outra rodada. Eu tinha certeza de que teríamos mais oportunidades, conforme nos entrássemos em sintonia.
Assim que estendi a mão para pegar o controle remoto da TV, meu celular tocou e eu dei um pulo ao ver o número 611. Calcei meus chinelos e fui até a casa, pelos fundos, Rachel não estava na porta dessa vez, mas ela, a porta, estava entreaberta. Procurei por ela com o olhar, mas não a encontrei nem na cozinha nem na sala de estar, eu estava pestes a chamá-la quando olhei para o corredor e vi uma luz vindo do quarto de hóspedes enquanto ouvia um leve gemido.
Entre lá e Rachel estava na cama, vestindo apenas sutiã e calcinha. Uma das mãos massageava um dos seios, tentando beliscar o mamilo por cima do sutiã, enquanto a outra estava dentro da sua calcinha branca grossa, brincando com sua buceta.
“Vejo que não conseguiu esperar que eu chegasse”, cometei. O estado de excitação em que eu havia ficado quando recebi a mensagem de celular havia recebido um impulso extra com a visão a minha frente. Meu pau estava quase pronto para cumprir a tarefa que o aguardava.
Rachel fechou os olhos enquanto eu pegava meu short para tirá-lo. “Foi um dia longo, não consegui me desligar do trabalho, mesmo precisando muito. Fiquei pensando em como você estava pronto para começar tudo de novo hoje de manhã”, disse Rachel.
“Ainda estou”, declarei ao sair da minha cueca e me aproximar da cama.
Rachel tirou a mão da calcinha e a puxou para o lado quando eu a alcancei. Meu pau duro roçou no dorso da mão dela antes que ela conseguisse se afastar. Segurei seu pulso e disse: “Me guie para dentro”. Percebi que soava exigente no meu estado de excitação, então a soltei apressadamente e falei em um tom mais suave: “Se você quiser, é claro.”
Ambas as mãos dela congelaram quando a cabeça do meu pau tocou sua coxa. Sua respiração acelerou. Fiquei parado, esperando por ela. Esperava não ter forçado a barra, mas a excitação havia tomado conta. O tempo parou e o silencio era ensurdecedor. Então, lentamente, sua mão desceu até a coxa e um dedo roçou a cabeça esponjosa do meu pau, fazendo com que um pouco de líquido viscoso escorresse pelo orifício. Gemi profundamente. Apesar de seus olhos estarem cerrados a ponta do seu dedo encontrou o caminho e espalhou o líquido pela cabeça antes que ela alcançasse e agarrasse meu pau quente, pulsante e duro. Sua mão fria e macia enviou um choque prazeroso por todo meu corpo. Dessa vez ambos gememos.
Rachel guiou meu pau devagar pela pele de sua coxa, depois pelos lábios inchado de sua buceta, antes de deslizá-lo pelo clitóris, pressionando enquanto ela se contraia, Em seguida, ela deslizou por toda extensão de sua flor desabrochando e depois voltou para me alinha com seu buraco. Ela me puxou suavemente e eu empurrei para frente, A cabeça do meu pau entrou mais uma vez em sua caverna escura, quente e úmida. “Porra” gememos em simultâneo.
Ela afastou a mão quando eu entrei nela, e ambas as mãos voltaram a apalpar os seios com renovado entusiasmo. Segurei seus quadris e comecei a penetrar com força. Eu não me cansava dela e tentava ir mais fundo mesmo depois de nossas virilhas se encontrarem. Estava perdido nas sensações quando senti uma de suas mãos deslizar por baixo da minha camiseta e subir até meu peito. Ela começou a apertar e massagear meus músculos peitorais.
Tirei as mãos dos seus quadris e puxei minha camisa tirando-a pela cabeça, ficando completamente nu. Com cautela, coloquei a mão em seu seio. “Sim”, ela sussurrou roucamente, me encorajando a começar a acariciar seu seio, que a gravidez claramente havia aumentado alguns tamanhos. Era uma delícia tê-los em minhas mãos e, a julgar por sua respiração ofegante, ela estava adorando.
Minha mão livre tirou a mão dela do seio e a guiou até seu clitóris. Ela respondeu não só o esfregando, mas também tocando meu pau algumas vezes enquanto eu aumentava o ritmo. Peguei o outro seios dela e continuamos a explorar o peito um do outro – o meu estava nu e o dela ainda coberto pelo sutiã. Apesar da espessura do tecido, eu conseguia sentir os mamilos duros. Eram como projeteis pressionando o tecido e a palma da minha mão.
Toda aquela estimulação extra estava me levando à beira de um precipício do qual eu não podia pular até que Rachel atingisse seu momento maior. Felizmente, a estimulação estava tendo o mesmo efeito nela, e de repente ela se contraiu, em um gemido rouco e extenso. “Ughhhh!” Belisquei seus mamilos. Ela fritou de prazer, então senti uma umidade extra cobrir nossos genitais unidos enquanto ela gozava mais forte do que nunca. A pulsação da sua buceta ao redor do meu pau estava me levando ao limite. Aguentei até achar que ela havia acabado e estava começando a relaxar de volta, então soltei seu mamilos e retirei meu pau molhado que ansiava por alívio.
Punheitei meu pau apenas duas vezes, um jato foi direto para o rosto dela, acertando o canto de sua aberta. Os olhos dela se arregalaram e ela olhou para a minha mão no meu pau enquanto um outro jato seguia direto para se decote. Apertei meu pau para estancar o jorro. Já que estava olhando para ele, eu queria dar um show para ela e observar sua expressão. Comecei a me masturbar e ejaculei jato após jatos na barriga dela, dela o mais devagar que pude, até que o último resquício escorreu para sua buceta descoberta.
“Caramba, isso foi quente demais!” Ela exclamou enquanto me olhava e sorria de orelha a orelha.
“Quente como você”, respondi, e então estendi a mão para limpar a porra que escorria de sua boca. Dessa vez, não me desculpei, pois ela pareceu não se importar com a trilha de porra que eu havia deixado – rosto, peito, até mesmo na virilha, que ainda estava exposta.
Enquanto meu dedo limpava sua bochecha, seus lábios não se fecharam completamente como eu esperava. Na verdade, sua boca pareceu se abrir um pouco mais, então arrisquei novamente, sabendo que estava abusando da sorte, e passei o dedo na bochecha até seus lábios. Sua língua apareceu e parei meu dedo exatamente sobre ela. Ela olhou nos meus olhos, certificando-se que eu estava olhando, e então ela fez questão que eu a visse colocar a língua de volta a boca com uma pequena quantidade de porra, antes de abri-la de novo e sugar meu dedo, limpando-o completamente com a língua envolvendo-o de forma sedutora.
Quando meu dedo saiu de boca, isso nos despertou do transe. Desviamos o olhar e eu abaixei a mão para puxar meu short enquanto ela ajeitava a calcinha de volta para cobrir a buceta com porra e tudo. Peguei uma toalha e limpei a barriga dela em silêncio.
“Até logo”, eu disse enquanto vestia minha camiseta e me dirigia para a porta do quarto.
“Por favor, fique para o jantar. Preparei uma refeição na panela elétrica, só me dê um tempinho para pegar roupas intimas limpas e botar algumas roupa.
“Me desculpe pela bagunça. Tem certeza de que quer que eu jante com você?”
“Tenho certeza sobre o jantar. Quero sua companhia por um tempo esta noite. E não se preocupe com sua mira. Isso me excita e me deixa feliz, saber que você tem dificuldade em controlar as coisas.” Então ela continuou, dessa vez mais contida e tímida. “Além disso, tudo se limpa... de um jeito ou de outro.” Ela olhou nos meus olhos e umedeceu os lábios. Fiquei ali, sem palavras, sem sabe o que dizer ou fazer, até que ela cedeu ao olhar fixo e começou a rir.
“Hahaha! Muito engraçada”, respondi rindo também, e sai para a cozinha.
Eu estva terminando de arrumar tudo para o jantar quando ela entrou na cozinha depois de se vestir. Ela se virou pra mim, me abraçou, e disse: “Obrigada! Você é exatamente o que precisava.”
“De nada. Acho que eu também precisava de você. Gosto de me divertir e me sentir a vontade com você”.
“É divertido, não é?”, disse Rachel, pegando meu dedo e colocando no molho dentro da panela. Ela o tirou, colocou na boca, lambeu e chupou como tinha feiro antes. “Humm! Está bom, mas nada comparado com o aperitivo que eu comi no quarto”. Então ela riu evirou para se sentar à mesa.
Dei um tapa na bunda dela. Ela olhou para trás e disse: “Ei!”
Rimos um pouco, e depois disso voltamos a ser os melhores amigos de sempre naquela noite. Foi incomum, mas maravilhoso. Na maior parte do tempo, ficamos envolvidos como nosso lado sexual no quarto, e no resto do tempo, apenas grandes amigos conversando, rindo ou simplesmente curtindo a companhia um do outro como antes.
Como amigos, conversávamos sobre nosso acordo como se fosse qualquer outro assunto. Sem nenhum constrangimento. Estávamos em sintonia.
Rachel me avisou que a sua agenda para amanhã estava lotada e que Antony chegaria em casa no final da tarde, então, provavelmente ela não me mandaria mensagens. Apesar da minha companhia nos últimos dias, ela disse que sentiu muita falta dele.
Eu só Rachel muito rapidamente na quinta-feira. Antony chegou de carro e Rachel saiu correndo para os braços dele e o beijou assim que eu estava pegando minha correspondência. Acenei para eles depois daquela demonstração intensa de afeto em público, e tudo parecia normal. A Rachel estava com o marido que ela adorava Antony foi educado, mas não muito simpático comigo. Eu não senti ciúmes, pelo contrário, fiquei muito feliz por eles.
Chegou a hora do almoço de sexta-feira, e eu não tinha nenhuma notícia de Rachel, então ela provavelmente não precisaria de mim hoje. Antony deve ter descansado por uns dias e provavelmente conseguiu satisfazê-la ontem a noite. Isso foi bom. Eles devem ter se reaproximado, como ela esperava.
Decidi aproveitar o dia agradável e almoçar no meu solário no quintal. Ao sair vi Rachel almoçando à mesa perto da piscina e ela me chamou com um aceno. Almoçamos como tantas vezes antes e conversamos. Eu estava terminando enquanto Rachel enchia nosso copos de água quando recebi uma mensagem dela. Peguei os prato e os deixei no balcão da cozinha enquanto a via indo para o quarto.
“Precisou mandar mensagens, né? Não podia simplesmente pergunta?”, falei
Ela apenas riu enquanto começava a tirar a roupa, ficando apenas de calcinha e entrou no quarto. Eu a segui e me livrei rapidamente das minhas roupas, ficando completamente nu mais uma vez. Rachel não fechou os olhos dessa vez e me olhou atentamente enquanto eu me despia. Meu pau endureceu e ela inspirou profundamente, enquanto sua língua tocava seus lábios.
Ela se virou para ir se sentar na beirada da cama como de costume, mas eu decidi tomar a iniciativa: “Por que você não fica de quatro na cama?... Se você quiser experimentar algo diferente.”
Ela nem respondeu nem olhou para trás, simplesmente rastejou para a cama como eu sugeri e rebolou para mim. Caramba, aquilo foi sexy demais e meu pau ficou mais duro só de ver, rastejei até ficar atrás dela. Então, estendi a mão, mas em vez de puxar a calcinha para o lado, puxei-a para baixo lentamente, esperando que ela protestasse. Ela não protestou, na verdade ajudou movendo as pernas para que eu pudesse tirá-la completamente e colocá-la na cama.
Sua única palavras durante isso foram: “Sem espiar... pelo menos não muito de perto.”
Deu uma espiada mais do que o necessário para abaixar a calcinha. Sua buceta não era nada do que eu não já tivesse visto, aquele era só um ângulo diferente. Mas era tão erótica. O que era diferente era que, dessa vi seu clitóris exposto fora do capuz. Foi uma olhada rápida, mas foi tudo que eu precisava para ficar ainda mais excitado. Eu queria beijar sua bunda, mas não tinha certeza se era permitido. Considerando sua regra de não beijar, então eu apenas a acariciei.
Ela se mexeu de novo, sinalizando para eu começar logo. Ela precisava de mim. Me posicione atrás dela e penetrei com facilidade, já que ela estava encharcada. Começamos a foder. Tentei controlar o ritmo, mas estávamos tão excitados, que eu não tinha certeza de quanto tempo demoraria nossa foda. Eu estava tão absorto enquanto estava dentro dela, da sensação maravilhosa dela de sua buceta macia como veludo, envolvendo meu pau, que fui pego de surpresa quando senti sua mão acariciando meu saco. Dei um grunhido e me lancei para frente. Ela gritou quando sentiu meu pau mais fundo repentinamente, mas não largou meu saco, e sim começou a brincar também com minhas bolas penduradas.
Retomei o ritmo e decidi que também podia brincar. Estendi a mão e desabotoei o sutiã dela. Em vez de protestar, ela soltou meu saco por um instante e tirou o sutiã o melhor que pôde naquela posição dizendo: “Ainda sem espiar”. Então voltamos ao ponto inicial, só que me inclinei um pouco para frente agora, alcancei seus seios balançando e brinquei com eles. Os mamilos que eu havia sentido antes através do sutiã agora estavam livres e pressionavam a palmas das minhas mão como duas tampas de caneta – cilindros, longos e duros. Então, além de manipular seus seios firmes, belisquei seus mamilos, fazendo Rachel se contorcer e gemer.
Estávamos ambos nus, e isso não passou desapercebido por nenhum de nós. Entre esses pensamentos e a brincadeira com as partes do corpo que até então eram proibidas, escalamos para nossos orgasmos com firmeza. Quando senti que ela havia chegado ao topo e estava perto do ápice. Belisquei e torci seus mamilos, provocando uma explosão em Rachel. Ela se contorceu ao gozar enquanto eu a penetrava por trás. Depois que ela gozou, tirei meu pau e gozei em suas costas. Enquanto eu me masturbava e a via daquele jeito, ideia maliciosa tomaram minha mente estendo a mão com o dedo cobrindo-o com minha porra que estava depositado em suas costas. Ela sentiu meu dedo e virou a cabeça para o lado, tentando olhar para trás o mais que podia. Quando levante meu dedo, ela me surpreendeu. Seus pensamentos pareciam ser tão maliciosos quanto os meus, primeiro ela lambeu os lábios levemente antes de estalá-los e sorrir. Dei a ela meu dedo coberto com minha porra e, ela, mais uma vez, fez uma demonstração sensual, lambendo e chupando até ficar limpo. Eu gemi diante dessa exibição desenfreada.
Quando ela terminou, desabou na cama e eu me sentei de joelhos. Estávamos ambos ofegantes e uma leve camada de suor cobria nosso corpos. Ao nos recuperarmos, não pude deixar para sua bunda a minha frente. Antes da gravidez, ela era tão pequena e firme como uma fruta se formando na árvore, mas agora ela era como um pêssego maduro – cheio, redondo e com curvas perfeitas.
Eu estava ajoelhado entre suas pernas e ela não podia fechá-las ainda, e eu pude vislumbrar parte da sua buceta. Estava úmida, vermelha e inflamada devido a nossa atividade de agora. Eu queria tanto prová-la. O aroma da sua feminilidade era inebriante e eu só conseguia imaginar o quão doce devia ser seu sabor.
“Você se importaria?” Rachel finalmente murmurou.
Eu ainda estava no meio de um sonho, então meu primeiro pensamento foi, “Não eu não me importaria de te lamber”, mas então afastei esse pensamento lascivo da minha cabeça ao me lembram que precisava limpá-la. “Desculpe, já estou fazendo isso.”
Rachel permaneceu deitada de bruços, agora com as pernas fechadas, enquanto eu lhe limpava. Mas notei que ela me olhava de soslaio enquanto eu me movia sem roupa. Depois que terminei, me vesti e a deixei fazer o mesmo.
Limpei a cozinha para ela enquanto ela se vestia, depois ela voltou para cozinha onde eu estava e voltamos a ser apenas melhores amigos. Conversamos um pouco sobre assuntos banais e definitivamente nada sobre o que acabamos de fazer, então nos despedimos para voltar ao nosso trabalho.
E assim ficaram as coisas. Na maior parte do tempo, eu ficava coma as segundas, quartas e sextas, enquanto Antony cuidava dela as terças, quintas finais de semanas. Às vezes, eu era chamado nos meus “dias de folga”, principalmente se seu marido estivesse viajando. Ou ocasionalmente, duas vezes no mesmo dia, ou até mesmo em um dia de Antony, se uma vez não fosse o suficiente para ela. Tenho certeza de que Antony também tinha tarefas extras às vezes, se Rachel precisasse de atenção mais de uma vez por dia.
Quanto a mim e a seu marido, as coisas melhoraram. Agora que eu sabia a razões pela quais eu o intimidava, mudei minha abordagem. Em vez de apenas ajudar na tarefas domésticas para ele e Rachel, passei a envolvê-los, inclusive pedindo que me ajudassem com projetos na minha casa. De forma sutil, mostrei, instruí e trabalhei em conjunto com eles, especialmente com Antony, quase como um mentor, sem agir com superioridade. Também me certifiquei de ouvir e descobrir mais sobre Antoni, seus interesse e habilidades. Com o tempo começamos a fazer mais coisas juntos, como assistir esportes na Tv e jogar tênis, ele era um ótimo jogador de tênis, bem melhor que eu, também era um bom instrutor e me ajudou a aprimorar meu jogo. Também entendia de carros e mecânica e me ajudou também com isso. Nossa relação evoluiu da intimidação para a amizade, à medida que ele passou a me ver mais como um guia. Rachel ficou radiante e me agradeceu profusamente. Ela queria que fossemos todos bons amigos e agora estávamos caminhando nessa direção, mesmo eu estando comendo a mulher dele.
Quanto a Rachel, em vez de seus desejos e necessidades sexuais diminuírem, eles estavam aumentando. Quanto mais ela tinha mais ela queria. Comecei a entender por que Antony teve que dizer a ela para encontrar outras maneiras de se satisfazer em algum momento. Mas eu não ia dizer isso a ela. Eu sabia que tudo isso poderia terminar cedo demais para meu gosto, à medida que cada dia de sua gravidez se aproximava do parto.
O que fazíamos também se expandiu, na vez seguinte repetimos nossa foda de cachorrinho de sexta à noite, só que eu ejaculei em suas costas e guardei um pouco. Sai rapidamente da cama para ficar de frente para ela. Segurei meu pau com força na frente do seu rosto. Ela olhou para cima, ainda de quatro. Perguntei: “Algum pedido sobre onde você quer o restinho?” Ela encarou o monstro furiosos a sua frente. A cabeça Vermelha arroxeada apontando diretamente para ela. Lentamente, sua boca se abriu, como eu esperava, e me aproximei. Sua língua se entendeu. Afrouxei o aperto do meu pau e comecei a esporrar em sua língua. Também consegui dar uma olhadinha nos seus seios que pendiam abaixo dela.
Na vez seguinte, fia a mesma coisa, mas ela mesmo pegou meu pau na boca para engolir o restinho que eu tinha deixado e depois limpou meu pau.
Depois disso, não desperdicei mais nada nas costas delas. Ela engolia tudo e limpva meu pau com satisfação.





Que bela história! Quem me dera estar no lugar da Rachel!