“Não me surpreenderia se ela já tivesse uma ideia do que estava acontecendo. Você realmente acha que aquela roupa que ela está usando é coincidência? Ela é mais inteligente e tem mais consciência de si mesmo do que isso. Como mulher posso garantir que ela estava se exibindo de proposito.
“Acha que ela possa ter nos ouvido falando dela ontem? Papai ficou tão horrorizado com a ideia. Ele não parecia está tranquilo sobre tudo aquilo como parecia estar mamãe.
“Se ela escutou, eu diria que isso não a aborreceu. Talvez ela tenha nos ouvido e gostado. Seria tão horrível assim? A pergunta da mãe o surpreendeu. Ele não conseguia afastar da mente a imagem do corpinho firme da filha e de como seria bom enfiar o pau bem fundo nela, mas ainda fazia um certo esforço para resistir. Parecia que a mãe não estava resistindo tanto e que talvez que ele cedesse também.
Na verdade, a mãe estava mais confortável com toda a situação. Ela não tinha certeza do porquê de ver a reação do pai à filha a excitar tanto, mas não estava fazendo muito esforço contra esse sentimento. Ela também percebia que vitória estava mais consciente do que demostrava e que estava deliberadamente tentando alimentar o problema.
“Não deveria ser assim?”, falou finalmente o pai. “Tenho quase certeza que sentir-se assim em relação à sua filha geralmente não é considerado normal.”
Mamãe caminhou até a porta e colocou a mão na maçaneta. Virando-se para o pai, disse: “Saber disso não parece estar mudando muito esses sentimentos, não é?” Mamãe riu enquanto abria a porta e saia do quarto, deixando papai um tanto perplexo atrás dela.
Vitoria mal tinha saído do campo de visão quando a mãe abriu a porta. Ela esteve ouvindo no corredor, mas saiu correndo quando percebeu a mão da mãe na maçaneta.
Ela ficou atônita e entusiasmada com tudo que acabara de ouvir. Seu coração estava acelerado e suas bochechas coravam. De repente, sentiu-se determinada a levar as coisas adiante, de alguma forma.
Vitoria decidiu começar com sua próxima escolha do que vestir. Mexendo mais uma vez em sua cômoda, ela encontrou sua saia xadrez rosa e preta do ano passado e uma regata justa e charmosa. Ela trocou de roupa vestindo uma calcinha branca e adicionando seu par de meia brancas que iam até o joelho com listas rosas na parte superior.
Ela se olhou no espelho com os lábios franzidos, levantou a saia até que apenas cobrisse a calcinha, com alguns centímetro de sobra. Em seguida puxou a parte de cima da saia até mais alto do quadris, exibindo a definição de dos ossos da sua cintura, Ela ficou satisfeita com o que via.
Ela reuniu coragem e abriu a porta do quarto, estava nervosa enquanto caminhava até a sala de estar. Com o coração disparado e as mãos suadas, ela estava determinada. Nem sabia exatamente o que esperava realizar, mas sabia que seria algo.
Mamãe e papai estavam sentados na sala, assistindo TV, quando Vitoria entrou. Ela estava tremendo e vestia uma roupa definitivamente digna da sua inocente sensualidade, nem mesmo papai questionou a óbvia tentativa de sedução. Ele a encarou, com a boca ligeiramente aberta.
“Está bem, já chega”, disse a mãe, inclinando-se para colocar os dedos sobre o queixo do pai fechar-lhe a boca. Ela se levantou. Ela tinha uma expressão e um sorriso divertido no rosto.
“Venha cá e sente-se”, ela apontou o sofá ao lado do pai.
Vitoria começou a se sentir assustada, com medo de talvez ter ido longe demais. Medo de estar agora em apuros. Obedeceu a mãe com a cabeça baixa. Setada no sofá com as mãos debaixo das pernas, esperou para saber qual seria o seu castigo.
“Você está tentando chamar nossa atenção, querida? Porque, se era essa sua intenção, com certeza conseguiu.”, ela disse se sentando ao lado de Vitoria no sofá.
“Acho que sim... Não sei... Talvez...” Ela hesitou.
“Está tudo bem, querida. Você não está encrencada”, disse o pai, tentando tranquilizá-la. Ela sentiu um alívio imenso e olhou para eles. Não fazia ideia de como sua inocência nervosa era bela e sedutora.
“Estou... estou curiosa.” Ela corou e voltou a olhar para baixo
“Curiosa sobre o quê?”, perguntou a mãe.
Vitoria respirou fundo. “Bem eu... eu vi você e o papai no seu quarto quando cheguei da escola.” Seu rosto estava muito vermelho e ela falou baixinho. “Você estava de joelhos na frente dele e, bem, seu realmente não sei o que estava acontecendo”.
“Mamãe e papai estavam brincando como adultos brincam”, explicou a mãe. “Estávamos nos divertindo juntos.”
“Eu sei que não devia fazer isso...” Ela hesitou, “eu gostei de assistir.”
“Está tudo bem, você não fez nada de mal, querida”, o pai passou o braço em volta dos ombros dela.”
“o que você queria saber sobre isso?” perguntou a mãe.
“Qualquer coisa”, ela respondeu. “Eu fiquei pensando em como seria ficar de joelhos como você estava, mãe. Se eu seria boa em fazer isso. Pensando em qual seria o gosto do que sai do papai. Eu... eu me toquei como você fazia enquanto eu observava vocês dois.”
As palavras saíram atropeladas enquanto ela tentava superar o constrangimento. Ninguém gosta de falar sobre sexo com os pais, mas sua curiosidade e sede de conhecimento eram forte demais para ser reprimida.
“Não tem problema você ter gostado disso, querida. O que você sentiu foi uma reação natural ao ver pessoas se sentindo bem. É por isso que pornografia é tão popular. Você já assistiu pornografia, vitória?”, perguntou a mãe.
Ela balançou a cabeça negativamente. Ver você e o papai ontem foi a primeira vez que vi algo parecido com sexo. Ela inclinou a cabeça para o lado, interrogativa. “Isso tudo não está errado? Como nos sentimos, como eu reajo a você a como você me olha.
“Não é o esperado entre país e filhos”, respondeu a mãe. Mas como nós pensamos da mesma forma e você já é maior de idade, acho que não tem problema. Você quer apender e como nós, seus pai queremos o melhor para você, queremos te ensinar. Talvez a gente só não conte para mais ninguém. Algumas pessoas não entenderiam. Você consegue guardar segredo?”, perguntou a mãe.
“Você quer realmente me ensinar?” Vitória não conseguia acreditar em como as coisas estavam indo bem. “Sim, eu sei guardar segredo. Prometo que não contarei a ninguém, por favor, por favor, me deixe aprender com você”.
“Muito bem, se o papai concordar, podemos começar nossa primeira aula.” Vitória e sua mãe olharam para ele com curiosidade.
“Isso é uma loucura, vocês duas são loucas”, disse ele.
“Isso é um sim ou um não, querido?”, perguntou a mãe
Ele olhou para chão quase murmurando sua resposta: “Sim”
“Ótimo, então estamos todo de acordo. Agora, Vitória, quero que você comece se ajoelhando na frente do papai. Fique entre as pernas dele, o mais perto possível do sofá. A mãe a ajudou a se posicionar.
“Agora, estenda a mão e desabotoe o cinto dele. Olhe nos olhos dele enquanto faz isso.”. Mamãe colocou a mão na perna do papai dando-lhe um tapinha reconfortante. “Olhe para sua linda filha, querido”, disse ela.
Ele olhou para baixo observando a filha mexendo em seu cinto. A sensação e a visão fizeram com que seu pau ficasse duro como pedra, pressionando contra a calça. Ela já tinha aberto o cinto.
“Boa menina, agora desabotoe e abra o zíper. Victória obedeceu prontamente.
“Agora, abaixe as calças e a cueca até os joelhos” disse a mãe ao pai, Ele levantou a bunda do sofá e, obedientemente, abaixou tudo, libertando o pau de sua prisão. Ele ficou ereto diante dos olhos arregalados da filha.
Agora, Vitória, abaixe as calças dele e tire toda sua roupa da cintura para baixo. Papai, tire sua camisa. Os dois obedeceram e logo o papai estava completamente nu na frente dela.
Vitória olhou de cima a baixo, absorvendo cada detalhe do que via. Incapaz de acreditar no que estava acontecendo. Sentia sua umidade brotando em sua pequena calcinha branca.
“Agora você vai tocá-lo. Passe os dedos pela perna dele, roce a pele perto do pau do papai, mas não o toque ainda.” Vitória de deliciou com a sensação da pele sob suas mãos. Ela olhou para ele, tão feliz por ver a mesma expressão e a mesma emoção quando a mãe o tocou ontem. Ele gostou!
Na verdade, ele estava adorando. Os dedos delicados e inexperiente dela lhe faziam se sentir incrivelmente bem. Ela nem tinha tocado seu pau ainda e ele não conseguiu conter um gemido de prazer.
“Boa menina”, disse a mãe. “Você viu como ele gostou. Vitória assentiu, sorrindo.
“Você quer saber como ele vai se sentir na sua boca? Você quer saber qual é o gosto dele?”
“Sim”, exclamou ela. “Por favor”
“Incline-se para frente e pressione seus lábios levemente contra a cabeça do pau dele. Mantenha-o ali por um segundo e depois beije ele todo.
Papai gemeu ainda mais alto ao sentir os lábios macios dela na pele do seu pau. Tão doce, tão quente, era tão bom. Ele não se cansava de vê-la de joelhos, esperando e desejando fazer qualquer coisa para agradá-lo. Ele teve que se controlar para não gozar e seu lindo rosto naquele instante.
“Agora passe a língua nos testículos dele e lamba até voltar novamente.’ A mãe esperou até que ela estivesse lá. “Abra a boca e comece a abocanhá-lo. Só um pouquinho de cada vez para você se acostumar.” Ela colocou a mão na nuca de vitória, guiando-a.
“Fique de olho nela enquanto ela aprende a chupar seu pau.” papai assentiu em resposta, sem conseguir falar enquanto observava e sentia a boca quente e úmida da filha engolir seu pau lentamente. Ela quase chegou à base quando ele atingiu o fundo da garganta dela.
“Mantenha assim, o mais fundo possível que puder, por um minuto. Acostume-se com a sensação dele na garganta. Daqui a pouco você vai engoli-lo todo. Você vai aprender a fazer um oral profundo no pau do seu pai. Você quer isso?”
Vitória assentiu com a cabeça, ela estava de boca cheia e murmurou “hum-hum”. Seu pai inspirou profundamente quando ela murmurou, então ela repetiu. Ele gemeu com a sensação. Precisava gozar logo.
“É aqui que você vai engoli-lo todo. Relaxe a garganta e empurre para baixo. Isso, isso mesmo garota”, incentivou a mãe. Ao sentir o pau entrar fundo em sua garganta, ele gritou. Ela chupou enquanto movia a cabeça para cima e para baixo, guiada pela mão da mãe.
Ele estava perdendo o controle. Abaixou-se e agarrou os longos cabelos ruivos de Vitória com os punhos. Puxou-a para baixo e levantou-a novamente, impulsionando os quadris em direção a ela enquanto penetrava a boca da sua garotinha.
A mãe observava enquanto ambos se entregavam ao prazer um do outro. Ela deslizou um dedo dentro da própria buceta e acariciou saboreando o espetáculo à sua frente. Vê-lo completamente dominado pela necessidade, pelo desejo. Vê-lo ceder a esse desejo até então proibido a excitou tanto que ela gozou quase imediatamente com seu suco escorrendo por sua mão.
“Certifique-se de lamber tudo até ficar limpo”, ordenou a mãe a Vitória. Com movimentos lentos e tranquilos, ela obedeceu, lambendo-o completamente.
Ela sentou-se sobre os calcanhares e olhou para a mãe esperando por mais instruções.
“Você vai descobrir o quão ele pode te fazer se sentir bem agora. Quero que você sua calcinha e suba no sofá. Incline-se para trás coma as pernas a sua frente. Depois coloque os pés no sofá, e os afaste um pouco. Deixe os joelhos caírem. Agora sua bucetinha está a mostra para seu ele.”
Sem que lhe fosse pedido, o pai ajoelhou-se a sua frente. Passou um dedo pelos lábios dela, e os usou para separar. Deslizou primeiro um, depois dois dedos para dentro dela até alcançar seu hímen. Acariciou sua vagina apertada e úmida sem pressa, e inclinou-se para frente para lamber o clitóris da xoxota de sua filha
Vitória quase gritou com a sensação inesperada. Nunca imaginara que algo poderia ser tão bom. Seus joelhos se abriram ainda mais e suas costas se arquearam. A mãe sentou-se ao lado dela e começou a acariciar seus mamilos duros. Ela já estava quase gozando. Estava quase gozando por causa da língua do pai em seu clitóris. Ela gritou ao gozar, sua vagina jorrando líquido por todo rosto do pai, escorrendo por sua mão. Melhor ainda, a filhinha deles era uma squiter. Ele estava duro como pedra novamente.
À medida que os espasmos do orgasmo diminuíam, ela sentiu nova sensações sensuais começarem. Papai ainda acariciava sua buceta com os dedos e mamãe tinha seu mamilo na boca, chupando-o. Vitória sentiu outro orgasmos começando a se formar, mas ele pararam pouco antes dela gozar novamente
“Você está se sentindo bem, querida?” perguntou o pai
Ela assentiu com a cabeça. Mas ainda quero mais”, disse, corando em seguida. Envergonhada pela sua própria ousadia.
“Ah, ainda tem mais”, prometeu a mãe. “Você quer transar com o papai agora?”
Vitória sentiu uma vaga sensação de apreensão e nervosismo. Ela deixaria de ser virgem se fizesse isso, ela sabia. Seu desejo, porém, era forte demais para ser reprimido, então ela olhou nos olhos da mãe e assentiu novamente.
Mamãe começou a dar instruções novamente, dizendo para o papai se recostar do sofá. Dessa vez, Vitória ficaria sentada com as pernas abertas sobre as do papai.
“Quero que você fique por cima para controla a profundidade da penetração. Quando estiver pronta para recebê-lo por completo, é só avisar. Vai doer um pouco, mas ele vai garantir que você sinta prazer também.” Com isso, a mãe a guiou para frente até que o pau do papai estivesse pressionado contra os lábio e a vagina apertada da sua buceta.
Vitória olhou nos olhos do pai e, muito lentamente, começou a se deitar sobre ele. Ele a abraçou pela cintura fina e contemplou seu corpo irresistível. Observou seu pau começar a desaparecer em sua vagina apertada. Depois de alguns centímetros, ele atingiu seu hímen. Ela hesitou e assentiu com a cabeça para ele continuar. Ele a puxou para baixo rapidamente enquanto a penetrava com força, enterrando seu pau completamente na buceta da filha.
Ela gemeu ao senti a dor lancinante rompendo sua carne. Ela permaneceu imóvel por alguns instantes para se acostumar com a dor passageira e com o pau do seu pai em sua xoxota. Ela encostou a cabeça em seu peito. Então, ainda com as mãos em sua cintura, ele a ergue delicadamente antes de deitá-la novamente. Ele manteve aquele ritmo, torturantemente lento, até que ela começou a emitir sons de que estava sentindo prazer e que a dor tinha ido embora. Ele interrompeu os movimentos.
“Quero que você faça isso”, disse o pai enquanto acariciava seus cabelos. Ela olhou para ele nervosamente, insegura. Ele soltou sua cintura e recostou-se no sofá, onde podia ver melhor. Ela se deixou cair sobre seu pau duro. Assim que ele estava completamente dentro dela, ela começou a girar os quadris, sentido o pau dele pressionando as laterais de sua vagina úmida. Ela fechou os olhos curtindo a sensação de ter a buceta preenchida pelo pau do seu pai. As sensações aumentavam conforme ela se movia, tudo ficava melhor, a dor não existia mais.
Não demorou muito para que ela sentisse o desejo de se mover para cima e para baixo em seu pau. Ela ergueu o corpo. Apoiando-se nos joelhos, e voltou a sentar sobre ele. Para cima e para baixo, cada vez mais rápido. Ela o cavalga com urgência.
Seu pai sentia que seu pau não poderia ficar mais duro. A necessidade de alívio estava se tornando insuportável. Ela cavalgava como se tivesse nascido para o pau dele.
“Sim, isso mesmo, garota. É gostoso, não é? Perguntou sua mãe enquanto assistia uma das coisas mais excitante de sua vida, ver sei marido fodendo com a própria filha, o que a fazia tocar em sua buceta com uma das mãos enquanto a outra acariciava as pernas, a barriga e o peito de Vitória. Ela fez círculos ao redor dos pequenos mamilos duros antes de abocanhar um deles. A mão da mãe deslizou para baixo para massagear o clitóris de Victória enquanto ela cavalgava o pau do pai com fúria. Os três estavam perto de gozar.
Vitória gemeu alto e começou a tremer. Isso foi o suficiente para fazer o pai gozar. Ele a encheu com sua porra enquanto ela apertava seu pau. Suas costas se arquearam e ela teve espasmos enquanto sua porra o encharcava e molhava o sofá embaixo dele.
A mãe ajudou Vitória a sair de cima do pai e a deitou de costas. A mãe ajoelhou-se a frente do pai do pau e começou a lamber o pau dele até ficar limpo. Depois ela foi para entre as pernas de Vitória e inclinou para lamber a porra do pai que escorria de sua buceta inchada.
Papai se inclinou e deslizou dois dedo dentro da mamãe enquanto ela lambia o clitóris de Vitoria. Ele a acariciou até que ela estivesse bem molhada. Vitoria gemeu novamente, papai sentiu seu pau duro ficar duro de novo.
Ele se levantou e se ajoelhou atrás da mãe. Guiou seu pau duro não para a buceta dela, mas para seu cú enquanto ela enterrava o rosto na buceta da filha. A mãe estava tão molhada que ele não precisou de lubrificante.
Ele penetrou a mãe sem pressa até sentir que ela começava a apertar seu pau. Vitória gozou na boca da mãe enquanto a mãe gozava no pau dele.
Papai não parou quando notou que mamãe gozava, continuou fodendo com vontade. Suas mãos apertava seus quadris, puxando-a contra si enquanto comia seu cú. Seu orgasmo veio rapidamente e ele a penetrou uma última vez, gozando dentro do seu cú apertado.
Todos desabaram no sofá, pingando suor e ofegantes. Papai abraçou mamãe e Vitória. Passou os dedos primeiro pelo cabelos castanhos de mamãe e depois pelos ruivos de Vitória.
“Eu amo muito vocês duas”, disse o pai, e beijou a testa de cada um delas.
“Nós também te amamos”, disseram a mãe e Vitória em uníssono, e depois riram baixinho.
FIM




