Eram dez de horas da noite de uma sexta-feira e meu marido, Tom, estava fora de casa fazendo um curso. Vasculhei a seleção de vibradores, consolos e plugs anais que eu guardava em um criado-mudo, e escolhi o maior plug que eu tinha, um monstro cuja a parte mais larga tinha, pelo menos, uns dez centímetros de diâmetro. O frasco de lubricante que Tom usava quando queria usar meu cú, e fui para o banheiro preparar um banho.
Havia uma vela grande no revestimento que eu gostava de acender quando me acomodava na banheira cheia de água. Eu a usava para medir quanto tempo eu me segurava antes de gozar. Acendi a vela e coloquei uma boa quantidade de sais na mão, abri a torneira para começar a encher a banheira e despejei na água aquecida.
Enquanto esperava a banheira encher avistei meu reflexo no espelho. Eu gostava do que via, uma mulher curvilínea, perto dos 40 anos, com uma cascata de cabelos negros, seios fartos, mamilos grandes e rosados, e uma fina penugem negra cobrindo a xoxota. Eu me considerava uma mulher bonita e desejável, capaz de despertar o desejo e o interesse tanto de homens quanto de mulheres, capaz de satisfazer qualquer necessidade sexual.
Com a banheira cheia, fechei a torneira e fui ao vaso sanitário antes de entrar na banheira. O banheiro se encheu com o som do meu xixi atingindo a água, forte no começo e diminuindo lentamente. O aroma impregnou o banheiro, competindo com o odor dos sais de banho, e eu saboreei o cheiro antes de dar descarga.
Prendi meus cabelos com uma fita, tirei o roupão e peguei o monstro. Espalhei uma generosa quantidade de lubrificante na ponta dele, e depois completei com o polegar e o indicador para espalhar mais a substância oleosa por todo plug. Apoiei uma perna no vaso sanitário, afastei minhas nádegas com a mão, coloquei a ponta do plug contra meu cú, e com a outra empurrei delicadamente, mas com firmeza.
O primeiro centímetro entrou facilmente, mas resistiu a ser dilatado. Aliviei um pouco a pressão, espalhei mais lubrificante ao redor do meu cú, então comecei a empurrar de novo, dessa vez com mais insistência, forçando meu cú a se abrir e aceitar a largura do plug. Mais e mais entrou, alargando o esfincter até que, de repente, meu cú envolveu todo o cumprimento do plug, meu cú agarrando a base como uma boca avida. Ele parecia deliciosamente preenchido com o silicone escorregadio enquanto eu entrava na banheira.
Me recostei na água, apreciando o calor da água envolvendo meu corpo. Tinha sido uma semana difícil para mim na escola em que eu lecionava Línguas. Uma menina anunciou que estava grávida e outra, uma linda jovem que tinha vindo de uma pequena cidade do interior, disse que teria que voltar para a casa dos pais no final do ano letivo porque seus pais haviam combinado que ela voltaria para se casar. Eu tinha grandes esperanças para essa garota, esperando que ela fosse do ensino médio para a universidade e se formasse com honras, mas para seus pais, a educação era menos importante do que um bom casamento. Suspirei, lamentado por não ver uma solução fácil para que o meu desejo e a minha expectativa de uma carreira para a menina triunfassem sobre a tradição familiar.
Abandonei por um tempo minhas preocupações, estava começando a ficar muito excitada e a medida que isso acontecia, mais aumentava meu desejo de ser fodida no cú por um pau de verdade que colocasse uma boa quantidade de porra quente na minhas entranhas. Tive que me contentar em me masturbar e peguei uma embalagem de xampu vazia que eu tinha visto antes e guardado com essa intenção. A base de plástico era circular, quase tão larga quanto o plug que preenchia meu cú agora. Mas o que eu adorei foi a parte de cima. com sua tampa, afinando-se até a ponta, imitando tão bem a cabeça de um pau. Fiquei surpresa por encontrar uma embalagem com a aparência tão sugestiva na prateleira da drugstore. Quando vi ele lá, minha mente imediatamente vislumbrou as possibilidades. Empurrei o máximo que podia do frasco vazio no buraco adjacente do meu cú, deliciando-me com a sensação sensual de aperto causada junto com o plug
Masturbar-me com o frasco de xampu foi maravilhoso. Abri as pernas. Segurei a base com uma mão e penetrei lentamente o frasco para dentro da minha buceta que o engolia com tanta facilidade que eu precisei agarrar firmemente a base. Cada estocada era ainda mais erótica que a anterior, com o frasco roçando deliciosamente contra o plug anal através da fina membrana que separava as paredes da minha vagina e do meu reto.
A sensação extremamente prazerosa me levou a gozar de forma arrebatadora, e eu grite em êxtase antes de afundar exausta, de volta na água. Eu respirava com tanta dificuldade devido à intensidade do meu gozo que apaguei sem querer a vela que estava na borda da banheira.
E foi nesse momento que as luzes do banheiro, e de toda a casa se apagaram juntas com a vela.
O banheiro estava na mais completa escuridão. Sai da banheira tateando para encontrar a toalha onde eu achava que ela estava. “Droga!”, bati a canela na borda do vaso sanitário, sabendo que aquilo me deixaria um hematoma feio pela manhã.
Sequei-me o melhor que podia naquela circunstância e então tentei chegar até o quarto, indo pelo corredor, ainda tateando em meio a escuridão. Minha prioridade imediata era me vestir e ver se a energia das outras casas da rua sem saída em que eu morava haviam sido afetada pelo apagão.
Encontrei uma calça de moletom e uma camiseta em uma cadeira, me vesti e fui até a janela olhar a vizinhança. Abri as cortinas. Todas as casas, exceto a da minha esquerda estavam iluminadas.
“Porra!” – O que eu sabia sobre eletricidade e caixas de disjuntores cabia no verso de um selo postal, e a última coisa que eu queria era mexer em uma caixa elétrica com uma chave de fenda em uma mão e uma vela na outra, com medo de levar um choque.
Desci as escadas no escuro, peguei a chave e abri a porta. O motivo da casa vizinha estar as escuras era que o casal que morava lá estava viajando, o que significava que eu precisava pedir ajuda a Marcos e Bianca, e sua filha Mia que haviam se mudado para a casa da direita um mês antes.
Eu conhecia Mia porque eu era a professora de francês da jovem de 18 anos na escola, e a adolescente, assim como várias outras garotas, tinha uma quedinha por mim. No caso de Mia eu adoraria retribuir esse sentimento, mas sabia que não devia. As consequências para minha carreira por se envolver sexualmente com uma aluna ou aluno meu, seriam devastadora, mesmo que ela você maior de idade. Eu não conhecia o pai de Mia, mas sabia que ele trabalhava em casa e gostava de correr nos fins de semana e eu adorava a oportunidade de admirar seu corpo bronzeado e musculoso metido em uma regata esportiva e uma sunga.
Bati à porta de Mia e foi ela que me atendeu. A garota era uma combinação clássica de beleza, com finos cabelos loiros tão longos que chegavam ao meio das costas, maças do rosto altas, lábios carnudos, seios extremamente fartos, cintura fina, nádegas curvilíneas e pernas longas e esbeltas – uma mistura irresistível para uma altura de um pouco mais de um metro e meio. Eu supervisionava os esportes femininos e tomava banho com as garotas ao final das partidas, sabia que Mia mantinha sua buceta completamente lisinha, um contraste total com as outras garotas, que deixavam os pelos pubianos crescerem naturalmente.
Normalmente eu achava uma xoxota depilada menos atraente, mas a pura voluptuosidade do corpo de Mia fazia minha boca salivar e eu daria uma fortuna para poder satisfazer minha atração pela adolescente, mandando as outras garotas para fora do chuveiro enquanto eu me ajoelhava entre suas pernas e chupava aquela buceta pelada até que ela tivesse múltiplos orgasmos deliciosos.
“Olá, Grace”, disse Mia timidamente ao perceber que era eu na porta.
“Quem é querida?”, gritou uma voz masculina, vindo de dentro da casa.
“É Grace, a minha professora”, ela disse, e instantes depois Marcos apareceu atrás da filha. Eu observei seu rosto bonito e bronzeado e seu corpo esguio e musculoso e engoli em seco pela surpresa. O homem era deslumbrante.
“Entre, por favor, entre, professora”, disse ele estendendo a mão.
“O que eu posso fazer por você, Professora Grace?” Ele disse
“Só Grace , por favor”, respondi.
Calculei que ele estivesse na casa dos quarenta anos, pelos atraentes fios grisalhos em suas têmporas, e senti um arrepio de desejo enquanto ele apertava minha mão.
“É que as luzes da minha casa se apagaram”, eu disse, “e meu marido está viajando a negócios. Receio não ter a miníma ideia do que fazer.
“Espere um instante, vou pegar minha caixa de ferramentas”, disse Marcos e desapareceu em direção a cozinha
Sorri para Mia que estava parada a minha frente enquanto eu esperava que ele voltasse, meus olhos atraídos pelo top curtíssimo de adolescente que ela vestia, esticados ao máximo por seus seios enormes, sem mencionar a calça jeans de cintura baixa que mostrava sua barriga até quase seu baixo ventre, um pouco mais e eu veria o começo do seu monte. Apreciei a forma como ela ficou ruborizada sua calça tão justa que delineava sua buceta. Notei um brilho de suor nas curvas de seus seios e meu nariz captou o odor inconfundível de uma garota no cio, me perguntei se Mia estava se masturbando antes de abrir a porta.
“Aqui estamos”, disse Marcos ao reaparecer na porta carregando uma grande caixa metálica na mão. “Mostre o caminho.”
Fui na frente até a porta de casa, abri a porta da frente e esperei que Marcos acendesse uma lanterna antes de lhe mostrar a caixa de junção elétrica no alto da parede do corredor.
“Vou precisar de uma escada, cavalete, ou algo assim”, disse Marcos
“Na lavanderia”, Eu disse, indo buscá-la. Quando voltei, Marcos subiu escada, entregou a lanterna para mim para que eu iluminasse e ele pudesse ver, e com rapidez e habilidade, ele abriu a caixa de disjuntores começando a verificar os componentes. O único problema era que eu estava na altura da virilha de Marcos e podia ver com clareza sua bunda musculosa e firme complementada pelo volume de seu pau e testículos consideráveis delineado pela bermuda jeans justa.
Excitada além da conta na proximidade de um homem tão bonito e gostoso, desejando extremamente sua filha atraente, desesperada para ser fodida no cú por causa do plug anal grosso ainda enfiando nele, tive que abafar um gemido de frustração quando Marcos localizou o problema e as luzes voltaram a acender de repente. Foi então que percebi que eu não estava vestida com moletom, mas sim com parte de baixo do meu pijama bem transparente. Os olhos de Marcos foram naturalmente atraídos para a parte de baixo, pousando nos cachos de pelos da minha buceta, claramente visíveis através do tecido fino.
Fiquei corada enquanto dizia: “Marcos, não sei como te agradecer, eu nunca conseguiria descobrir o que estava errado.”
“Foi só uma simples sobrecarga”, disse ele sorrindo. Então continuou. “Olha eu estava pensando em assar umas carnes amanhã para o almoço, eu e Mia adoramos churrasco. Se você não estiver ocupada amanhã e o Tom ainda não tiver voltado, gostaria de se juntar a mim e Mia? Claro, eu entenderia perfeitamente se você estivesse ocupada…”
“Não, não estou, e seria um prazer”, eu disse rapidamente e retribuindo o sorriso. Levo uma garrafa de vinho como agradecimento pela sua gentileza esta noite.”
“Por volta de meio-dia e meia, então?”
“Sim, tudo bem” eu disse, fechando a porta atrá dele Uma onda de excitação fez minhas mãos tremerem enquanto trancava a porta e subia para o quarto, exausta por aquela que se revelara uma noite surpreendentemente agitada.
***
Eu sempre adorei cozinhar, e Tom frequentemente elogiava minha habilidade em criar pratos clássicos franceses, mas eu tinha que admitir que aquele churrasco estilo argentino preparado por Marcos estava digno de um mestre churrasqueiro. A carne simplesmente derretia na boca, a sobremesa de bananas flambadas estava soberba, e me senti mais que satisfeita quando marcos me ofereceu um conhaque para acompanhar o café que Mia estava preparando na cozinha.
Eu estava parada perto da estante, examinado a coleção de Marcos. Era uma biblioteca interessante, e fiquei encantada ao ver alguns volumes clássicos de erotismo. Peguei A História de “O” e folheei até quase o final do volume, onde se lia Natalie, “como uma sherazade”, observa cada vez que O se contorce e se debate sob o chicote, vê O de joelhos recebendo humildemente o enorme pênis ereto de Sir Stephen em sua boca, e observa fascinada enquanto O abre as próprias nádegas com as duas mão para oferecer a Sir Stephen seu orifício anal. Grace adorava a forma como Natalie queria imitar a submissão de O e, ao ler a passagem familiar, senti os lábios da minha buceta umedecerem de excitação. Estremeci levemente de desejo; um gesto notado por Marcos.
“É um livro maravilhoso não acha:”, disse ele, sentando-se no sofá a minha frente, que estava de pé.
“Maravilhoso, mas também assustador”, disse Grace. “Que uma mulher possa se submeter tão facilmente a um homem a ponto de sua personalidade desaparecer ao permitir ser dominada.
Os olhos de Marcos encontraram os meus. “Você quer dizer ser tão submissa a Sir Stephen a ponto de aceitar que ele só quer sodomizá-la?
Nesse momento, Mia entrou com uma bandeja, um bule de café e três xícaras para café expresso, que ela colocou na mesinha a frente do pai.
Me virei para colocar o livro de volta na estante. Não havia como ela não ter escutado o comentário do pai, e achei particularmente erótico discutir sodomia na frente de uma garota da mesma idade que Natalie do livro, enquanto Marcos tinha idade semelhante à do amante aristocrata de O, Sir Stephen.
“Não - eu disse me acomodando na poltrona e dando um gole no meu conhaque. – O motivo pelo qual O se deixa sodomizar por Sir Stephen é porque ela gosta muito. Quando seu amante, René a leva pela primeira vez ao castelo em Roissy, ele passa um tempo com ela em seu quarto antes de se despedir. Ele alterna em penetrá-la e sodomizá-la antes de finalmente ejacular em sua boca. Então ela estar acostumada a ser fodida dessa maneira. E nenhuma mulher concorda com algo assim a menos que queira oferecer seu cú a um homem tão livremente quanto sua buceta. Pelo menos é assim entre Tom e eu.”
Por um instante me perguntei se as duas garrafas de vinho tinto que eu, Marcos e Mia tínhamos bebido no almoço junto com o conhaque, teriam feito eu expressar minhas opiniões com mais liberdade do que se devia. Mas havia um olhar fascinado nos rosto de Marcos que me fez pensar que ele não estava ofendido por minha franqueza, mas sim que gostava de discutir sexualidade com uma mulher que se via como um ser espontaneamente erótico.
“Sim, comigo e Mia é assim”, disse Marcos sorrindo para a filha, que pegou o bule, encheu uma xírcara e me entregou. Olhando para a garota adolescente, pensei como ela era bonita e desejável.
Mia vestia uma camiseta preta bem curta com recortes laterais por onde se via seus seios até seus mamilos, e um minúsculo short azul que deixava à mostra as covinhas de suas nádegas. Seu corpo tinha uma beleza sensual enquanto caminhava, os seios fartos balançando a cada passo. Quando Mia se inclinou a minha frente, o perfume de seus lindos cabelos loiros invadiu meus sentidos, deixando-me sem fôlego de desejo.
“Isso te choca?” perguntou Marcos, dando um tapinha no assento ao lado dele no sofá para que Mia se sentasse, seus olhos encontrando os meus, fascinados em observar a bunda curvilínea da adolescente balançar enquanto caminhava pela sala.
“Não, de jeito nenhum”, eu disse sorrindo de leve. “Eu esperava que uma garota tão linda quanto Mia também fosse um ser sexual. Quem melhor para seus primeiros encontros sexuais que não o próprio pai dela?” Você já a sodomizou?”
“Ah, sim”, disse Marcos, inclinando-se para beijar a bochecha da filha pousando a mão na sua coxa. “Isso e muito mais”
“Isso parece interessante”, eu disse com a voz rouca e já dominada pelo desejo enquanto olhava do pai para a filha e vice-versa.
“Olha”, Marcos disse acariciando a virilha da filha, o que fez ela se contorcer esfregando ela mesma a buceta coberta pelo jeans contra os dedos do pai. “Mia e eu costumamos passar as tardes de sábado trepando, Você gostaria de se juntar a nós? Sei que Mia adoraria que você viesse, ela confessou ter uma queda por você, sabia?”
“Sim, eu sei, isso foi sempre óbvio”, respondi com um grande sorriso apreciando a visão de Mia corando lindamente.
Marcos riu com o constrangimento da filha. Ela adora quando eu chupo a buceta dela”, ele disse, “É tudo que ela precisa para imaginar que é você quem está fazendo isso e gritar seu nome quando goza. É por isso que ela ficou envergonhada na noite passada. Ela tinha acabado de gozar gritando seu nome, e aí você aparece como se aquilo fosse um chamado, eu estava pronto para foder a bunda dela quando você bateu à porta.
Eu só podia rir com aquilo, e foi o que eu fiz enquanto dizia:“Vamos realizar o sonho de Mia, então?
“Oh, por favor Grace”, disse a adolescente suavemente, e eu senti o coração palpitar no peito, meus mamilos endurecerem e a umidade cremosa se transformar em uma inundação.
***
Havia algo deliciosamente depravado na escolhida de Marcos de irmos pra o lugar mais intimo dela, seu quarto. Um ursinho de pelúcia sobre o travesseiro, pôsteres de shows de rock nas paredes, maquiagem vibrante na penteadeira, tudo contribuía para a sensação de Mia, e não a banana flambada, era a sobremesa perfeita para finalizar nosso almoço.
Mia deitou-se na cama, a camiseta levantada, deixando seus seios à mostra, o short jeans aberto e abaixado até os tornozelos. Suas pernas estavam bem abertas, os lábios rosados e inchados de sua buceta depilada brilhando com a evidência se sua excitação. Enquanto eu a olhava, ela começou a acariciar os seios com uma das mãos, massageando os mamilos já duros. Aperto-os com força entre o polegar e o indicador, enquanto deslizava a outra mão entre as pernas e a se masturbava vigorosamente
Eu estava nua ao pé da cama, com Marcos, também nu, atrás de mim, seus dedos enterrados nas dobras da minha buceta e a outra mão acariciando meus seios. Eu olhava a exibição lasciva que a adolescente fazia especialmente para mim e sentia-me tão intensamente excitada que já estava bem perto de gozar.
O pau circuncidado de Marcos pressionando entre minhas nádegas, era tão longo, grosso e duro quente eu o imaginara, e eu invejava Mia por tê-lo a disposição para foder com ela sempre que quisesse. Os braços dele ao redor do meu corpo, eram bronzeados e musculosos, a mão que acariciava meus seios, era grande e forte, e eu rebolava sinuosamente, pressentido que não haveria muita enrolação antes que o grosso pau de Marcos estivesse enterrado na minha buceta ou no meu cú até as bolas. Isso podia me agradar imensamente, contanto que ele fizesse isso ao mesmo tempo que eu lambia a buceta suculenta da adolescente lasciva que se masturbava desavergonhadamente a minha frente.
A fenda da buceta de Mia me parecia irresistível.
“Marcos, eu preciso…”, eu disse virando a cabeça para que meus lábios encontrassem os dele em um beijo voraz, antes de mês afastar e me abaixar entre as pernas de Mia.
Com uma fome selvagem, inalei o delicioso cheiro da buceta quente de uma garota e fechei a boca sobre toda a fenda dela, minha língua se afundando ao máximo no buraco úmido dela. Imediatamente Mia se contorceu e estremeceu em êxtase, uma torrente de seu deliciosos liquido preencheu minha boca, e eu engoli avidamente, faminta por mais.
Com a língua entre os lábios das sua buceta adolescente, me demorei mais em seu clitóris duro, fechando os lábios seobre ele e sugando-o suavemente. Mia respondeu pressionando os quadris contra minha boca, empurrando o pequeninho botão inchado como um pau em miniatura entre meus lábios. Gemidos suaves escapavam da boca de Mia cada vez que eu lambia sua glandizinha sensível.
Com o nariz e a boca cheia do delicioso cheiro e sabor da buceta e do cú da adolescente, eu tinha dificuldade em me concentrar no prazer que Marcos me dava, eu estava deitado entre suas pernas abertas, o rosto enterrado entre minhas nádegas. Senti sua língua incrivelmente ágil ora explorando minha buceta profundamente, ora enfiando-a tão fundo em meu cú que eu me sentia agradavelmente sodomizada por sua língua grossa. Eu adorei ter meu cú estimulado enquanto lambia a buceta milhada de Mia, mas sabia que para Marcos, aquilo era apenas o prelúdio para me foder e, por mais que eu desejasse aquilo, queria algo muito mais.
CONTINUA




