A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA - PARTE 3

Não demorou muito para que Donna estivesse se debatendo como um peixe fora d’água, a vibração era tanta que o líquido espirrava por todos os lados, ela esperou até que suas pernas voltassem a funcionar, saboreando seu próprio líquido e gostando, antes de tomar banho e trocar os lençóis.

Sobre a mesa da cozinha estavam os dois contratos. Greg havia assinado o dele e deixado a caneta para Donna. Ela olhou para os documentos, preparou uma torrada e um café, colocou a louça na pia e se vestiu para o dia: blusa e saia, sutiã de renda (se olhasse com atenção dava para ver seus mamilos e aréolas) e sem calcinha. Pegou os contratos e foi trabalhar.

O dia passou em um ritmo tranquilo. Não era seu trabalho, mas ela estava louca para desfilar pela loja, e ajudou muita gente com problemas nos telefones ou com novas compras, e era extremamente popular entre os clientes jovens, homens e mulheres. Ela se sentia empoderada e estava realmente curtindo sua nova versão de si mesma.

Chegou a hora de voltar ao escritório do corretor, o Sr. David. Ela estava apreensiva e animada ao mesmo tempo. Enquanto dirigia, cantava junto com as músicas do rádio, tentando não pensar na realidade que a aguardava. Quase de memória, e sem pensar, entrou no mesmo lugar do estacionamento no mesmo lugar do dia anterior. De repente, estava no saguão do prédio que definiria seu futuro e sua felicidade.

Ela esperou por Greg, não queria ficar sozinha com Davis lá em cima ainda.

De repente ela sentiu pânico e nervosismo, uma vontade repentina de fugir daquilo, um temor que as pessoas descobrissem que ela não estava usando calcinha. Segurou os papéis sobre os seios. Havia poucas pessoas por perto, mas ela ficou péssima de repente. Tudo a havia atingido em cheio, e ela não tinha certeza se aquilo era certo ou não. Viu um bebedouro, tomou alguns goles de água, respirou fundo algumas vezes e tentou se acalmar. Exigindo que a corajosa e safada Donna voltasse.

Finalmente Greg apareceu perguntando se ela estava bem, abraçando-a com força. Ela respirou fundo e disse: “Sim, estou bem”

Ele perguntou: esta é a última chance, você realmente que levar isso adiante?

“Sim, vamos fazer isso!”, apesar da voz trêmula.

Eles caminharam de mãos dadas até o elevador e subiram. As portas se abriram e Donna saiu com a maior confiança que pôde. Entrara, na antessala do escritório e foram recebidos pela senhorita de seios de silicone, com tanto à mostra que era quase desnecessário ela usar blusa.

Greg a encarou e disse sorrindo, “Quem bom ver vocês três de novo”, ela deu uma risadinha e disse: “Que bom ver vocês dois de novo.

O Sr. David estava à espera na porta da sua sala, fez-lhes entrar imediatamente e pediu-lhes que se sentassem e ficassem à vontade. Ele ofereceu-lhes bebidas: água, cerveja, espumante. Greg aceitou uma cerveja gelada, Donna uma taça de espumante, e o Sr. David ficou com água. Ele sentou-se em sua grande poltrona, tomou um gole de água, juntou as mãos à sua frente, inclinou-se, sorriu e perguntou: “Vocês já tomaram uma decisão sobre a proposta que lhes fiz?”

Seu tom era calmo, sem ser indecente ou arrogante, seu rosto neutro, Donna estava tremendo, Greg olhava fixamente para sua cerveja.

O silêncio deixou Donna inquieta e ela disparou: “Sim, nós tomamos.”

A expressão de David não mudou; ele continuou sorrindo e perguntou: “E qual seria essa decisão?”

Donna olhou para Greg, ele a encarou, ela olhou para frente novamente e entregou os dois envelopes, dizendo: “Ambos estão assinados e estamos dispostos a prosseguir com a proposta, por mais indecente que seja.”

David, endireitando-se na cadeira com a expressão mais neutra possível, apertou um botão no telefone sobre a mesa e disse: “Clarisse, pode entrar, por favor? O casal deseja continuar com nosso acordo.

Ele então explicou que Clarisse precisava estar na sala para tomar nota da conversa e chegar a um acordo final, além de testemunhar toda a interação.

Então ele abriu os envelopes e verificou todos os detalhes, notando que ambos haviam assinado a opção 3, na qual o parceiro da mulher estaria presente durante a relação sexual, mas não participaria dela.

O casal assentiu em silêncio, Donna sentiu o rosto corar, os mamilos endurecerem e o clitóris formigar; Greg apenas torceu as mãos e olhou para o chão.

Clarisse entrou saltitante na sala, puxou uma cadeira e sentou-se ao lado da mesa, de frente para Greg. Seu generoso decote o atraiu, fazendo seu olhar se desviar do chão para frente. Ela cruzou uma perna sobre a outra para apoiar o caderno de notas e revelou sua intimidade, coberta apenas pelo que provavelmente parecia ser uma calcinha fio dental, para Greg. Enquanto ela se recostava na cadeira, Donna conseguia ver o contorno de seu pau grosso já duro dentro da calça, Ele se ajeitou desconfortavelmente para acomodá-lo na posição certa.

David começou agradecendo por aceitarem a proposta e que em breve daria mais detalhes.

“Gostaria de reiterar que o que vocês já assinaram e concordaram é um documento legalmente vinculativo e válido, e qualquer descumprimento ou negligência em cumprir esta proposta constitui uma infração passível de multa e elevada e/ou pena de prisão.”

“Agora são 15h45 da quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, e o esboço para a a execução da proposta é o seguinte:

Nos encontraremos no sábado, 24 de janeiro, ao meio-dia, quando um carro irá buscá-la, Donna, e levá-la ao hotel x (ele disse o nome do hotel). Nos encontraremos no saguão e iremos a suíte no andar superior.

Vamos sentar e relaxar, tomar um drinque leve, um banho e depois fazer uma massagem para casais. Em seguida voltaremos ao quarto e nos arrumaremos para o jantar no restaurante do hotel. Será um jantar especial a dois.

Depois disso, podemos nos conversar à mesa por um tempo ou voltar para o quarto para tomar uns drinques e, em seguida, aproveitar a companhia um do outro.

Greg, antes de voltarmos para o restaurante, você pode ficar por perto, mas não deve se sentar conosco à mesma mesa.

Assim que retornamos ao quarto, você poderá sentar-se e assistir, até mesmo se masturbar, se assim desejar, mas não deverá participar da relação sexual entre mim e sua parceira.

Clarisse também estará na suíte conosco e gravará em vídeo toda nossa interação para nossos arquivos e para verificação, se for preciso. Essa gravação permanecerá em propriedade da nossa empresa e permanecerá em nossa posse por um período de vinte anos, a partir da data de sua gravação. Após esse período de vinte anos, a gravação e os documentos relacionados serão destruídos.

Se ambos concordarem, o documento sobre a mesa é para que vocês assinem, confirmando suas aprovações e concordância.

Donna e Greg se entreolharam, Donna assentiu com a cabeça, e inclinou-se para frente e assinou. Greg hesitou por um instante, mas também assinou.

David bateu palmas levemente e sorriu. Clarisse deu palmas rápidas, fazendo os seios balançarem, o que Greg viu.

Na mente de Greg, a noite se desenrolaria com ele assistindo Donna sendo fodida de quatro e chupando seu pau enquanto Clarisse, nua passeava por perto com uma pequena câmera de vídeo, incentivando seu chefe. “Fode ela com mais força, fode essa vadia”, olha para os peitos dela balançando”, e então começa a se esfregar em Donna.

Ele saiu do seu devaneio e se levantou, com o pau duro claramente visível; ambas as mulheres viram e sorriram; David também viu e disse: “Acho que a noite vai correr muito bem e todos ficarão felizes no final.”

Dito isso, ele os conduziu para fora da sala, até o elevador, despediu-se e disse que os detalhes seriam enviados para o telefone de Donna.

Assim que as porta se fecharam, Donna se virou pata Greg e o encarou com uma expressão que ele não conseguiu decifrar. Ela apenas o fitou, deixando-o desconfortável; ele não conseguia encontrar seu olhar!

Ela continuou a encará-lo até que o elevador parou e as portas do térreo se abriram, momento em saiu abruptamente e foi para o carro sem dizer uma palavra.

Ao chegar em casa, ela fez o de sempre: tirou a roupa assim que entrou, deixando-a no chão e começou a se masturbar, esfregando o clitóris e os mamilos. Estava com raiva, excitada e se sentia como a Donna safada, vadia, que queria foder com qualquer coisa. A Donna puta estava de volta e feliz.

Quando Greg entrou, ela não o cumprimentou, apenas continuou se masturbando e gemendo alto. Ele perguntou o que ela estava fazendo, e a resposta dela veio rápida e direta: “Estou me masturbando.”

Greg, ainda muito excitado com o que vira no escritório de David, simplesmente baixou as calças e começou a se masturbar na frente dela; em apenas três movimentos, ele ficou com o pau duro de novo e adorando olhar sua esposa se tocando.

Donna com sua voz de puta excitada disse para ele: “Será que estou tão gostosa quanto aquela puta peituda que te deixou de pau duro no escritório? Hum, será? Você está de pau duro por que está porque está olhando para mim ou pensando nela? Hum? Você vai foder com ela no sábado? Vai gozar para ela? Hum?”

Greg quase caiu para trás ao gozar um enorme jato de porra no rosto de Donna. Ele ejaculou pelo menos quatro vezes e continuou se masturbando, aumentando a intensidade, até que seus joelhos quatro vezes e continuou se masturbando, aumentando a intensidade, até que seus joelhos fraquejaram e ele caiu no chão. A porra escorria abundantemente de seu pau, seu corpo tremendo. Ele voltou a realidade quando foi atingido pelo jato vaginal de Donna em seu rosto. Ele tossiu, quase se sufocando.

Assim que ambos recuperaram os sentidos, tomaram banho junto e se secaram. As únicas palavras que haviam sido ditas eram as que Donna dissera a Greg enquanto ele se masturbava.

Ambos voltaram para a sala de estar, nus, e limparam as poças de líquidos. Assim que terminaram, Donna se serviu de vinho, pegou uma toalha limpa e sentou0se na mesma cadeira em que estava antes. Greg pegou uma cerveja e uma toalha e se sentou no sofá ao lado de Donna.

O silêncio persistiu, apenas o som do trânsito na rua. O zumbido da geladeira, o rangido e o movimento do prédio. Greg, finalmente, perguntou: “Qual o problema?”
Donna o despedaçou com seu olhar fulminante e disse: “Você estava de pau duro no meio da reunião, todos nós vimos!”

“Será que foi a senhorita de seios grandes que te excitou, ou a ideia de ver o senhor David me fodendo?”

Greg deu um gole em sua cerveja e olhou-a nos olhos: “Eu só estava preocupado que você gostasse mais dele do que de mim, ei ela entrou e esfregou a buceta na minha cara, depois de tanta conversa, minha mente começou a trabalhar e eu imaginei como ia terminar e fiquei com uma ereção enorme, me desculpe.”

Ele continuou descrevendo como tudo aconteceu em sua mente, e seu pau começou a ficar duro novamente, e Donna viu o garotão dele crescendo e o confortou massageando suavemente a glande, então quando ele ficou completamente duro, ela deu um tapa no pau dele com toda força que pôde e riu dele por esperar que também conseguisse uma foda na noite de sábado, eles se provocaram e beberam muito mais que o necessário para uma noite em que ainda precisavam trabalhar no dia seguinte, mas estavam relaxados e felizes juntos, culminando com uma trepada bêbada e desleixada na qual nenhum dos dois conseguiu gozar e os dois adormecerem juntos.

Acordaram tarde na manhã seguinte, tomaram banho e saíram correndo para o trabalho. O dia passou lentamente, e o seguinte ainda mais devagar. Não houve menção à data marcada para a quitação da dívida nem comentários sobre as pessoas envolvidas, apenas a árdua rotina que se estendia até a manhã de sábado.

O sábado amanheceu quente e ensolarado, com uma brisa soprando do sul, tornando agradável estar ao livre e aproveitar o sol. No apartamento de Donna e Greg, o clima era um pouco sombrio e tranquilo; eles tomaram café da manhã juntos e conversaram levemente sobre as notícias. Donna tomou banho e colocou a depilação em dia verificando se havia algum pelo nas pernas, virilha e no cú. Ela também hidratou o corpo todo e depilou alguns pelos incômodos nas sobrancelhas e no queixo.

Ela recebeu uma mensagem de texto informando que o carro esperaria por ela ao meio-dia em frente ao prédio aonde mora, acompanhado da placa do veículo, e que ele estaria a disposição para levá-los de volta para casa, caso precisassem.

Ela foi aconselhada a levar roupas para um jantar semi-formal e a trazer qualquer coisa especial que pudesse precisar, como medicamentos, etc.

Donna entrou no quarto e arrumou uma mala, separando algumas roupas diferentes para decidir o que vestir na hora, pensando se usaria suas calcinhas de vovó, como ela chamava, se não usaria nenhuma ou…

Greg estava sentado na sala de estar, olhando fixamente para a TV, que estava desligada, perdido em seus próprios pensamentos, mas o pequeno volume em seu calção revelava um pouco o que ele estava pensando, talvez.

O tempo pareceu parar enquanto eles tomavam café. Ela perguntou como ele chegaria à cidade e ele respondeu que pegaria um Uber e que certamente usariam o carro que a levaria para deixá-los em casa depois que tudo acabasse.

Entã, de repente, ele perguntou se ela tinha certeza de que queria fazer isso. Ela olhou para ele, o beijou e disse “sim”.

O tempo pareceu acelerar de repente. O celular de Donna e ela tocou a mensagem: era o motorista avisando que havia chegado. Ela olhou a hora e eram exatamente meio dia. Seu rosto ficou vermelho e ela tremeu. Pensando consigo mesma: “Isso é real, vai mesmo acontecer”. Greg percebeu seu estado e a abraçou, perguntado se o carro havia chegado. Ela assentiu com a cabeça e ele disse: “Eu te acompanho até o carro”.

Donna usava uma saia curta na altura da coxa, uma blusa branca levemente transparente, um sutiã de renda e uma calcinha sem calcinha. Ela estava fabulosa, com um decote generoso, e os sapatos de salto médio faziam seus quadris balançarem enquanto caminhava. O casal se movia em perfeita sintonia; entraram e saíram do elevador sem dizer uma palavra enquanto caminhavam até o carro, Greg sussurrou para ela: “Estarei com você durante todo esse tempo”, e lhe deu um beijo na bochecha.

O carro era uma marca conhecida, mas ligeiramente alongado para mais conforto no banco de trás. O motorista estava perto da porta traseira e sorriu quando o casal chegou. Ele abriu a porta e disse: “Bem-vinda, senhora. Por favor, fique à vontade”, e ajudou Donna a entrar no banco de trás.
Havia bastante espaço, uma garrafa gelada de espumante em um balde de gelo e uma única taça. Ela olhou para Greg pela janela enquanto o carro se afastava e mandou-lhe um beijo.

O motorista abriu a janela deslizante separa a frente da traseira e disse a ela que a viagem até o hotel demoraria cerca de uma hora, e que ela podia se servir das bebidas e petiscos, e então fechou as janelas.

Donna se serviu de uma taça de espumante e relaxou no assento confortável. Sua mente divagava e ela quase se esqueceu de onde e porque estava indo naquele carro. Ela imaginou diferentes cenários, tentando tornar tudo mais fácil para si mesma, mas no fim das contas, ela ia encontrar com um estranho e deixar que ele lhe fodesse e aproveitar o momento o máximo possível, sem qualquer culpa.

Ela estava no segundo copo quando de repente percebeu que estava na cidade e muito perto do seu destino. Sentou-se e clareou a mente, preparando-se mentalmente para o que estava para vir. O carro diminuiu a velocidade e parou em frente da entrada principal do hotel. A porta se abriu e um homem uniformizado e ajudou a sair do veículo. Ela viu um carregador levar sua mala para dentro e foi orientada a segui-lo.

Ela subiu os poucos degraus e passou pela grande porta giratória; descendo os poucos degraus. O concierge a cumprimentou

“Boa tarde senhora, o Sr David pediu-me para avisá-la que está um pouco atrasado e que devo acompanhá-la até sua suíte. Por favor, acompanhe-me.”

Ela fez o que foi pedido e foi levada a um elevador à direita, afastada do conjunto principal de elevador, um acesso exclusivo. O concierge colou uma chave no painel, as portas se abriram e ambos entraram. Ele apertou o único botão, as portas se fecharam e a cabine começou a subir silencioso e suave. As portas se abriram novamente e Donna nem sentiu o elevador parar. Ela se viu diante de um cômodo maior que seu apartamento. O concierge a conduziu até o cômodo e começou a explicar as diferentes áreas e funções de cada aparelho. A cabeça de Donna girava e, antes que percebesse, o concierge disse: “aproveite sua estadia” e desapareceu no elevador, deixando-a sozinha.

Ela ficou ali parada, sentindo-se um pouco vulnerável, mas começou a olhar ao redor. Na mesa de centro havia um balde de gelo com uma garrafa de espumante aberta. Ela se serviu de uma taça e começou a caminhar em direção ao quarto, quando Clarisse apareceu pela porta. Ela sorriu para Donna e disse: “Bem-vinda! Fico feliz que você esteja aqui e tenha se servido.” Ela estava vestida com um roupão de algodão leve. Azul-escuro, e só isso. Donna viu sua buceta lisa e sem pelos com um piercing no clitóris, seu corpo bronzeado e macio, seus seios grandes, provavelmente de tamanho G, e seu rosto jovem e sorridente. Clarisse se inclinou e deu um abraço bem apertado em Donna: “Vamos nos divertir muito.”

Donna sentiu a firmeza dos seios dela pressionando contras os seus e ela tinha um cheiro delicioso. Depois de soltar Donna, explicou que o Sr. David estava atendendo outro cliente e havia se atrasado, mas que elas poderiam fazer a massagem juntas como lhe foi instruído e que provavelmente eles chegaria por volta das 16h30.

Ela mandou Donna tirara a roupa e disse que havia um roupão no quaro para ela. Donna obedeceu, já se sentindo um pouco excitada coma proximidade nua de Clarisse, mas também confusa.

Quando coltou para a sala de estar, Clarisse estava sentada em uma das grandes poltronas, de roupão, mas com as pernas bem abertas. Seus seios tinham aréolas grandes e escuras, como biscoito de chocolate. Os mamilos grosso como cerejas. Com as pernas abertas, Donna podia ver tudo e até teve que controlar a vontade de se tocar ao sentir um arrepio de excitação percorrer seu corpo.

Mas Clarisse se levantou de um pulo e disse: “Vamos!”, pegando na mão dela e puxando-a em direção ao elevador. A porta se abriu, elas entraram, Clarisse apertou o botão e subiram.

Clarisse cantarolava baixinho enquanto estavam no elevador, com o roupão ainda aberto e sem se importar com nada; Donna havia amarrado ao seu com a tira de tecidos do roupão que pendiam da cintura.

As portas se abriram e, diante delas, havia um hall de entrada de aparência luxuosa, com uma grande mesa bem na frente e cadeiras de couro ao redor das pardes. Elas foram recebidas por uma mulher asiática que sorriu radiante e as conduziu até a mesa. Clarisse explicou a situação e disse que não havia problemas das duas receberem massagem juntas na mesma sala.

A mulher as conduziu por uma porta atrás da mesa até um corredor pouco iluminado, com portas de ambos os lados e uma música suave tocando. No final do corredor, a mulher empurrou as portas duplas e sala era ampla, com uma banheira de hidromassagem e duas grandes camas de massagem no meio. Disseram-lhes para tomarem banho e que as massagistas chegariam em breve.

A área do chuveiro ficava perto da banheira de hidromassagem e tinha dois chuveiros na parede. Elas tiraram os roupões e Clarisse ligou a água. Uma porta lateral e duas outras mulheres asiáticas entraram com pequenas bolsas na mãos. Elas vestiam vestidos de algodão brancos. Cumprimentaram Donna e Clarisse e disseram que iam lavá-las e massageá-las. Donna ficou com a senhorita chamada Tau e Clarisse com Soni.

Lavá-las consistia exatamente nisso: Donna foi ensaboada com uma esponja, suas axilas e bucetas foram depiladas e os pelos removidos, seu tosto foi esfoliado e suavizado, e tudo foi enxaguado e seco. Ela estava gostando de toda aquela atenção, mas um pouco ansiosa com os toques íntimos, e isso a excitava.

Seus cabelos foram secos e enrolados em toalhas, e ambas foram conduzidas às camas e ajudadas a deitar-se se bruços; as mesas tinham pequenos sulcos para acomodar os seios e eram surpreendentemente confortáveis.

A massagem começou como uma massagem comum, com as costas e pernas sendo amassadas e esfregadas. A surpresa para Donna, e ela desconfiava que Clarisse também, foi a profundidade com que as mãos das garotas penetrava entre as pernas e nádegas.

Donna não resistiu, apenas deixou acontecer enquanto conquistava sua nova casa. Seu cú foi suavemente massageado e acariciado, causando arrepios por todo seu corpo. A parte interna das coxas recebeu uma leve penetração vaginal, e seu clitóris foi estimulado diversas vezes e isso não era acidental. Clarisse parecia gostar da atenção, pois Donna conseguia ouvi-la emitindo sons suaves enquanto Soni acariciava s eu corpo.

Pediram para Donna virar-se e a acomodaram confortavelmente com um travesseiro e uma toalha quente e limpa. Tau começou massageando seus ombros e a parte superior do peito, depois seus seios, culminando com uma massagem completa nos seios incluindo os mamilos. Donna começou a vibrar de prazer e a sentir-se mais molhada, e quando pensou que ia explodir em gozo, Tau parou, desceu e começou a massagear seus pés e panturrilhas. Donna estava tonta, mas a sensação diminuiu com a mudança de toques.

continua

Foto 1 do Conto erotico: A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA - PARTE 3

Foto 2 do Conto erotico: A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA - PARTE 3

Foto 3 do Conto erotico: A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA - PARTE 3

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA - PARTE 3

Codigo do conto:
259275

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
13/04/2026

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