Donna estacionou na sua vaga no prédio, pegou sua bolsa, mala de viagem e vestido no banco de trás, olhou para o edifício e suspirou pensado no lugar adorável que não poderia ter e nos acontecimentos da noite anterior.
Ela entrou no saguão e esperou o elevador. As portas se abriram e um homem bem-vestido saiu, sorrio para ela, acenou um cumprimento com a cabeça e se afastou. Donna entrou no elevador e ficou olhando para bunda dele antes que as portas fechassem.
Ela achou o cara muito familiar, mas não conseguia se lembrar de onde o tinha visto antes. O cheiro persistente dele e do perfume pós-barba da casa que eles tinham visitado, ela sorriu. O elevador parou no primeiro andar e ela caminhou até seu apartamento o jovem casal que a tinha visto nua alguns dias antes estava saindo do prédio e acenou alegremente para ela. Donna sorriu e acenou de volta, antes de abrir a porta e entrar.
Greg estava sentado à mesa de jantar, com uma infinidade de papéis e formulários espalhados por cima. Ele olhou para ela, sorriu radiante, levantou0se, deu-lhe um beijo e abraçou com força.
“Senti sua falta”, disse ele.
Ele pegou as malas de Donna e as levou para o quarto; Donna o seguiu, tirou o vestido e o pendurou no guarda-roupa.
“Volte quando terminar, tenho algo para lhe mostrar”, disse Greg antes de sair do quarto.
Donna observou enquanto ele se afastava; ele estava feliz, animado e vestia apenas um short.. Ela podia ver seu saco entre as pernas através do short enquanto ele caminhava.
Ela tomou um banho rápido para se refrescar, olhou-se no espelho, esfregou a buceta excitada e sussurrou para si mesma enquanto se olhava “menina safada” e sorriu.
Ela voltou para a sala, para Greg. Ele fez um gesto para que ela se sentasse. Ela ainda sentia um frio na barriga por causa do que tinha acontecido na noite anterior e percebeu que suas bochechas coraram ao sentar na cadeira.
Greg começou lhe entregando o folheto da casa pela qual ela estava apaixonada, ela olhou para ele e seu rosto se entristeceu.
“Falei com o corretor, ele ficou feliz em vir até aqui para discutimos o preço do imóvel. Ele conseguiu reduzir o preço e acho que podemos comprá-la, mas ainda precisaríamos de um empréstimo para as taxas de escritura e transferência.
O agente me indicou um cara que, segundo ele, é especialmente bom em lidar com taxas e sugeriu que conversássemos com ele, marquei uma reunião para a próxima quinta-feira à tarde, as 15 horas.
Donna sentiu seu mamilos ficando duros e lagrimas se formaram em seus olhos.
“Nós conseguimos!? Sério?”
Greg assentiu com a cabeça e sorriu.
Antes que ele se desse conta, ela já estava montada nele, rebolando em seu pau. Ela sentiu o pau dele ficando duro, então o tirou do short e o enfiou direto na buceta molhada, começando a cavalgar como uma vaqueira de rodeio.
Greg nem pode segurar muito antes de gozar sua própria dentro de Donna, fazendo-a gozar e ensopar Greg a cadeira e o chão ao redor deles.. ela saiu do pua dele rapidamente e o abocanhou, sugando cada gota da sua porra e tentando mantê-lo duro para que ela pudesse continuar fodendo o pau dele. Funcionou. Antes que ela percebesse, ela tinha um pau duro de novo na xoxota e estava sendo vigorosamente penetrada por trás, Greg puxando seus cabelos e a chamando de pura suja e vagabunda. Foi o suficiente para ela gozar várias vezes antes que ele a inundasse mais uma vez com sua porra. Ela havia conseguido o queria em mais de um sentindo, ela deslizou o pau dele para fora, o beijou, chupou sua cabeça e foi para o chuveiro.
Enquanto ela estava parada embaixo do chuveiro sentindo a água fria cair em seu corpo, fez uma reflexão e decidiu que estava feliz por ter se torando uma pessoa mais aberta, mais consciente de si mesma e dos outros em relação à sua sexualidade. O pequeno encontro com as garotas servira para preencher um pequeno vazio que ela nem sabias que existia, e sobre como ela agora, sorriu: “Uma puta safada!”
Ela estava lavando a buceta enquanto pensava sore isso e sentiu outro tremor leve percorrer seu corpo. Ela queria mais.
***
A semana parecia se arrastar. E Donna estava ficando frustrada com o trabalho na loja de celulares em que ela era supervisora de vendas. Ela estava entendiada, a loja estava cheia e ela resolveu descer e tentar se entreter com algum cliente. Só aparecia uma pergunta idiota atrás da outra, e ainda era apenas a quarta-feira, faltando apenas um dia para a reunião com o agente de empréstimos.
Disseram-lhe que havia uma chamada para ela, e ela foi atender. Era jane na linha, que havia ligado para agradecer por tê-la ajudado-a a sair da sua zona de conforto entediante, e disse que já havia revivido a noite de sábados várias vezes e que estava ansiosa pelo momento em que as quatro se juntassem novamente para um “bate-papo”.
Donna disse que tinha gostado muito e que também estava igualmente ansiosa para vê-las em breve. Ela contou a Jane sobre a compra da propriedade e com o encontro com o corretor no dia seguinte, Conversaram um pouco mais, flertando uma com a outra o tempo todo, antes de se despedirem com beijos.
O dia finalmente terminou e Donna foi para casa, entrou e tirou a roupa. Estava sentada em uma espreguiçadeira, perdida em pensamentos, quando Greg entrou pela porta, e beijou e apertou seus mamilos de forma brincalhona.
Se o dia anterior pareceu longo para Donna, a quinta-feira estava parecendo ter parado no tempo; ela não dormira bem, acordando várias vezes para ver as horas, mas estava dormindo profundamente quando Greg saiu.
Ela tinha avisado na loja que sairia mais cedo e estava ansiosa para ir , mesmo que o lugar da reunião ficasse perto do trabalho indo em seu carro.
Ela teve que trabalhar o horário do almoço para compensar as horas que sairia mais cedo. Ela era a chefe, mas não queria dar mau exemplo. Ficou feliz em fazer isso, valeria a pena.
As horas continuavam sem passar e ela teve que ir ao banheiro fazer xixi, enquanto estava lá, decidiu tirar a calcinha e ficar sem. A garota travessa, ou a puta suja, estava aflorando e ela gostava disso. Seu vestido era na altura do joelho, então ela não seria pega sem calcinha. Enquanto fazia xixi, ela tocou um pouco mais demorado em seu clitóris e até deixou um pouco de água respingar nele. O respingo de água morna era estranhamente bom, mas alguém entrou e sentou na cabine ao lado. Então ela se limpou, amassou a calcinha formando uma bolinha para guardar na bolsa embaixo da mesa.
Ela voltou para o andar principal, um pouco mais alta, com um sorriso no rosto e um arrepio no corpo. Um cara bonito se aproximou e pediu ajuda. Donna sorriu e disse: “Claro que posso te ajudar”. Ela balançou um pouco os seios de proposito e perguntou o que ele precisava. Os olhos dele estavam exatamente onde Donna queria, então ela se inclinou um pouco para frente, deixando ele ver um pouco mais do seu decote. Ele ficou hipnotizado e, de repente, estava comprando um celular novo.
A última meia hora passou voando e Donna vendeu dois celulares e um tablet caros, apenas tirando a calcinha e sendo um puco mais amigável e sugestiva.. Ela gostou da nova versão de si mesma e estava sorrindo enquanto ia para o carro.
A loja que ela supervisionava ficava em shopping e ela não precisava ir muito longe em seu carro para o edifício onde ficava a sala do tal corretor. O grande problema seria estacionar, então ela foi a o estacionamento e encontrou uma vaga no primeiro andar, à sombra, o que a deixou ainda mais feliz.
Ela saiu do estacionamento e entrou na rua, caminhando despreocupadamente e sorrindo. As pessoas passa por ela e sorriam de volta, diziam “oi” ou acenavam com a cabeça.
Ela entrou no saguão do edifício e procurou a sala do agente no quadro de informações, encontrando o nome David Bastos. Agente de Acordo no sexto andar. Entrou no elevador e foi levada até o andar. As portas do elevador se abriram e havia uma parede em branco à sua frente. Ela olhou para esquerda e para a direita e decidiu ir para a direita.
Ela fez a escolha certa, as portas da imobiliária ficavam logo na esquina. Ela empurrou a porta e viu uma jovem muito bonita e bem-dotada atrás da mesa, que a cumprimentou com um sorrido largo. Donna conseguiu se sentir masculina por alguns instantes e ficou olhando para o generoso decote e a blusa quase transparente da mulher, Ela ergueu o olhar e apertou a mão estendida da moça, que lhe disse que Davis chegaria em breve e que ela podia se sentar.
Donna sentou-se e cruzou as pernas. A garota que a observava deu uma risadinha discreta. Donna se deu conta que ela tinha visto o suficiente de sua buceta enquanto ela sentava e cruzava as pernas e sorriu de volta para a garota. Nesse momento a porta do escritório se abriu e um homem de cabelos grisalho e porte atlético saiu da sala. Ele vestia uma calça social e calças chino. Parecia grande, mas razoavelmente em forma. O que mais chamou a atenção foi o volume em suas calças!
Ele não estava duro, mas era considerável e perceptível; aproximou-se enquanto Donna se levantava, apertou-lhe a mão gentilmente, apresentou-se e pergunto se Greg se juntaria a nós.
Donna assentiu com a cabeça e sorriu gaguejando um “sim ele está a caminho”. Nesse instante a porta se abriu e Greg entrou. Donna suspirou baixinho enquanto a atenção se desviava dela.
David e Greg trocaram um aperto de mãos, e David os conduzi-os para sua sala, pedindo ao casal que se sentasse. Ele conversou baixinho com a moça, e os riram baixinho e sorriram, antes de David voltar e se sentar em sua cadeira atrás da mesa.
“Por onde começamos?”, ele disse sorrindo para os dois.
Greg explicou a situação deles em relação dinheiro que precisavam e como estavam tentando minimizar as taxas extra, etc.
Greg entregou-lhe a pasta que trazia consigo e David a examinou, fez alguns cálculos no computador e imprimiu uma folha de papel, entregando a Greg e dizendo: “Podemos reduzir o valor para esse montante, mas há ainda uma quantia considerável para o empréstimo. O preço da casa foi reduzido para você e o corretor abriu mão da comissão pois precisa vender o imóvel rapidamente, mas, mesmo assim, com as taxas e impostos e a transferência, o valor ainda ultrapassa sete dígitos. Existem outras maneiras de reduzir as taxas, mas isso implicaria algumas coisas que talvez não lhe interessem.”
Vou buscar algumas bebidas para nós enquanto você examinam e discutem os números.
Dito isso, ele se levantou, saiu para a recepção e fechou a porta atrás de si.
Greg e Donna analisaram os documentos e a conversa ficou um pouco tensa, pois não conseguiam chegar a um acordo sobre o que fariam para financiar a casa dos sonhos sem contrair um empréstimo proibitivo apenas para dar conta das taxas envolvidas. Concordaram porém em escutar David sobre o que ele disse sobre as outras maneiras de reduzir as taxas e entender os custos envolvidos.
David voltou com grandes copos de água gelada e os entregou ao casal.
Ele fechou a porta e sentou-se à sua mesa com seu próprio copo de água, deu um sorriso desarmante e perguntou como tinha sido a conversa.
Donna olhou para baixo e depois para cima, descruzou as pernas e depois as cruzou de novo para o outro lado, mostrando sem querer a David sua buceta lisa. Ele se endireitou um pouco e sorriu abertamente, olhando diretamente para Donna, que agora estava corada.
Greg, sem se tocar de nada, disse que estávamos interessados em descobrir como podíamos reduzir as taxas um pouco mais.
David recostou-se na cadeira, ainda sorrindo, entrelaçou os dedos e colocou as mãos sobre a barriga, antes de dizer: “Esta é uma boa notícia, mas entendam que isso pode ser uma grande empreitada e causa seria consternação entre os casais. Vocês dois têm certeza de que desejam seguir por este caminho para reduzir as taxas? Uma vez que tenham concordado com isso, o contrato deve ser cumprido, caso contrário, poderão se aplicados taxas.
O casal assentiu com a cabeça, com expressões vazias no rosto.
“Considerarei seus acenos e cabeças como uma conformação para prosseguirmos com esse método”. David disse.
Ele se abaixou em seguida e tirou dois envelopes em branco de uma gaveta entregando aos dois.
“Peço-lhes que só abram os envelopes em casa e se sentirem confortáveis. Neles estão todos os detalhes que precisam saber para aceitarem ou rejeitarem a proposta”, ele olhou para o relógio. “Vocês têm atá as 16 horas de amanha para decidirem.”
Por dois, um pouco perplexos, se levantaram, enquanto David contornava a mesa, apertaram as mãos e os acompanhou até o saguão do elevador. Alguns acenos de cabeça e agradecimentos foram trocados antes que as portas do elevador se fechassem.
Eles saíram do elevador no térreo, se beijaram e disseram “Eu te vejo em casa” e seguram em direções opostas para seus carros.
Donna estava sentada no carro com o motor ligado e o envelope na mão. O desejo de abri-lo era imenso; suas mãos tremia e seu corpo formigava. Ela não tinha certeza do que tinha naquele envelope, mas queria muito saber.
Lentamente, ela girou o envelope e deu um puxão na aba para ver se estava ladrado; não estava, a base abriu facilmente e ela retirou os documentos.
A primeira página continha toda a linguagem jurídica usual, contrato entre as partes, acordo vinculativo etc. Então ela leu a segunda página, que tinha uma lista de condições e opções. Seus olhos se arregalaram ao ler: aquilo era real? Um acordo para ter relações sexuais com o agente?
Donna leu as opções com as bochechas ardendo em chamas: opções que iam desde um jantar nu até passar 12 horas com ele, aceitado qualquer investida que ele fizesse.
Ela ficou surpresa, envergonhada, excitada, preocupada e insegura, tudo ao mesmo tempo. A única opção que a deixou empolgada foi a inclusão do parceiro/marido da mulher durante o ato sexual; só de ler isso, ela se arrepiou de excitação.
Donna colocou os documentos de volta no envelope e foi para casa. Greg já estava lá quando ela entrou na sala., sentado à mesa, com o envelope à sua frente e o rosto neutro.
Donna largou a bolsa, colocou seu envelope sobre a mesa, tirou o vestido e o sutiã, levou-os para o quarto, lavou-se rapidamente e voltou para ver Greg, ainda sentado à mesa, olhando fixamente para os envelopes
Ela perguntou se ele estava bem, e ele respondeu: “Você passou o dia todo sem calcinha?”
Donna apenas sorriu, pegou uma toalha pequena e colocou na cadeira antes de se sentar do outro lado da mesa, de frente para Greg.
Ele a olhou e perguntou se ela tinha lido tudo aquilo.
Donna mentiu. “E você?”
Ele não respondeu, apenas virou o envelope, abriu a aba e retirou os documentos.
Donna fez o mesmo e eles começaram a folhear os documentos. Donna fingia ler, estava mais interessada em observar a reação do marido discretamente. Greg ficou vermelho enquanto lia as opções. Ela tentou parecer surpresa e disse a ele: “Não era isso que eu esperava”
“Mas é a pura realidade o que está escrito”, foi a resposta de Greg. “Isso é uma palhaçada. Ele vai te foder e a gente não paga nada, isso vai acontecer! Que tipo de palhaçada é essa que esse filho da puta está promovendo? Isso vai ser legal? Vou voltar lá e dar um soco na cara daquele filho da puta!”
Donna tentou não rir e manteve a cabeça baixa.
Greg disse que se ele conseguir trepar com você, eu vou foder aquela recepcionista gostosa dele e goza na cara de plástico dela!
Donna caiu na gargalha ao ouvi-lo dizer isso, dizendo: “Ah, então você gostou dela?”
Greg ficou em silêncio, ela insistiu: “Você gosta dos seios grandes dela?”
Talvez possamos adicionar uma cláusula para você vê-los nus ou foder com ela, disse fingindo uma expressão severa.
Então ambos riram.
Greg se levantou, pegou uma cerveja na geladeira e trouxe uma sidra para Donna servindo-a em um copo com gelo.
Agora que as coisas se acalmaram, Greg sentou-se ao lado de Donna e eles revisaram os documentos, rindo mais enquanto faziam isso. Quando leram a última página e perceberam que aquilo era real e que não haveria nenhuma taxa para pagar, os dois se entreolharam.
Greg perguntou a Donna se ela se quer coagitava levar adiante alguma dessas ideias.
Donna deu de ombros e seus seios balançaram e ela disse que isso sempre esteve entre suas fantasias, mas que na verdade não queria chatear Greg, por mais que adorasse conseguir aquela casa sem nenhuma dívida pendente.
Ela perguntou a Greg o que ele achava, e ele ficou olhando fixamente para a mesa
Então ele disse que tínhamos até amanhã para decidir e olhou para ela.
Ela sorriu. “Você está mesmo considerando decidir por isso, não é?
Ele balançou a cabeça, “Eu não, você!”
“Eu?”
Ele endireitou-se e olhou-a nos olhos. “Você treparia com o cara por dinheiro? Perguntou.
“Não, eu passaria a noite com um cara para garantir nossa felicidade futura e ter você comigo”
Donna sentiu sua buceta formigar e ficar molhadas.
Ela secretamente esperava que Greg concordasse com a opção de estar presente enquanto Davi a comia com o que parecia ser um pau excepcionalmente grande.
A parte recatada do cérebro dela, a antiga Donna, estava em completo colapso de pânico, mas a nova parte dela era aberta e safada, esteva enviando imagens de um homem grande a fodendo enquanto Greg estava por perto com o pau duro dele em sua boca.
Ela remexeu na cadeira enquanto um leve tremor percorria seu corpo e ela sentia uma mancha úmida crescer sob suas nádegas; seu mamilos estavam eretos e extremamente sensíveis.
Ela olhou para a virilha do marido e viu seu pau ficando duro sob o short; ela o agarrou com força assustando-o.
“Isso te excita? Por que seu está tão duro?” Ela perguntou.
Ele resmungou e gaguejou enquanto ela libertava seu pau da bermuda e começava a masturbá-lo rapidamente. Ele suspirou de prazer, ela o empurrou para que ele ficasse de frente para ela, levando seu pau inchado à boca e chupando a cabeça como um pirulito. Ele começou a gozar rapidamente, enviando profundas ejaculações de dua porra na boca dela. Donna engasgou-se um pouco, mas engoliu a maior parte. O que escapou, ela usou para mantê-lo duro, e depois de alguns minutos, ela estava cavalgando nele, ainda falando. “É isso que você quer ver, um pauzão entrando e saindo de min enquanto você se masturba? Você quer ver ele gozar na minha cara? Humm… quer? Quer?”
De repente, Greg disse sim, vamos lá enquanto a levantava sobre a mesa, erguia suas pernas e começava a penetrá-la com força e rapidez. Seu pau escorregou para fora e entrou em seu cú, mas ele continuou. Ela não o impediu, mesmo que doesse no começo (em sua mente ela pensava: Prazer e dor). Ela estava perto de gozar e puxava Greg pelos quadris para que ele fosse mais fundo nela. Aquela sensação era incrível, tão nova e diferente. Ela soltou um gemido e um jato do seu liquido espirrou no peito e barriga de Greg. Cada estocada seguinte produzia mais, até que ela sentiu o pau dele inchar em sua bunda e a gozar pela segunda vez bem fundo em seu cú.
Ele desabou de volta na cadeira, seu pau ainda meio duro coberto de porra, ela deixou as perna caírem e continuou deitada sobre a mesa, pequenos tremores percorrendo seu corpo.
Assim que ambos recuperaram os sentidos e tomaram banho, voltaram à mesa, analisaram as opções e, em seguida, olharam um para o outro. Greg foi o primeiro a falar: “Você realmente concorda em fazer isso?”
Donna pareceu um pouco envergonhada e insegura, mas disse que sim, por enquanto, veria como se sentiria pela manhã.
Eles decidiram sair para jantar e tomar uns drinques no bar favorito deles e talvez foder de novo quando voltassem.
Tudo correu bem durante o jantar e assunto não voltou a ser discutido entre eles. Ela ariscou 5 em uma máquina caça-níquel do bar e ganhou 250, e eles estava em casa as 21 horas se masturbando juntos lentamente. Eles não treparam, apenas se olharam enquarto se masturbavam, conversando sobre suas próprias fantasias e desejos. Donna gozou primeiro, seguida rapidamente por Greg, que só teve um pequeno jato de porra, mas seu orgasmo foi intenso e longo. Donna colocou uma toalha no chão e ele ficou encharcada depois que ela ejaculou outro jato, que estranhamente tinha um gosto muito bom, ela disse a Greg.
“Vou acreditar em você”, ele respondeu enquanto saia da cama para se lavar. Donna os seguiu, e as 22h30, os dois já roncavam baixinho.
O dia amanhece e Donna estava sozinha na cama, conseguia ouvir Greg se movimentando na cozinha; ele parecia um pouco atrasado e apareceu na porta, sorriu e perguntou como ela estava se sentindo.
Donna respondeu que estava um pouco molhada e com um leve desconforto, riu e disse: “Estou bem sim, e quero continuar com isso.”
Greg sorriu, aproximou-se e a beijou nos lábios, dizendo: “Está bem, se você não se importa, eu também não, mas quero estar lá, preciso ir.”. Ele a beijou e saiu novamente.
Ela ouviu a porta se fechar e jogou o lençol que a cobria, tateou as gavetas do criado-mudo do lado da cama e encontrou seu brinquedinho favorito que Greg desconhecia: um vibrador em formato de coelho com estimulador de clitóris e movimento de vai e vêm. Tinha sido presente de uma amiga e não era usado com frequência, mas agora estava enfiado direto nela e posicionado perfeitamente para lhe dar um bom prazer antes do trabalho.
CONTINUA




