Como eu disse, tenho dezoito anos, e minha namorada também, um mês mais velha que eu. Conheço-a desde que nasci. Ela é minha vizinha. Veja bem, estamos juntos há muito tempo. Muito tempo mesmo, e tivermos várias oportunidades de fazermos sexo, mas fomo adiando. Por quê? Porque somos pessoas boas que fazem o que os nossos pais mandam – e isso é um problema —, mas prometemos ir com calma, e foi o que fizemos. E agora, nós dois temos dezoito anos, e sabe de uma coisa? Podemos fazer o que quisermos agora, ou, pelo menos era o que esperávamos.
Veja bem, ninguém nunca tinha se importado com o meu relacionamento com Jenna – aliás, me chamo Marcos – nem minha mãe, nem meu pai, nem os pais de Jenna, ninguém, até que o pai dela o Sr. Silva, me flagrou com a boca cheia com a buceta da filha, logo depois que eu completei dezoito anos. Esse foi o primeiro presente de aniversário dela para mim. Dá para me culpar… ou a ela? A Jenna é gostosa para caralho, e eu – nós dois – precisávamos de um pouco de carinho. Como não precisaríamos?
Nós dois somos adolescentes, ou eramos a pouco tempo atrás, e a pornografia está em todo lugar, e os adolescentes são supostamente obrigados a resistir aos seus desejos enquanto são bombardeados por séries como Euphoria e Taylor Swift escrevendo canções sobre todos os caras com que ela transou. A bunda da vadia linda da Anita em seus clips musicais e ainda tem as redes sociais transbordando sexo o tempo todo. Você não consegue assistir a um drama adolescente sem alguém transando. Se as pessoas transavam na minha idade antes da invenção da TV, por que diabos os adolescentes de hoje não iriam querer gozar uma ou duas vezes o máximo possível? Sexo está em todo lugar, e a gente gosta. Aliás, aos dezoito anos a gente precisa disso.
Onde eu estava? Ah, sim, a Jenna era gostosa pra caralho. Ela é muito mais que gostosa, mas gostosa pra caramba. Ela tem cabelos longos e loiros, pele bronzeada, rosto oval, olhos castanhos e dentes perfeitos. Seus seios são grandes, e sua barriga desce reta, com um tanquinho quase definido, que termina na linha do quadril, levando à pele macia do monte de Vênus e aos lábios nus abaixo. Ela não gosta de pelos, Ela não quer nenhum. Eles atrapalham seus biquínis sensuais e suas calcinhas ainda mais sensuais. Embora sua buceta seja um paraíso, ela tem uma bunda de arrasar. Ela tem uma bunda redonda de jogadora de vólei, coxas firmes e pernas longas. Não há nada mais belo em termos de sensualidade.
Antes de Jenna entrar no ensino médio e os esportes fortalecerem seu corpo, meu pai costumava dizer: “Ela lembra sua mãe”
Hoje mais cedo, estávamos no sofá dela, e a calcinha dela estava em cima da mesa de centro, e ela vestia uma blusa preta com detalhes brancos e a palavra “EASY” estampada na frente. Ela também usava uma saia rosa de colegial que era curta demais para a escola, e se uma garota ia usar aquilo era melhor que estivesse preparada para mostrar a calcinha para todo mundo. Para minha sorte, Jenna não se importava nenhum um pouco. Ela estava usando a saia para mim. Estávamos no sofá dela, e a calcinha minúscula estava na mesa de centro, e foi ai que a fechadura da porta da frente chacoalhou.
Nos separamos às pressas e voltamos a assistir a TV quando o pai dela entrou em casa. Ele nos cumprimentou – dava para perceber que ele ainda estava bravo comigo desde que me pegou chupando a buceta da filha – depois foi para a cozinha, voltou e ficou em silêncio. Foi meio bizarro. Nós dois olhamos para ele e percebemos que seis olhos estavam fixos na calcinha minúscula e transparente que a filha estava usando. Isso estava acontecendo após a apenas dois dias que ele nos flagrou e me mandou para até que os adultos de verdade pudessem discutir os novo superpoderes das crianças – o poder de foder, eu acho.
Então… ah, droga! Jenna”, disse ele com uma voz calma, porém mais perturbadora do que se tivesse gritado. “Vista sua calcinha agora mesmo!”
Jenna se levantou, pegou a calcinha e, de lado para o pai e para mim, ajeitou-a nas mãos. Em seguida, levantou o pé direito e passou a calcinha pela laterias da abertura, depois o pé esquerdo, e então puxou pelas pernas, ajustando-a no lugar calmamente. Seus quadris se moveram a saia subiu sobre as coxas enquanto nos dava um vislumbre de sua virilha.
O pai dela saiu do quarto depois disso. Eu sai da casa logo em seguida, caminhando até a minha casa ao lado. Naquela noite, conversaram com os pais de Jenna, e ele disse, que se isso continuasse, ele mesmo terminaria o nosso relacionamento. Ele disse aquele discurso inteiro de: “Sou o pai dela. Ela vai fazer o que eu mandar enquanto ela morar na minha casa” – que merda, né? Ele achava mesmo que a filha dele não tinha apetite por pau?”
Que se dane ele! – Que se dane ele!
Foi o que eu e Jenna dissemos, mas meus pais concordaram com os pais dela, principalmente minha mãe
“Você quer ser aqueles pais adolescente da TV?”, perguntou a minha mãe. Eles são os sortudos. Você sabe quantos pais adolescentes têm que colocar suas idas em espera por que engravidaram cedo demais?” Ela balançou a cabeça para mim. “Sabe de uma coisa? Isso acaba agora mesmo. Termine a faculdade e depois pode transar o quanto quiser. Se você não para com esse comportamento com Jenna – minha mãe levantou o indicador e o girou – “acabou. Você vai ter que arranjar um emprego. Vai ter que pagar sua parte. Chega de moleza, entendeu?”
Que se fodam meu pais também – não no mau sentido – É a penas a ideia que eles têm em concordar com o pai de Jenna.
Então, eu e Jenna decidimos que, no final da festa de aniversário dos meus dezoito anos, íamos foder só para sacanear nossos pais. Em retrospectiva, foi uma estupidez pensar assim, mas quando se é jovem, a gente faz besteira sem pensar. Por sorte, durante a festa, minha mãe ficou de olho em mim e em Janna a noite toda.
A festa foi na minha casa, nada de especial, só um monte de jovens recém-saídos da adolescência correndo por ai de bermuda e biquíni, fazendo churrasco e bebendo bebidas açucaradas às quais misturávamos álcool escondido. Mamãe nos observava. Primeiro, do lado de fora, quando a festa tinha acabado de começar, depois ela entrou e eu podia sentir o olhar verde dela em mim do quarto dela, lá em cima. Jenna sentou no meu colo, nos beijamos uma vez, e menos de um minuto depois, apareceu lá fora para perguntar se precisávamos de alguma coisa.
Vários amigos meus me disseram para pedir minha mãe que vestisse um biquíni e se juntasse a nós, o que me levou a jogá-los na piscina contra a vontade deles, mas é a vida quando a sua mãe é uma MILF, e ela era uma MILF. Quando eu era mais novo, antes de me dar conta que a minha mãe era uma mulher, eu sempre dizia a ela sobre o quanto ela era bonita em comparação com todas as outras. Então eu descobri a masturbação… e o flerte com a minha mãe. Como meu pai chamava – sem me explicar o que significava flertar – chegou ao fim.
Minha mãe era alta e esguia, com pele lisa e dourada, e longos cabelos castanhos em camadas – uma cor da sua herança germânica – que quase brilhavam à luz do sol. Ela tinha traços elegantes e maças do rosto altas, o tipo de rosto que qualquer fã de fantasia imaginária para uma majestosa rainha élfica. Era magra e esbelta, com um corpo fluido, sem a magreza excessiva que algumas mães praticantes de CrossFit costumam ter. Seus seios eram um pouco maiores que a palma da mão, enquanto sua bunda era pequena, alargando-se lateralmente a partir dos quadris com uma pera. Suas bochechas eram redondas e tão douradas quanto o resto da pele, graças aos banhos de sol que tomava com seu minúsculo fio dental, que eu certamente não deveria apreciar, mas apreciava.
Eu nunca a vi usando calcinhas assim, mas que tipo de garoto nunca vasculhou a gaveta da calcinha da mãe pelo menos uma vez na vida? (um garoto normal, eu diria).
Então mamãe nos deixou assim que Jenna desceu do meu colo. A festa continuou até o pôr do sol, quando as pessoas começaram a ir embora. Jenna e eu trocamos de roupa, vestido short e camisetas, depois assistimos um filme com meus pais, cortamos um pedaço de bolo em uma ceromônioa silenciosa ao redor da mesa de jantar com meu entes queridos, então eu e Jenna subimos para meu quarto.. Os olhos da mamãe nos seguiam, mas principalmente a mim, e papai me chamou para nos dizer que o pai de Jenna e minha mãe esperavam de nós: uma dedicação exemplar às suas ordens.
“Você esperou deoito anos”, disse meu pai, “então o que são mais quatro?” Ele abaixou a voz para um sussurro, “Se você se sair bem na faculdade, aposto que terá que esperar apenas dois anos.”
Assentimos com a cabeça e fomos para meu quarto para dizer “Que se fodam nossos pais”, da forma mais física possível.
Assim que a porta do meu quarto se fechou, Jenna e eu colamos nossos lábios enquanto cambaleávamos em direção a minha cama. Nossas bocas se abriram, nossa línguas saíram, e eu deslizei para o calor da boca de Jenna. Ela soltou gemidos suaves enquanto nossos beijos se fundiam. Empurrei sua blusa para cima dos seios e puxei seu sutiã para baixo. Minhas mãos apertaram seus seios, talvez um pouco forte, mas ela pareceu gostar enquanto abria s pernas para mim em minha cama, meu pau pulsando e ficando totalmente duro bem a tempo bem a tempo de penetrar o sulco entre suas pernas. Nos esfregamos um no outro, o tecido do meu short de basquete pressionando a maciez do seu shortinho de algodão macio.
“Temos que ficar em silêncio”, sussurrei enquanto Jenna ofegava e gemia fazendo muito barulho, desejando desesperadamente meu toque.
“Ligue o som”
“Não, ela vai saber”, eu disse. “É óbvio demais.”
Apertei os seios dela contra mim e depois belisquei seus mamilos grossos, cor de pêssego, entre meus polegares e indicadores
“Uau!”, ela exclamou boquiaberta.
Abaixei a cabeça, levando o mamilo direito à minha boca e lambendo todo em volta da aréola. Jenna abriu as pernas e arqueou os quadris em minha direção, roçando sua buceta coberta na cabeça do meu pau.
Eu gemi de volta no seu peito
Ela gemeu pressionando minha cabeça entre seus seios.
Esfreguei meu pau em sua buceta com toda a força que pude.
“Droga”, sussurrou Jena. “Estou tão molhada por você, meu bem.”
“Jenna…”
Toc, toc, toc, minha porta tremeu, e então a maçaneta girou, mas não muito porque eu a tinha trancado. Então alguém – minha mãe, eu já sabia – bateu mais forte na minha porta e girou a fechadura e como uma mulher em pânico fugindo de um assassino em série.
“Marcos! Abra essa porta agora! Gritou minha mãe. Agora!”
Você tá de sacanagem?”, eu disse, rolando para o lado e me sentando em cima de Jenna. Meu pau saltou para cima, transformando meu short em uma tenda de circo enorme.
“Marcos!”
“Só me dê um segundo.”, gritei de volta. “Porra!”
“Marcos!”
“Eu abro”, disse Jenna, puxando o sutiã para cima e a blusa para baixo. “Aqui querido, cubra esse pau.”
Ela me deu um travesseiro que coloquei no colo e, por um instante, pensei que houvesse uma maneira melhor de esconder meu pau, mas depois pensei, “Que se dane!”. Mamãe deveria saber o que interrompeu. Jenna foi saltitando até a porta enquanto minha mãe batia mais uma vez. Jenna destrancou, abriu e mamãe entrou furiosa como se ainda pudesse nos pegar fazendo algo ilícito.
“O que vocês dois estão fazendo?”, perguntou minha mãe, alternando o olhar entre mim, Jenna e de volta para mim, e para meu colo. “Bem, estou vendo, explicitamente vendo.”
“Eu já estava de saída”, disse Jenna se dirigindo a porta, r gritando por cima do ombro. “Me liga mais tarde”.
“Marcos, precisamos conversar”, disse a mãe
Ela fechou a porta e eu suspirei quando ela veio sentar ao meu lado na cama.
Ótimo, simplesmente ótimo pra caralho!”
Eu estava prestes a começar uma conversa com a minha mãe e eu estava excitado, ambos sabíamos disso. Que coisa bizarra.
A primeira coisa que notei foi que minha mãe não tinha trocado de roupa: um jeans e a camisa branca. Não era tarde a ponto dela precisar se trocar, mas era sábado a noite e ela não isa sair de casa.
“Vim aqui para lhe dizer para deixar a porta aberta e é isso que eu encontro”, disse minha mãe balançando a cabeça em desaprovação.
Olhei para as roupas dela e disse: “Você já ia subir aqui de qualquer jeito. Podia ter dito para deixar a porta quando subimos, mas queria nos pegar fazendo alguma coisa.”
“Não fiz isso.” Mamãe olhou para mim, sentado na cama com um travesseiro no colo, e franziu a testa. Em seguida, seus olhos se arregalaram e ela desviou o olhar. Suspirando, caminhou até a cama e sentou-se perto da beirada, ilhando para frente e mantendo os olhos longe de mim e da minha ereção. “Eu vim aqui esperando que você estivesse fazendo o que eu mandei, mas você não estava, não é?
“Tenho dezoito anos”
“E isso ainda é muito jovem para o mundo de hoje. Você nem sabe se ficarão juntos para sempre.”
“Agora somos adultos”, eu disse, franzindo a sobrancelhas. Eu odiava quando minha mãe dizia algo que fazia sentindo, Eu achava que ficaria com a Jenna para sempre, mas será que tinha certeza disso?”
“Isso não importa” Mamãe respirou fundo. “Você pode não entender isso agora, mas um erro cometido num momento de impulso pode custar anos de sua vida. Você pode ter que adiar a faculdade. Pode decidir não voltar. Um bebê pode mudar completamente o rumo da sua vida, Você não precisar se tornar um ser sexual porque fez dezoito anos.
“Ainda não tivemos a oportunidade de ter relações sexuais.”, eu disse.
“Sexual significa tudo, inclusive sexo”, disse minha mãe lançando-me um olhar de soslaio. “Tudo que você fizer te tenta a fazer mais, então significa nada de beijos, nada de toques, nada de olhar um para o outro nu e nada de mensagens de texto picantes.
Eu ri.
Estou falando sério”, disse a mãe. “Eu sei como os adolescentes são com seus celulares.”
“O pai de Jenna não está falando sério”, eu disse. “Ela o odiaria para o reto da vida se ele nos mantivesse separados. É coisa de pai, vai passar”. A essa altura meu pau tinha amolecido um pouco, Virei-me na cama enquanto meu pênis jazia como um tudo sobre o saco escrotal. Deslizei o travesseiro para o lado e cruzei as pernas na cama. O volume no short já não era tão obsceno quanto antes de minha mãe bater à porta. “Confie em mim.”
“Não” Mamãe se virou para. “Você confie em mim. Você não quer ser um pau de dezoito anos.”
Isso era verdade, mas não ia acontecer. Isso acontecia com pessoas irresponsáveis, e o Sr. Madeiro – que nome quase terrível tinha o pai de Jenna – Tinha que aceitar o fato de que sua filha estava crescendo e ansiosa para entrar no mundo adulto.
“tenho dezoito anos”, eu disse, e embora tenha tentado imitar o tom severo do meu pai, minhas próximas palavras ainda tremeram, e meu coração ainda acelerou quando acrescentei: “Eu tenho necessidades, mãe.”
Mamãe riu sem humor.
“Vocês não podem voltar a andar de mãos dadas?”, perguntou minha mãe. Ela se virou para mim, com o semblante majestoso cabisbaixo, como um cachorrinho depois de levar uma bronca do dono. “Esperar mais quatro anos não é tanto tempo comparado ao resto da sua vida.”
Minha mãe tinha razão, mas que se dane, eu tinha um pau para satisfazer, e Jenna queria sexo tanto quanto eu.
Balancei a cabeça negativamente.
“Você não pode assistir pornografia?” perguntou a mãe,
Eu rim um pouco, e disse: “Não”, ainda dando risadinhas.
“Você não pode simplesmente trai-la?’ Disse minha mãe fazendo uma cartea.
“O que?”
“Só um pouquinho?” Mamãe apertou os lábios, o rosto tremendo. “Ninguém precisa saber, vou te ajudar a encontrar alguém que Jenna nunca conhecer. Vamos encontrar uma mulher mais velha que não precise se preocupar com gravidez. Estou falando sério, Marcos: um erro coma Jenna pode arruinar seu relacionamento, sua amizade e suas vidas.”
“Eu não vou trair Jenna”, eu disse balançando a cabeça. “Como você pode perguntar isso? É uma ideia maluca. Além disso, eu a amo…”
“Você sabe o que o amor?”. Os olhos da minha mãe se estreitaram, e aquele olhar de gatinho trste assumiu uma expressão assustadora. “Você está fazendo isso por despeito. Nós dissemos não, então você vai nos mostrar que não precisa mais nos ouvir, certo?”
“mãe…”
“Não”, disse a mãe. “Aposto que fugiria com a primeira mulher que demonstrasse qualquer interesse em você.
“Ela teria que ser uma mulher belíssima”, eu disse, rindo e tentando suavizar minhas palavras. Trair Jenna? Mamãe era louca.
“Que lindo!” Mamãe se inclinou para a frente, olhando-me nos olhos.
“Ela teria que ser”, eu disse, inclinando-me para frente e tentando conter o riso, “tão bonita quanto você.”
Mamãe piscou
Deixei escapar uma risada dos meus lábios enquanto desviava o olha da minha mãe.
“E já que não existe uma mulher quanto você”, eu disse, “acho que vamos ter que torcer para que o Sr. Madeiro – Vou chama-lo de Carlos agora que sou adulto – esteja blefando sobre nos manter separados. Ele vai arruinar o relacionamento dele com a Jenna se fizer isso.
Mamãe ficou parada me encarando, depois se virou e foi em direção à minha porta. Não sei, mas acho que a ouvi murmurar: “Tão bonita quanto eu”.
Minha mãe não era boba.
Quantas mulheres loiras, iluminadas pelo sol, com um brilho interior e a postura régia de uma rainha élfica de o Senhor dos Anéis estariam por ai ao nosso alcance – que também transariam comigo por capricho e não poderiam engravidar?
Ninguém além dela – e ela ainda podia engravidar – não que eu quisesse dizer que ela transaria comigo, esse pensamento nunca me passou pela cabeça. Mas não havia ninguém tão bonita quanto minha mãe, estão eu estava completamente sem sorte quando se tratava de me convencer a trais minha namorada – ou, pelo menos, era o que eu pensava,
As palavras da minha mãe me alcançaram. Eu não era surdo nem completamente estúpido. Mais tarde, sozinho, no meio da noite, quando o mundo estava completamente escuro e o peso do futuro pairava sobre todos nós, o medo arrepiante e paralisante de viver como um pai de dezembro anos me consumiu por dentro, dificultando que eu adormecesse.
Demorou um pouco
A maior parte desse medo havia se dissipado quando eu acordei. Mais tarde, a visão de Jenna à tarde e a sensação de seus lábios me ajudaram a encontrar coragem, mas, mesmo assim, me sentei com Jenna para conversar sobre as preocupações da minha mãe.
“Tudo bem, vamos com calma”, disse Jenna entre beijos suaves nos meus lábios. “Mas minha buceta vai ser fodida por você e seu pauzão em breve.”
Meu pau deu um pulo, e teria ficado duro na hora se minha mãe não tivesse entrado na sala, Eu nem sabia o que estávamos assistindo. Tínhamos parado no meio da escolha de algo em um site de streaming envolvendo espada laser e mulheres alienígenas seminuas quando minha mãe entrou. Escolhemos o filme e tenho certeza de que nós dois esperávamos que minha levantasse e fosse embora.
CONTINUA




