Ela conseguia ouvir Clarice gemendo enquanto Soni massageava seus enormes seios e mamilos. Donna tinha certeza de que a ouviu dizer “Estou gozando”, mas o gemido era tão suave que ela não tinha certeza.
Isso só deixou Donna ainda mais excitada quando Tau começou a acariciar suas coxas, seus dedos roçando os lábios sua xota, como se quisesse provocá-la, mas então suas mãos foram para as virilhas de Donna e foi nesse momento que Donna percebeu que aquele seria um final incrivelmente feliz.
O clitóris de sua buceta doía devido a estimulação constante e, quando Tau finalmente o esfregou Donna estremeceu. Então, Bau a segurou com uma das mãos, cobrindo sua buceta e separando os lábios com os dedos, Tau expôs o clitóris de Donna e começou a soprar suavemente nele, antes de finalmente levá-lo a boca e chupá-lo como um pequeno pau. Um dedo também deslizou para dentro de sua vagina molhada. Ela estava á beira do orgasmo, prestes a gozar, e empurrou Tau para longe para ela não se afogar, mas era tarde demais. Ela gritou e liberou um jato de proporções épica. Tau foi forçada a se afastar e observar enquanto Donna tremi, se contorcia e jorrava por quase dois minutos. Clarisse também gozou muito, mas ela não estava no departamento de esguicho e terminou antes de Donna.
Quando ela se acalmou, Clarisse se aproximou e a beijou nos lábios, dizendo: “Isso foi incrível pra caralho, me ensina a fazer isso!”
Soni e Tau as ajudaram a tomar banho novamente e depois elas retornaram à suíte pelo elevador.
Chegando lá, houve mais bolhas de espumante e um pouco de conversa para se conhecerem melhor.
Donna, curiosa, perguntou como a empresa faturava se David só fazia sexo?
Clarisse disse que muitos casais desistem do contrato para obterem o dinheiro que precisam no último momento e têm que pagar, assim como aqueles que pagam tudo adiantado. Isso é muito lucrativo e apenas alguns levam adiante o contrato bastante indecente.
Donna olhou para o copo por um instante e disse: “Bem, até agora estou me divertindo.”
Clarisse estava conversando quando o elevador abriu e David entrou. Ele sorriu, cumprimentou as duas mulheres e perguntou se ela tinham tido uma tarde agradável até então, já que as duas pareciam extremamente à vontade, sentadas ali, bebendo champanhe e quase nuas.
Clarisse simplesmente disparou: “Donna é uma squiter, ela gozou tanto durante a massagem que foi incrível!”
David riu e deu um largo sorriso para Donna: “Bem, isso é uma surpresa, você deve ter gostado muito da massagem.”
Donna sorriu de volta para ele e disse: “Vá e fique à vontade, tenho certeza de que há outro roupão lá dentro, e depois, junte-se a nós para um bate-papo e um pouco de prazer mútuo.”
Na cabeça de Donna, ela não conseguia acreditar que estava dizendo aquilo, mas provavelmente era a melhor maneira de lidar com toda a situação: deixar a Donna safada e promiscua tomar a iniciativa e aproveitar tudo ao máximo.
David sorriu para ela e disse: “Acho que sim, como poderia recusar uma oferta dessas?”
Ele foi para o quarto, Clarisse sussurrou e murmurou “Que diabos?”, enquanto Donna apenas sorria e dava de ombros, depois esvaziou sua taça e estendeu para pedir mais.
Quando David voltou para a sala de estar, estava completamente nu, carregando apenas uma toalha no ombro. Donna o encarou enquanto ele passava perto dela; seu pau estava mole e pendurado sobre os testículos, parecia ter cerca de 12 centímetros de comprimento, e seus testículos eram enormes. Tudo estava perfeitamente depilado até a base do pau.
Ele era um homem grande, corpulento como um grande lutador de box, bastante musculoso e em muito boa forma, seu pau balançava livremente enquanto caminhava.
Ele serviu de uma taça de vinho frisante e sentou-se no sofá de frente para as duas mulheres. Imediatamente, começou a se masturbar enquanto bebia o vinho.
“Então, sobre o que vocês estavam conversando?”
Clarisse relatou brevemente o que havia acontecido e deu uma risadinha ao ver David começando a ficar excitado.
Donna estava hipnotizada com o pau dele, que havia crescido para cerca de 18 cm de comprimento, mas agora era tão grosso quanto um touro vermelho, sua mão quase não conseguia envolvê-lo, e a glande era vermelho-escura e tinha metade da largura do seu corpo.
Ela queria senti-lo, ver se sua mão conseguia envolvê-lo, e começou a esfregar o clitóris em sincronia com o movimento dele.
Clarisse percebeu o que estava acontecendo e se levantou de um pulo, com os enormes seios balançando. Ela abriu um pequeno estojo preto, tirou de lá uma câmera de vídeo de aparência cara e começou a filmar o casal se masturbando junto. Ela segurava a câmera com uma mão e massageava os seios com a outra.
Donna perguntou descaradamente: “Posso te ajudar com isso?”
David simplesmente recostou-se, abriu os braços e disse: “Fique à vontade.”
Donna se levantou um pouco instável, a umidade entre suas coxas estalou levemente, ela caminhou até o David e sentou-se ao lado dele, olhou para ele, sorriu e então colocou a mão em seu pau grosso e duro.
Ela o agarrou e sua mão nem chegou a metade para dar a volta; com a outra mão, acariciou seu escroto super liso, sentindo os grande testículos do tamanho de nozes lá dentro. Massageou suavemente o pau e os testículos apertando a glande enorme e fazendo o liquido pré-ejaculatório transparente escorrer. . Colocando as duas mão em volta do pau, começou a acariciá-lo em movimentos regulares. A cabeça inchou ainda mais, e o líquido dele escoria por sua vagina como uma torneira. Finalmente reuniu coragem suficiente e colocou a cabeça enorme com a glande roxa na boca. Tinha um gosto fantástico, um pouco adocicado.
O pau dele encheu completamente a boca dela, ele chupou como que delícia um pirulito, pois não conseguia engoli-lo todo. Seu pau estava molhado e ela ansiosa pare sentir seu sabor, ela chupou com mais força e lambeu a cabeça. Ele estava ficando muito excitado, mas não rapidamente. Os olhos de Clarisse avistaram a buceta de Clarisse ao lado de sua cabeça e os dedos de David penetrando-a rapidamente.
O gosto do pau e o aroma de buceta molhada eram inebriantes. Donna sentiu a cabeça girar e o corpo todo formigar. Enquanto ainda chupava o pau cada vez mais enorme, sentiu dedos em seu clitóris e abriu os olhos, vendo que Clarisse havia se movido e estava prestes a começar a estimular o clitóris pulsante de Donna que àquela altura tinha a grossura da ponta de um dedo indicador, sim Donna era o que você chamada de uma mulher gleruda.
A câmera que Clarisse operava antes, agora estava em cima de uma mesinha a esquerda de David, ainda continuava gravando e a cena mostrava Donna chupando o pau grosso de David enquanto sua buceta era lambida e fodida pelos dedos de Clarisse. Ela tinha um perna apoiada no encosto do sofá, permitindo que Clarisse tivesse fácil acesso ao seu clitóris duro e pendurado no topo de sua buceta. Sua buceta escorria mel por toda a mão de Clarisse.
Donna estava em êxtase, absorta no momento e prestes a atingir outro orgasmo tão intenso quanto o primeiro na sala de massagem, quando de repente o telefone tocou. Parecia distante, perdida em seus pensamentos orgásticos, mas a realidade a atingiu em cheio quando ouviu David atender.
Sua voz soava um pouco urgente e muito profissional. Dona parou de chupá-lo, mas continuou segurando seu pau. Clarisse percebeu algo semelhante e estava se aproximando da câmera para parar a gravação.
Davis olhou para Donna, sorriu e se levantou, seu enorme pau ainda duro, a cabeça roxa brilhando. Donna se sentou e observou, mexendo nos mamilos. Clarisse estava por perto e se sentou ao lado de Donna, sussurrando: “Não sei o que está acontecendo, e nunca chegamos a esse ponto que tivéssemos alguma urgência. Presumo ser algum cliente.”
Donna olhou para ela surpresa: “O que você quer dizer? Você nunca esteve nessa situação antes?”
Clarisse explicou que essa era apenas a quinta vez que um cliente havia consentido plenamente com a proposta e que normalmente se tratava apenas de uma massagem comum, bebidas e uma rapidinha, e o casal apaixonado ia embora imediatamente, geralmente brigando com um dos dois chateados, na maioria das vezes o marido ciumento”
Ela ouviram David dizer: “Ok, abram uma conta para ele no bar do casino e nos juntaremos a ele em breve.”
Ele se virou para as duas mulheres nuas e muito excitadas, com o pau agora apenas meio duro, mas ainda enorme, e perguntou. “O que fazemos? Fodemos? Porque eu preciso gozar, ou nos lavamos e vamos ao bar tomar uns drinques e jantar com o parceiro da Donna e depois voltamos aqui para trepar?
Donna pensou por um momento, depois se recostou, deslizou a bunda até a beirada da almofada e disse: “Coloca essa coisa gorda em mim!”
Ela se surpreendeu ao dizer isso, mas, em sua mente, era o que ela queria.
Ela levantou as pernas e deixou sua buceta se abrir, Clarisse imediatamente começou a esfregar o clitóris e a chupar seus mamilos, Donna começou novamente a cair em transe eufórico, ansiosa para sentir sua buceta sendo arrombada por aquele pau.
David olhou para ela e acariciou seu pau, tentando deixá-lo duro novamente. A visão das duas mulheres ajudou imensamente. Ele se aproximou e começou a esfregar o pau nos lábios úmidos da buceta de Donna, produzindo sons molhados. Donna tremia, e então ela sentiu!
Aquela cabeça grande, grossa e roxa deslizou entre seus lábios úmidos. Ela era uma mulher madura, mas aquilo fazia parecer que era a primeira vez novamente. Ela fechou os olhos. Prendeu a respiração, enquanto ele recuava um pouco e depois penetrava um pouco mais. Toda a cabeça do seu pau estava na entrada do seu cabal vaginal trêmulo, e ela experimentava novas sensações. Queria agarrá-lo e puxá-lo pra dentro, mas ao mesmo tempo segurá-lo ali e aproveitar aquela sensação.
Ele saiu e entrou da vagina dela suavemente e então penetrou fundo, ela ficou com a cabeça nas nuvens, seu corpo tremia, ela se segurava, tentando não deixar o orgasmo dominá-la, ele começou a foder sua buceta em um ritmo contante e ela estava em êxtase, se aproximando de outro orgasmo explosivo e podia sentir David aumentar o ritmo à medida que se aproximava do seu.
A foda ficou mais intensa, David estava com todo seu peso sobre ela agora, ele inclinou e a beijou, ela não resistiu, Clarisse estava gravando tudo enquanto se masturbava sem parar.
De repente, Donna sentiu David perder o ritmo e sentiu o pau dele inchar dentro dela, bem fundo. Ela se entregou e o gozo a fez estremecer e se contorcer. Ele tentava se segurar, mas os movimentos dela apertavam seu pau com força e ele ejaculou. Os dois se contorciam, gritavam e grunhiam numa dança orgástica frenética. Donna estava tendo múltiplos orgasmos, prendendo David dentro dela. Ele teve que cavalgar como um peão de rodeio até que Donna chegasse ao clímax.
Eles ficaram deitados, imóveis, recuperando o fôlego. David ainda estava excitado e podia sentir a vagina de Donna se contraindo, com algo tão grosso e grande dentro dela. Dona não havia liberado nenhum líquido; tudo ainda estava lá dentro. Quando David retirou o pau delicadamente, a represa se rompeu e quase um litro ou mais de porra escorreu dela, causando-lhe outra sensação de tremor.
David ficou maravilhado, passou os dedos para cima e para baixo na fenda úmida dela, depois provou-a, “mmm, delícia!”
Clarisse largou a câmera e correu para dar um abraço e um beijo apaixonado em Donna, pegando-a de surpresa: “Isso foi incrível, nunca vi ninguém gozar assim. Você tem que me ensinar isso”
Donna olhou para ela um pouco perplexa e exausta. David disse: “Você é realmente incrível, ela tem razão. Nunca meu pau foi apertado assim por uma buceta, isso tornou meu gozo muito melhor.”
Donna sorriu e disse “obrigada, eu acho”, enquanto se sentava na grande poça d’água do sofá. David se aproximou, a ajudou a se levantar, beijou seus lábios e a abraço forte. Ela sentiu seu pau ainda meio duro pressionando contra ela e gostou da sensação.
Ele deu um passo para trás, olhou-a nos olhos e perguntou: “Gostaria de ir para casa agora? Ou ficar para o jantar e talvez para outra sessão depois, com um convidado especial na sala conosco?”
Ela não sabia bem como responder. Donna queria ir para casa e se aconchegar. A nova Donna queria mais daquele pau grosso dentro dela e talvez provar as delícia de Clarice.
Enquanto pensava, ouviu-se perguntar: “Quem é o convidado especial?”
“Acho que outro pau grande ou uma mulher”, David respondeu e continuou “Como esta transação, conforme acordo, foi cumprida, você está livre para ir, mas como parece que todos estamos nos divertindo muito, poderíamos continuar e terminar com outra sessão sensacional de paixão, mas com a participação também de seu parceiro.”
Donna não sabia o que pensar ou dizer. Ela havia gostado da foda e do fim de semana anterior com as garotas, mas agora, adicionar uma outra parte de sua vida às interações a deixava nervosa e preocupada
Ela recostou-se no sofá, pensando, apertando distraidamente e sem perceber um dos mamilos. Os dois gritos de Donna ecoavam em sua mente, então, em meio ao ruído mental, surgiu outro: “Gostei disso, Greg adorou como e ficou excitado no escritório. Ele gozou facilmente quando eu o provoquei sobre Clarisse. Pagamos a dívida. Vamos nos divertir juntos.”
Essa voz sensata e lógica se sobre pôs a sua mente dividida, e Donna disse a David que seria uma noite inesquecível: “O que devo vestir?”
David bateu palmas e disse: “Primeiro precisamos nos limpar e arrumar essa bagunça. Vocês duas se eu chamar a camareira enquanto estivermos aqui?”
A duas deram de ombros. David disse a Donna que ela podia usar o chuveiro primeiro, e Clarisse disse que se juntaria a ela, já que havia dois chuveiros.
Donna se afastou com Clarisse a seguindo. Clarisse agarrou Donna por trás e a abraçou. Donna sentiu os mamilos dela em suas costas e gostou. Clarisse disse: “Estou me divertindo muito com você espero que possamos ser amigas depois disso. Normalmente eu só gravo os vídeos, mas posso brincar com você, é tão bom”
Donna ficou um pouco surpresa e perguntou por que era diferente dessa vez.
Clarisse ficou em silêncio por um momento enquanto estavam no chuveiro. Ela abriu a torneira e ajustou a temperatura da água. David e eu pressentimos que você estaria disposta a aceitar a proposta durante o primeiro encontro. “Percebi que você não estava usando calcinha quando entrou, e Greg ficou de pau duro só de olhar para meus seios.”
“Nós meio que planejamos a próxima reunião para ver qual seria a reação de seu marido, mais do que a sua, e foi como suspeitávamos, então sempre soubemos que deixaríamos ele participar, mas a forma como começou hoje não fazia parte do plano, mas foi muito melhor.”
Ela olhou para Donna, com água caindo sobre ela, e disse: “Tudo bem se eu chupar o pau do seu marido mais tarde?”
Donna sorriu para ela e disse: “Acho que ele vai gostar disso e sim, posso compartilhá-lo com você.”
Elas riam enquanto tomavam banho como duas colegiais, e Donna explicou a Clarisse que essa coisa de esguichar tinha começado recentemente, mas ficaria mais do que feliz em ajudá-la a chegar lá também, e que algumas de suas amigas ficaram igualmente felizes em ajudar.
**********
As garotas estavam vestidas com o que poderíamos descrever como vestidos de coquetel, embora Clarisse estivesse com mais pele à mostra do que com um vestido, enquanto David usava calças chinos bege e camisa de mangas compridas, deixando bastante peito à mostra.
Os três pegaram o elevador até o saguão e entram juntos no salão de jogos. David as conduziu até o bar, onde esperava encontrar Greg, mas não o viu. Perguntou a Donna se ela o estava vendo.
Ela também não o via, então se sentaram em uma mesa vazia, pediram algumas bebidas e esperaram, procurando Greg com o olhar.
Havia poucos jogadores no local e o barulho era alto, mas de repente ouviu-se uma grande ovação vinda de uma área do salão de jogos, gritos e aplauso estrondosos. Donna olhou na direção do barulho ao ouvir uma voz familiar na multidão agitada, e com certeza, ela viu Greg. Cumprimentando as pessoas e devolvendo abraços.
Ela contou aos outros, eles foram até a mesa de roleta onde Greg estava. Ele ficou surpreso ao ver Donna e a abraçou com força, quase a sufocando-a
Ela sorriu para ele e perguntou o que estava acontecendo
Greg disse: “Eu estava aqui sentado sozinho, com o bar aberto, o que me surpreendeu, e pensei em ir as mesas. Vim aqui e apostei 100 no número1 e em todos os cantos, já que eu era o único aqui, e deu certo. Com as outras apostas, ganhei 1.500, é isso ai!”
Ela retribuiu o sorriso e eles se abraçaram apertado novamente. Em seguida foi a vez de Davis e Clarisse e todos estavam sorrindo, se abraçando e dando tapinhas nas costas, voltando para o bar, conversando e brincando.
Donna estava feliz por estar tudo começando tão bem, mas estava nervosa com os procedimentos posteriores.
Elas se sentaram à mesa e David pediu champanhe para todos. O clima era animado e alegre, Clarisse estava dando muita atenção a Greg, e exibindo um decote incrível. Ela chegou a dar um leve aperto no volume da calça dele por baixo da mesa enquanto sorria para Donna, que lhe piscou com um olhar cúmplice.
Eles pediram petiscos para compartilhar e mais champanhe, e todos muito animados e se dando bem. Donna estava com Greg e David certificando-se de ser gentil com ambos para garantir que a noite corresse bem. Clarisse agora repousava a mão na perna de Greg e seus dedos acariciavam seu pau discretamente.
Greg estava de pau duro e muito excitado, se as luzes fossem mais fortes seria possível ver como ele estva molhando as calças o tempo todo.
Eles terminaram de comer, levaram suas bebidas para a pista de dança e ficaram se agarrando por algumas músicas, basicamente um quarteto dançando sensualmente juntos. Foi Donna quem disse: “vamos voltar para o quarto e dançar lá.
Todos concordaram e saíram cambaleando em casais mistos em direção aos elevadores. Já dentro do elevador privativo, Clarisse se pressionou contra Greg e colocou a mão dele em seu seio, segurando-o ali para que ele não pudesse se afastar. Donna sorriu para ele como se o estivesse incentivado a continuar. Ele começou a apertar e Clarisse retirou a mão, começando a massagear seu pau por cima da calça. Ele estava duro como pedra e parecia que ia gozar sua porra a qualquer momento.
As portas se abriram e todos saíram correndo. Clarisse estava se despindo enquanto entrava no quarto, basicamente tirando o vestido já que era a única coisa que ela vestia. Ela o jogou na cama e se abaixou pra tirar as sandálias, dando aos outros uma visão completa da sua buceta e cú lisinhos. Greg quase se engasgou e olhou para Donna.
Donna olhou pra ele e o beijou apaixonadamente nos lábios, fazendo com que ele ficasse ainda mais excitado. Ela podia sentir seu pau duro cutucando sua barriga enquanto se abraçavam. Ela se afastou um pouco e começou a desabotoar o cinto e a calça dele, dizendo suavemente: “Vamos libertá-lo para você poder comer a Clarice.”
Greg deu um suspiro quando ela o deixou saltar para fora e Clarice estava atrás dele, desabotoando sua camisa; ele podia sentir seus mamilos duros em suas costas. Donna o ajudou a irar os sapatos e as calças, depois pegou seu pau na mão e começou a lamber a cabeça pegajosa.
Gree estava tonto e, quando Clarice se juntou a Donna, ele só aguentou mais alguns minutos, grunhindo e se debatendo enquanto tentava não gozar, mas acabou acontecendo. Clarice não desperdiçou uma gota e continuou a chupar para que ele não amolecesse. Donna o guiou até uma cadeira, o sentou e Clarice começou a estimulá-lo com vontade. Ela olhou para Donna sorrindo, observando-a se despir e apertar os mamilos, gemendo baixinho enquanto a observava.
David voltou para o quarto, nu e parou atrás de Donna com o pau puro deslizando entre as nádegas dela. Ele a abraçou por trás e começou a massagear seus seios e a mordiscar seu pescoço. Ela deixou a cabeça cair para o lado mantendo o foco em Greg,
Ele ficou um pouco corado no início, mas se acalmou quando Clarice começou a esfregar os dedos em seu cú e pressionar seu escroto.
Donna se virou, ajoelhou-se e começou a chupar o enorme pau de David. Ela podia ouvir Greg gemendo atrás dela, sentiu seu corpo tremer. David foi se sentar no sofá ao lado de Greg, e Donna começou a fazer contato visual com o marido enquanto lambia a cabeça do pau de David.
Greg sorriu para ela com os olhos vidrados, perdido em uma névoa eufórica. Donna estendeu a mão e massageou seus testículos enquanto Clarice o chupava freneticamente. A cabeça dele caiu para trás e ele gemeu alto; ela suspeitou que ele estivesse ejaculando novamente, mas não tinha certeza, pois Clarice não parou de chupar o pau dele.
Donna olhou para David e sorriu, depois se moveu para ficar atrás de Clarice, e começou a massagear seus seios grandes e firmes por trás enquanto ela continuava chupando o pau do seu marido.
Clarice começou a se contorcer e a empurra Donna, quase como se quisesse um pau dentro dela. Donna, então deslizou uma mão entre as nádegas de Clarice e começou a puxar e esfregar seu clitóris com seu capuz e tudo.
Clarice tremia e se engasgava com o pau de Greg, empurrando-o com mais força. Donna enfiou dos dedos em sua buceta molhada e começou a fodê-la rapidamente, enquanto botava mais um dedo.
Clarice teve que parar de chupar e se inclinou para trás, beijando Donna apaixonadamente. Elas se reposicionaram lado a lado no tapete macio e começaram a foder juntas.
Clarice beijava Donna continuamente enquanto Donna se masturbava e falava de forma sensual com ela, perguntando se ela queria o pau de Greg dentro dela, provocando-a ao parar repetidamente quando ela se aproximava de gozar.
Greg e David estavam sentados em suas cadeiras, curtindo o espetáculo, acariciando seus paus e conversando baixinho de vez em quando.
Donna desceu e começou a chupar o clitóris de Clarice enquanto continuava a penetrá-la rapidamente com os dedos. Clarice ficou rígida, seus quadris se ergueram. Dona continuou a fodê-la com os dedos então Clarice gritou ao atingir o clímax, com pequenos jatos espirando de sua buceta molhada e excitada ao extremo. Ela gozou por quase um minuto, deixando uma mancha molhada no tapete. Donna ainda chupava seu clitóris e saboreava seu néctar doce, prolongando seu clímax e se aproximando do seu próprio.
David disse em voz alta: “Agora, Greg”, e os dois homens se levantaram em um salto, agarraram as mulheres. Donna foi segura por David e Clarice por Greg. Viram-nas de joelhos, uma de frente para outra e começaram a foder selvagemente
Donna e Clarice estavam no paraíso da putaria, se beijando e brincando com os seios uma da outra. Enquanto os caras trabalhavam duro, fodendo suas bucetas formigando em um ritmo interminável.
A foda continuou assim por uns 15 minutos, os diminuía o ritmo ou paravam quando estavam perto de gozar, mas finalmente David não conseguiu segurar, suas estocadas se aceleraram, assim como as forças delas, ele gozou de novo no cú apertado de Donna e adorou, antes que ele terminasse, ela se virou e começou a chupar o pau dele, bebendo toda sua porra e sentindo o gosto agridoce do seu cú.
Greg não aguentou muito mais tempo, especialmente com Donna agora o beijando e brincando com seus dedos no cú dele, levando-o ao climas pela terceira vez naquela noite.
Enquanto ele gozava na buceta de Clarice, Dona beijou seu lábio dizendo: “Valeu apenas o esforço para economizar nosso dinheiro”. Ele apenas conseguiu grunhir e fazer uma careta enquanto gozava.
O resto da noite transcorreu de maneira muito semelhante, mas todos adormeceram logo após a meia-noite, com o cheiro de sexo pairando no ar.
A manhã amanheceu com os quatro na mesma cama, com carícias suaves, beijos e depois banhos e cafés.
O dia estava avançando e a hora do check-out se aproximava rapidamente. David, então, deixou claro que a proposta havia sido cumprida (e até superada) e que as taxas de fechamento seriam dispensadas na compra do imóvel.
Donna disse que entrariam em contado e avisariam quando eles se mudassem e a casa estivesse pronta para receber hóspedes, pois precisariam se reunir novamente em breve.
O carro estava à espera deles quando desceram as escadas. Donna e Greg entraram no banco de trás e deram um adeus a David e Clarice.
O carro partiu silenciosamente e fez-se silêncio no banco de trás. Donna tinha um sorriso suave a satisfeito no rosto enquanto olhava pela janela e para o mundo que passava. Ela sentiu a mão de Greg em sua perna e virou-se para encará-lo. Ele sorriu para ela, e disse: “Isso foi incrível, eu nunca imaginei que você fosse tão travessa.”
Donna sorriu para ele, deslizou a mão pra baixo da saia e disse: “Eu não sou, mas a outra Donna é”
Ela deixou que ele acariciasse seu clitóris durante o caminho para casa e, assim que entraram no apartamento, deram um foderam lenta e apaixonadamente, com para reafirmarem o vínculo entre eles. Foi amor de verdade, com toque suaves e muitos beijos.
A venda da casa foi aprovada, todos os detalhes acertados e eles se mudaram semanas depois. As primeiras pessoas a serem convidadas foram as quatro melhores amigas de Donna: Shelley, Jane, Carol e Clarice.
Os novos amigos foram acolhidos e abraçados. Donna explicou como se conheceram, mas omitiu muito destalhes. Os cinco passaram uma noite agradável juntos, na piscina, no pátio, na sala de estar e o quarto. Greg foi banido naquela noite, com a proibição de “pênis”
Mas ele chegou em casa a tempo de encontrar as cinco mulheres nuas na piscina fazendo algo mais do que conversar.
O tempo passou, mas as amizades permaneceram.
A vida era boa, eles adotavam a casa e davam muitas festas de vários tipos, alguns até permaneciam vestidos e comportados
David ofereceu a Greg e Donna um trabalho de consultoria em tempo parcial, para que eles lidassem com os clientes que estavam considerando a proposta bastante indecente!




