A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA

Uma tarde quente de sábado, o tempo estava agradável, e uma brisa quente agitava as árvores do lado de fora da varanda de Donna

Ela estava sentada nua em sua espreguiçadeira favorita, olhando as páginas de imóveis em seu iPad. Procurava uma casa com um pouco de terreno e uma piscina.

O encanto de morar em um apartamento de luxo em um condomínio estava desaparecendo e ela ansiava por um espaço para nadar e passear sem roupas e sem preocupações.

Ela havia marcado alguns lugares de seu interesse para mostrar a Greg, quando ele chegasse em casa.

Ela se cansou disso, fechou a página e foi para seu site de bate-papo favorito. Estava conversando com algumas pessoas quando uma delas lhe enviou um vídeo curto dela fazendo sexo com um homem enquanto seu marido filmava e se masturbava. Ela parecia estar gostando muito e comentou que era a coisa mais incrível que ela já tinha feito.

Donna continuou a conversa com ela enquanto sentia o formigamento e a umidade crescerem na virilha, seu mamilos estava ficando muito duro anunciando que aquilo a estava excitando.

Inconscientemente, ela começou a esfregar seu clitóris inchado enquanto assistia o video várias vezes e momentos depois viu estrelas e seu corpo se contraiu suavemente enquanto ela gozava sem qualquer aviso.

Um gozo que pareceu demorar vários minutos, e ela ficou feliz por ter colocado uma toalha grossa na cadeira, já que a umidade tinha sido incrível.

Assim que ela se recuperou, viu uma poça liquida no chão em frente a sua cadeira. Ela nem tinha percebido que havia espirrado o delicioso suco da sua buceta no chão. Isso deixou-a surpresa, não era algo que acontecia com ela com frequência, quase nunca talvez uma vez quando ela era mais jovem e só podia atribuir isso ao vídeo que viu enquanto se masturbava.

Isso a levou a esfregar-se um pouco mais e a soltar alguns miados baixo de prazer que a conduziu a outro gozo incrível, mas sem a liberação explosiva de sua buceta como antes, apenas a liberação quente e satisfatória de substâncias químicas de felicidade em seu cérebro.

Ela ainda estava sentada ali, aproveitando o momento de seu relaxamento e retorno a realidade, ainda massageando suavemente os lábios crescidos de sua buceta lisa e sem pelos, quando um ruido vindo da varanda do apartamento vizinho a despertou de seu devaneio.

Ela se levantou de um pulo, um pouco assustada, quase como se tivesse sido pega se masturbando, pegou a toalha úmida da cadeira e limpou o chão com ela, depois foi para o banheiro tomar um banho e botar a depilação em dia.

O banho foi uma sensação maravilhosa quase um complemento do seu estado emocional de antes na varanda do duplex, seu lugar preferido e mais ou menos discretos para ficar nua. Ela gostava de compartilhar esses momentos e não se importava se alguém a observasse discretamente. Seu corpo ainda formigava levemente, e a suave vibração de seu depilador elétrico provocou outro pequeno tremor por todo seu corpo.

Assim que se limpou, se revigorou e se secou, foi de novo para a varanda e começou a esfregar o chão para remover algumas manchas pegajosas de sua ejaculação. O ato de esfregar fazia seus seios fartos balançarem para lá e para cá livremente, e ela ria baixinho com a adorável sensação de liberdade de estar nua como sempre fazia em casa.

Sua mente vagou para um lugar onde ela poderia estar nua ao ar livre, caminhando entre árvores e sentindo a brisa suave acariciando seu corpo. Ela estava começando a vibrar, seu mamilos começarem a ficar duros quando de repente, a porta se abriu e Greg entrou. O rosto de Donna corou, mas ela continuou a esfregar o chão. Greg sorriu para ela enquanto tirava as botas de trilha na porta, usando o quadril para mantê-la aberta. Um casal passou pelo corredor, olhou para dentro e riu baixinho enquanto continuou a andar. Donna sabia que tinha sido vista por eles pela porta aberta, o que não a incomodou nem um pouco; na verdade, depois da leitura recente, isso lhe causou um leve arrepio

Greg colocou as botas ao lado da porta e deixou-a fechar atrás de si enquanto caminhava até Donna, dando-lhe um beijo na bochecha e um leve aperto no mamilo, rindo enquanto fazia.

Os dois conversaram descontraidamente sobre o dia dele, e Donna contou-lhe sobre os imóveis que havia encontrado dentro da faixa de preços que eles queriam.

Greg se despiu para tomar banho, e Donna sorriu ao olhar para seu homem nu, com os testículos pendurados e seu pau grosso e avantajado balançando livremente.

Assim que terminou o banho, Greg pegou uma cerveja na geladeira e se juntou a Donna na mesa de jantar. Ele vestia short e camiseta, não era muito fã “desse negócio de ficar nu”, como ele mesmo descreveu.

Eles analisaram os lugares que Donna havia marcado como possíveis destinos e fizeram um plano simples para visitar alguns deles no dia seguinte.

Donna disse a Greg que teria que experimentar os lugares nua. Ele riu dela, ela fez uma cara de triste e emburrada, ele apertou os seios dela e ela deu um pulo para trás sorrindo.

Então ela se aproximou dele, beijando-o, enquanto deslizava a mão pela perna do eu short pegando seu pau já quase duro. As cortinas estavam abertas e os vizinhos podias vê-los se olhassem de suas janelas. Donna puxou o short de Greg para baixo e pegou seu pau duro na boca, chupando a cabeça grossa e inchada, contornando-a com a língua. Ela sentiu a unidade da sua buceta aumentar rapidamente e levou a mão ao clitóris para ajudá-la a gozar primeiro.

Ela normalmente não era assim, mas por alguma motivo estava incontrolavelmente excitada. Depois de ter um pequeno orgasmo, ela se levantou e montou Greg, que estava sentado na cadeira de jantar O pau grosso deslizou com facilidade para dentro de sua buceta molhada, e ela começou a se mover para cima e para baixo sobre ele.

Ela sentiu que a posição não era boa e confortável para a forma como ela queria que ele metesse, então eles se mudaram para o sofá e foderam como dois adolescentes. Donna cavalgou o pau como uma louca, até que, precisando descansar, Greg a levantou e ela se virou de frente para o sofá de joelhos na almofada, com a bunda empinada e facilmente acessível. Greg a penetrou novamente, pressionando seu cú apertado com o polegar, fazendo-a se contorcer de prazer. Ele meteu com força por um tempo que pareceu uma hora, e ela gozou várias vezes, um orgasmo atrás do outro, seu líquido jorrando por Greg.

Ela sentiu o momento em que o pau começou a inchar dentro dela, o ritmo dele acelerou e ele finalmente a encheu com sua porra espessa e cremosa. Ele continuou a foder até que seu pau começasse a amolecer. Eles se separaram e desabaram no sofá, lado alado. Donna ofegava ainda tentando recuperar o fôlego, mas por algum mesmo motivo que ele não conseguia entender, ela inclinou-se para frente e começou a chupar o pau mole e coberto de porra de Greg.

Por mais que ela quisesse, Greg não estava conseguindo ficar de pau duro novamente, ele precisava de mais tempo, então ela se sentou ao lado dele e começou a tocar distraidamente na buceta. De novo ela conseguiu o que queria, gozar mais uma vez enquanto sentia a mistura dos dois escorrendo abundantemente para fora de sua buceta.

Eles tomaram banho juntos, arrumaram a bagunça que tinham feito na sala de estar e se acomodaram para assistir televisão, mas ambos adormeceram minutos depois de ligar.

De manhã, estavam de pé bem cedo, ambos ainda eufóricos com as atividades da noite anterior. Tomaram um café da manhã, mais café preto, e preparam uma caixa térmica com bebidas e frutas e partiram para a visita ao que poderia ser a futura casa dos dois.

A viagem os levaria a uma cidade serrana que ficava a cerca de 100 Km, e provavelmente ocuparia a maior parte do dia. Cidade ficava bem acima da serra, mas as fotos e não revelavam muito como era o lugar eles tinham pelo menos três imóveis para visitar.

O último da lista ficava ao lado leste da serra e eles tiveram que fazer uma volta considerável, pararam para uns drinques e comer um lanche, e depois continuaram o caminho que restava. Eles discutiram sobre a distância de seus respectivos trabalhos, mas decidiram dar uma olhada mesmo assim. Seria apenas uma visita rápida, talvez parassem um pouco para explorar a região.

Enquanto dirigiam a propriedade surgiu a direita e, para sua surpresa, havia uma placa de “casa aberta a visita” no início da entrada. Greg entrou rapidamente.

O carro se aproximou lentamente da casa enquanto eles apreciavam as árvores e os jardins, Donna estava radiante de felicidade. Quando pararam, o corretor estava prestes a entrar em seu carro mais os avistou e esperou para falar com eles.

Ele caminhou até o carro e abriu a porta para Donna. Ela saiu do carro, uma perna de cada vez, dando ao rapaz uma desimpedida visão de sua calcinha branca. Ele sorriu abertamente e Donna corou levemente sem saber por que tinha feito isso.

Sua mente dava voltas, sem entender por que estava tão excitada e fazendo coisas que normalmente nem consideraria; isso a assustava e a deixava com mais tesão ao mesmo tempo.

Greg se juntou a ela e ao corretor e ele se apresentou, falou-lhes sobre a propriedade e disse que estava preste a ir embora, pois tinha outra propriedade para mostrar, mas eles eram bem-vindos para olhar os arredores e pelas janelas da casa.

Ele lhes entregou alguns folhetos e foi embora dirigindo seu reluzente SUV novo.

Donna e Greg deram as mãos e caminharam pela estrada da casa como um casal até a porta de casa. Donna dava risadinhas de felicidade, falando sem parar de como tudo era perfeito e que ela ia ficar nua e andar pelo gramado. Greg riu e disse: “Vai lá, você não teria coragem.”

Ela estava usando um vestido de algodão azul claro sem mangas, e antes que Greg terminasse de desafiá-la, uma calcinha branca de renda foi atirada em seu rosto, seguida rapidamente pelo vestido e o sutiã.

“Eu sei que eu te provoquei ontem à noite, mas o que está acontecendo com você?”

Ela saltou pela grama, deixando as sandálias onde as tirou dos pés. Estava apaixonada por aquele lugar; a estrada não era visível dali e a aventura tinha acabado de começar. Donna foi até a porta da frente da frente e espiou pelos quadrados de vidro. Era um pouco difícil distinguir a planta da casa, então ela continuou saltitando e seguiu em direção aos fundos.

Donna sentiu o ar em sua pele, e apreciou a sensação dos seus seios balançando e seus mamilos duros e sensíveis ao ar; ela também podia sentir a umidade entre as pernas à medida que sua excitação aumentava; o ar fresco em sua buceta macia era uma sensação incrível e ela sentia seu clitóris vibrando.

Ela diminuiu o passo e olhou para dentro da casa. As porta de vidro do chão ao teto proporcionavam uma excelente vista. A casa estava lindamente decorada, seria vendida com todos os moveis. Os espaços era amplos e iluminados pela luz natural que entrava pelas janelas de vidros. Era perfeita para morar e receber visitas.

Uma área coberta separada da casa com churrasqueira, bar e banheira de hidromassagem. Um piso de ardósia polida separava o gramado com uma grande piscina e deck.

Donna sentou-se em dos degraus do pátio, admirando o jardim, com as pernas afastada, e estava acariciando sua fenda úmida quando Greg a assustou perguntando. “O que você está fazendo?”

Donna apenas sorriu para ele e disse: “Estou apenas aproveitando a vista e o momento”

Greg colocou as roupas dela no degrau, e eles desceram, passando pela piscina e entrando no mato nos fundo da propriedade, encontrando uma cerca e mais mata, sem vizinhos!

Eles olharam em volta, Donna vestiu-se novamente, mas apenas o vestido e as sandálias e voltaram para casa e depois de volta para a estrada. Pararam no caminho para tomar um bebida gelada em um bar na beira da estrada.

De volta, e já em casa, Donna tirou o vestido assim que entraram e soltou um longo suspiro. Greg disse que o lugar estava um pouco acima do que eles podiam gastar, e ela não gostou de saber sobre isso A discussão sobre isso se estendeu um pouco e exasperou-a. Donna sugeriu que eles vendessem o apartamento, ela tinha algum dinheiro da separação anterior com seu marido - Greg e Donna não eram casados, mas estavam juntos há dois anos. Ela sabia que ele também tinha umas economias. “Poderíamos fazer um empréstimo do que falta”, disse Donna e Greg apenas resmungou abandonado rispidamente a discussão.

A semana passou com pouca ou quase nenhuma conversa sobre a casa. Donna iria passar o sábado à noite em um casino hotel para a festa de aniversário de uma amiga com outras duas garotas, e saiu para lá antes de Greg chegar em casa.

As quatro dividiam dois quartos contíguos, ambos com camas de solteiro king size, então as moças não precisavam dormir juntas, embora isso não fosse um problema para nenhuma delas.

Assim que todas chegaram, tomaram uns drinques juntas no quarto. Donna contou as outras garotas sobre a discussão com Greg por causa da propriedade incrível; todas ficaram do lado dela. Rolaram alguns abraços coletivos discretos, já que Donna estava nua, Shelly usava apenas calcinha, e Jane e Carol estavam com os roupões do hotel, mas nuas por baixo deles.

Todas conversaram e se arrumaram para o jantar no restaurante do hotel, reservado especialmente para Shelly, e como era sábado, eles tinham uma mesa no terraço e um jantar com pratos deliciosos para compartilhar.

Após o jantar e vários drinques, elas desceram até o salão de jogos para se aventurar na roleta e em outras mesas.

Carol estava assistindo aos jogos em uma mesa de roleta. Sem entender muito bem o que estava acontecendo, colocou suas fichas em um único número, o 4, e observou a pequena bolinha de aço parar no número 4. A sorte do principiante, a sedução do ganho fácil.

Quando o crupiê começou a empurrar grandes pilhas de fichas em direção a Carol, ela deu um gritinho e abraçou Donna com força, enquanto as outras duas garotas as abraçavam em grupo.

Carol apostou duas fichas de 20 no jogo e ganhou 1500. As garotas resolveram parar enquanto ainda estavam ganhando e foram para um bar menor, com menos jovens irritantes.

Para as garotas foram martinis de café expresso, por conta da Carol.

Elas tomaram uma segunda rodada de martinis, mas o efeito já havia passado e a noite começava a se arrastar. Donna contou como um dia estava conversando online com um cara legal, também nudista e ela descreveu as alegrias do prazer mútuo.

Ela passou a detalhar as sutilezas de bons amigos simplesmente conversado e masturbando enquanto conversavam.

As outras três, cheias de bravatas por causa dos martinis em abundância, concordaram em voltara os quartos e ver o que acontecia a seguir.

As quatro entraram no elevador, todas um pouco quietas, mas Donna estava sorrindo e começou a se livrar de sua “calcinha de vovó” no elevador. As outras riam enquanto ela fazia isso e ela disse: “Graças a Deus, elas estavam me sufocando”. Shelly tirou o sutiã e deixou seus seios fartos à mostra. Carol e Jane conseguiram permanecer totalmente vestidas pelo menos até chegarem ao quarto.

Todas entraram pela mesma porta do quarto de Donna e Shelly. Ao entrarem, tiraram as roupas, toalhas foram colocados nas poltronas dispostas em um semicírculo, todas tinham taças de vinho gelado nas mãos e vestiam os roupões leves fornecido pelo serviço.

Elas se sentaram e as coisas começaram de forma discreta. Donna deixou seu vestido cair, assim como Shelly; as outras duas estavam sentadas, com as pernas cruzadas, os roupões entre as pernas e aberto o suficiente para mostrar um pouco do decote.

Todas se acomodaram e começaram a relaxar, mas a questão era: quem iria iniciar algo mais do que uma conversa?

Shelly se remexia no sofá enquanto Donna contava sobre o vídeo cuckold que tinha assistido. Shelly começou a apertar o mamilo enquanto Donna falava, e soltou um miado baixo ao sentir um formigamento com o toque.

Donna começou a contar com mais detalhes sua história, e Shelly abriu as pernas e começou a se masturbar. Jane e Carol, já não tão tímidas, também massageavam suas xoxotas por cima dos roupões. Donna sorriu enquanto massageava os próprios mamilos e seguia com sua história cada vez mais detalhada e gostando do efeito que causava nas outras garotas

Donna abriu as pernas e começou a se masturbar enquanto falava, observando atentamente as outras e surpresa com a maneira como todas faziam aquilo.

Carol começou a gemer mais alto, ela havia aberto o roupão e as pernas, uma mão esfregava rapidamente o clitóris, a outra apertava o mamilo, suas costas se arquearam ela explodiu internamente, seu corpo tremendo e se contorcendo, ela ejaculou, e o líquido foi abundante, as outras observavam, todas ainda se masturbando, Shelly se aproximou dela e a beijou apaixonadamente.

Ver as duas se beijando levou Jane ao clímax, fazendo-a se contorcer e tremer, com alguns jatos e um rubor vermelho muito forte nas bochechas.

Donna estava sentada, sorrindo para si mesma enquanto tudo acontecia. Ela estava tão perto do seu próprio gozo, mas queria ser a última a chegar lá, e estava surpresa com o quão à vontade se sentia fazendo aquilo na frente das outras meninas. Aquele pequeno vídeo havia mudado sua perspectiva e a aberto para um novo prazer que ela nunca havia considerado antes.

Shelly estava de pé na frente de Carol e Jane, acariciando fervorosamente sua buceta tentando chegar ao seu gozo. Jane se levantou, caminhou até ela e começou a apertar seus seios, depois de chupar seus mamilos. Os joelhos de Shelly fraquejaram quando ela gozou, um monstruoso orgasmo múltiplo. Ela gritou, ejaculou e soltou um pum – ela estava fora do controle – caindo de joelhos ainda acariciando vigorosamente sua buceta molhada, onda após onda de prazer a atingiu antes que ela finalmente desabasse na própria poça que ela havia feiro no chão.

Jane e Carol ajudaram Shelley a se levantar e se sentar de volta no sofá, depois se sentaram também e começaram a massagear suavemente suas bucetas, Shelly ainda estava ofegante, mas recuperando os sentidos, enquanto as três olhavam para Donna, que ainda não havia gozado.

Os mamilos de Donna estavam duros como pedra e extremamente sensíveis, seu clitóris doía e sua buceta pulsava; o menor toque a excitava. Jane e Carol se aproximaram dela e começaram a chupar seus mamilos enquanto Donna esfregava o clitóris inchado e gemia alto, começando a tremer. Shelly se juntou a elas, beijando Donna apaixonadamente na boca.

Então, sem que ninguém pedisse, ninguém esperava por aquilo, Shelly desceu e começou a chupar o clitóris de Donna!

Donna tentou afastá-la, mais por vergonha, já que aquilo nunca tinha acontecido antes, nenhuma das garotas jamais haviam se envolvido em sexo lésbico, E Donna estava preocupada que talvez pudesse afogar Shelly se gozasse com ela lhe chupando.

Mas Shelly era persistente e forte, e em pouco tempo, sob o prazer implacável da estimulação de suas três amigas mais queridas, Donna começou a vibrar, gemer, gritar, tremer sacudir-se e finalmente explodir.

O gozo foi enorme, quase doloroso, sua mente ficou em branco, seu corpo enrijeceu e o jato de líquido abundante, atingiu o rosto de Shelly, entrando em seus olhos, boca e até mesmo no nariz.

O orgasmo de Donna foi intenso e durou vários minutos; o branco de sua mente foi se enchendo de estrelas e sua cabeça girava, A cada movimento de seus quadris para frente, um pequeno jato jorrava de sua buceta. Quando finalmente acabou, ela estava sozinha, com as outras garotas afastada olhando para ela com admiração. Shelly ainda estava com o rosto molhando, escorrendo e espalhando-se pelo seus seios fartos enquanto ela gemia baixinho.

Donna estava deitada, meios sentada, meio para fora do sofá, com um sorriso tímido no rosto enquanto olhava para suas queridas amigas. Ela se ajeitou para se sentar e disse timidamente: “Isso foi um pouco mais do que eu esperava.”

As outras garotas ajudaram Donna a se levantar, suas pernas ainda estavam tropegas e ela não conseguia fazer isso sozinha, e um carinhosos abraço coletivo aconteceu, todas se esfregaram em Shelly compartilhando o líquido da buceta de Donna. Depois, todas tomaram banho, se beijaram para dar boa noite e foram para cama.

O domingo amanheceu e quatro mulheres de idade entre 30 e 4o anos, de diferentes origens sociais estavam deitadas em camas de hotel, absortas em pensamentos e refletindo sobre as consequências dos acontecimentos da noite anterior.

Nenhuma das quatro eram bissexuais, ou se quer tinham inclinações por pessoas do mesmo sexo, mas as memórias permaneceriam com elas para sempre e suas vidas haviam mudado completamente.

Ao relembrar a noite anterior, Donna se acariciava enquanto estava deitada de lado, de frente para a janela, na esperança de que Shelly não percebesse. Um movimento atrás dela a fez parar, com a percepção de que Shelly estava se aconchegando atrás dela.

Ela sentiu o calor do corpo de Shelly e depois a sensação da pele dela contra a sua. Shelly pressionou com força contras as costas de Donna, que sentiu seu mamilos duros lhe perfurando. Em seguida sentiu os pelos de sua buceta fazendo cócegas em sua bunda. Shelly passou os braços em volta de Donna e começou a massagear seus seios com delicadeza. Nenhuma das duas resistiu ao toque e permaneceram ali por vários minutos em um abraço languido e carinhoso.

O momento entre as duas foi interrompido pela entrada de Carol e Jane, com xicaras de café fumegante nas mãos, roupões abertos, se sentaram de frente para elas, fazendo comentários e dando instruções de como seriam as coisas entre elas

Donna e Shelly se beijaram apaixonadamente e jogaram o lençol de lado, deitando-se de costas, comas mãos em suas xoxotas. As quatro riram e Shelly pediu um café na cama enquanto se masturbava.

Carol preparava os cafés deixados na mesa pelo serviço de quarto, enquanto Jane, Donna e Shelly “conversavam”. Quando as quatro estava juntas no quarto, discutiram como prosseguir com aquela pequena “transgressão” e decidiram manter tudo em segredo, sem comentar com ninguém.

Tinham em mente algumas garotas que poderiam se juntar mais tarde aquele recente clube lésbico mais tarde, mas por enquanto seria apenas elas. O tempo passou rápido e todas tomaram banho, arrumaram as malas e foram fazer o check-out. Como viajariam em carros separados, se abraçaram e se beijaram no estacionamento e seguiram seus caminhos.

Foto 1 do Conto erotico: A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA

Foto 2 do Conto erotico: A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A PROPOSTA INDECENTE DE DONNA

Codigo do conto:
254801

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
16/02/2026

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