Uma mãe viciada em porra - Parte 6

Fui pro banheiro lavar o olho (não era a primeira vez que tomava porra no olho), tentando enxaguar o melhor possível… mesmo sabendo que a vermelhidão ia ficar visível por umas horas ainda.

Balancei a cabeça pra mim mesma: que vacilo de amador.

No jantar, sentada à mesa com o Tiago e o Pedro, eu não conseguia parar de olhar pro meu filho. Ele tava nervoso pra caralho, suando frio. Pra ajudar (ou piorar), enfiei o pé por baixo da mesa e comecei a esfregar a virilha dele devagar.

Mas… eu queria aquela rola de novo. Queria muito.

O Tiago até perguntou:

- O que aconteceu com seu olho?

Eu já tinha a mentira pronta:

- Suco de limão, acredita? - respondi, enquanto meu pé subia e descia na rola dele por baixo da mesa. Já tava adorando a conveniência de ter um macho jovem ali pertinho, com as bolas cheias de porra, e o tesão doentio de fazer uma putaria tão proibida quanto incesto… ou provocar a rola do meu filho com o marido sentado do lado, sem fazer a menor ideia.

Eu era uma esposa ruim? Sim, claro!

Mas uma mamãe vadia viciada em porra? Caralho, sim!

Depois do jantar, quando o Tiago e o Pedro foram pra sala assistir TV, gritei da cozinha:

- Pedro, vem aqui me ajudar uns minutinhos?

Ele apareceu na porta e eu pedi:

- Vem aqui do outro lado da bancada.

Ele veio. Caí de joelhos na hora e sussurrei:

- Não ganhei sobremesa nenhuma.

- Mãe, o pai tá ali do lado! - protestou ele, chocado, enquanto eu já tirava a rola dele pra fora da calça.

- Ele nunca sai da poltrona quando tá vendo o MasterChef - respondi, masturbando devagar a rola que já tava meia-bomba.

- Acho que sim… - murmurou ele, olhando pra baixo pra mim, preocupado.

Enfiei a rola na boca e chupei devagar, adorando sentir ela crescer, endurecer na minha língua, pulsar quente.

- Ai, caralho… - gemeu baixinho o Pedro, claramente apavorado de ser pego.

Em quinze segundos ela já tava dura que nem pedra. Aí comecei a mamar com fome, querendo minha sobremesa, querendo a porra dele… sabendo que o tempo era curto. O cronômetro do programa tava correndo!

Babei bastante, usando saliva extra pra lubrificar tudo - técnica que aprendi com anos de experiência e que sempre acelerava a gozada do cara. Essa mamada não era pra ser demorada e luxuosa; era pra extrair uma gozada rápida e gostosa… que, vamos ser sinceros, era 99% das mamadas que eu dava. Porra era meu vício, o que eu mais queria. No meu caso não era sobre a jornada, era sobre o destino. Rápido, rápido, delícia!

O Pedro gemeu baixinho:

- Puta merda, mamãe… nunca senti nada igual. Você é tipo um aspirador de porra!

Ele era virgem e eu era a primeira boqueteira dele… mas já tinha recebido elogios de um monte de macho que já tinha experimentado várias putas mamadeiras, e sempre me chamavam de melhor… porque eu era mesmo.

Continuei mamando forte enquanto o pai dele gritou da sala:

- Pedro, traz uma Coca gelada quando voltar?

- Tá bom! - respondeu ele, voz falhando de leve.

Eu joguei uma indireta safada:

- Só preciso que ele me ajude com a sobremesa.

- O que tem de sobremesa? - perguntou o Tiago, preguiçoso demais pra levantar e ver.

- Torta de creme - respondi (tinha mesmo uma na geladeira), enquanto masturbava a rola do meu filho pra colher um creme caseiro fresquinho.

- Traz um pedaço pra mim também, vai - pediu ele.

- Claro - concordei, antes de acelerar mão e boca pra fazer o Pedro gozar logo.

- Aaaah, sim… - gemeu baixinho meu filho. - Tá vindo sua sobremesa, mamãe.

Mamei com fúria e logo senti os jatos quentes explodindo na minha boca, escorrendo pela garganta, aquecendo a barriga.

Peguei até a última gota daquela porra quente e caseira antes de deixar a rola escapar da boca. Levantei sorrindo:

- Delícia.

Virei pra geladeira, peguei a torta de verdade, enquanto ele guardava a rola grossa de volta na calça.

- Pega uma Coca pro seu pai - mandei, vida normal de novo.

- Tá - concordou ele, ajeitando o pau dentro da calça já fechada.

Enquanto ele ia pra geladeira também, completei:

- Pode ser que eu precise de um lanchinho antes de dormir.

Ele respondeu:

- Bom, eu sempre tenho uma carga de boa noite na manga.

- Mmmmmm… - ronronei. - Meu filhinho, acho que tô no céu, e você não vai mais precisar da mão.

Ele se beliscou.

- Mamãe-putinha… acho que você é o meu céu.

- Ah, pretendo te levar pro céu umas quantas vezes por dia - prometi… a ideia de ter um dispensador de porra morando comigo era um sonho realizado… ou melhor, um sonho gozado.

Perguntei:

- Quer um pedaço de torta?

Me surpreendendo, ele olhou pra baixo, pro meio das minhas pernas escondidas pela saia, e disse:

- Posso ter um pedaço de torta caseira?

- Seu moleque safado - provoquei. A ideia de ter um comedor de buceta particular em casa de repente ficou tentadora pra caralho, especialmente depois de como ele tinha se saído bem mais cedo… um que eu podia treinar até ficar perfeito.

- É o mínimo que eu posso fazer - disse ele, mostrando uma confiança sexy depois de três mamadas na vida inteira.

- A gente vê - respondi, mesmo sabendo que muito em breve eu ia curtir um 69 gostoso com meu filhinho querido.


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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Uma mãe viciada em porra - Parte 6

Codigo do conto:
254637

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/02/2026

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