Uma mãe viciada em porra - Parte 7

Uma hora e meia depois eu já tava louca por mais porra de novo. Não tinha jeito: ter um macho jovem morando em casa, com as bolas sempre cheias de porra fresca, me deixava tarada e faminta pra caralho. Quando era realmente necessário eu conseguia ficar sem, mas desde que o caminhão de entrega tinha estacionado na porta da minha casa à tarde, eu tava obcecada!

Ele tava no quarto estudando e eu mandei uma mensagem da sala: “Garagem em 5 minutos!”

Ele respondeu na hora: “Cê tem vaga pra estacionar meu Cadillac?”

Quase respondi que tinha três vagas quentinhas pra ele, mas me segurei. Chupar a rola do filho era uma coisa… tirar a virgindade dele era outro nível. Embora a imagem daquela marreta grossa socando dentro de mim já estivesse martelando na minha cabeça. Respondi: “Você tem vaga permanente aquecida reservada sempre que quiser estacionar o Cadillac e dar uma lavadinha.”

Ele mandou de volta: “Vou estacionar agora!!!”

Ri sozinha e falei pro Tiago:

- Amor, vou dar uma voltinha lá fora.

- Ah, tá bom - ele respondeu, nem olhando direito, grudado na TV assistindo um daqueles episódios repetidos de CSI… nunca sei qual é qual. Claro que eu nem me preocupei que ele ia querer ir junto; ele só saía da poltrona pra mijar ou pegar comida (quando eu não levava pra ele… pra mijar ele se virava sozinho).

Balancei a cabeça pensando como ia ser fácil chupar a rola do filho dele com o marido tão previsível em casa… e, em vez de culpa, senti gratidão. Finalmente tinha um macho em casa que entendia meus desejos e minha natureza submissa.

Fui rápido ao banheiro fazer xixi antes de ir pegar minha quarta carga do dia daquela rola grande e dura do meu filho.

Ele já tava lá, encostado no canto oposto da porta, pra dar tempo de se ajeitar caso - por algum milagre matemático - o Tiago levantasse da poltrona e entrasse na garagem.

Cheguei perto e perguntei:

- Por que sua limusine de luxo não tá curtindo a brisa da noite?

Ele riu, baixou o moletom fácil de acessar e mostrou que tinha ido sem cueca.

Sorri, tentando manter a metáfora safada:

- Vejo que você resolveu abrir o teto conversível.

- Quê? - perguntou ele.

Balancei a cabeça pensando que comparar sem cueca com carro conversível era uma metáfora bem ruim mesmo.

- Nada não. Vamos estacionar esse Corvette num lugar quentinho.

Caí de joelhos na hora. Ele gemeu:

- Sempre me achei mais tipo Lamborghini.

Gemi com a rola grossa na boca enquanto mamava com fome de novo.

- Isso, chupa minha rola - gemeu ele, colocando as mãos na minha cabeça depois de umas subidas e descidas.

Queria deixar claro que minha boca era dele pra usar como quisesse. Tirei a rola da boca e falei:

- Pode meter com vontade, filhinho… minha boca é sua pra usar do jeito que quiser.

- Bom saber - disse ele, enfiando de volta na boca aberta e começando exatamente isso.

Ele socava pra dentro e pra fora devagar no começo, me transformando num buraco pro prazer dele.

Normalmente eu gostava de controlar a mamada. Gostava de adorar a rola como ela merecia: banhar de tesão, me curvar no altar, provocar devagar até sair gosma grossa de glória.

Mas outras vezes eu só queria ser fodida na cara: ser usada como buraco, como depósito de porra… e essa era uma dessas vezes. Passei as mãos em volta da bunda dele e puxei pra mim, sinal claro de que não precisava ser gentil.

Graças a Deus, como o macho que ele tava virando - ou já era - , ele pegou o recado e começou a foder minha boca mais rápido… ainda sem enfiar os vinte e três centímetros inteiros na garganta.

Como eu queria ser fodida, queria as bolas batendo no queixo… saliva escorrendo da boca… ser usada com força tipo uma puta barata ou estrela pornô.

Depois de mais um minuto ou dois de socadas rápidas, seis ou sete centímetros indo e vindo, tirei a rola e pedi educadinha:

- Filho, será que você pode ser um bom filhinho e… - aí rosnei pra ele: - foder a boca da sua mamãe com força até suas bolas baterem no meu queixo e você descarregar um monte de porra na barriga da mamãe?

- Vou te fazer engasgar - ele preocupou, olhando pra baixo, um fio de baba ligando a cabeça da rola aos meus lábios.

- Não se preocupa, meu menino crescido… a mamãe aguenta toda essa rola grossa - garanti confiante, peguei na bunda dele, avancei e num único movimento engoli os vinte e três centímetros inteiros, nariz enterrado nos pelos pubianos, olhei pra cima pros olhos dele e pisquei. Se pudesse, teria sorrido…

- Puta merda, você aguenta mesmo - gemeu ele, mãos voltando pra minha cabeça e começando a socar com força do jeito que eu gosto… bolas finalmente batendo no queixo, nariz afundando na virilha.

Gemi alto com a brutalidade aumentando meu tesão, e uma onda de molhadela escorreu pra calcinha.

- Vou depositar um monte de cargas dentro de você, mamãe - declarou ele, enquanto socava minha boca capaz com aquela rola enorme sem dó.

Gemi de novo na rola, aquela declaração me deixando louca de tesão… depois de meses arriscando meu casamento com dezenas de estranhos nos glory holes… agora eu tinha acesso a uma rola só que valia por seis caras de meia-idade.

- Aaaah, tô quase - gemeu ele, continuando as socadas rápidas e brutas com a vara rígida.

Foquei na porra que tava vindo pelo cano e segundos depois ela explodiu: jatos grossos batendo no fundo da garganta e escorrendo direto pro estômago.

- Isso, engole tudo, meu deposito de porra - grunhiu ele, enquanto me enchia. Era meu terceiro copo de gozadas engolidas no dia (quatro cargas no total, mas uma tinha espirrado na cara).

Claro que engoli tudinho antes dele soltar minha cabeça e tirar. Olhei pra cima lambendo a vara:

- Espero que tenha falado sério.

- Sério sobre o quê? - perguntou, respiração ainda pesada.

- Sobre depositar um monte de cargas na mamãe - esclareci.

- Isso é uma promessa que eu cumpro - assentiu.

- Ótimo.

- Posso dar duas antes de ir pra escola - gabou-se com uma risadinha.

- Outra promessa que espero que você cumpra - ronronei, voltando a colocar a rola na boca e limpando com carinho.

Ele gemeu:

- A pergunta é se você aguenta meu ritmo.

- Desafio aceito - sorri, citando aquela série que a gente via junto.


Voltamos pra dentro e, claro, o Tiago não tinha saído um centímetro do local onde estava.

??????????

Se você leu e gostou, por favor, vote no conto e deixe um comentário sobre o que você gostou, isso me incentiva a escrever melhor.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


254637 - Uma mãe viciada em porra - Parte 6 - Categoria: Incesto - Votos: 6
254630 - Uma mãe viciada em porra - Parte 5 - Categoria: Incesto - Votos: 6
254575 - Uma mãe viciada em porra - Parte 4 - Categoria: Incesto - Votos: 7
254444 - Uma mãe viciada em porra - Parte 2 - Categoria: Incesto - Votos: 8
254432 - Uma mãe viciada em porra - Parte 3 - Categoria: Incesto - Votos: 6
254292 - Uma mãe viciada em porra - Parte 1 - Categoria: Incesto - Votos: 8
254289 - Carnaval em Família Dia 1 - Categoria: Incesto - Votos: 1
243545 - A mãe da minha amiga - Episódio 2: Tensão no ar - Categoria: Lésbicas - Votos: 4
243427 - A mãe da minha amiga - Episódio 1: O Primeiro Olhar - Categoria: Lésbicas - Votos: 5
240207 - Desejo Bandido pela Mãe do Meu Amigo - Categoria: Confissão - Votos: 11
240102 - Um Jogo Proibido Parte 3 - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
239656 - A Família Mendes 10: A Armadilha - Categoria: Incesto - Votos: 3
239577 - Um Jogo Proibido Parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 4
239453 - Um Jogo Proibido Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
239359 - A Família Mendes 9: Reviravolta - Categoria: Incesto - Votos: 1
239051 - Uma mãe solitária - Categoria: Masturbação - Votos: 5
238987 - O Diário Pervertido de Liza: Encontro com Gustavo - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
238682 - Uma história de adultério Parte 1 - Categoria: Confissão - Votos: 9
238546 - O dia que virei corna - Categoria: Confissão - Votos: 7
237722 - Meu Irmão, Meu Professor e Eu: Parte 4 - O Fogo - Categoria: Incesto - Votos: 5
237684 - Meu Irmão, Meu Professor e Eu: Parte 3 - O Castigo - Categoria: Incesto - Votos: 6
237650 - Meu Irmão, Meu Professor e Eu: Parte 2 - O Peso da Tentação - Categoria: Incesto - Votos: 3
237649 - Meu Irmão, Meu Professor e Eu: Parte 1 - A Sombra do Medo - Categoria: Incesto - Votos: 4
237626 - A Família Mendes 8: O Fio que Estica - Categoria: Incesto - Votos: 3
237218 - A Família Mendes 7: Regras do jogo - Categoria: Incesto - Votos: 5
237164 - A Família Mendes 6 - Categoria: Incesto - Votos: 5
237155 - A Família Mendes 5 - Categoria: Incesto - Votos: 7
237086 - Minha Namorada, Meu Pai e o Pecado Proibido 1 - Categoria: Incesto - Votos: 2
237080 - A Família Mendes 4 - Categoria: Incesto - Votos: 6
237006 - A Família Mendes 3 - Categoria: Incesto - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil tabooalex
tabooalex

Nome do conto:
Uma mãe viciada em porra - Parte 7

Codigo do conto:
254703

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/02/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0