Uma mãe viciada em porra - Parte 8

Na hora de dormir, depois que o Tiago apagou em três minutos e meio de “fazer amor” (como sempre, rápido e sem graça), saí de fininho do quarto e fui pro do Pedro.

Entrei devagar e perguntei, vendo ele deitado na cama:

- Ainda quer um pedaço daquela torta caseira?

- Tô louco por ela a noite toda - sorriu ele.

- Ótimo, porque ela tá marinando no forno faz horas - respondi, subindo na cama e montando no rosto dele. Puxei o lençol pra trás pra entrar num 69, querendo mais uma carga daquela doçura cremosa na barriga.

A rola dele já tava dura dentro da cueca boxer quando cumprimentei:

- Vejo que você já tá pronto pra dar o lanchinho da mamãe antes de dormir.

Ele agarrou minha bunda e levantou a cabeça pra lamber minha buceta, enquanto eu enfiava a mão pela abertura da cueca - que conveniência do caralho, tem que admitir.

- Aaaah, isso… lambe a bucetinha da mamãe - gemi, masturbando a rola dura e lambendo a cabeça inchada.

- Tão gostoso… - disse ele, a confiança crescendo ao longo do dia.

- Igual isso aqui - concordei, enfiando a rola de volta na boca pela quinta vez naquele dia.

Ele lambia tímido no começo, enquanto eu chupava devagar.

O Tiago já tinha dormido no meio de uma tempestade uma vez, então era quase impossível ele notar que eu tinha saído. Ainda mais impossível era ele acordar e vir me procurar… e impossível de tudo era vir procurar no quarto do filho.

Com tempo do meu lado, deixei o fogo lento crescer nos dois enquanto a gente curtia nosso primeiro 69 de mãe e filho.

O primeiro… torcendo pra ser de muitos.

- Achata a língua e usa ela inteira pra abrir os lábios da buceta molhada da mamãe, filhinho - gemi.

- Sim, mãe - concordou ele, começando a pintar minha buceta com a língua como se fosse pincel mágico.

- É mamãe - corrigi, achando o termo ainda mais tesudo.

- Sim, mamãe - corrigiu ele entre lambidas.

- Aaaaah, isso, filho… - gemi, minha buceta pegando fogo o dia inteiro desde que chupei a rola dele pela primeira vez… o único gozo que tive com a língua dele só tinha aumentado a fome.

Subia e descia na rola dele, adorando a grossura… o comprimento… e essa posição desafiadora.

A língua dele lambia sem rumo certo, claramente sem saber direito o que fazer, mas de algum jeito funcionava… minha buceta tarada em chamas.

- Isso, meu bem… lambe a buceta da mamãe - gemi, antes de acelerar a mamada na rola dura.

- Ai, caralho… - gemeu ele, enquanto eu mamava feito uma vadia tarada por porra… que era exatamente o que eu era… louca por pau e porra praticamente o dia inteiro acordada.

Por uns dois minutos ele lambeu e eu chupei.

Os dois gemendo enquanto os orgasmos cresciam.

- Tô gozando… - avisou ele, enquanto eu devorava a rola inteira.

Queria dizer “eu também”, meu gozo subindo rápido pra caralho, mas queria sentir a porra dele ricocheteando no fundo da garganta e descendo de novo. Continuei mamando sem falar nada até ele grunhir e eu sentir a delícia de mais uma carga quente enchendo minha boca.

- Isso, mamãe… - gemeu ele, enquanto eu engolia cada gota daquela porra doce.

Continuei chupando até extrair tudo, deixando a barriga quentinha, antes de sentar no rosto dele e rebolar com força.

Tão tarada, tão excitada depois de um dia inteiro de incesto safado, rebolei mesmo na cara do meu filho, desesperada pra gozar.

Senti a língua dele entrando e saindo da buceta, o nariz roçando no clitóris enquanto eu usava ele pro meu prazer. Gemi:

- Aaaah, sim… a mamãe tá quase… tão perto… isso, lambe a mamãe, lambe a mamãe, sim, sim, simmm!

Gritei mais alto do que devia quando o gozo mais forte em anos explodiu em mim, tipo pinball batendo loucamente em todos os lados.

Desabei pra frente e, pra minha surpresa e prazer do caralho, o Pedro se inclinou e continuou lambendo, comendo minha gozada igual eu tinha comido a dele.

Depois de uns minutos, quando o gozo finalmente acalmou, rolei pra fora dele e falei:

- Caralho, você é um chupador nato de buceta , filhinho.

- Quando quiser - ofereceu ele.

- Vou cobrar essa promessa - avisei, saindo da cama e quase caindo quando a perna esquerda fraquejou… parte por causa do joelho zoado, parte pelo espasmo pós-gozo.

- Espero que meu despertador matinal seja seus lábios envolvendo minha rola - disse ele.

- É mesmo? - perguntei, surpresa de novo com a confiança crescente dele.

- Acho que você vai ser meu alarme pessoal de agora em diante - assentiu. - Vai ser bom você começar o dia com um shake de proteína no café da manhã.

- E as outras refeições do dia? - perguntei.

Ele riu:

- Você é realmente insaciável.

- Tem gente viciada em cigarro, em droga, em café… eu sou viciada em porra… porra gostosa, gosmenta, salgadinha - dei de ombros.

- Bom, tô aqui pra manter seu vício abastecido - disse ele.

- Ótimo- sorri.

- - Você é minha mamãe-puta e só minha. Ficou claro?

O tom firme dele me fez melar um pouco mais. Eu queria um macho que soubesse quem eu era de verdade. Que entendesse minha submissão natural, minha vontade de agradar. Que soubesse o que queria e pegasse quando e onde quisesse.

Assenti:

- Sim, filho. A mamãe é sua puta.

- Ótimo. Agora espero uma mamada longa e relaxante de manhã - instruiu.

- Sim, filho - assenti, mesmo sem saber ainda como ia fazer isso com o Tiago saindo cedo de casa.

Ele se aproximou e me beijou com uma paixão que o Tiago não me dava mais. Outra onda de molhadela escorreu da buceta enquanto eu derretia no toque dele.

Quando ele parou o beijo, eu teria beijado pra sempre… mas ele disse:

- Agora vai pra cama, minha mamãe chupadora de rola.

Sabia que não devia falar, mas tava tão embriagada com as palavras fortes e as atitudes dele que, ao pegar na maçaneta, acrescentei:

- Joga certo e você pode virar fodedor de mamãe também.

Antes que ele pudesse responder ao meu convite bem claro, saí do quarto.

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Ficha do conto

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tabooalex

Nome do conto:
Uma mãe viciada em porra - Parte 8

Codigo do conto:
254771

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
16/02/2026

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