Eu amo a sensação de uma rola crescendo na boca.
O poder!
A sensação de sentir ela mudar de estado ali dentro, mole virando dura, pulsando, inchando na minha língua.
É uma das coisas mais foda de chupar pau, minha favorita, só perdendo pro momento exato que a porra que eu desejo explode e enche tudo.
Além do Tiago, nunca tinha acordado ninguém com uma mamada matinal, então isso era excitante pra caralho. Ouvir ele se mexendo, soltando gemidinhos baixos, era uma adrenalina louca enquanto eu imaginava como tava mudando o sonho dele.
Em segundos a rola já tava dura na minha boca. Continuei subindo e descendo devagar enquanto os gemidos mais suaves escapavam dos lábios dele.
Depois de uns minutos, em vez de gemidos sem sentido, ele começou a falar:
- Isso, mãe… engole minha rola. Seja minha puta, quero encher seus buracos com minha porra.
Meus olhos arregalaram.
Ele ainda tava sonhando?
Ou tava me dando o recado de propósito, deixando claro que queria me foder? E não só foder… queria os três buracos.
Eu não levava pau no cu desde a faculdade. Na época que namorava o Tiago, ele achava nojento quando eu sugeria… diferente de uns namorados antigos mais dominantes ou tarados que adoravam arrombar meu cu e gozar lá dentro.
Eu gostava pra caralho de levar no cu… me entregar completamente pra um macho, pra uma rola, era a submissão total… o oposto de chupar pau, onde eu mandava.
Enquanto continuava mamando, ele gemeu:
- Isso, toma tudo, minha mamãe-putitinha.
Achei que ele tava acordado e minha buceta melou na hora com o “mamãe-putitinha”. Acelerei a mamada.
- Isso, toma tudo, mamãe-putitinha. Mostra que merece minha porra - gemeu ele.
Mamei com fúria, querendo mesmo mostrar que merecia aquela gozada e queria um café da manhã cremoso caseiro.
- Não para, vadia faminta por porra - ordenou ele, e agora dava pra ver que tava acordado mesmo, porque agarrou minha cabeça e enfiou a rola até o talo, me segurando lá embaixo.
Enquanto ele me mantinha assim, percebi que era impossível obedecer a ordem de “não parar”. Foquei em respirar pelo nariz, sentindo os vinte e três centímetros inteiros na garganta.
Fazia anos que não me usavam assim… claro que eu levava face fuck nos glory holes, mas a parede impedia esse tipo de dominação bruta. Eu amava ser usada na faculdade, amava ser dominada, e finalmente, depois de quase duas décadas negada, talvez eu tivesse encontrado um macho dominante pra me usar… bem aqui em casa.
Ele soltou e eu voltei a mamar na hora, enquanto ele gemia:
- Agora me faz gozar, mãe.
Tirei a rola da boca e pedi, olhando pra cima:
- Eu não sou sua mamãe-puta?
- Você quer ser? - perguntou, a confiança de segundos atrás sumindo.
- Vinte e quatro por sete - sorri, enfiando a rola de volta na boca e mamando com fúria, querendo mostrar minha perícia oral e minha vontade de ser uma mamãe-vadia faminta por porra.
- Isso, mãe… chupa minha rola grande, seja minha mamãe-vadia, engole minha gozada - balbuciou ele, claramente menos confiante acordado do que no sonho, cada frase soando meio forçada.
Continuei mamando e segundos depois veio o café da manhã. Engoli a carga inteira, sentindo ela explodir na boca, escorrer pela garganta e aquecer a barriga.
- Desculpa, mãe - disse o Pedro, voltando pro jeitinho tímido de sempre.
- Meu bem, não pede desculpa - sorri, masturbando devagar a rola dele. - Eu adoro esse lado agressivo seu.
- Adora? - perguntou ele, com cara de menino inocente adorável.
- A mamãe gosta de ser tratada como vadia - admiti.
- Gosta mesmo? - perguntou de novo, confuso pra caralho.
Assenti:
- Mamãe-putinha gosta mesmo. - Aí perguntei: - Você fantasia mesmo com a mamãe como sua puta de três buracos?
- Sim - sussurrou ele, parecendo envergonhado de admitir.
- Pedro - falei baixinho, subindo pra perto dele, olhos nos olhos, perguntando sincera e safada: - Você quer que a mamãe seja sua mamãe-puta?
- Quero - tremia ele.
Eu tava quase subindo em cima da rola dele e cavalgando ali mesmo, mas a realidade bateu quando alguém bateu na porta.
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