Na praia de nudismo

O sol já caía pesado sobre a areia quando chegamos àquela praia de nudismo, um lugar que o Lucas insistiu em conhecer depois de ver uns vídeos na internet. Eu, sinceramente, não fazia ideia do que esperar—só sabia que o biquíni que tinha levado ia ficar guardado na mochila. A primeira vez que tirei a roupa na frente de estranhos, senti o rosto queimar como se alguém tivesse jogado álcool na pele, mas depois de uns minutos, até que foi estranhamente... libertador. O vento quente acariciava minha pele nua, os grãos de areia grudando levemente na minha bunda enquanto eu me sentava no cadeira de praia que o Lucas tinha armado. Ele, é claro, já estava à vontade, deitado de barriga para cima, o pau meio mole balançando de um lado pro outro enquanto ele ajustava o boné.

Foi aí que o Ailton apareceu.

Ele veio vindo pela beira da água, os pés afundando levemente na areia molhada, o corpo ainda firme apesar dos sessenta anos bem vividos. A barriga não era tão lisa quanto a do Lucas, mas os ombros largos e os braços marcados por veias grossas davam uma impressão de força que não combinava com a idade. O cabelo branco, curto, brilhava sob o sol, e o bigode bem cuidado emoldurava um sorriso que parecia sincero demais para ser de um estranho. Ele carregava uma garrafa de água e um livro de capa desgastada debaixo do braço.

— Primeira vez aqui? — perguntou, parando a uns dois metros de nós, os olhos passeando pelo meu corpo sem pressa, sem vergonha. Não era um olhar lascivo, não exatamente. Era mais... avaliativo. Como se estivesse decidindo se eu valia a pena.

O Lucas se levantou num pulo, esticando a mão antes que eu pudesse responder. — Primeiríssima. Eu sou o Lucas, e essa é a Pietra.

Ailton apertou a mão dele, depois fez um gesto com a cabeça na minha direção, os olhos brilhando com algo que não era só curiosidade. — Pietra. Nome bonito. Combina com você.

Eu cruzei os braços sobre os peitos, sentindo os mamilos endurecerem não pelo vento, mas pela maneira como aqueles olhos cinzentos me mediam. Não era tímida—já tinha ficado pelada na frente de meio mundo na faculdade de arte—, mas havia alguma coisa naqueles olhos que fazia meu estômago revirar. Como se ele já soubesse coisas sobre mim que eu mesma ainda não tinha descoberto.

— Vocês tão precisando de uma cerveja — anunciou Ailton, como se fosse a coisa mais natural do mundo. — Tenho umas geladas no meu barracão. Se quiserem, é só passar lá.

O Lucas, é claro, topou na hora. Eu, menos convencida, só balancei a cabeça, observando enquanto o Ailton se afastava, a bunda ainda firme se mexendo de um jeito que não era de velho nenhum. O sol refletia na pele bronzeada dele, e por um segundo, eu me peguei imaginando como seria passar os dedos por aquelas costas largas, sentir a textura da pele mais grossa, mais vivida que a minha.

— Que cara maneiro — comentou o Lucas, se jogando de volta na cadeira. — Aposto que ele tem umas histórias pra contar.

Eu não respondi. Só observei o jeito como o pau dele, antes mole, agora começava a se mexer, como se só de conversar com o Ailton já tivesse excitado ele. Não era a primeira vez que eu via o Lucas ficar duro por causa de outro homem—ele tinha uns vídeos guardados no celular que eu já tinha flagrado por acidente—, mas era a primeira vez que eu sentia... algo parelho.

A chuva começou de repente, grossa e quente, como se o céu tivesse decidido desabar sobre a gente de uma vez. O vento uivava, arrancando a toalha debaixo da gente e jogando areia nos nossos corpos nus. O Lucas gritou algo, mas a voz se perdeu no barulho, e antes que eu pudesse reagir, a barraca voou, levada pelo vento como um guardanapo de papel.

— Porra! — O Lucas correu atrás dela, mas era inútil. A chuva caía tão forte que em segundos estávamos os dois encharcados, a areia virando lama debaixo dos nossos pés.

Foi quando o Ailton apareceu de novo, dessa vez com uma toalha grande estendida sobre a cabeça como um guarda-chuva improvisado. — Vamos, antes que isso vire um furacão — berrou, acenando pra gente seguir ele.

Não tivemos escolha. Corremos atrás dele, os pés escorregando na areia molhada, a chuva batendo nas costas nuas com uma força que quase doía. A casa do Ailton ficava uns cem metros pra dentro da mata, uma construção simples de madeira, com uma varanda larga e redes penduradas. Dentro, o cheiro de cerveja gelada e madeira úmida misturava-se com algo mais... masculino. Suor, sal, um toque de colônia barata.

— Sentem-se — disse Ailton, jogando a toalha molhada num canto e pegando três cervejas na geladeira. — Não é um hotel cinco estrelas, mas abrigados a gente tá.

O Lucas já tinha se jogado no sofá de couro gastado, as pernas abertas sem cerimônia, o pau ainda balançando mole entre as coxas. Eu me sentei num puff baixo, cruzando as pernas, tentando não pensar no quanto minha buceta estava úmida—e não era só por causa da chuva.

Ailton sentou numa cadeira de balanço, os olhos fixos em mim enquanto abria a cerveja com um estalo seco. — Então, Pietra. O que uma garota nova como você tá fazendo num lugar desses com um cara como o Lucas?

A pergunta foi direta, quase agressiva, mas o tom era leve, como se ele estivesse só fazendo conversa. O Lucas riu, tomando um gole longo da cerveja. — Ela é artista. Adora coisa diferente.

Eu senti o rosto esquentar de novo. Não era bem assim—eu pintava, sim, mas não era artista no sentido que o Lucas queria fazer parecer. E não vinha ao caso agora. O que vinha ao caso era o jeito como o Ailton me olhava, como se estivesse descascando minhas camadas uma a uma só com o poder daqueles olhos cinzentos.

— Arte, hein? — Ele tomou um gole, lambendo os lábios depois, devagar. — Gosto de arte. Principalmente a que dá pra tocar.

O Lucas não percebeu a insinuação. Ou fingiu não perceber. Mas eu percebi. E algo dentro de mim—algo quente e molhado—aperto forte.

— Você é casado, Ailton? — perguntei, sem saber bem por que aquela era a coisa que tinha saído da minha boca.

Ele riu, um som grosso e rouco, como areia sendo esmagada debaixo dos pés. — Já fui. Duas vezes. Agora, prefiro aproveitar a vida sem amarras.

O Lucas já estava na segunda cerveja, os olhos vidrados, a fala um pouco arrastada. — Cara, você é o meu ídolo. Viver solto, sem compromisso... deve ser foda.

Ailton sorriu, mas os olhos não saíram de mim. — Tem suas vantagens.

Eu tomei um gole da minha cerveja, sentindo o líquido gelado descer pela garganta enquanto o calor entre as minhas pernas só aumentava. O Lucas já estava bêbado o suficiente para começar a bocejar, a cabeça caindo pra trás no sofá.

— Acho que vou tirar um cochilo — murmurou, os olhos se fechando antes que ele terminasse a frase.

Ficamos em silêncio por um tempo, só o barulho da chuva batendo no telhado de zinco e a respiração pesada do Lucas enchendo o espaço. Ailton não tirava os olhos de mim. E eu não conseguia tirar os meus dele.

— Ele dorme rápido — comentou Ailton, baixinho, como se não quisesse acordar o Lucas.

— Sempre dorme — respondi, a voz saindo mais grossa do que eu queria. — Principalmente depois de beber.

Ailton se levantou, devagar, como um predador se aproximando da presa. Veio até onde eu estava sentada, ajoelhou-se na minha frente, as mãos grandes descansando nos meus joelhos. A pele dele era áspera, quente. Eu deveria ter me afastado. deveria ter dito alguma coisa. Mas não fiz nada.

— Você é muito bonita, Pietra — disse, a voz baixa, quase um rosnado. — Muito nova. Muito... apertada.

Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ele podia ouvir. As coxas se apertaram sozinhas, como se isso fosse esconder o quanto eu já estava molhada, o quanto eu já estava pronta.

— O Lucas não vai gostar — menti, mas até eu ouvi a falta de convicção na minha voz.

Ailton sorriu, um sorriso que não chegava aos olhos. Os dedos dele deslizaram pela minha coxa, subindo devagar, como se estivesse testando os limites. — Ele tá dormindo. E mesmo se acordasse... — Os olhos dele foram até o calção do Lucas, onde uma protuberância começava a se formar, mesmo com ele dormindo. — Acho que ele ia gostar sim.

Eu deveria ter parado ali. deveria ter empurrado a mão dele. Mas quando os dedos dele roçaram minha buceta, sentindo o quanto eu já estava encharcada, o único som que saiu da minha boca foi um gemido baixo, quase um choro.

— Isso — murmurou Ailton, a voz grossa de desejo. — Deixa o papai te mostrar como é que se faz.

E antes que eu pudesse protestar—antes que eu quisesse protestar—, ele já estava me levantando, me jogando sobre a mesa de madeira que ficava no canto da sala. A superfície fria contra as minhas costas nuas me fez arfar, mas não tanto quanto a sensação dos lábios dele descendo pelo meu pescoço, mordendo a pele sensível perto da clavícula.

— Você cheira a mar — sussurrou, a boca quente contra o meu peito. — E a coisa boa.

As mãos dele eram por todo lugar de uma vez—apertando meus peitos, beliscando meus mamilos até doer, descendo até a minha buceta, onde dois dedos grossos se enfiaram dentro de mim sem cerimônia. Eu gemi alto, as costas arqueando, as unhas arranhando a madeira da mesa.

— Caralho, tão apertada — rosnou, os dedos se movendo dentro de mim com uma precisão que me fazia ver estrelas. — Não deve ter muito cara te comendo direitinho, hein?

Eu não consegui responder. Não com palavras. Só consegui gemer de novo quando ele adicionou um terceiro dedo, esticando minha buceta de um jeito que doía, mas doía bom. Doía do jeito que eu não sabia que existia até aquele momento.

— O Lucas não sabe o que tá perdendo — continuou, a voz um rosnado contra a minha orelha enquanto a outra mão deslizava pra trás, um dedo úmido roçando meu cuzinho apertado. — Mas eu vou te mostrar.

E então ele estava em pé, o pau grosso e veioso saindo da calça de banho, a cabeça roxa e brilhante de tão excitado. Eu nunca tinha visto um pau de verdade tão de perto—o do Lucas era fino, quase adolescente. Esse aqui era de homem. De homem de verdade.

— Chupa — comandou, segurou minha cabeça com uma mão enquanto a outra guia o pau até a minha boca.

Eu obedeci. Não tinha escolha. Não queria escolha. A primeira lambida foi hesitante, a língua sentindo o gosto salgado da pele dele, a textura das veias pulsando debaixo dos meus lábios. Mas quando ele empurrou minha cabeça pra baixo, forçando a cabeça do pau pra dentro da minha garganta, eu engasguei, os olhos ardendo, a buceta pingando de tão excitada que eu estava.

— Isso, gostosa — grunhiu, os quadris começando a se mover, foder minha boca com uma força que me fazia babar. — Chupa esse pau como uma boa vadia.

Eu não era vadia. Ou pelo menos, não achava que fosse. Mas naquele momento, com o pau dele batendo no fundo da minha garganta, as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, eu queria ser. Queria ser qualquer coisa que ele quisesse que eu fosse.

Quando ele me puxou pra cima, me jogando de bruços na mesa de novo, eu não resisti. Não quando senti a cabeça do pau dele roçando minha buceta de cima pra baixo, espalhando a minha própria umidade pela minha pele.

— Você vai gozar pra mim, Pietra — disse, a voz um rosnado animal. — Vai gozar nesse pau velho até não aguentar mais.

E então ele empurrou. Não devagar. Não com cuidado. Ele simplesmente entrou, rasgando minha buceta apertada com uma força que me fez gritar. Não doía. Não exatamente. Era... muito. Era demais. Ele era grosso demais, comprido demais, e eu estava tão molhada que cada vez que ele batia fundo, eu sentia o som molhado da minha buceta sendo esmagada contra a mesa.

— Caralho, tão boa — grunhiu, as mãos segurando meus quadris com uma força que ia deixar marcas. — Tão apertada que parece que vou quebrar você.

Eu não conseguia formar palavras. Só conseguia gemer, os dedos se cravaram na madeira, as costas arqueando a cada investida dele. Cada vez que ele batia fundo, eu sentia o pau dele esbarrar em algum lugar dentro de mim que fazia meu corpo todo tremer. E quando uma das mãos dele deslizou pra trás, um dedo se enfiando no meu cuzinho junto com o ritmo das estocadas, eu não aguentava mais.

— Vou gozar — avisei, ou tentei avisar, mas saiu só um choramingo desesperado.

— Gozar o quê? — exigiu, a voz um trunfo. — Fala pra mim, vadia.

— Vou gozar no seu pau — gritei, as palavras saindo sem filtro, sem vergonha. — Vou gozar pra você, seu safado.

E então eu gozei. Não foi um orgasmo. Foi uma explosão. O corpo todo tremendo, a buceta se contraindo em volta do pau dele com uma força que quase me deixou sem ar. Eu senti o calor do esperma dele jorrando dentro de mim, enchendo minha buceta de uma maneira que eu nunca tinha sentido antes, e isso só fez o orgasmo durar mais, mais intenso, até que eu não conseguia mais distinguir onde eu terminava e ele começava.

Quando ele finalmente saiu de dentro de mim, eu estava mole, tremendo, a buceta latejando e vazando o esperma dele pela minha coxa. Ailton se afastou, o pau ainda duro, brilhando com a mistura da minha buceta e do gozo dele, e foi até a geladeira pegar outra cerveja, como se aquilo tudo não fosse nada demais.

Só então eu lembrei do Lucas.

Ele ainda estava dormindo no sofá, a respiração pesada, o calção esticado por uma ereção que não tinha como esconder. Ailton seguiu meu olhar e riu, baixo.

— Parece que alguém gostou do show — comentou, tomando um gole da cerveja. — Mesmo dormindo.

Eu deveria ter sentido vergonha. Culpa. Alguma coisa. Mas tudo que eu senti foi... satisfação. Um calor profundo no peito, uma sensação de ter sido usada da maneira certa. E quando Ailton se virou pra mim, o pau ainda duro, os olhos brilhando com promessas que eu sabia que ele ia cumprir, eu soube que aquilo não ia ser a última vez.

Nem de longe.

Foto 1 do Conto erotico: Na praia de nudismo

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Ficha do conto

Foto Perfil pietra18
pietra18

Nome do conto:
Na praia de nudismo

Codigo do conto:
260314

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/04/2026

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Quant.de Fotos:
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