KELLYNHA NINFETINHA: NOSSA SOBRINHA VIROU NOSSA PUTINHA



Boa noite meus amores.

Hoje resolvi compartilhar uma história real que recebi de uma seguidora no instagram, a Tabata. Vou mudar os nomes dos outros envolvidos por sigilo, mas tudo o que aconteceu foi exatamente assim: excitante, proibido e incestoso pra caralho.

Meu nome é Tabata, tenho 33 anos, sou morena baixinha com 1,50m, bunduda e peitos naturais que Deus me deu. Sou casada com Iran há 1 ano e noiva a 10 anos. Nos conhecemos na faculdade e nos apaixonamos à primeira vista. Ele, com seus 34 anos, é na mesma vibe que eu. Gostamos de sair, curtir com os amigos, ir em festas, mas sempre juntos.

Tenho um irmão mais velho, o Ricardo, que é casado com a Vanessa. Juntos eles têm a Kelliyha, minha sobrinha. A Kelliyha praticamente cresceu dentro da nossa casa. Meu irmão e minha cunhada viviam viajando e trabalhando demais, então ela ficava bastante com a gente. Viramos grandes amigas. Eu era tipo a tia mais nova, aquela que conversava sobre tudo, que ajudava com os estudos, com as roupas, com as primeiras paqueras. Ela me contava segredos que nem contava pros pais. Vi ela crescer praticamente...até tomávamos banho juntas.

Quando fez 18 anos, a Kelliyha foi morar fora pra fazer intercâmbio de um ano. Sentimos muita falta dela. Agora, com 19 anos recém-completados, ela estava voltando pro Brasil justo no verão. Decidimos passar um feriado prolongado em Riviera, no apartamento que alugamos. Eu e o Iran resolvemos sair na quinta-feira cedo pra abrir o apartamento, arrumar tudo, fazer compras e deixar o lugar gostoso. O resto da família — meu irmão, a cunhada e mais alguns — só chegaria no sábado de manhã.
— Amor, vamos passar no aeroporto primeiro pra buscar a Kelliyha — falei pro Iran enquanto terminava de arrumar a mala. — Ela chega às 11h. Depois descemos juntos pra Riviera.
Iran concordou.
— Perfeito. Vai ser bom ter um tempinho só nós dois antes da bagunça da família chegar. Assim a Kellynha ajuda a gente também.

Chegamos no aeroporto pontualmente. Quando a Kellynha apareceu no desembarque, quase não acreditei no quanto ela tinha mudado. Estava linda, com aquelas pernas bonitas e lisas que chamavam atenção, e peitos médios que marcavam o tecido da blusa justa. O cabelo castanho caía solto pelos ombros, e o sorriso dela quando nos viu foi aquele mesmo de sempre, mas agora com um corpo de mulher sendo feita.

No carro, descendo a serra pra Riviera, fomos conversando tranquilamente. Kellynha contou tudo do intercâmbio: as festas, as amizades, as saudades de casa. Eu e Iran ríamos, fazendo piadas, e o clima estava leve e gostoso. Ela sentou no banco de trás, mas se inclinava pra frente o tempo todo pra falar com a gente, e eu via pelo retrovisor como o olhar dela brilhava de empolgação.

Chegamos no apartamento no começo da tarde. Começamos a arrumar tudo. Kellynha ajudava animada, dançando pela casa enquanto colocava música no celular.
— Vamos pra praia depois? — sugeri.
— Bora! — respondeu Kellynha, empolgada. — Tô louca pra sentir o mar de novo.

Quando ela saiu do quarto vestida meu coração deu um salto. Biquíni pequeno, que mal segurava aqueles peitos médios firmes, e uma saída de praia transparente que deixava as pernas grossas e a bunda empinada bem à mostra. Ela estava uma delícia. Perigosa.

Percebi Iran dando umas olhadas. Não foi descarado, mas eu conheço meu marido. O olhar dele desceu pelas coxas dela quando ela se abaixou pra pegar o protetor solar, demorando na curva da bunda. Senti um ciúme quente subindo no peito, uma mistura estranha de irritação e algo mais... excitante. Mas não falei nada. Só sorri e fingi que estava tudo normal.

Chegamos na praia, e logo já estávamos abrindo as primeiras longnecks de cerveja gelada. O sol estava forte, o mar calmo, e tinha um grupinho mais pra frente tocando violão e cantando músicas boas. A gente foi bebendo, rindo, cantando junto. Kellynha estava solta, alegre, dançando sentada na canga, mexendo o corpo no ritmo.

Iran abriu mais uma cerveja e me passou, mas eu vi o olhar dele novamente. Dessa vez ele estava olhando pra ela enquanto ela ria alto de uma piada.
Senti o ciúme apertar mais forte dentro de mim.... A imagem deles dois ali, tão próximos, tão proibidos, começou a mexer com a minha cabeça de um jeito que eu não esperava e criar algo que nunca senti na vida. Era errado, era minha sobrinha.

O sol já estava baixando e nós três estávamos bem alterados. As longnecks tinham descido fácil demais, misturadas com o calor, o mar e aquela tensão estranha no ar. Kellynha ria de qualquer coisa. Iran também estava solto, a voz mais grossa, o sorriso safado aparecendo toda hora.
— Vamos embora, gente? Tô cheia de areia nessa bunda — falei, me levantando e sentindo o mundo girar um pouquinho.
— Bora tia — respondeu Kellynha, já pegando a canga. — Preciso tirar essa areia toda antes de subir pro apê.

Chegamos no prédio e fomos direto pro chuveiro coletivo da entrada, aquele aberto que todo mundo usa pra tirar o sal e a areia. O lugar estava vazio. Iran estava com aquela sunga branca, molhada do mar, que marcava tudo. O pau dele, mesmo em repouso, fazia um volume bem visível de lado. Notei Kellynha olhando de canto de olho mais de uma vez.
— Entra logo, tá gelada! — gritei, abrindo a ducha.

Nós três entramos debaixo da água fria ao mesmo tempo. O choque da água gelada fez a gente rir alto, colando os corpos sem querer. Kellynha ficou atrás de mim, e senti os peitos dela, encostando direto nas minhas costas. Os bicos dela estavam duros por causa da água fria, roçando minha pele toda vez que ela se mexia. De vez em quando ela passava o braço na cintura do Iran, “sem querer”, rindo igual uma doida.
— Ai, tio, me segura senão eu caio! — disse ela com o corpo molhado colado no dele por um segundo.

Iran soltou uma risada rouca, mas eu vi o pau dele reagindo. A sunga branca molhada deixou tudo ainda mais evidente: o cacete dele já estava meia-bomba, o contorno grosso e a cabeça inchada marcando o tecido fino. Meu peito disparou. Senti meus próprios mamilos ficarem bicudos, duros pra caralho de tesão, empinando o biquíni. Disfarcei passando a mão nos cabelos, mas por dentro eu estava pegando fogo.
— Porra, tá gelada mesmo essa água... — murmurou Iran, mas o olhar dele estava descendo pelo corpo da sobrinha, demorando na bundinha empinada dela, que o biquíni fio-dental mal cobria.

O que começou como uma ducha inocente pra tirar a areia estava virando algo muito mais proibido... e eu não queria que parasse até descobrir o que ia acontecer. Mas era errado....muito errado. O chuveiro coletivo terminou com a gente rindo alto e roçando uns nos outros mais do que o necessário. Subimos pro apartamento tremendo de frio Assim que entramos, eu falei:
— Amor, tô congelando. Vou tomar um banho quente rapidinho pra tirar esse gelo do corpo.
Kellynha, com o biquíni ainda molhado colado na pele, sorriu e disse logo:
— Eu vou com você, tia. Aproveito pra tomar também e já nos trocamos pra sair jantar. Tô toda suja de areia ainda.

Iran, pegando uma cerveja gelada da geladeira, deu aquele sorrisinho já alegre de cerveja:
— Pode ir, amor. Eu fico aqui na cama tomando uma gelada e esperando vocês saírem pra eu tomar o meu banho. Não demorem muito não...

Fomos pro banheiro do quarto principal. Assim que fechei a porta, o clima mudou. Tirei o biquíni devagar, deixando os peitos pularem livres. Kellynha fez o mesmo. Ficamos nuas uma na frente da outra.
— Caralho, tia... você tá tão gostosa — disse ela, olhando sem vergonha pros meus peitos — Sempre te achei linda, mas agora... porra.

Eu sorri, corada de tesão e álcool:
— Olha só pra você, Kellynha... virou uma mulherzinha gostosa. Essas pernas, essa bundinha empinada, esses peitinhos firmes... tá uma delícia, minha sobrinha.

Ela deu um passo à frente e, sem pedir, passou as mãos nos meus peitos, apertando de leve. Os polegares roçaram meus mamilos duros e eu soltei um gemidinho involuntário. Minha buceta respondeu na hora: fiquei melada, meladinha pra caralho. O tesão e a cerveja tiraram qualquer vergonha que ainda restava. Minha mão desceu automaticamente pela barriga dela até chegar na bucetinha lisinha, inchada e quente. Passei os dedos devagar pela fenda, sentindo ela molhada também.Ao invés de reclamar, Kellynha gemeu baixinho, empinando o quadril contra minha mão.
— Tia... continua... eu quero ser a ninfetinha de vocês... sua e do tio Iran. Quero tudo.

Ela se inclinou e começou a chupar meus peitos com fome, lambendo os bicos, sugando forte enquanto eu enfiava um dedo devagar na bucetinha apertada dela. Nossas bocas se encontraram num beijo molhado com desejo proibido. Beijamos como duas putas safadas, esfregando os corpos molhados uma na outra. Saímos do boxe enroladas só em toalhas finas que mal cobriam os peitos e bundas. Quando chegamos no quarto, Iran estava deitado na cama king size só de sunga e celular na mão. Não falamos nada.
Eu me deitei do lado esquerdo, Kellynha do direito. Começamos a nos beijar bem na frente dele. Depois puxamos ele pro beijo triplo. Nossas mãos desceram juntas. Puxamos a sunga dele pra baixo e o pauzão grosso pulou pra fora, latejando com veias saltadas, cabeça inchada e roxa. Iran arregalou os olhos:
— Caralho... vocês duas... isso é loucura...

Mas quando Kellynha e eu descemos beijando o peito dele, descendo pela barriga até chegarmos no pau, ele soltou um gemido rouco e se entregou. Nós duas nos beijamos com a cabeça do pau dele no meio de nossas bocas, lambendo junto, chupando as laterais, uma chupando a cabeça enquanto a outra lambia as bolas. Iran agarrou nossos cabelos, respirando pesado.

Kellynha subiu primeiro, sentou na cara do tio, abrindo as pernas e esfregando a bucetinha melada na boca dele. Iran segurou a bundinha dela e começou a chupar com vontade, língua enfiando fundo, sugando os beiços da buceta dela enquanto ela rebolava gemendo:
— Ai tio... chupa a bucetinha da sua sobrinha... issooo...

Enquanto isso, eu sentei no pauzão dele devagar, sentindo cada centímetro me abrindo. Comecei a cavalgar gostoso, subindo e descendo, enquanto me inclinava pra frente pra beijar a boca da Kellynha. Nossas línguas se encontravam enquanto eu quicava no cacete do meu marido e ele comia a buceta da sobrinha.

Invertemos depois. Kellynha sentou no pau do tio, descendo até o talo com um gemido alto, rebolando safada. Eu fiquei de quatro na cara dele, sentando minha buceta molhada na boca do Iran. Ele me chupava com fome enquanto eu e Kellynha nos beijávamos e apertávamos os peitos uma da outra.
— Porra... que bucetinha apertada da minha sobrinha... tá me apertando gostoso pra caralho!

Kellynha gemia descontrolada, empinando mais a bunda:
— Me fode, tio! Me arromba! Sou sua putinha incestuosa... fode sua sobrinha bem gostoso!

Depois colocamos Kellynha de pernas bem abertas no meio da cama. Eu e Iran descemos juntos: eu chupando o clitóris dela, ele enfiando a língua na entradinha apertada e lambendo o cu ao mesmo tempo.
— Olha essa bucetinha exposta... vamos devorar ela, amor — falei.

Lambemos juntos, gemendo, até ela tremer inteira e gozar forte nas nossas bocas, jorrando um leitinho doce que lambemos tudo.
— Lambe mais, tia! Chupa meu grelo... ai, vou gozar na boca de vocês!

Ela gozou jorrando, tremendo:
— Tô gozando... caralho... bebam meu leitinho, tia e tio!

Iran virou ela de quatro:
— Agora vou te comer de verdade, sua ninfetinha. Empina essa bundinha pra o tio.

Iran não aguentou mais. Virou Kellynha de quatro, segurou aquela bundinha empinada e meteu fundo na bucetinha da sobrinha. Começou a comer com força, socadas pesadas, batendo na bundinha dela enquanto ela gemia alto:
— Me fode, tio... me fode gostoso... sou sua putinha...

Eu ficava ao lado, beijando ela, chupando os peitinhos dela. Iran meteu mais uns minutos, gemendo, até não aguentar. Puxou o pau pra fora e gozou na hora jorrando muito porra quente — primeiro no peito e na boca da Kellynha, depois no meu, enquanto nós duas abríamos a boca pra pegar cada gota de leite quente e grossa dele, lambendo e nos beijando ao mesmo tempo.

Ficamos os três cansados, suados, melados de porra e tesão, sabendo que aquele feriado em Riviera tinha acabado de virar algo muito mais proibido e viciante em familia.

Tiramos varias fotos proibidas para guardarmos de recordação.

Foto 1 do Conto erotico: KELLYNHA NINFETINHA: NOSSA SOBRINHA VIROU NOSSA PUTINHA

Foto 2 do Conto erotico: KELLYNHA NINFETINHA: NOSSA SOBRINHA VIROU NOSSA PUTINHA

Foto 3 do Conto erotico: KELLYNHA NINFETINHA: NOSSA SOBRINHA VIROU NOSSA PUTINHA

Foto 4 do Conto erotico: KELLYNHA NINFETINHA: NOSSA SOBRINHA VIROU NOSSA PUTINHA

Foto 5 do Conto erotico: KELLYNHA NINFETINHA: NOSSA SOBRINHA VIROU NOSSA PUTINHA


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Ficha do conto

Foto Perfil tammyinacio
tammyinacio

Nome do conto:
KELLYNHA NINFETINHA: NOSSA SOBRINHA VIROU NOSSA PUTINHA

Codigo do conto:
264550

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
15/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
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