Fiquei louco e ansioso para que o dia amanhecesse logo.
Finalmente o dia raiou e lá estava eu, indo para a casa da Jake. Mandei uma mensagem dizendo que estava a alguns quarteirões de lá.
— "Que bom, meu amor! Entre e tranque o portão com o cadeado. Estou te esperando no meu quarto!"
Cheguei e fiz o combinado. Fui entrando devagar e, já da garagem, dava para sentir o perfume dela. Que delícia! Vi a porta do quarto fechada. Quando abri, veio a surpresa: ela estava deitada na cama usando um conjunto vermelho, meias 3/4, cinta-liga e aquela carinha de safada. Que tesão de menina!
Ela se levantou e me deu um beijo de língua daqueles bem molhados e apaixonados.
— "Ai, Carlos, como você está cheiroso! Amo o seu cheiro..." — disse ela, já desabotoando minha camisa, beijando meu pescoço e descendo a mão em direção ao meu pau, que já latejava. — "Tenho uma surpresa para você hoje, Carlos. Espero que goste."
Pediu para eu me deitar na cama e fechar os olhos. Usou uma fita fina para me vendar e sussurrou no meu ouvido:
— "Agora relaxa, meu amor, e curta o seu dia."
Ela subiu em cima de mim, imobilizou minhas mãos para cima e foi beijando meu pescoço, minha boca e meus mamilos — tudo sem pressa. Lambia meu corpo todo, me deixando cada vez mais com tesão. Quando chegou ao meu pau, senti que ela despejou algo líquido nele e, logo em seguida, veio a sua boca. Aquilo me levou às nuvens! Que boca deliciosa... Chupava sem pressa, fazendo uma pressão que parecia até que eu estava fodendo a sua xoxotinha. Quando eu não estava mais aguentando, prestes a gozar, ela parou e disse:
— "Calma, que não está na hora ainda."
Veio e sentou com a bucetinha na minha boca. Passava devagar e dizia:
— "Chupa sem pressa, amor, pois temos quase o dia todo."
Dava para sentir o mel dela na minha boca. Chupei bastante, até que ela se virou e sentou no meu pau de costas para mim. Eu via a pepeca dela engolindo meu pau inteiro enquanto eu acariciava o seu cuzinho bem gostoso. Aquilo me dava um tesão danado.
Logo ela virou de frente e sentou novamente, dessa vez quicando, me segurando pelo cabelo, beijando minha boca e chupando meu pescoço.
Estava na hora de tomar as rédeas do negócio. Coloquei-a de lado, segurando uma de suas pernas erguidas e metendo na pepeca dela. Eu gosto de ficar olhando e, nessa hora, ela me perguntou:
— "Você gosta bastante de ficar olhando, né?"
— "Gosto sim, por quê?"
— "Tive uma ideia, Carlos. Espera aí um pouco."
Ela saiu do quarto e logo voltou com uma câmera fotográfica digital nas mãos:
— "Vamos filmar a nossa transa para a gente ver juntos?"
Como eu era casado, recusei a ideia na hora e expliquei o motivo. Mas ela logo me convenceu, dizendo que, assim que víssemos o vídeo juntos, nós o apagaríamos. Posicionou a câmera em cima da cômoda e voltamos à putaria.
Fiquei em pé e a coloquei de quatro para mamar. Ela mamava me olhando com aquela cara de safada, tentava engolir inteiro, babava no pau todinho e depois voltava limpando. Em seguida, peguei-a pelo cabelo e fui metendo na bucetinha apertada. Ela gemia e rebolava no meu pau. Não aguentei e dei um tapa na bunda dela; ela, com cara de tesão, pediu para bater mais forte.
Que tesão ver aquela mulher toda entregue de quatro na minha frente! Metia forte e ela gemia alto. Virei-a de frente e metia fundo na xoxotinha enquanto beijava sua boca. Nessa posição ela gozava fácil e não demorou para avisar que iria gozar. Logo senti a pepeca dela apertando meu pau com as contrações.
Tirei o pau da bucetinha dela, segurei-a pelo cabelo e enchi a boca e o rostinho dela de leitinho. A gulosinha engoliu tudinho e limpou meu pau inteiro, sem desperdiçar nada.
Demos uma pausa para o café que ela tinha preparado para mim e, enquanto comíamos, assistíamos ao vídeo que tínhamos acabado de fazer. Que delícia!
Nesse dia, trepamos e filmamos em vários lugares da casa: no quintal dos fundos, no corredor lateral e até na garagem, com gente passando pela rua, o que deixava o tesão ainda maior.
Para finalizar, filmamos no sofá da sala, comendo o cuzinho dela. Eu adorava ver a carinha dela de sofrimento para aguentar minha pica todinha atolada no seu rabinho. Gostava de ver porque ela gemia muito e às vezes até chorava de tesão, o que me deixava louco.
Depois, vimos juntos tudo o que tínhamos filmado e, claro, apagamos tudo. Eu não queria nenhuma prova contra a minha pessoa!
