Era uma segunda-feira de manhã. Passei na casa da minha mãe para vê-la e tomar um café. Quando estava indo embora, vi a vizinha varrendo a calçada: Rosana, uma morena cavala, coxas grossas, cintura fina, rosto bonito, recém-separada do marido. Percebi que ela deu uma secada em mim sem disfarçar; fiquei encarando-a também e segui com o meu trabalho. Fiquei com aquilo na cabeça. Afinal, que delícia de mulher! Se fosse o que eu estava pensando, não poderia perder a oportunidade de ter aquela mulher nos meus braços. Nessa semana, passei todos os dias na casa da minha mãe com a intenção de vê-la novamente, mas sem sucesso. Depois descobri que ela era enfermeira e trabalhava em horários diferentes. Resolvi ser mais ousado e deixei um bilhete na caixa de correio dela com um recado e o meu número de telefone. No dia seguinte, recebi uma mensagem dela: — Oi, Carlos, aqui é a Rosana. Que ousado da sua parte deixar esse bilhete aqui, hein! — Peço desculpas, mas foi a única forma que encontrei de conseguir falar com você — respondi. — Pois é! Quem pegou esse bilhete foi o cara do salão de baixo e entregou na minha mão. Pensou se fosse meu ex-marido? Mas, enfim, gostei da sua atitude. Me diga, o que você quer? Conversamos e ela foi se soltando. Ficamos nos falando por cerca de dez dias. O assunto foi ficando mais íntimo a cada dia, até que marcamos de ir ao motel. O combinado foi encontrá-la em uma praça no bairro ao lado: ela deixaria o carro lá e seguiríamos no meu. Às 10:00 da manhã no local combinado, ela encostou o carro atrás do meu, veio até mim e fomos para o motel. Conversamos bastante até começarmos a nos beijar. Rosana era uma mulher experiente, vivida — e eu já conhecia a sua fama. Era 20 anos mais velha que eu, porém muito bem-cuidada, nem aparentava a idade. Seu beijo era muito gostoso, fazia tudo sem pressa. Pela primeira vez na vida, era a mulher quem direcionava a transa. Me beijou muito, chupou meu corpo todinho, sentou em mim sem penetração e me provocou bastante, até sentar no meu pau gostoso e começar uma cavalgada lenta e cheia de malícia. Sabia o que fazia e sabia provocar. Parou de cavalgar e sentou no meu rosto com a pepeca toda babada. Chupei gostoso, mas ela sempre interrompia e começava algo diferente. Chupava de uma forma que parecia que eu iria gozar todos os meus órgãos internos. Que boca era aquela! Ficou de quatro e pediu para eu meter na sua boceta com força e bater na sua bunda, chamando-a de puta e vagabunda. Nesse momento, me senti em casa, pois adoro uma safadeza sem limites. Soquei com força na sua bucetinha e tome-lhe tapa na raba. Essa mulher gozou aos gritos; nunca vi na minha vida uma mulher tão escandalosa na cama como ela. Gozou e já veio me chupar, pedindo para foder a sua boca sem dó. Fodi a boca dela como se estivesse fodendo sua buceta, até encher sua boca de leite. Ela continuou me chupando até o meu pau ficar duro novamente — algo que nunca tinha acontecido comigo. Assim que ficou duro, ela sentou por cima e começou a cavalgar de novo. Essa gostava de apanhar, então me pediu para bater na sua cara, sempre a chamando de puta e vadia. Metia e batia nessa mulher. Falei que queria comer seu cu e ela não se fez de rogada. Ficou de quatro, encheu o cuzinho de gel e pediu para meter forte. Que delícia meter no cu dessa vadia! Fiquei metendo no cu dela por um bom tempo, pois havia acabado de gozar e nem tinha esperado para começar o segundo tempo. Fomos para o chuveiro e lá eu alternava entre comer seu cu e comer sua xoxota. Terminamos essa segunda foda na cama, enchendo a boca dela de porra novamente. Ela adorava tomar leitada na cara e na boca, e engolia tudinho sem desperdiçar nada. E pense numa mulher que gosta de mamar uma pica! Logo estava mamando de novo e sentando gostoso, onde terminei, desta vez, gozando dentro do seu cuzinho bem gostoso. Ficamos juntos até as 14:00. Foi só sair do motel que ela já caiu de boca na minha pica de novo e foi mamando até chegar ao seu carro. Saí com ela no dia seguinte novamente, mas desta vez na casa dela. Essa foi com a emoção e o coração a mil, pois o ex-marido dela tem uma serralheria ao lado da casa, mas isso não me impediu de fodê-la bem gostoso e encher a boca dela de leitinho novamente. Nos beijamos e nos despedimos, com a promessa de nos vermos mais vezes. Infelizmente não conseguimos mais nos encontrar: logo comecei a namorar a minha esposa e não tive mais contato com a Rosana.
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