Como contei anteriormente, vi minha Mãe se tornar amante de meu Primo, depois virar a Puta Oficial do Pastor e seus Obreiros, agora ela virou minha professora sexual. Depois do banho, almoçamos, fui para meu quarto, acabei tirando um sono, quando acordei com minha Mãe me chamando, saí do quarto, ela estava sentada no sofá, quando me viu disse: "Aula de hoje, é como chupar uma buceta, vem cá meu filho." Minha Mãe estava sentada, com as pernas abertas, apenas uma camisa larga de meu Pai vestindo, se posicionou mais na beira do sofá, abriu mais as pernas, pude ver bem, seus pentelho, era uma mistura, quase ruivos, por ela ser bem branquinha, era um pouco de loiros e castanhos, dando um tom avermelhado, ela abriu a buceta com dois dedos, vi seus lábios internos, bem rosados, com partes um pouco avermelhados, depois acabei descobrindo, que ainda estava meio assadinha, das rolas dos irmãos da igreja. Mãe: "Vai ficar olhando Guri? Ajoelha aqui!" Apontando para o chão, em frente a ela. Mandou eu esfregar meu rosto nos pentelhos dela, mostrou o clitoris, disse que ali era sensível, porém era para beijar, passar a língua, chupar e dar leves seguradas com os dentes, sem deixar de chupar, obedeci e comecei a fazer como ela me dizia e mostrava, senti a buceta dela começar a ficar mais úmida, melada, minha Mãe apertava os seios, gemia, mexia um pouco o quadril, então deitou no sofá, arrancou a camisa e mandou eu ficar na posição de 69 com ela, senti a boca dela engolindo meu pau, sentia pressão na chupada, eu tentei imitar no grelo inchado dela, de depende ela parou, mandou eu meter nela, fomos para um papai-mamãe, ou melhor, filho-mamãe, ela mexia o quadril, mandava eu continuar, até que disse: "Vai filho, come a buceta da puta da tua mãe, come, vai..." Sabia que ela gostava de sexo, mas ainda não tinha ligado o sexo, a ser um verdadeiro filho da puta. Aquilo me deixou meu sem saber como agir, meio que me desliguei, então ela me chamou de volta a realidade: "Vai Guri, parou porque? Envia esse pau, come minha buceta, não queria aprender? Agora tem tua professora particular. Aumentei o ritmo das estocadas, minha Mãe cravou as unhas nas minhas costas e disse que tava gozando. Mãe: "Filho da Puta, tá me fazendo gozar no teu pau meu filho, chupa meus peitos, chupa!" Falava grunindo entre os dentes. Tentava chupar e manter o ritmo da metida, minha Mãezinha já suando, sorrindo e gemendo pediu para eu gozar na buceta dela. Apertou um pouco as pernas grossas, senti a buceta dela se fechar um pouco, o atrito aumentou e não demorou muito para gozar dentro da buceta que nasci. Minha Mãe me puxou para me beijar, ficamos nos beijando e meu pau seguia duro, dentro dela. Mãe: "Meu filhinho continua firme, vamos pro quarto." Chegando no quarto, ela ficou de quatro na cama, me olhou por cima do ombro e disse: "Vem meu filho, terminar a aula de hoje." Fui meter na buceta dela de novo, ela me segurou. Mãe: "A aula é chupar buceta! Anda, sem nojinho, chupa minha buceta, quero ela limpinha, sem uma gota da tua porra." Vi a buceta dela, dessa vez mais avermelhada ainda, com um fio de leite querendo escorrer, ela deitou o peito na cama, ficando apenas com bunda levantada, com as mãos abriu mais e ordenou: "Anda Filho, limpa a Mãezinha!" Meti a boca, sugando o canal de onde escorria minha porra e seu mel, passando a língua de baixo para cima, vi o cuzinho cor de rosa dela pulsar, beijei e lambi também, caprichei na faxina, até porque já tinha provado porra, e gostava da viscosidade, também descobri que haviam sabores diferentes, do meu Primo era mais ácida, do Obreiro mais salgadinha, a minha seria fácil beber, até porquê estava misturada com o mel da buceta dela. Minha Mãe deixou o quadril descer, me puxou para um abraço, me deu um beijinho, me olhou nos olhos e disse: "Vou te ensinar tudo meu menino. Adorei cada momento de hoje e vou dizer, me surpreendeu, eu mesmo, não gosto de beber porra, tu me chupou com vontade, não reclamou e bebeu tudo, me deixou limpinha. Gostou do que aprendeu hoje?" Sim Mãe, só me senti estranho quando disse que era puta, me senti o verdadeiro filho da puta. Ela soltou uma gargalhada, me deu um selinho na boca e falou: "Sim meu filho, tu realmente é, mas se alguém falar algo assim prá ti, não dê bola, eles não sabem como é ter uma mãe assim, e como é bom ser uma." Ficamos mais um pouco na cama, depois banho e rotina de casa, até meu Pai chegar do trabalho.
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