De Diaconisa a Puta do Pastor e eu putinho Obreiro.



Como narrei antes, minha mãe era crente, daquelas fervorosas, chegou ao cargo de Diaconisa na congregação que frequentava, sempre firme nos preceitos religiosos, porém acabou se envolvendo com meu primo, e posteriormente sob autorização de meu pai, seguiu tendo relacionamento com ele dentro de nossa casa, porém fora das quatro paredes o casamento seguia normalmente, o que acabou afastando minha mãe de seus afazeres na igreja e posterior abandano de tal.
Certo tempo depois, a esposa do Pastor veio a nossa casa para conversar com minha mãe, ela alegou cansaço, muito trabalho, precisava cuidar mais dos filhos e do marido, que estava perdendo o lar, a esposa do Pastor fez uma oração e disse que iria falar com o marido para interceder por ela e por nossa família.
Passados mais alguns dias, chega o Pastor e dois Obreiros com ele a nossa casa, eu estava assistindo tv, minha irmã na escola, meu pai a pouco havia acordado, conversou um pouco com eles, que logo foram embora. Quando minha mãe chegou, meu pai falou para ela da visita do Pastor e sobre o que falaram, logo meu Primo chegou também, minha irmã chegou da escola, a casa estava cheia, jantamos, meu pai foi para o serviço, meu primo e minha mãe foram para o quarto e logo todos estávamos dormindo.
Pela manhã, minha mãe não saiu com meu primo logo cedo, foi comigo até a escola e depois disse que iria resolver alguns problemas, que chegaria mais tarde a noite, que eu avisasse minha irmã.
Cheguei da escola, minha irmã se preparando para ir para a dela, meu pai dormindo, a tarde transcorreu normalmente, porém a noite chegou e minha mãe ainda não havia voltado para casa.
Minha irmã cuidou da janta para meu Pai, o primo estava de plantão na PM e o Pai foi trabalhar.
Já estava na cama, qua do ouvi minha mãe chega dia, ouvi que havia mais alguém com ela, conversava baixinho, pude ouvir que haviam duas vozes masculinas, porém não reconheci e voltei a dormir.
No sábado pela manhã, minha mãe disse que teria que ir a Igreja devolver o uniforme de Diaconisa e se desligar de vez da Congregação, minha irmã insistiu que ela me levasse junto, mesmo contrariada minha mãe me levou, chegando a Igreja, ela mandou eu ficar na sala da escolinha dominical, enquanto ela iria falar com o Pastor na sala de reuniões, logo em seguida vi que chegaram mais alguns homens, ouvi as mesmas duas vozes que havia ouvido naquela noite passada, seguiram para sala de reuniões.
Quando chegamos, fomos recebidos pelo Pastor e um outro Irmão, se não me engano era o responsável pelo Louvor da Igreja.
Com esses outros, eram pelo menos cinco homens e apenas minha mãe nessa reunião.
Como saben, as Igrejas Neopentecostais, normalmente as orações são em voz alta, quase aos gritos, porém havia muito silêncio, saí da salinha da escolinha dominical e fui para perto da porta do escritório do Pastor, podia ouvir os gemidos de minha mãe, sons de tapas, e palavras indecifrável no momento, quando cheguei bem próximo a porta, ela se abre, pude ver minha mãe nua, deitada de costas sobre a mesa do Pastor, um dos obreiros segurando suas pernas para o ar, fodendo ela, o Pastor segurando sua cabeça, metendo em sua boca, enquanto outros dois estavam nus próximos a eles.
Minha mãe não era uma deusa, baixinha pouco mais de um metro e meio de altura, loira, pela bem branca, daquelas que qualquer solzinho ou esforço já fica avermelhada, gordinha acinturada, bunda redonda mas nada exagerada, peitos grandes.
O Irmão que abriu a porta, me pegou pelo braço e me carregou de volta para a salada escolinha dominical, estava tenta ajeitar sua roupa, enquanto me dizia que não havia visto nada, que era imaginação da minha cabeça perturbada pelo Capeta. Falei que sabia sim, que já tinha visto e até feito já, me perguntou com quem havia feito, falei que na escola, com meu primo e com o afilhado de meus pais, ele ficou mais calmo e interessado no assunto, perguntou o que havia feito, falei que gostava de chupar o pirulito do meu primo, mais quando ele metia em mim doía um pouco por ser grande e grosso, mas que a mamãe e a mana gostavam mais.
Notei que ele começou a mexer no seu pau, falei que na escola, eu ensinava os meninos só que daí eles chupavam e deixavam eu por neles. Nosso o Irmão fica em pé e põe o pau prá fora e me pergunta, assim tu gosta, fiz sinal com a cabeça que sim, ele disse que eu podia brincar com ele.
Peguei, senti ele quente, estava com cheiro forte, devia ter metido em minha mãe antes, fiquei cheirando, lambendo, depois comecei a chupar, o Irmão gemia, vi que cuspiu na mão, começou a procurar meu reguinho, logo estava enfiando o dedo no meu cuzinho, eu gostava muito disso, então ele me levantou, baixou minha calça, sentou numa das cadeiras, me pegou no colo, me colocando de frente prá ele, como o pai dele tava babado da minha saliva, me abriu bem as pernas e me colocou bem encaixado na cabeça do seu pau, senti minhas preguinhas se abrindo, o pau dele me penetrando, ele me levantava e baixava devagar, cada vez fazendo descer mais, até que senti os pentelhos do Irmão roçando na minha bundinha branca e lisa, minhas pernas estavam suspensas e bambas, eu apenas gemia como dor e tesão, o Irmão aumentou o sobe e desce, até que seus braços cansaram e ele me soltou sobre o colo dele, me pendurei no seu pescoço e eu comecei o movimento de sob e desce, o Irmão disse que meu cuzinho era muito bom de foder, me senti elogiado, então tentei fazer com mais força e rapidez, não demorou muito ele urrou, me puxou para baixo, seu corpo tremeu e ele encheu meu cuzinho com seu leite, gozou forte me manteve preso no seu colo e braços até recuperar o fôlego. Depois levantou me segurando no colo até o pequeno lavabo, nos lavamos e ficamos conversando e ele me pediu segredo e quando eu quisesse poderia ir visitar a Igreja, que ele dava um jeito para gente brincar mais.
Quase uma hora depois, sai minha mãe e dois irmãos, me chama para irmos embora, nos deram carona até em casa, minha mãe era só sorriso, com os irmãos, antes de descer lá em casa, um deles ainda falou, Irmã, semana que o círculo de oração será na minha casa, se a Irmã quiser podemos chamar mais uns Irmãos, ela apenas sorriu e disse: "Oh Glória!"

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Comentários


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engmen Comentou em 18/08/2026

Impressionante devoção ao prazer. Bom conto.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
De Diaconisa a Puta do Pastor e eu putinho Obreiro.

Codigo do conto:
270127

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/08/2026

Quant.de Votos:
3

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