Olá pessoal, tenho relatado acontecimentos do meu passado, busco ser o mais detalhista possível, puxando da memória o máximo, porém vou relatar o que aconteceu agora a pouco...
Como sabem, sou caminhoneiro e concluí minha entrega próximo ao meio dia de sábado, entrei em contato com meu gestor, que disse para aguardar no Posto credenciado, que entraria em contato comigo para informar onde e quando iria carregar.
Me desloquei até o Posto em Magé RJ, a entrega havia sido em Duque de Caxias, abasteci para garantir banho e estacionamento, fiz meu almoço, dei uma limpada na cabine, descansei, passei a tarde de boa, pelas 17h fui tomar meu banho, quando chego no banheiro tem um outro motorista saindo do banho, peladão, dei uma observada rápida, mas nada além disso, fiz um lanche leve e me deitei para dormir perto das 20h, que é o horário limite, que normalmente passam as cargas.
Amanheceu, tomei um chimarrão, após café, almoço, quando de 16h meu gestor informa local e horário da agenda do carregamento, segunda-feira, 14 de setembro de 2026, as 7h da manhã, detalhe, em Itapemirim, no Espírito Santo, cerca de 400Km de onde eu estava, ajeitei meus apetrechos e coloquei o carrão na estrada, peguei um acidente no caminho, trânsito lento, ao passar por Campos dos Goytacazes, mais lentidão, cheguei quase meia noite no cliente.
Seguí direto para o cliente, pois já conhecia o local e a infraestrutura, estacionamento amplo, lugar tranquilo e banheiro limpo.
Fui a portaria informar a placa da carreta e pedi autorização para usar o vestiário, o Vigilante que estava no posto, me informou que o vestiário aquele horário estava fechado, mas eu poderia usar o banheiro dos vigilantes, atrás da guarita, disse que era pequeno, mas estava limpo.
Voltei no caminhão para pegar a mochila e a toalha, quando voltei pedi licença novamente, ele abriu o portão, me indicou o local e segui para tomar meu banho, pensando em cair na cama e descansar.
Abri a porta, a lâmpada acendeu por causa do sensor de movimento, o banheiro era realmente pequeno, a direita uma pia com espelho na parede, ao lado uma mureta separando do vaso sanitário, a esquerda da porta um armário típico de vestiário e o chuveiro no canto a esquerda, quase de frente a porta, não há portas internas, deixei minhas coisas num dos armários que estava aberto e vazio, e entrei no chuveiro, liguei e deixei a água escorrer, quando comecei a me ensaboar, ouvi um click na porta, ela abriu um pouco, deixando uma fresta, porém virada para a pia, segui no banho, corpo todo ensaboado de costas para a porta, quando a porta bate, toquei água no rosto para tirar a espuma, olho para trás, estava um outro Vigilante parado com um copo de café na mão me olhando, ou melhor, secando minha bunda, com a outra mão no pau sob a calça. Ele negro, magro, cabelo curto, já meio grisalho.
Vigilante: "Desculpa aí, não sabia que tinha gente no banho, só vim dar uma mijada."
Falei, fica a vontade, sem problema. Segui me enxaguando, de costas prá ele, ouvi cessar o som da mijada e ele dar a descarga, olhei para trás, ele estava balançando o pai, quase numa punheta, com os olhos vidrados na minha bunda, olhei prá ele com o pau meio bomba na mão, que devia ter uns 18cm, grossinho e uma cabeçona roxa.
Vigilante: "Já tô saindo, não quero te atrapalhar."
Disse que estava tudo bem e comentei, isso aí deve fazer um estrago.
Vigilante: "Só depois que sai, dentro é só prazer." E deu uma risadinha sacana.
Eu: "Olha o Procon, propaganda enganosa é crime." Cheguei mais perto e levei a mão.
Vigilante: "Garanto, se provar, vai ver que não é só propaganda."
Peguei na mão, apertei, sentei no vaso, dei uma lambida naquela cabeçona, olhei prá ele e falei, parece ser boa.
Vigilante: "Se quiser dou uma lavada agora?!"
Eu: "Não precisa, tá com cheiro de Macho, gosto disso."
Ele soltou o cinto e abriu a calça, que caiu aos pés, abaixou a cueca, revelando um saco enorme, pendurado, duas bolas graúdas, cobertas de muito pentelho, esfreguei meu rosto, senti aquele aroma delicioso e abocanhei o cabeção roxo, tentei meter o máximo na boca, o pau dele se tornou bem mais grosso, cheio de veias salientes, uns 4 dedos depois da cabeça, tem uma curvatura para baixo, lambi toda a extensão, cheirei e chupei o saco dele, voltei para a cabeça, comecei a chupar, tentando acostumar minha garganta para socar mais fundo, vi que ele cuspiu na mão, se inclinou e procurou meu cú, apertou minha bunda branca, e socou um dedo grosso e áspero, deu duas a três enviadas, tirou, cuspiu de novo e meteu novamente, dessa vez foi dois ou três dedos, pois senti já me alargando, eu já estava quase com o nariz tocando os pentelhos dele, no boquete babado, meus olhos já lacrimejando, quando ele tira dos dedos e manda: "Levanta, põe o joelho aqui na tampa e se apoia na mureta, vou meter nesse cuzão." Sem antes me dar dois tapas na cara.
Só então vi a dimensão do que eu ia ter que aguentar, passava tranquilamente dos 22cm, a cabeçorra, parecía uma ameixa roxa, redonda e lustrosa, por causa da minha saliva, que havia lubrificado quase todo aquele mastro, preto, torto, grosso e gostoso.
Me apoiei como o Macho mandou, sim, mandou, pois estava completamente entregue e submisso a ele. Deu um tapa forte na minha bunda, que o estampido foi alto, cuspiu de novo na mão e passou no meu cú, já um pouco aberto pelos dedos dele, forçou a entrada, umas 3 vezes, sem sucesso, me deu mais um tapa me xingando: "Abre essa bunda seu puto, vai aguentar um pau de macho de verdade, não adianta tentar fugir."
Segurei o pau dele, encaixei, olhei prá ele por cima do ombro, e disse: "Quem falou que vou fugir? Quero ver se tu dá conta." Forcei a bunda prá trás, senti meu cú se rasgando, não tenho como mentir, doeu e não foi pouco, mas fingi estar aguentando tranquilo, a perna tremeu, me cú se abriu, a dor estava dilacerante, ele me pegou no quadril, a cabeçona foi entrando, meu esfíncter foi vencido, ele gemeu, foi metendo de vagar, senti o pau dele centímetro por centímetro me penetrando, eu com a mão pra trás, segurando a impulsividade dele, o que não houve, foi metendo de vagar, parava um pouco, dava uma gemida e uma risadinha, tirava um pouquinho e aos poucos meteu tudo, senti seus pentelho na minha mão e na minha bunda."
Vigilante: "Assim que eu gosto, puto que aguenta sem reclamar, se reclamasse eu ia maltratar, socar sem dó." Tirou quase a metade, deu outro tapão e falou: "Agora vamos começar a brincadeira, aguenta aí minha puta, cadela!"
Me senti justamente assim, uma cadela no cio, louco para ficar grudado naquela rola monumental, joguei a bunda prá trás e disse pra ele, te diverte vagabundo.
Apertou meu quadril e mandou fundo, deu uma dor aguda, mas o tesão foi maior, empurrei a bunda contra, meti a mão por baixo do meu pau e saco, quando ele começou a socar fundo e lento, mandei ele aumentar a velocidade, queria ouvir o barulho dele batendo na minha bunda com sua púbis.
Vigilante: "Você é um putão safado, aguenta e pede mais forte, toma no cú cachorra, putão do caralho!" literalmente esqueceu que estávamos no banheiro e falava alto.
Tirou o pau todo de mim, mandou eu sentar no vaso sanitário, me empurrou contra o canto da parede, ergueu minhas pernas e meteu no frango assado.
Vigilante: "Quero ver tua cara de macho veado, levando rola no cú, chora puto, chora na minha rola, chora macho, que vou encher esse teu cú de porra."
Quando deu a primeira estocada funda, vi estrelas, senti meu reto mudando de lugar dentro de mim, alinhou com minha garganta, olhei prá ele com cara de dor e prazer, gemendo, totalmente preso contra a parede, os tornozelos nos ombros dele, ele socando forte, rápido e fundo, minhas pernas começaram a tremer, meu pai começou a derramar leite, meus gemidos já eram só de prazer, ver aquele macho, sorrindo, suando, feliz da vida, socando no meu cú, não aguentei e gozei, gozei umas 3x na rola dele pelo cú.
Vigilante: "Puto safado, cuzão gostoso, gosta de levar rola, né seu veado, gozou no meu pau, agora vai levar leite, vai ficar 3 dias pingando seu puto."
Ele urrou alto, quase gritando, meteu fundo, sentindo pau dele latejando, engrossando mais ainda, então senti, o primeiro esguicho, tirou um pouco e meteu fundo de novo, mais 3, 4 esguichos, meu cú não segurou e senti escorrer, estava arrombado, cheio de porra, mas satisfeito por ter dado prazer aquele macho.
Vigilante: "Que foda gostosa, tem que vir mais aqui, prá encher esse rabo de leite de novo." Tirou o pau já meio bomba de mim, jogou na pia e lavou, eu me sentei um pouco desnorteado ainda, sentindo a porra dele querendo escorrer, eu querendo segurar, mas meu cú estava muito aberto e não teve jeito, desceu o leite, que sensação maravilhosa, sentir a porra do macho escorrendo, fazia mais de 5 anos que não sentia isso.
Ele teve que trocar a camisa, pois estava ensopada de suor, sem antes mandar um dar uma última chupada na rola dele, quando foi sair, falou: "Entra, acho que esse puto aguenta mais um pouco." Era o outro Vigilante que estava esperando a vez dele...
Continua