Continuando, olhei para o porta vi ele saindo, e seu colega entrou, o que havia me atendido na portaria, mais novo, moreno claro, sorrisão no rosto, tirou a camisa do uniforme, peito e barriga peluda, jogou a camisa dentro do armário, soltou o cinto, abriu a calça, parou na minha frente, colocou o pau prá fora e mandou: "Chupa veado! Para só quando eu mandar!" Pau reto, no mesmo tom de pele dele, menor, uns 16cm e um pouco mais fino que de seu colega, poucos pelos, aparados, a rola já estava meio melada, salgadinha, cheiro de suor e mijo. Fiquei parado, sem reação, ele esfregou o pau na minha cara, minha boca, pegou na minha testa, inclinou minha cabeça prá trás e me deu um tapa no rosto, saí do transe e abocanhei, puxei ele prá mim e engoli ele todo, com a boca bem aberta e a língua prá fora, procurando o saco, soltei fazendo sucção parei na cabeça vermelha, passei a língua em volta e engoli de novo, repeti várias vezes assim, ele com as duas mãos segurando minha cabeça, já começava o movimento de. foder minha boca. Ele: "Caralho veado, que mamada gostosa, continua assim que vai ganhar leitinho na boca." Meu cú ainda latejando e escorrendo porra de um macho e outro macho querendo me fazer beber mais porra, me senti uma puta, devassa, depósito de porra, meu tesão foi a mil, apertei a bunda dele com as duas mãos, acompanhando e ditando o movimento de vai e vêm, enquanto fodia minha boca. Empurrei ele, segurei seu ímpetu, peguei no pau, bati na boca e língua, olhei prá ele e pedi leite, disse prá encher minha boca e garganta de porra, agarrei novamente a bunda dele e puxei prá ele voltar a foder minha garganta. Ele começou a socar forte, engasguei várias vezes, batia o nariz na pelvis dele, até que ele apertou minha cabeça contra o corpo dele, recolhi a língua, prensei o pau com os lábios, o pau latejou, ele apertou a bunda e urrou, gemeu alto, veio o primeiro jato, direto na garganta, o segundo e o terceiro, me afoguei, senti a porra querendo sair pelo nariz, ele aliviou a pressão, peguei no pau dele e querendo completar o serviço, caprichando na limpeza, cuidando para deixar limpinho, principalmente na volta da glande pontuda. Ele: "Veado, acho que o bichão quer mais, aguenta mais uma torada no rabo?" Levantei do vaso, fui para o espaço do chuveiro, apoiei as mãos na parede, empinei a bunda e chamei. Antes dele meter, sei aquela forçadinha, senti o resto da porra sair, borbulhando do meu cú e escorrendo nas coxas. Ele: "Caralho Mano, o velho peitou muita porra nesse cú, chega tá pingando." Perguntei, quer que eu lave? Ele: "Quero é nada, já vou meter nesse cuzão, tu vai peidar milkshake por dois veado." Meteu direto, fundo, apesar de ser mais fino e menor, senti dor, estava dolorido da surra de rola que havia tomado antes, gemi alto, empinei mais bunda, ele pegou no meu ombro, me puxando prá trás e começou a metida, rápida, forte e sem dó, a dor inicial virou tesão, eu só gemia e mandava ele socar, os dois lavados de suor e tesão. Ele: "Caralho que cuzão gostoso, aquele puto do velho te arrombou mesmo veado, teu cú virou buceta mano." Ouvir isso, fez meu cú reagir, meu tesão explodir, comecei a apertar o pau dele, piscando o esfíncter, pois já estava ficando com as pernas bambas, perdi as contas de quantas vezes meu gozou. Mandei ele comer, disse come minha buceta, meu cú, minha cuceta, come o que tu quiser, mas come meu rabo! Ele: "Mano, como é que tu faz isso veado? Teu cú tava todo arrombadão, agora tá apertando meu pau, Ah tiozão tu é profissa em comer rola, né?" Me senti elogiado. Vi que ele ia demorar a gozar de novo, mandei ele sentar no vaso, quando sentou, sentiu a porra que tinha escorrido do meu rabo antes, quis levantar, empurrei ele volta e brinquei, agora tu não pode dizer, que nunca levou porra na bunda, abri bem as pernas dele, me abaixei, dei uma conferida na rola dele, para ver se não havia alguma sujeira e caí de boca, nas primeiras chupadas, pude sentir o sabor da porra do outro Vigilante e do meu rabo, meu latejando, de dor, de prazer, de vontade de receber mais leite, depois de deixar bem babado, me virei e sentei na rola, segurando a bunda aberta, para poder ver seu pau sendo devorado pela minha bunda branca e meu cú faminto, comecei o sobe e desce, gemendo e pedindo prá ele gozar, me encher de leite de novo, que tinha adorado o sabor dele, provocando ele. Ouvi a respiração dele mudar, ficar mais ofegante, então me puxou pro colo dele, me segurou, o pau dele latejou junto com meu cú, podia sentir a pulsação dele, tentou morder meu pescoço e gozou, gemendo, me xingando, urrando, mas gozou, lambuzando novamente meu reto de leite de macho, levantei lentamente, levei a mão no rabo e corri pro chuveiro, liguei e comecei a me lavar, pedi para ele alcançar meu sabonete, quando fui lavar, quase entrou, senti ardência, mas estava satisfeito, alimentado de porra. Peguei a toalha, me sequei, ele entrou no banho, se lavou rapidamente e vestiu o uniforme novamente. Antes de sairmos do banheiro, brinquei com ele, quero ver se tua mulher quiser coisinha quando chegar em casa, se vai conseguir. Ao passar pela portaria, o outro vigilante falou: "Ajeitei tua agenda, vai carregar um pouco mais tarde, para poder descansar um pouco, e tomara que venha mais vezes carregar aqui, chegando nesse horário, fica bom prá todo mundo." Voltei aqui pro caminhão, a subir, senti que iria escapar porra, agora estou deitado aqui na boléia, com uma trouxa de papel higiênico, na cueca, cuidando para não derramar leite, são 3h da manhã e não consigo dormir, arrombado, mas feliz.
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