continuação... Fui na portaria pedir para usar o banheiro, e avisei o Vigilante, não vai ser dessa vez, o Mineiro já se adiantou, depositou porra no meu rabo, preciso me lavar, mas depois tem o dele prá ti usar. Vigilante: "Caralho Mano, nem prá esperar, já tá pingando leite?! Passa lá, lava bem esse rabo que depois tem mais." Entrei no vestiário, tive que correr pro vaso sanitário, quando ouço passos, era o Mineiro que foi tomar uma ducha para se preparar para mais tarde. Saí do sanitário e fui tomar banho também, estava me lavando quando Mineiro parou na frente do box. Mineiro: "Seu pau é gostoso de chupar, depois quero que ocê e o moço me deixem assim tamém, escorrendo leite." Perguntei, já começamos lá no pátio, podemos iniciar aqui, agora. Foi só eu falar, o vigilante apareceu no vestiário. Vigilante: "Hoje tô sozinho, não posso ficar muito tempo fora da guarita, que tal começar a brincadeira?" Já tirando o pau prá fora. Mineiro: "Quero os dois, quem me dá na boca?" Sentado no banco do vestiário, já iniciou a mamada no vigilante, já sabia do potencial daquela boca e língua, fiquei observando, enquanto me secava. Vigilante: "Vem Gaúcho, chupa com ele!" Passei por trás do vigilante, baixei a calça dele, pois havia apenas aberto o zíper e colocado o pau prá fora, aproveitei e puxei a cueca, baixando até o cano de seu coturno, deixando ele literalmente com as pernas amarradas. Olhei pro Mineiro e ele entendeu, fez uma garganta profunda no Vigilante, agarrou a bunda dele e abriu as bandas, me ajoelhei atrás e enfiei a cara na bunda do Vigilante, e quis me empurrar... Vigilante: "Pó pará! Aqui não, é só saída, nada de mexer no meu rabo!" Disse, calma, não vamos comer teu rabo é só um carinho, relaxa e enfiei a língua, enquanto o Mineiro engolia a rola dele. Vigilante: "Caralho Mano, que porra é essa? Cê loco irmão, que bagulho gostoso isso!" Segurou a cabeça do Mineiro, fodia a garganta dele, puxando ele contra o pau dele, enquanto eu fodia o cú dele com a língua. Vigilante: "Vocês combinaram isso é? Caralho Mano, que negócio gostoso esse, nunca imaginei que uma língua no rabo foi tão bom. Assim vou vazar rapidinho. Mineiro: "Parei, parei, já tomei minha dose de leite hoje, quero tomar por outro lado agora." Ele abriu as pernas, deitou de barriga prá baixo no banco, abriu a bunda e... Mineiro: "Vem moço, ocê tá trabalhando, tem que cuidá a portaria, mete nimim, usa meu cuzin." Vigilante: "Gaúcho, lambe o cú dele e deixa bem babado para meter nesse veado." Abria a bunda do Mineiro e chupei o cuzão peludo dele, meu pau já uma tora de dura, tenho tara por pelos, ver aquela bunda branca peluda, aberta prá mim, meti a língua, chupei, beijei aquele rabo com tesão, já louco prá fizer ele também... Vigilante: "Chega, chega, deixa socar nele, espia a porta prá nós, vê se não chega ninguém." Da porta, fiquei vendo o Vigilante socar sem dó no rabo do Mineiro, que só gemia, como uma puta no cio, o Vigilante mandou ele levantar e ficar de quatro no banco, o Mineiro obedeceu, enquanto o Vigilante acelerava a estocada no rabo dele e eu na porta, batendo uma punheta de leve, vendo aqueles dois machos puderem a poucos metros de mim. Vigilante: "Porra, porra, caralho, vou gozar no seu cú seu veado, aarrr toma gala da grossa, toma no rabo, caralho irmão, Mano, que tesão, gozar em cú de macho, aarrr, vem Gaúcho, aproveita que o cuzão dele tá aberto e soca antes que comece a escorrer." O Vigilantes saiu e assumi o lugar, o Mineiro pediu para mudar a posição e ficou de frango assado, ao mudar a posição, escorreu um filete de porra, passei a cabeça do meu pau, juntei e soquei de volta, que delícia meter num cuzinho laciado, melado, cheio de leite de macho." Mineiro: "Vai meu amigo, devolve o leite que te dei antes, come meu cuzin, fode ele, quero mais leite, leite de dois macho só prá mim." Meti nele, sentindo o leite do vigilante querendo escorrer, podia ver escapando aos poucos na volta do meu pau, o Mineiro entregue, gemendo baixinho, fechava e abria os olhos, sorriso no rosto, cara de satisfação por estar sendo usado como depósito de porra, ele mesmo segurava suas pernas, com as mãos atrás dos joelhos, ver aquele macho sentindo aquele prazer que bem sei como é, acelerou meu tesão, comecei a aumentar a velocidade das estocadas, mais fortes, mais fundas, ele gemendo, joguei meu corpo por cima, ele me prendeu entre suas pernas, me puxou para um beijo, não resisti e gozei, misturei meu leite com o do Vigilante, meus movimentos foram ficando mais lentos, até parar e sentir ele apertando o cú pra drenar minhas últimas gotas. Levantei e voltei para o banho, ele ficou ali deitado, com as pernas cruzadas, ofegante, suado, usado, com um sorriso no rosto. Terminei meu banho e voltei para o caminhão, no outro dia ele me relatou que depois o Vigilante meteu nele novamente.
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