Conforme a música, "quando o mel é bom, a abelha sempre volta..." pois bem, voltei a Itapemirim, cheguei no final da tarde, encostei a carreta no pátio e fui informar a placa, ao chegar na guarita, não eram meus "amigos" que estavam de plantão, pedi licença para tomar um banho devido ao calor, me liberaram o acesso para o vestiário, tomei meu banho e retornei para a carreta.
Chegando no pátio, já haviam mais duas carretas estacionadas, um dos motoristas da própria mineradora conversava com o outro, que assim como eu, veio carregar, os cumprimentei e abri minha caixa de cozinha para preparar um chimarrão e ajeitar algo para comer.
O outro motorista fez o mesmo processo, na volta ficamos conversando, ele pegou seu banquinho e sentou sob a carreta e ficamos jogando conversa fora, Mineiro, branco, uns 35 anos, mais ou menos minha altura, 1,72m, barriguinha, bem barbeado, cabelos pretos, me contou que havia se separado a pouco, e resolveu encarar a vida na estrada, antes trabalhava em linha urbana de ônibus na região de Belo Horizonte.
Próximo as 19h, vi quando chegou um vigilantes de moto, provavelmente o pessoal da noite, o outro motorista perguntou se era tranquilo alí, por ser bem afastado da cidade, disse que sim, já havia carregado outras vezes, que o pessoal respeitava a agenda de carregamento e tudo mais.
Por volta das 20h, comecei a organizar minha cozinha, ainda conversando com o outro motorista, quando o vigilante chega próximo e me cumprimenta, sem perceber, o outro sentado alí em baixo, era o rapaz da outra noite.
Vigilante: "Boa noite, mais tarde dá um chego lá, hoje tô sozinho, o veio não vem, tem o casamento de um sobrinho..."
Fiz sinal prá ele, que tinha outro alí, sentado em baixo da carreta, porém ele não entendeu e continuou...
Vigilante: "... até é melhor, assim não vou te pegar melado e arrombado."
Mineiro: "Uai, que qui eu escutei? Quer dizer qui tem putaria aqui?" me olhou, já saindo de baixo da carreta.
Vigilante: "Tem, mas eu só como cú de motorista!"
Mineiro: "E ocê Gaúcho, só dá o come tamém?"
Respondi que o negócio era gozar.
Mineiro: "Gostei d'ocês, vo querê, vo te qui querê prová um cadim de cada."
Vigilante, só esperar mais um pouco, depois das 10, só chegar alí na guarita, que vamos pro banheiro.
Mineiro: "O banheiro usa depois, quero aqui na boléia sô, cês topa?"
Vigilante: "As 10 eu venho aqui." retornou ara guarita, pois ainda iriam chegar alguns motoristas da empresa para deixar as caçambas carregadas na parte interna.
Mineiro: "Ocê já trabalhô com ônibus urbano?"
Respondi que sim.
Mineiro: "Então ocê sabe, dá prá escolhê a mulhé qui se qué, as casada são as mais puta, as veis tem uma novinha e tamém os putin, nossa senhora, tem que cuidar, senão gasta todo dinheirin só em motel."
Concordei com ele, vi que não era só lá no Sul isso, e ainda completei, as casadas fazem tudo, mas querem mais, é dar o cú, as novinhas é boquete e bucetinha, os peitinhos a maioria quer só uma chupadinha, mas que é melhor que de muita mulher.
Mineiro: "Intão, esses putin qui começa a confundi as coisa na cabeça da gente, será qui esse trem é tão bão assim? Purquê só aumenta a quantidade de veado, sô, pensei, vô te qui prová, e não num é qui é bão?! Agora é como ocê falou, o negócio é gozar!"
Terminei de arrumar tudo, perguntei, quer começar o aquecimento? O Vigilante tem fôlego, deu duas gozada bem farta comigo outra noite.
Entramos na cabine do DAF XF, do Mineiro, quem conhece sabe o espaço interno, a cama já estava estendida, ele fez sinal para eu sentar na beirada da cama, baixei minha bermuda junto com a cueca, tirei a camisa e ele ligando o interclima, e pegando meu pau, que já estava quase como pedra, colocou a mão no peito e empurrou para eu deitar, com as pernas prá fora, se abaixou ficando de joelhos, pegou meu saco, ergueu, me puxou um pouco pra fora, entrou entre minhas pernas, e meteu a língua na minha costura, descia até próximo ao meu cú e subia até o saco, que delícia aquela boca e língua, então levantou um pouco e caiu de boca na minha rola, chupando gostoso, deixando bem babado, enquanto acariciava meu saco, aos poucos foi descendo a mão e meteu o famoso fio terra, caralho, que tesão, mandei ele segurar um pouco, se não iria gozar...
Mineiro: "Mas é isso que eu quero, Mineiro gosta de pão de queijo (apertou meu saco), de linguiça, pinga e leite."
Apertou meu pau com força e segurou, desceu a língua até minha costura novamente, eu já com as pernas em volta do pescoço dele, meteu a língua no meu cú, começou a chupar e lamber, fui a loucura, sentia que iria gozar a qualquer momento, ele apertando mais forte meu pau, a cabeça já estava inchada e roxa, ele sentiu o pau latejar, meteu sei lá, dois ou três dedos no meu rabo, me fodendo o rabo com uma agilidade e prática que eu não tenho, abocanhou novamente meu pau e afrouxou a pressão da mão, em 5 segundos, gozei na boca dele, sugou cada gota do meu leite, enquanto seguia fodendo meu cú com seus dedos, até eu me recuperar daquela gozada.
Mineiro: "Gostei, é docin seu leite, ocê cumeu o quê hoje? E Agora ocê tá pronto prá levar linguiça!"
Ergueu minha pernas, na posição de frango assado e meteu vara, prá mim, é a melhor posição, como já estava laciado, ele penetrou, lentamente, firme, até meu fundo, iniciando o vai e vêm.
Mineiro: "Seu cuzin é guloso, é macio e justinho, vai querer ficar recheado de leite?"
Respondi que sim, que queria leite dentro, ele aumentou a intensidade da metida, agarrou forte meus tornozelos, olhei seu rosto, como os olhos vidrados, a feição mudou, celho apertado, vi quando a barriga dele repuxou, notei o pau mais grosso, quando senti o leite dele me preencher, foram inúmeros jatos de porra dentro de mim, olhei prá ele, seu rosto voltando ao normal, um leve sorriso surgiu...
Mineiro: "Iniciados os trabalhos, depois temos que derrubar a marra do moço..."
continua