Tive que beber a porra do negão para conseguir o emprego




Eu e meu marido estávamos passando por uma fase difícil. Eu tinha perdido o emprego e as contas estavam se acumulando. Ele resolveu me levar até o escritório da empresa dele para falar com a chefe. Eu sabia que ela era ríspida, mas ele insistiu.
Chegamos e ele me pediu para esperar na sala de espera enquanto entrava para conversar. Fiquei sentada, nervosa, apertando a bolsa nas mãos. Minutos depois a secretária veio me chamar:
— A dona manda a senhora entrar.
Entrei na sala. Minha chefe (a chefe dele) era uma amazonense baixinha, cor de jambo, coxas grossas, seios fartos, sempre de salto e vestido justo. Ela estava sentada atrás da mesa. Meu marido não estava em lugar nenhum.
Ela me olhou por cima dos óculos e foi direta:
— Seu marido teve que atender um cliente e só deve voltar daqui a algumas horas. Mas ele me passou a sua necessidade de emprego. O quanto vocês precisam dele?
— Muito… muito mesmo — respondi, a voz falhando um pouco. — Estamos endividados. Eu faria qualquer coisa para conseguir.
Ela sorriu de um jeito frio.
— Qualquer coisa?
Eu engoli em seco e balancei a cabeça.
— Então escute bem. O chefe do RH precisa te aprovar. E para isso… você vai ter que chupar ele. Aqui mesmo. Agora.
Meu coração parou. Senti o rosto esquentar.
— Isso não é justo… eu sou casada…
— Se precisa tanto do emprego, faz. Seu marido não vai saber de nada.
Fiquei em silêncio por alguns segundos, as mãos tremendo. A humilhação e o desespero brigavam dentro de mim. No final, a necessidade falou mais alto.
— Tá… só dessa vez.
Ela pegou o interfone e mandou chamar o chefe do RH. Em poucos minutos a porta abriu. Entrou um negro alto, forte, corpo de academia. Eu senti o olhar dele me percorrer inteira.
A chefe mandou:
— Mete a mão nas calças dele e tira a piroca pra fora.
Com as mãos trêmulas, eu abri o zíper e puxei. Quando o pau dele saltou, eu soltei um grito baixo:
— Nossa!!! É enorme!!!
Era grosso, veiúdo, preto, bem maior do que qualquer coisa que eu já tinha visto. Minha boca ficou seca. Eu me ajoelhei na frente dele, segurei a base com as duas mãos e levei a cabeça até os lábios. O cheiro forte me bateu de imediato. Comecei a chupar, devagar no começo, depois com mais vontade. A saliva escorria, o barulho molhado enchia a sala. Ele gemia baixo, a mão na minha cabeça.
A chefe sacaneava:
— Hum… se arrependeu, querida? Não tá gostando dessa pirocona?
Eu tirei a boca só o suficiente para responder, a voz rouca:
— Ai… é deliciosa… nunca vi uma piroca tão grande e grossa. Se meu marido souber me mata… que caralho delicioso…
E voltei a chupar com mais força. Continuei por um bom tempo, engolindo o máximo que conseguia, até ele avisar que ia gozar. A chefe mandou:
— Engole a cabeça e deixa ele gozar na sua boca. Não quero sujar o carpete.
Eu abocanhei a cabeça e senti os jatos quentes e grossos enchendo minha boca. Engoli tudo, mesmo sentindo o gosto forte. Quando ele tirou, ainda escorria um pouco pelo meu queixo.
A chefe chamou o negro para perto dela e limpou o pau dele com a língua, bem devagar, na minha frente. Depois mandou:
— Trato é trato. O emprego é seu. Só precisa preencher a ficha cadastral. Pode fazer aqui comigo ou na sala do lado, com o chefe do RH.
Eu olhei para a porta lateral e respondi, quase sem pensar:
— Vou preencher na sala do lado… para não incomodar a senhora.
Entrei na sala do RH com ele. A porta fechou. Ele já estava tirando a roupa. Eu também. Em segundos eu estava pelada na frente dele, a buceta latejando de nervoso e de um tesão que eu odiava sentir.
Ele se sentou na cadeira executiva, o pau enorme apontando para cima. Eu me agachei de novo e chupei mais um pouco, agora sem pressa. Depois me levantei, virei de costas e abri as pernas, ficando de frente para a parede (eu não sabia que tinha um buraco ali).
— Ai… quero sentir esse caralhão arrombar minha bucetinha…
Ele puxou a cadeira para frente. A cabeça grossa encostou na minha entrada. Eu desci devagar, sentindo cada centímetro me abrir. A dor e o prazer se misturaram. Meu rosto franziu, os dentes cerrados para não gritar. Fui sentando até sentir as bolas dele contra minha bunda. O pau inteiro estava dentro de mim, me preenchendo de um jeito que eu nunca tinha sentido.
Comecei a rebolar, depois a subir e descer com mais força.
— Me fode, crioulo! Me arromba toda, caralho! Mete essa piroca preta gostosa na sua branquinha puta!
Eu cavalgava com vontade, gemendo alto, os seios balançando. Em pouco tempo gozei forte, apertando o pau dele com tudo. Ele me segurou pela cintura, me levantou no ar e começou a meter de pé, forte, selvagem. Gozei de novo quando senti ele gozar dentro de mim, a porra quente escorrendo pelas laterais da minha buceta já arregaçada.
Ele ainda gozou um pouco no meu rosto antes de eu chupar o restante. Eu estava destruída, suada, o gosto dele na boca, a buceta latejando e cheia.
Me vesti o mais rápido que consegui, limpei o rosto e saí. Meia hora depois encontrei meu marido. Ele perguntou como tinha sido a entrevista.
Eu só sorri, dei um beijo na boca dele (ainda com o gosto fraco da porra) e falei:
— Consegui o emprego. Obrigada por ter me trazido.
Ele não perguntou mais nada. E eu não contei.

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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
Tive que beber a porra do negão para conseguir o emprego

Codigo do conto:
273136

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/09/2026

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