Perdendo a Virgindade com Meus Primos e 6 Amigos




Oi, meu nome é Daiane. Tenho 19 anos agora, mas o que vou contar aconteceu em 2007, quando eu tinha 15 anos. Sou baixinha, 1,65m, 55kg, cabelo castanho ondulado que batia nos ombros, seios médios bem redondinhos e um bumbum empinado que sempre chamava atenção. Naquela época eu era bem inocente, virgem, nunca tinha nem beijado direito. Estava passando as férias de meio de ano na casa da minha tia, no interior. Lá moravam meus dois primos: o Lucas, 22 anos, alto e forte, e o Matheus, 21, mais magro mas bem safado.
A gente sempre brincava de verdade ou desafio desde criança, mas naquele verão as brincadeiras tinham ficado bem mais pesadas. Minha tia tinha saído cedo pra resolver umas coisas na cidade e só voltaria à noite. Estávamos eu, os dois primos e um amigo deles, o Bruno. Começamos a brincar na sala, sentados no chão da sala de TV.
No começo era leve: “tira a blusa”, “passa a mão no pinto por cima da bermuda”. Eu ria, ficava vermelha, mas achava excitante. Meu coração batia forte. Quando caiu pra mim de novo, eles pediram pra eu ficar completamente pelada. Hesitei, mas tirei tudo devagar, cobrindo os seios com os braços. Fiquei nua no meio deles, sentindo o olhar faminto.
Logo depois, o desafio foi pesado: “deixa a gente enfiar o dedo na sua bucetinha”. Fiquei sem graça, corri pro quarto da tia e tranquei a porta. Mas eles foram atrás. Ouvi risadas e a porta sendo forçada. O Bruno era forte, conseguiu abrir rapidinho. Eu já estava pelada, tentando me cobrir.
— Segura ela! — gritou o Lucas.
O Bruno segurou meus pulsos acima da cabeça, o Matheus pegou meus tornozelos e abriu minhas pernas. Eu me debatia, mas eram muito mais fortes. O Lucas subiu na cama, tirou o pau pra fora — já duro, grosso, veioso — e esfregou na minha boca.
— Chupa, prima. Abre essa boquinha virgem.
Tentei virar o rosto, mas ele segurou meu queixo e enfiou. Começou a socar devagar, depois mais fundo, batendo no fundo da minha garganta. Eu engasgava, baba escorrendo, lágrimas nos olhos. “Gluck… gluck… gluck…” O pau dele tinha gosto de suor e pré-gozo.
Foi quando bateram na porta da casa. Por um segundo eu senti alívio. Mas o Matheus correu, abriu, falou baixo e trancou de novo. Quando voltou, trouxe mais cinco amigos. Agora eram sete caras no quarto: meus dois primos + Bruno + mais cinco tarados da vizinhança, todos entre 19 e 25 anos, todos olhando pra mim como se eu fosse carne fresca.
— Caralho, que gostosa! A priminha virgem do Lucas! — exclamou um deles, já tirando a camisa.
Eles me cercaram. Mãos por todo lado. Dedos apertando meus seios, beliscando os mamilos, abrindo minhas pernas à força. Dois dedos grossos invadiram minha bucetinha apertada. Eu gritava, chorava, pedia pra parar.
— Por favor… eu sou virgem… dói…
O Lucas foi até a cozinha e voltou com uma garrafa de lubrificante que a tia usava pra massagem. Passou bastante na rola dele e nos dedos dos outros.
— Hoje tu vai perder a virgindade pra gente, Daiane. Relaxa que vai gostar.
Um dos amigos, o mais alto, me puxou pela cintura, deixando meu quadril fora da cama. Segurou firme e enfiou o pau na minha bucetinha virgem com força. Senti uma dor lancinante, como se estivesse rasgando por dentro. Gritei alto, corpo tremendo.
— Aaaaiiii! Para! Tá rasgando!!!
Ele não parou. Começou a meter forte, cada estocada mais fundo. Os outros seguravam meus braços e pernas. Outro subiu e enfiou o pau na minha boca, fodendo minha garganta enquanto eu chorava.
— Engole, vadia! Chupa direito!
Eles se revezaram na minha buceta. Um atrás do outro, estocadas brutas, tapas na cara, tapas nas tetas, apertando minha bunda. Eu já não aguentava mais de dor e prazer misturado. Minha buceta inchada, vermelha, pingando lubrificante e porra.
O Matheus, meu primo mais novo, tava guardando o cuzinho pra ele. Ele disse rindo:
— O resto vocês comeram a bucetinha dela… agora eu quero o cuzinho virgem da Daiane.
Comecei a chorar desesperada, pedindo pra parar.
— Não, Matheus… por favor… aí não… vai doer muito!
Eles riram. Me viraram de bruços à força. Quatro mãos segurando meus braços, dois segurando minhas pernas abertas. O Matheus cuspiu na minha bundinha, passou lubrificante e começou a forçar a cabeçona grossa contra o meu cuzinho apertado.
— Aaaaaaiiiiiiiii!!! Para!!! Tá rasgando meu cu!!!
Ele empurrou com força. Centímetro por centímetro, abrindo meu cu virgem. Quando passou da metade, meteu tudo de uma vez. A dor foi insuportável. Eu gritava, chorava, corpo convulsionando. Para me calar, um dos amigos sentou na minha frente, enfiou o pau na minha boca e segurou minha cabeça com força, fodendo minha garganta enquanto meu primo arrombava meu cu.
— Engole e aguenta, Daiane! Toma no cu, priminha!
O Matheus metia cada vez mais forte, bolas batendo na minha bunda. Os tapas estalavam na minha carne. Os outros assistiam, punhetando, esperando a vez de usar meu cu também.
— Vou gozar dentro, sua vadia! — rosnou ele, e me encheu de porra quente bem fundo no intestino.
Depois disso, os outros também quiseram. Cada um dos sete comeu meu cu. Um depois do outro, revezando entre buceta, cu e boca. Eu virava de posição o tempo todo: de quatro, de lado, de bruços, sentada no colo de um enquanto outro metia por trás. DP, TP, tudo. Eles me usaram como uma boneca sexual por horas.
Tapas na cara, apertões fortes nos seios e na bunda, puxões de cabelo, insultos:
— Piranha virgem… boqueteira da família… toma rola no cu, Daiane!
Eu gozei apesar da dor, várias vezes, corpo tremendo, mijando de tanto prazer forçado. Porra escorrendo da buceta, do cu e da boca. Eles gozavam dentro, no rosto, nos cabelos, nos peitos. A cama toda suja.
Quando terminaram, me soltaram. Eu mal conseguia andar. Corri pro banheiro chorando, tomei um banho quente tentando lavar toda aquela porra e aquela sensação. Mas por dentro eu sabia que algo tinha mudado pra sempre.
Essa foi a noite em que perdi minha virgindade com meus primos e seis amigos deles. A noite em que virei a putinha da família.

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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
Perdendo a Virgindade com Meus Primos e 6 Amigos

Codigo do conto:
267853

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
21/07/2026

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