A festa junina

Eu tinha 15 anos quando tudo começou a desandar de verdade.
Meu namorado, o Lucas, tinha 19. A gente se comia escondido na escola porque não tinha onde ir. Naquele dia foi no banheiro do laboratório. Eu estava de joelhos no azulejo frio, chupando ele com vontade, a mão na minha própria buceta, quando a porta abriu.
Professor Celso.
Ele ficou parado na soleira, olhando. Eu engasguei no pau do Lucas e tentei me afastar, mas o menino ainda estava com a mão no meu cabelo. Celso fechou a porta devagar. A voz dele saiu baixa, controlada:
— Que porra é essa?
Lucas gaguejou desculpas. Eu só fiquei de joelhos, a boca molhada, o vestido subido até a cintura. Celso mandou o menino sair. Quando a porta fechou de novo, ele se agachou na minha frente, pegou meu queixo e me obrigou a olhar pra ele.
— Você é putinha mesmo, né? Chupando o namoradinho no horário de aula.
Eu tremia. Ele passou o polegar na minha boca, limpando a saliva.
— Quantos anos você tem?
— Quinze.
Ele sorriu de lado.
— Então é menor. Ainda bem. Levanta sua putinha.
Na saída da escola ele me esperava perto da parada de ônibus. Não perguntou se eu queria. Só abriu a porta do carro e falou:
— Entra.
No caminho ele perguntou se eu era virgem. Eu falei que não, que tinha perdido com o Lucas. Celso riu.
— Então você já sabe o que é pau. Mas não sabe o que é homem.
A casa dele era pequena, longe da escola. Assim que a porta fechou ele me empurrou contra a parede, puxou meu vestido pra cima e enfiou a mão na calcinha. Eu já estava molhada. Ele riu de novo.
— Olha só. Já tá escorrendo só de medo.
Ele me levou pro quarto, me jogou na cama e me fodeu sem pressa no começo. Depois com força. Me virou de quatro, me puxou pelo cabelo, me deu tapas na bunda e falou putaria o tempo todo:
— Abre essa buceta, Daiane. Isso. Chupa meus dedos enquanto eu te fodo. Você é uma putinha de escola, né? Gostando de levar pau de professor.
Eu gozei duas vezes. Na segunda ele me fez olhar pra ele enquanto eu tremia.
— Vai terminar com aquele menino. Ele não te fode direito.
Eu não terminei naquela noite. Mas voltei pra casa dele mais duas vezes. Cada vez mais suja. Cada vez mais viciada.
Aí veio a festa junina.
A escola estava lotada. Música alta, cheiro de quentão, gente dançando. Eu estava de vestido curto, as tranças caindo no peito, sem sutiã. Quando passei pelo corredor perto da administração, Celso me puxou pro canto.
Ele me abraçou como se fosse só um professor simpático e sussurrou no meu ouvido:
— Sala da adm. Agora. E não tranca a porta.
Eu subi as escadas com o coração na boca. A sala estava meio escura. Celso já estava lá, de camisa aberta, o cinto desfeito, o pau semi-duro marcado na calça. Assim que eu entrei ele me puxou e me beijou com gosto, a mão subindo pela minha coxa.
— Tira a calcinha.
Eu tirei. Ele me ajoelhou na frente dele, abriu o zíper e enfiou o pau na minha boca sem pedir.
— Chupa. Devagar. Quero ver essa boquinha trabalhando.
Eu chupava, babando, quando a porta abriu de novo.
Professor Sérgio.
Meu corpo inteiro congelou. Eu tentei me afastar, mas Celso segurou meu cabelo com força.
— Continua.
Sérgio fechou a porta com cuidado, veio até mim e se agachou. Passou a mão no meu rosto, limpou a saliva do canto da minha boca e falou baixo, quase carinhoso:
— Fica tranquila, Daiane. A gente já combinou. Você vai gostar.
Eu olhei pra ele, assustada. Ele sorriu e se levantou, abrindo a calça. O pau dele saiu grosso, já duro. Celso me puxou de volta pro pau dele.
— Abre a boca pra ele também. Vai.
Eu abri. Sérgio enfiou. Eu engasguei. Os dois riram.
— Olha a putinha engasgando — falou Celso. — Já tá com a garganta aberta e a gente nem começou direito.
Sérgio segurou minha cabeça e fodeu minha boca com mais força, enquanto Celso me virava de quatro no chão frio da sala. O vestido foi levantado até as costas. Ele abriu minha bunda com as duas mãos e cuspiu na minha buceta.
— Olha isso. Já tá pingando no chão. Que puta safada.
Ele enfiou de uma vez. Eu gemí alto demais. Sérgio me calou com o pau na boca de novo.
— Cala a boca, Daiane. Se alguém ouvir, a gente se fode.
Celso me fodia com força, a mão no meu cabelo, me puxando pra trás a cada estocada.
— Essa buceta aperta gostoso pra caralho. Você treina com o namoradinho ou é natural?
Eu não conseguia responder. Só gemia engasgada no pau do Sérgio.
Depois eles trocaram. Sérgio me fodeu de quatro enquanto Celso me fazia chupar os dois paus juntos, um de cada lado da boca. Eu babava nos dois. Eles se beijavam por cima de mim, trocando saliva, e eu sentia o gosto dos dois na língua.
Foi quando Celso falou:
— Vamos meter no cu dela hoje.
Meu corpo inteiro tremeu.
— Eu nunca…
— Vai ser hoje — cortou Sérgio. — Spita aqui, Celso.
Celso cuspiu no meu cu, depois enfiou dois dedos, abrindo. Eu gemia baixo, com medo e tesão misturados. Sérgio segurou minha cabeça e falou no meu ouvido:
— Relaxa. Vai doer um pouco, mas depois você vai gozar que nem uma puta.
Celso enfiou a cabeça do pau devagar. Eu senti o ardor, a pressão. Ele parou, esperou, e foi entrando centímetro por centímetro.
— Porra… que cu apertado. Olha ela tremendo.
Quando ele estava inteiro dentro, Sérgio se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau de novo na minha boca. Eu estava sendo fodida nos dois buracos. Celso me dava estocadas longas no cu, enquanto Sérgio fodía minha garganta.
— Isso… engole tudo — falou Sérgio. — Você nasceu pra ser puta de professor.
Celso acelerou.
— Quero gozar dentro desse cu. Você vai levar porra de professor no rabo, Daiane. E depois vai descer pra festa com o cu escorrendo.
Eu gozei primeiro. O corpo inteiro contraiu, eu quase gritei. Eles riram.
— Gozo de putinha — falou Celso. — Olha ela se contorcendo.
Sérgio gozou na minha boca logo depois. Eu engoli. Celso gozou fundo no meu cu, gemendo baixo, me segurando pelos quadris com força.
Quando ele saiu, eu senti a porra escorrendo pela minha coxa. Sérgio passou o dedo nela e enfiou na minha boca.
— Limpa.
Eu limpei.
Eles se vestiram em silêncio. Celso me ajudou a levantar, ajeitou meu vestido e passou a mão na minha bunda.
— Vai embora antes que alguém suba. E não limpa esse cu. Quero que você sinta a porra escorrendo enquanto dança lá embaixo.
Eu desci as escadas com as pernas moles, o cu ardiendo, a boca inchada. A festa ainda rolava. Ninguém desconfiou de nada.
Naquela mesma noite eu chamei o Lucas e terminei. Não deu pra mentir mais. Eu já tinha gostado demais de ser usada por homens de verdade. De ser puta de professor. De levar pau nos dois buracos e engolir porra no chão da administração enquanto a festa junina rolava lá embaixo.
E nunca mais fui a mesma.

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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
A festa junina

Codigo do conto:
269212

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
06/08/2026

Quant.de Votos:
4

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