Fui Arrombada No Baile Funk




Meu nome é Daiane. Sou aquela loirinha baixinha, filha única, princesinha do papai. Cabelo loiro natural, carinha de boneca, corpo bem torneado com quadril 98, coxas grossas e uma bundinha empinada que sempre chamou atenção. Em casa sou a santinha, mas de uns tempos pra cá virei uma piranhazinha viciada em baile funk na favela. Adoro o perigo, o cheiro de maconha no ar, o grave batendo no peito e, principalmente, ser tratada como uma vadia por negões tarados com o dobro do meu tamanho.
Naquela noite era um baile funk particular na casa de um dos caras que eu tava ficando. Vestidinho preto curtinho, brilhante, daqueles que mal cobrem a bunda. Salto alto rosa, calcinha fio dental e sutiã combinando. Já cheguei chapada, com um baseado na mãozinha, rebolando no meio da sala lotada. Três tarados me cercaram logo: o King Kong, um monstro de 2 metros com uma rola preta grossíssima; o Jão, musculoso e bruto; e o Magrelo, o mais safado de todos. Eu só conhecia o King Kong antes, mas os amigos dele me olharam como se eu fosse o troféu da noite.
— Vem cá, patricinha… hoje tu vai virar a piranha da galera — rosnou o King Kong, apertando minha cintura por trás e encoxando forte. Senti o volume enorme dele roçando na minha bunda por cima do vestidinho.
Eu tava completamente entregue. Fechei os olhinhos, dei mais uma tragada funda no baseado e rebolei devagarinho, sentindo as mãos deles subindo pela minha coxa grossa, levantando o vestidinho. O Magrelo puxou as alcinhas e o vestido caiu aos meus pés. Fiquei só de calcinha fio dental rosa, sutiã e salto. Meus peitinhos pequenos de fora, mamilos durinhos. Eles riram, passaram a garrafa de uísque na minha boca. Bebi tudo, tossi, ri e pedi mais.
O Jão tirou meu sutiã com violência, chupando meus peitos enquanto o Magrelo puxava o fio dental pro lado e enfiava dois dedos grossos na minha bucetinha já molhada. O King Kong meteu a mão na minha bunda, abrindo as bandas e enfiando o dedo no meu cuzinho.
— Caralho, essa loirinha tá encharcada! Piranha mimada querendo rola preta!
Eu gemia alto, rebolando nos dedos deles. Me colocaram de joelhos no sofá. Três rolas pretas enormes na minha cara. O King Kong segurou meu cabelo loiro com força e enfiou a cabeçona grossa na minha garganta.
— Gluck… gluck… gluck… — Eu engasgava, baba escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando. Mamava com fome, enquanto o Jão e o Magrelo batiam as picas no meu rosto, esfregando pré-gozo na minha testa e bochechas.
Eles tavam todos muito chapados — baseado rodando sem parar, garrafas de uísque e vodka sendo viradas. O ar da casa na favela tava pesado de fumaça. Eu me sentia a putinha da galera, ajoelhada, mamando rola como uma profissional.
Viraram eu de quatro. O Jão meteu na minha bucetinha de uma vez só, até o talo. Gritei de prazer e dor.
— Aiiiiiiii meu Deus! Tá rasgando minha bucetinha!!!
Ele não teve piedade. Começou a socar forte, bolas batendo na minha xota inchada, mão pesada dando tapas estalados na minha bunda branca que ficava vermelha. O King Kong voltou pra minha boca, fodendo minha garganta no mesmo ritmo bruto. O Magrelo torcia meus mamilos e mordia meus peitos.
Eu gozei pela primeira vez, esguichando no sofá. Eles riram.
— Olha essa vadia se mijando toda!
Trocaram de posição. O Magrelo deitou e me puxou por cima, empalando minha buceta na rola dele. O King Kong cuspiu no meu cuzinho e forçou a rola enorme. Eu tentei resistir, mas ele segurou meus quadris e meteu tudo.
DP selvagem. Buceta e cu arrombados ao mesmo tempo. Gritei alucinada:
— Ainnnnnn meu cuuuuuuu! Tá me rasgando!!! Aiiiiiiiiinnnn!!!
Os dois metiam sincronizados, violento, sem parar. O sofá rangia. Tapas voavam na minha bunda, no rosto, nos peitos. Eu chorava de tesão, corpo suado, cabelo loiro grudado no rosto, maquiagem toda borrada. O Jão enfiou a rola na minha boca e completou o TP. Os três buracos cheios.
Eles me usaram como uma cachorra. Me viravam de todos os jeitos — de lado, de frente, de costas. Sempre dois ou três paus dentro de mim. O King Kong deitou, me puxou por cima com a rola no cu, o Jão meteu na buceta por cima, o Magrelo na boca. TP completo, estocadas fundas batendo no útero e no intestino.
Cada socada no útero fazia eu me contorcer. A pressão era tanta que eu não aguentei: gozei tão forte que me mijei inteira, jato quente espirrando enquanto levava rola dupla na frente e atrás.
— Se mijando toda, sua cachorra vadia! Toma mais pica no útero! — gritavam eles, rindo sádicos e metendo mais rápido.
O baseado não parava. Eles forçavam tragadas grandes na minha boca entre uma chupada e outra. Eu tava completamente anestesiada, alucinada de tesão e erva. Meu corpo tremia, gozando sem parar.
Eles me jogaram no chão da sala, de quatro. O King Kong meteu no meu cu com força brutal, puxando meu cabelo como rédea. O Jão enfiou na buceta por baixo, fazendo DP de novo. O Magrelo batia a rola na minha cara e enfiava na boca quando eu abria pra gemer.
— Toma no cu, piranha da favela! Toma na buceta! Engole tudo, boqueteira!
Eu gritava abafada:
— Ainnnnn… Ainnnnnnnn… Meu cuzinho… Minha bucetinha… Tá me destruindo!!! Hummmmffff!!!
Tapas estalados, apertões fortes deixando marcas na minha pele branca. Eles me chamavam de tudo: piranha, vadia, putinha loira, cachorra do papai, boqueteira da galera. Eu gozava e me mijava de novo, urina escorrendo pelas coxas grossas enquanto levava pirocada violenta.
Trocaram várias vezes. Cada um fodeu minha buceta, meu cu e minha boca. Em certo momento me colocaram de lado, uma rola no cu, outra na buceta, e a terceira na mãozinha pra eu masturbar. Depois me fizeram sentar no colo do King Kong com rola no cu, pernas abertas pro Jão meter na buceta enquanto eu mamava o Magrelo.
O clímax foi quando os três quiseram gozar juntos. Me colocaram de joelhos no meio deles. Eu mamava um, punhetava os outros dois, olhinhos vermelhos de chapada olhando pra cima com cara de putinha safada. Eles gozaram quase ao mesmo tempo — porra grossa quente jorrando no meu rosto, nos peitos, na língua, no cabelo loiro. Eu engoli o que consegui, o resto escorrendo pelo meu corpo.
Fiquei lá, destruída, arrombada, coberta de porra, mijada e suor. Cuzinho e bucetinha pulsando, inchados. Mas com um sorrisinho de satisfação no rosto.
Eu virei a piranha da galera aquela noite. A loirinha patricinha que foi enrabada, arrombada e usada pelos três negões tarados no baile funk da favela. E confesso… mal posso esperar pela próxima.
Foto 1 do Conto erotico: Fui Arrombada No Baile Funk

Foto 2 do Conto erotico: Fui Arrombada No Baile Funk

Foto 3 do Conto erotico: Fui Arrombada No Baile Funk

Foto 4 do Conto erotico: Fui Arrombada No Baile Funk


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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
Fui Arrombada No Baile Funk

Codigo do conto:
267852

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
21/07/2026

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