Mamãe dizia que não posso falar com estranhos, mas ela nunca disse nada sobre sentar para estranhos
Eu tinha acabado de fazer 14 anos. Fazia estágio e pegava o mesmo ônibus lotado todo dia. Naquela tarde eu estava de leggings pretas bem finas, coladas no corpo, que marcavam minha bundinha redonda e minhas coxas grossas. Por baixo, nada. Tinha saído de casa com pressa e esqueci a calcinha — ou talvez, no fundo, quisesse sentir o tecido roçando direto na minha bucetinha recém-desvirginada. A blusinha branca básica estava colada no corpo por causa do calor. O ônibus estava absurdamente cheio. Consegui um banco duplo e sentei. Logo depois, ele sentou ao meu lado. Um negão enorme. Uns 2 metros de altura, corpo largo, músculos que esticavam a camiseta preta. Pele escura brilhando de suor. As pernas dele eram tão compridas que ocupavam quase todo o espaço. O cheiro dele era forte, masculino, me deixou inquieta na hora. Ele olhou pra mim e sorriu. — Tá apertado hoje, hein, princesa? — A voz grave vibrou no meu ouvido. Eu corei. — É… sempre assim. — Meu nome é Rogério. E você, gostosa? — Daiane… — respondi baixinho, apertando a mochila no colo. Ele se ajeitou e a coxa dele encostou na minha. Quente. Pesada. — Daiane… nome bonito pra uma garota tão novinha. Faz o quê por aqui? — Estágio. — Estudiosa, então. Mamãe deve ter te ensinado a ser uma boa menina, né? Não conversar com estranhos, obedecer, não fazer safadeza… Eu ri nervosa. — Mais ou menos isso. Rogério baixou ainda mais a voz, quase um sussurro rouco: — Mas mamãe nunca te contou o que fazer quando um estranho grandão senta do lado e começa a ficar com vontade de te ensinar umas coisas, né? Meu coração acelerou. Ele continuou: — Olha pra você… leggings fininha pra caralho. Tá marcando tudo. Aposto que tá sem calcinha por baixo, não tá? Eu arregalei os olhos, chocada. — Como você… — Dá pra ver o contorno dessa bucetinha. Tá quietinha aí, mas já tá respondendo pra mim. A mão grande dele desceu discretamente pro espaço entre nós. Os dedos roçaram de leve na minha coxa por cima da legging. Eu tremi. — Rogério… aqui não… — sussurrei, sem graça, olhando pros lados. — Ninguém tá olhando, Daiane. O ônibus tá lotado. Relaxa. Deixa eu te fazer uma pergunta… você já sentiu uma mão grande de homem te tocando assim? Os dedos dele subiram devagar pela parte interna da minha coxa, apertando de leve. Eu apertei as pernas, mas não o suficiente pra afastar. — Não… assim não… — Hum… então tá virgem de verdade. Recém tirou a virgindade, né? Dá pra sentir no jeito que você tá tremendo. Sua bucetinha deve tá bem apertadinha ainda. Ele falava tão baixo, tão sujo, que só eu escutava. A mão dele subiu mais. Os dedos grossos pressionaram bem no meio das minhas pernas, roçando o tecido fino bem em cima da minha fenda. — Caralho… já tá molhada, Daiane. Sente isso? Eu mordi o lábio. Estava. Muito. O tecido da legging estava começando a grudar. — Para… eu mal te conheço… — murmurei, mas minha voz saiu fraca, quase gemendo. — Mas sua bucetinha já me conhece. Olha como ela tá soltando melzinho. Tá encharcando a legging todinha. Ele começou a fazer movimentos circulares bem lentos, pressionando o clitóris por cima do tecido. Eu abri um pouco as pernas sem querer. O ônibus balançava e cada solavanco fazia o dedo dele pressionar mais fundo. — Isso… abre pra mim. Boa menina. Imagina meu pau grosso entrando aí. Você ia aguentar? Uma garotinha miúda como você toda arrombada por um negão? Eu estava ficando ofegante. O tecido fino da legging agora mostrava claramente uma mancha escura de umidade. Dava pra ver o formato da minha bucetinha inchada, os lábios marcando, o mel escorrendo e molhando tudo. — Rogério… tá molhando tudo… as pessoas vão ver… — sussurrei, mortificada de vergonha e louca de tesão. Ele riu baixinho. — Vão ver mesmo. Vão ver uma putinha novinha deixando um estranho dedar ela no ônibus. Tá encharcada, Daiane. Olha o tamanho dessa mancha. Sua bucetinha tá piscando, pedindo pau. Ele enfiou o dedo por baixo da cintura da legging, tocando direto na pele. Sentiu minha buceta lisinha, sem pelo, encharcada. Dois dedos grossos deslizaram entre meus lábios, abrindo eles, roçando o clitóris inchado. — Porra… tá pingando. Tá escorrendo na minha mão. Você gosta de ser aliciada assim, né? Mamãe te ensinou a não falar com estranho, mas não te ensinou que quando a bucetinha fica assim molhada é pra sentar no pau. Eu estava tremendo inteira. Gozei baixinho ali mesmo, mordendo a própria mão pra não gemer alto. Ele sentiu minha buceta contraindo nos dedos dele e sorriu. — Gozou já, safada? No ônibus? Que putinha obediente. Ele tirou a mão devagar, mostrou os dedos brilhando com meu mel e lambeu discretamente. — Três paradas antes da sua. Desce comigo. Vou te fuder de verdade. Vou arrombar essa bucetinha, essa garganta e esse cuzinho virgem. Eu, ainda tremendo, com a legging completamente molhada (a mancha era óbvia se alguém olhasse), assenti. — Tá bom… Descemos. O resto aconteceu exatamente como antes. Assim que a porta do apartamento fechou, ele me agarrou: — Tira essa legging molhada. Quero ver o estrago que você fez. Eu tirei. A legging estava encharcada na virilha. Ele sorriu satisfeito. — De joelhos. Vou foder sua garganta primeiro. O resto foi igual: ele me comeu por duas horas — garganta, bucetinha, cuzinho — sem piedade. Gozou bem fundo dentro de mim, enchendo meu útero de leite quente. Saí andando pra casa, as pernas bambas, o sêmen grosso escorrendo pelas coxas, pingando no chão enquanto eu caminhava os 30 minutos. Sentia tudo latejando, a buceta e o cu arrombados, o gosto dele na boca. Mamãe nunca disse nada sobre sentar pra estranhos.
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