A Noite que Virei a Putinha do Meu Irmão e dos Amigos Dele
Oi pessoal, sou a Daiane, tenho 19 anos e sempre fui uma putinha safada para os meus ex-namorados. Adoro dar pra caralho, adoro sentir pau entrando fundo, adoro engolir porra e ser tratada como uma vadia. Meu corpo é feito pra isso: bundinha redonda e empinada, bucetinha rosada e apertadinha, peitinhos firmes com bicos bem sensíveis e uma carinha de safada que engana todo mundo. Tudo aconteceu eu tinha 15 anos. Tenho um irmão de 25 anos, o Lucas, um gato que todas as meninas babam. Alto, tanquinho definido, tatuado, aquele tipo que vive em festa e todo mundo conhece. Eu já estava há um mês sem sair, morrendo de tédio nas férias enquanto minhas amigas viajavam. Foi quando o Lucas me chamou pra uma festa na casa de um amigo dele. — Daiane, vai ser foda pra caralho. Tem piscina, churrasco, bebida liberada. Quer ir ou vai ficar em casa se masturbando de novo? — ele falou rindo, já sabendo que eu não resistia. Eu aceitei na hora. No sábado à noite me arrumei pra matar: legging preta bem colada que marcava minha buceta e entrava no meio da bunda, cropped branco curto que deixava minha barriguinha de fora e os peitinhos quase pulando. Por baixo só uma calcinha fio dental minúscula. Chegamos na festa e estava insana: música alta, muita gente, cerveja gelada, beck e tudo que rola em festa de macho. Dancei, beijei um carinha qualquer, deixei ele apalpar minha bunda. Lá pelas 3h da manhã o pessoal começou a vazar. No final sobraram eu, o Lucas e mais 6 amigos dele: o Pedro, o Raul, o Caio, o Biel, o Theo e o famoso Negão (um preto enorme de quase 2 metros). Ficou combinado que íamos ajudar a arrumar a casa. Mentira. Todo mundo já estava bem bêbado e tarado. — Porra, Lucas, tua irmã é muito gostosa, hein? — comentou o Pedro olhando descaradamente pra minha bunda. Começaram a elogiar meu corpo sem vergonha. Me puxavam pra dançar, encoxavam forte. Eu sentia os paus duros roçando em mim por cima da calça. O clima esquentou rápido. Até meu irmão veio dançar comigo. Senti o pau dele bem duro pulsando contra minha barriga. — Maninho… você tá com isso quase rasgando a calça! — brinquei, rindo safada, roçando de propósito. O Lucas riu, agarrou minha cintura com força e falou no meu ouvido: — Culpa tua, sua putinha. Tá pedindo pra ser comida a noite toda. As mãos dele começaram a passear sem pudor: apertou meus peitos por cima do cropped, desceu e agarrou minha bunda com as duas mãos, abrindo bem. Eu tentava fingir que resistia, mas minha buceta já estava encharcada. Outro amigo (o Raul) chegou por trás, encostou o pau duro na minha bunda e começou a rebolar junto. Eu virei o recheio de um sanduíche: meu irmão na frente, Raul atrás. Eles tiraram as camisas, peitos musculosos suados brilhando. Eu estava no meio de um harém de machos e, mesmo com um pouco de medo, minha bucetinha latejava. Todos dançaram comigo, um atrás do outro, esfregando os paus. Eu já estava gemendo baixinho. O Lucas voltou, colou o corpo no meu, beijou meu pescoço — meu ponto fraco. Minhas pernas amoleceram. Com a mão ágil ele enfiou por dentro da minha legging, passou o dedo na calcinha encharcada e começou a esfregar meu grelo. — Caralho, mano… tua irmã tá molhada pra porra! — gritou o Raul, rindo. Outro cara agarrou minha bunda por trás, puxou a legging pra baixo junto com a calcinha e enfiou o dedo no meu cuzinho sem aviso. Eu gemi alto. O Negão, aquele preto gigante, se aproximou devagar e tirou meu cropped. Meus peitinhos pularam livres. Meu irmão abaixou a cabeça e chupou um bico com força, mordendo, sugando. Minha legging foi arrancada. Eu fiquei só de sapato no meio da sala. Olhei em volta: os 7 já estavam pelados, paus duros apontados pra mim. Paus brancos, paus marrons, paus grossos, veias saltadas. Meu irmão já pelado gozou um jato quente nas minhas coxas, o pau dele era grande, rosado e babando. Em segundos eu tinha 14 mãos no meu corpo. Me jogaram no sofá. Meu irmão me levantou, encaixou o pau na entrada da minha buceta e me desceu com força. Eu gritei de prazer quando ele entrou inteiro. — Ai caralho… mano… tá fundo demais! — gemi. Ele me fodia de pé, me levantando e descendo no pau dele. Dois caras enfiaram os paus na minha boca. Eu tentava chupar os dois ao mesmo tempo, babando, engasgando. O Negão colocou o pauzão na minha mão. Era pesado, grosso, preto, veias pulsando. Eu mal conseguia fechar a mão em volta dele. Eles me deitaram em cima do Theo, que já estava no chão. Ele enfiou o pau branco na minha buceta e começou a quicar meu corpo. Meu irmão se posicionou atrás e, sem piedade, forçou o pau no meu cuzinho virgem. — Não, mano! Vai doer! — implorei. Ele nem ligou. Cuspiu no pau e empurrou com força. Eu gritei quando os dois paus grandes entraram ao mesmo tempo, só separados por uma fininha pele. A sensação era insana: minha buceta esticada, meu cu ardendo, completamente cheia. — Isso, sua putinha incestuosa! Leva o pau do irmão no cu! — rosnou o Lucas enquanto socava. O alemão gozou dentro da minha buceta, o esperma quente escorrendo. Um dos paus na boca jorrou porra direto na minha garganta. Eu engoli o que deu, o resto escorreu no queixo e nos peitos. Eles trocaram posições várias vezes. Eu virava de mão em mão. Fui comida de quatro, de lado, sentada, de cabeça pra baixo. Depois veio o fisting. O Pedro me abriu as pernas bem abertas no sofá. — Vamos ver como essa bucetinha aguenta — disse ele. Ele enfiou dois dedos, depois três, quatro… e devagar o punho inteiro na minha buceta. Eu gritei de prazer e dor misturados. Ele girava o punho lá dentro, batendo no útero. — Olha como a vadia engole o braço! Buceta de puta barata! — riam os outros. Depois foi a vez do cu. O Raul lubrificou bem com cuspe e cerveja e enfiou o punho no meu cuzinho. Eu desmaiei de prazer por uns segundos. Acordei com os dois braços me fodendo ao mesmo tempo: um punho na buceta, outro no cu. A cena que mais me marcou foi quando eu estava completamente cheia. Um pau enorme na minha buceta (do Biel), socando com força. Meu irmão no meu cu, metendo violento. Outro pau (do Caio) enfiado até a garganta, me fazendo engasgar. Nas mãos, eu punhetava o Theo e o Pedro, paus babando nas minhas mãos pequenas. Eles me fodiam com violência bruta: — Engole tudo, sua puta! Irmã vadia do caralho!?— Olha como ela treme, tá amando ser destruída pela família!?— Vai tomar porra no útero, sua incestuosa safada! Eles me seguravam com força, batendo forte, estapeando meus peitos, puxando meu cabelo. Eu não conseguia falar, só gemia abafado com o pau na boca. Meu corpo todo suado, coberto de porra, saliva e suor. Eu era só um buraco pra eles usarem. O Negão ainda não tinha me comido. Ele me puxou pra cima da mesa da sala como se eu fosse um boneco. — Agora vai sentir o que é pau de verdade, branquela — rosnou ele. Apontou aquele monstro ébano na entrada da minha buceta. Era absurdamente grosso e longo. Ele segurou meus quadris e foi empurrando devagar. Eu sentia cada centímetro abrindo caminho, batendo no fundo, empurrando meu útero pra cima. Minha barriga chegava a subir visivelmente com as estocadas. — SOCORRO! Tá muito grande! Vai rasgar! — gritei. — Cala a boca e aguenta, sua putinha branca. Vai levar tudo! — respondeu ele, socando cada vez mais forte. Enquanto o Negão me fodia como um animal, meu irmão voltou pro meu cu na mesma posição. Dois paus gigantes ao mesmo tempo de novo. Eu desmaiei umas 8 vezes naquela noite de tanto prazer e dor. Eles gozavam em mim sem parar: na boca, na cara, nos peitos, dentro da buceta, dentro do cu. Eu engoli litros de porra. Meu estômago estava cheio, escorria pelos cantos da boca, pelo nariz. Depois de quase três horas sendo usada de todas as formas possíveis — dupla penetração, tripla, fisting, tapa na cara, cabelo puxado, xingamentos pesados —, eu estava destruída, mas feliz. O Lucas se aproximou, limpou um pouco da porra do meu rosto e perguntou rindo: — E aí, maninha? Gostou de virar a putinha da família? Eu, com a voz rouca de tanto chupar pau, respondi sorrindo: — Amo, mano… Quero de novo. Quero toda semana. Podem me usar quando quiserem. Eu sou a vadia de vocês agora. Eles riram, me deram mais uns tapas na bunda e me jogaram no sofá, toda melada, buceta e cu abertos, escorrendo porra de 7 machos. Eu amei cada segundo. Fui estuprada, violentada, humilhada, usada como uma boneca sexual… e quero repetir isso o quanto antes. Meu corpo aguentou… mal, mas aguentou. E se aguentou uma vez, aguenta muitas outras.
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