Eu me chamo Daiane, na época eu tinha 14 anos, corpo novinho, bundinha redonda e empinada, peitos firmes que balançam quando eu ando. Moro com minha tia, que faz programa em casa. Os quartos são colados e eu ouvia tudo: os tapas, os gemidos e as rolas entrando fundo nela.
Quando era o Jorjão, o macho grandão, eu ficava louca. Dedava minha bucetinha lisinha imaginando aquela rola me arrombando.
“Puta que pariu! Mama essa rola, sua vadia! Engole até as bolas!”
Eu gozava escondida, molhando os dedos.
Outra noite ouvi ele destruindo o cu da tia:
“Ai Jorjão! Devagar… meu cu tá ardendo!”
“Calada, puta! Aguenta a rola grossa! Toma tudo no rabinho safado!”
Os tapas estalavam e minha tia gritava de prazer. Gozei tão forte que tremi inteira.
Uma madrugada, depois de me tocar, fui pro banheiro. Abri a porta e lá estava Jorjão, pelado, mijando com aquela pica monstruosa: 20cm, grossa, cabeçuda, veias saltadas.
“Entra, Daiane. Quer ver de perto o pau que fode tua tia?”
Fiquei hipnotizada. Ele pegou minha mãozinha e colocou na rola quente. Comecei a bater punheta, sentindo ela endurecer na minha palma.
“Quer mamar, putinha de 18? Pede como uma vadia.”
“Tio Jorjão… por favor, deixa eu chupar sua rola grossa…”
Ele segurou meus cabelos e enfiou até o fundo da garganta. Fodeu minha boca sem piedade, babando, engasgando, lágrimas escorrendo. Gozou grosso e eu engoli tudo.
No vaso, ele chupou minha bucetinha inchada e meteu dois dedos no cuzinho virgem enquanto eu gozava gritando.
No dia seguinte, tia saiu e me deixou sozinha com ele. Jorjão me jogou na mesa da cozinha, arrancou meu short e meteu a rola na bucetinha apertada de uma vez.
“Aaaahhh caralho! Tá muito grande!”
“Toma, sua sobrinha piranha! Essa buceta novinha vai aguentar tudo!”
Ele socou forte, bolas batendo na minha bundinha, dando tapas vermelhos. Gozei duas vezes, escorrendo mel na mesa.
Depois veio o principal. Ele me colocou de quatro, cuspiu no meu cuzinho e começou a forçar a cabeçuda.
“Não… vai doer muito!” eu choraminguei.
Minha tia chegou nesse momento. Em vez de parar, Jorjão mandou:
“Vem cá, puta. Segura a sobrinha e abre esse rabinho pra mim.”
Tia obedeceu, excitada. Ajoelhou do meu lado, abriu minhas nádegas com as mãos e cuspiu direto no meu cuzinho.
“Relaxa, Daiane… vai doer gostoso. Tio Jorjão vai estourar esse cu virgem.”
Ele segurou meus quadris com força e empurrou. A cabeçuda abriu meu cu à força. Gritei alto, ardendo, mas ele não parou. Centímetro por centímetro, meteu tudo até as bolas.
“AAAAHHH! Tá rasgando meu cuuuu!”
“Isso, chora no pau, sua putinha! Agora é minha cadela também!”
Ele começou a bombear forte, saindo quase tudo e socando de volta. Minha tia segurava minha cabeça, me beijava e falava no ouvido:
“Goza no cu, Daiane… rebola pra ele. Você é puta igual a mim agora.”
Jorjão metia selvagem, tapas estalando na bunda, puxando meus cabelos. Meu cu estava destruído, vermelho, piscando em volta da rola grossa. O ardor virou um prazer insano.
“Fode mais forte, tio! Estoura meu cu! Sou sua putinha de 18 anos!”
Ele acelerou como um animal, minha tia enfiando os dedos na minha bucetinha enquanto ele arrombava meu rabo. Gozei tão forte que squirtei, tremendo inteira.
Jorjão rugiu e encheu meu cuzinho de porra quente, jatos grossos fundo dentro de mim. Quando tirou, meu cu ficou aberto, piscando, escorrendo leitinho branco.
Tia ajoelhou e chupou o cu arrombado, limpando tudo com a língua enquanto eu gemia fraca.
Depois ele fodeu nós duas na sala. Alternava: metia na buceta da tia, depois no meu cu dolorido, mandava a gente se lamber. Gozou no nosso rosto e peitos. Eu e minha tia lambemos toda a porra uma da outra, putas obedientes do mesmo macho.
Agora toda vez que Jorjão aparece, ele me usa mais pesado. Meu cu já vira dele. Ele estoura, minha tia ajuda segurando e abrindo, e eu peço mais como a vadia novinha que sou.
Somos as putas da família dele.