Eu me chamo Daiane, tinha acabado de completar 16 anos. Branquinha, magrinha, 1,60m, bundinha pequena e empinada, peitos firmes e rosto bem delicado. Precisava viajar de São Paulo pra Bahia e aceitei a carona de um caminhoneiro casado que vi no Facebook. Preço ridiculamente barato. Ele parecia gente boa: negro, alto, forte, barriguinha, aliança no dedo e fotos da mulher e filhos no painel.
No começo tudo normal. Conversei bastante, contei minha vida. À noite apaguei no banco confortável. Acordei algemada com os braços presos atrás das costas, short e calcinha arrancados, o caminhão parado numa estrada de terra no meio do mato alto.
Jorjão estava pelado, pau monstruoso (22cm grossos, veias pulsando) na mão.
“Acordou, sua putinha virgem? Olha pra foto da minha família enquanto eu destruo você, vadia.”
Tentei gritar, mas ele me deu um tapa forte no rosto e me jogou de pernas pro ar no colchão, bundinha exposta. Cuspiu na rola e forçou a cabeçuda na minha entradinha minúscula.
“Não! Por favor! Eu sou virgem!” implorei chorando.
Com um golpe brutal ele enfiou quase metade. Gritei desesperada, dor rasgante. Ele riu alto:
“Calada, piranha de 18 anos! Esse cu apertado vai virar uma boceta larga pra mim. Tá estrangulando meu pau, sua cadela!”
Tranquei de dor e ele meteu com mais força, rasgando tudo por dentro. Sangue escorria. Ele segurava meus quadris com brutalidade e socava cada vez mais fundo, me humilhando sem parar:
“Sou casado, pai de família, e tô arrombando o cu de uma menina que poderia ser minha filha. Chora mais, puta! Olha como sua bundinha branquinha tá sangrando na minha rola preta!”
Ele passou meia hora forçando até enfiar tudo. Quando as bolas bateram, desmaiei de dor. Acordei com ele ainda socando como um animal, tapas no rosto, peitos e bundinha. Cuspiu na minha cara várias vezes:
“Engole minha saliva, sua vadia inferior. Você não passa de um buraco de estrada agora.”
Gozou jorrando porra quente e grossa bem fundo no meu cu destruído. Tirou o pau e meu buraco ficou aberto, piscando, escorrendo sangue e porra. Ele riu e me fez olhar:
“Olha o estrago que fiz no seu cuzinho virgem, princesinha. Amanhã vai estar pior.”
Acordei no dia seguinte algemada a uma haste da cabine, pelada, cu inchado e latejando horrivelmente. Ele voltou sorrindo:
“Bom dia, putinha. Ainda tenho 5 dias. Quando terminar, seu cu vai estar do tamanho de um cone e você vai mancar pra sempre.”
Me fodeu o dia inteiro. Socava sem dó, me fazia engolir o pau sujo de sangue e porra até engasgar, me chamava de “puta barata”, “cadela de estrada”, “filha da puta branquinha pra preto usar”. Me deu só um copo de água e me fodeu enquanto eu chorava de fome e dor. Gozava dentro e depois me obrigava a apertar o cu pra ver a porra escorrer.
Nos dias seguintes a humilhação foi ainda pior. Ele me levava pro mato, me fazia andar de quatro como cachorra, mijava em mim antes de me foder no chão sujo. Me obrigava a lamber o chão do caminhão sujo de porra e sangue. No quarto dia ligou pro amigo por vídeo, mostrou meu cu dilacerado e inchado:
“Olha o que fiz com essa piranha de 18. Vem ajudar a acabar com ela.”
O amigo chegou e os dois me arrastaram pro mato. DP selvagem: um arrombando meu cu já destruído, o outro enfiando na garganta até eu vomitar. Tapas, enforcamento, mordidas nos peitos, puxões de cabelo. Me chamavam de “buraco coletivo”, “puta de caminhoneiro”, “vadia que nasceu pra ser estuprada”. Trocaram de amigo no dia seguinte. Eu era só carne.
No último dia ele me fodeu sem parar, até enquanto dirigia, pau enfiado no meu cu aberto. Me largou na cidade, mancando, cu completamente dilacerado, sem prega, inchado, sangrando e escorrendo porra.
“Valeu pela viagem grátis, sua puta. Nunca mais vai fechar esse rabo.”
Não denunciei. A dor foi insuportável, mas a humilhação profunda me marcou. Hoje namoro, mas meu cu destruído ainda lateja quando lembro.