Meu nome é Daiane, tenho 20 anos e moro no Rio de Janeiro. Sou alta, 1,72m, pele morena clara, cabelo cacheado na altura dos ombros, seios fartos, cintura fina e um bumbum redondo que sempre chamou atenção. Cresci numa casa grande na favela, fruto do trabalho do meu pai, dono de uma rede de barbearias. Cinco quartos, piscina, churrasqueira… tudo que a gente precisava. Meu pai tem 35 anos, 1,90m, negro, corpo malhado, peito largo, braços fortes, cabelo militar e aquele olhar firme que faz qualquer um baixar a cabeça. Ele me criou sozinho depois que minha mãe foi embora. Sempre foi mulherengo, mudava de namorada quase toda semana. Meu avô tem 50 anos, 1,85m, também negro, corpo ainda forte, peito peludo, mãos grandes, barba grisalha e uma presença que impõe respeito. Viúvo há anos, nunca mais quis outra mulher depois da minha avó. Eu cresci no meio desses dois homens. Sempre tive meus casos, saía com caras, mas nunca contei a ninguém o que realmente me excitava: o corpo deles. O cheiro de homem, a voz grossa, a forma como se moviam pela casa. Eu era bissexual, mas o desejo mais forte era por eles. Um segredo que eu guardava a sete chaves. Até aquele domingo. Eu tinha saído pra praia com as amigas, mas voltei mais cedo. A casa estava silenciosa demais. Nem meu pai, nem meu avô. Estranhei. Fui andando pelo corredor e ouvi gemidos vindo do quarto do meu pai. Achei que era ele com alguma mulher. Aproximei o rosto do buraco da fechadura… e o mundo parou. Meu avô estava de pé, completamente nu. O corpo grande, peito peludo, e o pau dele… grosso, preto, uns 21 cm, duro, veias saltadas. E ajoelhado na frente dele estava meu pai, também nu, engolindo aquele pau como se tivesse fome. — Chupa esse pau, minha putinha… — a voz do meu avô era grave, autoritária. — Tava com saudade da rola do pai, né? Meu pai só balançava a cabeça, engolindo fundo, a saliva escorrendo pelo queixo. O som molhado de garganta sendo fodida enchia o quarto. Eu travei. O coração batendo tão forte que eu tinha certeza que eles iam ouvir. Mas não parei de olhar. Puxei a barra do short, enfiei a mão na calcinha e comecei a esfregar o clitóris, já encharcado. Meu avô segurava a cabeça do meu pai e metia na boca dele com força. — Isso… engasga na pica do pai… sua cadela safada. Ele tirou o pau, bateu na cara do meu pai algumas vezes e cuspiu na boca dele. Meu pai abriu a boca e engoliu tudo, pedindo mais. Depois foi a vez do meu pai. Ele puxou o avô pelos ombros e empurrou o próprio pau — grosso, 22 cm, depilado — na boca do velho. — Agora chupa você, puta. Chupa a pica que você fez. Meu avô engoliu sem reclamar, olhos lacrimejando, deixando o filho foder sua garganta. Eu esfregava mais rápido, duas dedos já dentro da buceta, molhada pra caralho. — Levanta e fica de quatro — ordenou meu pai. Meu avô obedeceu. A bunda grande, firme, um pouco peluda, completamente exposta. Meu pai deu um tapa forte e enfiou a cara no meio, chupando o cu com fome. — Ahhh… isso, filho… chupa o cuzinho do seu velho… Eu quase gozei só de ver. Meu pai se posicionou, bateu o pau na entrada e enfiou de uma vez. Meu avô gritou, a voz grossa, e empurrou a bunda pra trás. — Mete… mete forte no cu do seu pai… Meu pai metia como um animal, tapas na bunda, mãos apertando a cintura, gemendo baixo. — Que cu apertado, porra… rebola, vadia… Eles se beijavam enquanto fodiam. Línguas sujas, gemidos, o barulho de pele batendo em pele. Eu estava de pernas bambas, três dedos entrando e saindo da minha buceta, o polegar no clitóris. — Vou gozar… onde você quer? — meu pai rosnou. — No cu… enche o cu do seu pai de porra… Meu pai acelerou, deu umas estocadas profundas e gozou dentro, o corpo todo travando. Meu avô gemeu alto, rebolando até o último jato. Eu gozei junto. A buceta apertou meus dedos com força, o líquido escorrendo pela mão e pela coxa. Tive que morder o lábio pra não gritar. Limpei a mão no short, respirei fundo e saí de fininho até o meu quarto, o coração ainda disparado, a calcinha encharcada, a imagem dos dois gruda na cabeça. Fechei a porta, me joguei na cama e fiquei olhando pro teto. Eu tinha acabado de ver meu pai comendo o cu do meu avô.?E eu tinha gozado mais forte do que em qualquer foda da minha vida. Agora a pergunta que não saía da minha cabeça era uma só: O que eu ia fazer com isso?
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