Dentro da Van Escolar


Eu tinha 15 anos e ainda pegava a van escolar todo santo dia. Seu Ricardo era o motorista: aquele homem de voz calma, sorriso educado e mãos grandes. Nos primeiros três meses foi só conversinha. Depois ele começou a pedir que eu sentasse na frente. Eu sentava. E gostava.
As mãos dele não demoraram a aparecer. Primeiro no meu braço. Depois na coxa. Depois por baixo da saia, apertando a carne, subindo devagar até a calcinha. Eu abria as pernas. Deixava. Molhava a calcinha antes mesmo de chegar na escola. Um dia ele enfiou dois dedos dentro de mim no meio do trânsito, com os outros alunos atrás, e eu tive que morder o lábio pra não gemer. Cheguei na aula com a calcinha encharcada e o cheiro de buceta grudado nos dedos dele.
Aquele dia eu decidi ir sem calcinha. Saia curta, pernas abertas, buceta nua e já molhada só de pensar. Ele percebeu na hora. A mão subiu, encontrou a carne quente e escorrendo, e ele soltou um “porra, sua putinha…” baixo. Enfiou o dedo até o fundo, tirou, cheirou, chupou e enfiou de novo. Ficou me dedando a viagem inteira, abrindo, esticando, esfregando o clitóris até eu estar tremento e quase gozando no banco.
Quando o último aluno desceu, ele não foi pra casa. Entrou numa estrada de terra, longe de tudo, e estacionou a van no meio do mato. Desligou o motor.
— Tira essa porra de saia e ajoelha.
Eu ajoelhei no banco do passageiro. Ele tirou o pau pra fora. Era um monstro. Grosso, longo, a cabeça inchada e roxa, as veias saltadas. Mal cabia na minha mão. Ele segurou meu cabelo com força e enfiou na minha boca de uma vez.
— Abre essa boceta de puta. Engole tudo.
A cabecinha já me engasgou. Ele não teve dó. Empurrou até a garganta, segurou minha cabeça contra o pau e fodeu minha boca como se fosse buceta. Eu babava, engasgava, lágrimas escorriam, e ele só metia mais fundo, gemendo “isso, engole esse pau, sua vadia”. Chupei até a mandíbula doer, até a garganta ficar inchada e aberta. Ele tirava, batia o pau na minha cara, cuspia na minha boca e enfiava de novo. Quarenta minutos de garganta arrombada.
— Vai pro fundo da van e deita com as pernas abertas.
Eu deitei. Ele ajoelhou, abriu minhas pernas com força e caiu de boca na minha buceta como um cachorro faminto. Chupou, lambeu, mordeu os lábios, enfiou a língua fundo, chupou o clitóris até eu gritar. Enfiou três dedos de uma vez e fodeu minha buceta com a mão enquanto chupava. Eu gozei a primeira vez com a boca dele sugando, o corpo se contorcendo, a buceta esguichando na cara dele. Ele não parou. Continuou chupando e dedando até eu gozar de novo, mole, babando, sem conseguir fechar as pernas.
Depois me virou de quatro no banco como se eu fosse um animal. Cuspiu no meu cu, abriu as nádegas e caiu de boca no cuzinho. Chupou com uma fome nojenta, enfiou a língua, lambeu, chupou, abriu com os dedos e voltou a chupar até o buraquinho ficar mole, molhado e piscando sozinho.
— Olha esse cuzinho se abrindo… tá pedindo pra ser arrombado.
Ele enfiou a cabeça do pau na minha buceta primeiro. Empurrou tudo de uma vez. A dor foi tão forte que eu gritei e caí de cara no banco. Ele não esperou. Segurou minha cintura e começou a meter com força, o pau grosso abrindo, esticando, batendo fundo. A van balançava. Eu gemia alto, a cara esmagada no banco, a buceta sendo destruída.
Quando já estava bem aberta e escorrendo, ele tirou, colocou a cabeça no meu cuzinho e empurrou. Eu gritei de novo. Ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro, até enfiar o pau inteiro no meu cu. Ficou parado um segundo, sentindo o aperto, e depois começou a foder. Forte. Fundo. O pau grosso arrombando meu cu enquanto ele me dava tapa na bunda e puxava meu cabelo.
— Isso… aperta esse cuzinho no meu pau… sua putinha de van…
Ele me fodeu o cu até eu estar gritando e gozando de novo, o corpo mole, o cuzinho latejando. Tirou, enfiou de volta na buceta, meteu mais um pouco e depois me virou. Me fez deitar de novo, abriu minhas pernas o máximo e enterrou o pau até as bolas. Fodeu sem dó, sem ritmo, só socando. Gozei mais uma vez, apertando ele, e ele tirou, subiu no banco e enfiou o pau na minha boca.
— Engole tudo, porra.
Gozei na minha garganta. Jato quente, grosso, enchendo minha boca. Eu engoli. Ele ainda meteu mais um pouco, limpando o pau na minha língua, e só depois tirou.
Ainda ofegante, ele me fez chupar de novo, limpar tudo, até o pau ficar brilhando de saliva e porra. Depois me vestiu, ajeitou a saia e passou a mão na minha buceta e no meu cu, sentindo os dois abertos e sensíveis.
— Amanhã você vem sem calcinha de novo. E sem sutiã também.
Não fui à aula naquele dia.
No caminho de volta, a van cheirava a sexo, buceta e cu. Seu Ricardo dirigia com uma mão. A outra estava entre as minhas pernas, brincando com os dois buracos que ele tinha acabado de arrombar, enfiando os dedos, abrindo, sentindo o quanto eu ainda estava mole e usada. Eu só abria mais as pernas e deixava.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dentro da Van Escolar

Codigo do conto:
268533

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
29/07/2026

Quant.de Votos:
3

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