Meu padrasto me pegou cheirando as suas cuecas dele e me fudeu - Parte 2
Depois daquela primeira noite em que ele me arrombou de verdade, a casa mudou completamente. Eu não era mais só a enteada. Eu era a putinha particular do meu padrasto. Acordei no dia seguinte com o corpo todo dolorido e uma sensação gostosa de ter sido usada até o limite. A buceta latejava, o cu ardia e a calcinha vermelha fio dental ainda estava colada em mim, encharcada de porra e lubrificante. O cheiro dele estava em toda a cama. Eu me virei de lado e vi que o quarto estava vazio. Escutei o barulho da cafeteira na cozinha. Levantei mancando, ainda só de calcinha, e fui até a porta do banheiro. A cueca branca que ele tinha usado ontem estava jogada no cesto. Eu peguei, levei ao rosto e inspirei fundo. O cheiro forte de suor, pau e bolas me fez tremer as pernas. Fiquei ali alguns segundos fungando, a mão já descendo até a buceta, quando escutei a voz dele atrás de mim: — Então é verdade… você realmente não consegue parar. Eu congelei. Ele estava na porta do banheiro, só de short de casa, o peito peludo à mostra, observando. Não estava bravo. Estava sorrindo de canto, o olhar pesado. — Vem cá, Daiane. Me puxou pela cintura e me levou de volta pro quarto. Sentou na beira da cama e me colocou de joelhos entre as pernas dele. Pegou a cueca usada da minha mão e colocou na minha cara. — Cheira. Agora. Na minha frente. Eu respirei fundo, o tecido sujo colado no nariz e na boca. Ele observava, a mão já dentro do short, masturbando devagar o pau que ia ficando duro. Depois de um tempo ele tirou a cueca da minha cara, puxou o short pra baixo e me deu um tapa leve no rosto com a rola grossa. — Abre a boca. Eu abri. Ele enfiou até o fundo de uma vez, segurando meu cabelo. Fodeu minha garganta devagar no começo, depois mais forte, gemendo baixo. Quando estava perto de gozar, tirou e espalhou a porra quente na minha língua e no meu rosto. — Engole tudo. E limpa o que sobrou. Eu limpei. Ele me puxou pra cima, me beijou com a boca ainda suja e falou no meu ouvido: — A partir de hoje a regra é essa: toda vez que eu chegar do trabalho, você vai estar de calcinha fio dental e vai me entregar a cueca que eu usei no dia anterior. Suja. Cheirosa. E vai cheirar na minha frente antes de me chupar. Entendeu? — Sim, papai… Ele sorriu satisfeito e me deu um tapa na bunda. — Agora vai fazer o café. De calcinha só. Passei o resto da manhã andando pela casa quase pelada, a calcinha vermelha marcando a bunda empinada. Ele ficava na sala mexendo no computador, mas de vez em quando me chamava só pra me olhar, me apalpar, enfiar os dedos por baixo do tecido e me deixar molhada de novo. No final da tarde ele chegou do trabalho mais cedo. Eu já estava esperando, ajoelhada perto da porta, de camisa aberta e calcinha preta fio dental. Assim que ele entrou, eu tirei a calça dele, puxei a cueca usada e levei ao rosto. O cheiro era ainda mais forte, misturado com o suor do dia inteiro. Eu funguei alto, gemi, e ele só observava, o pau já duro dentro da cueca limpa que ele tinha colocado depois do banho no trabalho. — Boa menina… agora chupa. Eu chupei. Longo, molhado, engasgando. Ele me segurou pelo cabelo e usou minha boca até gozar direto na garganta. Depois me carregou pro quarto no colo, me jogou na cama e me comeu a buceta com a língua até eu gozar duas vezes. Só então ele me virou de quatro, passou lubrificante e meteu no cu. Dessa vez doeu menos. Eu já estava mais aberta. Ele meteu fundo, forte, me chamando de putinha, de filhinha vadia, de buraco quente. Quando gozou, encheu meu cu e me mandou ficar de quatro segurando a porra lá dentro enquanto ele ia tomar banho. Eu fiquei. O leite escorria devagar pelas minhas coxas, pingando no lençol. Naquela noite minha mãe ligou. Disse que o serviço no interior tinha atrasado e que só viria no final do mês. Meu padrasto ouviu a ligação do outro lado do quarto e sorriu largo. — Três semanas só nós dois, Daiane. Vamos aproveitar cada segundo. E aproveitamos. Nas noites seguintes a rotina ficou viciante e cada vez mais intensa. Eu esperava ele chegar já no mesmo jeito: calcinha fio dental, camisa aberta, ajoelhada. Entregava a cueca usada, cheirava fundo na frente dele, chupava o pau suado e depois levava rola em todos os buracos. Uma noite ele me amarrá as mãos atrás das costas com o próprio cinto e me vendou com uma camisa social dele. Me deixou de quatro na cama e foi me usando devagar, alternando entre a boca, a buceta e o cu sem eu saber por onde ele ia entrar em seguida. Eu só sentia a cabeça grossa empurrando, o cheiro dele, a voz grave mandando eu pedir mais alto. — Fala o que você é. — Sou a putinha do papai… — Mais alto. — Sou a putinha do papai! A vadia que cheira cueca e leva rola no cu todo dia! Ele gozou na minha cara aquela noite. Depois me fez lamber o pau limpo e dormir com a cueca usada no rosto o resto da madrugada. No sábado ele ficou ainda mais safado. Me fez vestir só a jockstrap que tinha comprado naquele dia das compras — a parte de trás completamente aberta, a bunda exposta, o pauzinho (quando eu ficava dura de tesão) marcado na frente. Me mandou fazer o almoço daquele jeito. Toda vez que eu me inclinava pra pegar alguma coisa no armário baixo, ele vinha por trás, abria minhas nádegas com as duas mãos e enfiava a língua no meu cu ou dois dedos na buceta. Eu gemia, tentava continuar cortando os legumes, e ele ria baixo. Quando o almoço ficou pronto, ele me sentou em cima da mesa, abriu minhas pernas e me chupou enquanto eu tentava comer. Eu gozei duas vezes só com a boca dele, a comida esfriando do lado. Depois do almoço ele me carregou pro sofá, me colocou de bruços e me fodeu o cu por quase quarenta minutos, devagar, fundo, sem pressa, só gozando quando eu já estava mole, chorando de prazer e pedindo pra ele parar e continuar ao mesmo tempo. Ele tirou o pau, me virou e me fez engolir a porra que ainda escorria. — Você é viciada nisso agora, né filha? Eu só consegui acenar com a cabeça, a boca suja, o cu latejando, a jockstrap encharcada. No domingo ele me acordou de um jeito diferente. Eu estava de bruços, ainda meio dormindo, quando senti a língua quente entrando no meu cu. Ele me chupou ali por um bom tempo, depois me virou, me fez engatinhar até a beira da cama e meteu a rola na minha boca ainda com gosto do meu próprio cu. Fodeu minha garganta até eu quase desmaiar, depois me jogou de costas, abriu minhas pernas o máximo que conseguiu e me comeu a buceta com força, olhando nos meus olhos. — Olha pra mim enquanto eu te fodo, Daiane. Quero ver essa carinha de putinha apaixonada. Eu olhei. Gozamos juntos. Ele gozou dentro e ficou por cima de mim um tempo, o pau ainda latejando dentro da minha buceta, me beijando devagar. — Quando sua mãe voltar, a gente continua — sussurrou. — Só que com mais cuidado. Você vai continuar sendo minha putinha… mesmo com ela em casa. Vai continuar cheirando minhas cuecas. Vai continuar me mamando quando ela estiver dormindo. E quando eu quiser, você vai abrir as pernas e me dar o cu em silêncio. Entendeu? Eu tremi inteira só de imaginar. — Entendi, papai… Ele sorriu, beijou minha testa e falou: — Boa menina. Agora vai fazer o café. E dessa vez… sem calcinha. Eu levantei, ainda com a porra escorrendo pelas coxas, e fui até a cozinha pelada. Pelo canto do olho vi ele deitado na cama, de braços atrás da cabeça, observando meu corpo se afastar. Três semanas pela frente. E eu já sabia que cada um desses dias ia ser pior… e melhor… que o anterior.
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