Em 2024, depois de uma briga feia e explosiva com meu namorado, eu descobri mensagens e fotos que me destruíram. Saí de casa chorando de raiva e dor, arrastei uma mala até a casa da minha mãe e decidi que ficaria lá, solteira, pelo menos uns dias. Precisava respirar, esquecer, e, principalmente, me sentir desejada de novo. Na primeira sexta-feira à tarde, encontrei Ana, minha irmã, e Cibele. Fomos pro shopping beber para aliviar a cabeça. Estávamos rindo no Grupo quando Cibele encontrou uns amigos dela. Eram quatro caras animados e bem gatos. Mas um moreno forte, de sorriso perfeito, pele bronzeada e perfume delicioso chamou toda minha atenção. Ele se sentou do meu lado e não parava de me olhar. — Essa loirinha aqui eu vou roubar pra mim hoje, viu? — disse ele, rindo, enquanto roçava o braço na minha cintura. O nome dele era Anderson. O simples cheiro dele já me deixava molhada. Quando o papo evoluiu pra uma festa à noite em Lagoa Santa, eles nos chamaram. Cibele fez cara de preocupação: — Meninas… esses caras são doidos. As festas deles sempre viram suruba sem limite. Eles não têm freio, comem a gente desde o caminho até o sol raiar. Eu, já com a calcinha encharcada só de imaginar, respondi na hora: — Eu vou. Quero aquele moreno cheiroso me destruindo hoje. Amanhã eu volto pro meu namorado… mas vou voltar toda arrombada, buceta inchada e cheia de porra de outro. Ana riu, nervosa, mas topou na hora. Cibele balançou a cabeça: — Vocês são duas putas sem jeito. Tá bom, eu vou junto pra não deixar vocês sozinhas. Cheguei em casa da minha mãe, tomei um banho caprichado, me perfumei inteira e me arrumei pra provocar. Vestido vermelho curtíssimo, colado no corpo, que mal cobria metade da bunda. Salto alto preto. Por baixo, só uma mini calcinha vermelha fio-dental que já estava molhada. Ana colocou um vestidinho preto ainda mais curto e salto rosa choque. Cibele foi de jeans justo e salto preto, mas ainda assim bem gostosa. Eles nos buscaram no shopping. Cibele foi no carro com o cara que já conhecia. Eu e Ana entramos no outro: eu no banco de trás entre Anderson e Ricardo, Ana na frente com Marcelo. Mal o carro arrancou, Anderson me puxou pra um beijo faminto, enfiando a língua fundo na minha boca. A mão dele subiu rápido pela minha coxa e invadiu minha calcinha. — Porra, Daiane… você tá pingando — gemeu ele, enfiando dois dedos grossos na minha buceta. Eu gemia baixinho contra a boca dele. Ricardo, do outro lado, puxou meu vestido pra baixo e começou a chupar meus mamilos com força, mordendo de leve. Anderson tirou o pau pra fora — grosso, veioso, cabeça brilhando. Eu me inclinei e abocanhei ele com vontade, chupando fundo, babando, fazendo barulho obsceno. — Isso, mama gostoso… que boca quente da porra! — grunhia Anderson, segurando meu cabelo. Ricardo levantou meu vestido, puxou a calcinha pro lado e enfiou a língua na minha buceta enquanto eu mamava. Eu tremia inteira. Anderson me puxou pro colo dele, arriou minha calcinha e eu desci devagar no pauzão dele. — Aaaahhh… que rola grossa… me abre toda! — gritei baixinho. Comecei a rebolar forte, pulando no pau dele enquanto punhetava Ricardo com força. Ana na frente já estava com a cabeça no colo de Marcelo, mamando ele enquanto ele dirigia. O carro inteiro cheirava a sexo e gemidos. No caminho, Anderson me fodeu gostoso, me fazendo gozar pela primeira vez. Depois Ricardo tomou o lugar, me comendo por trás enquanto eu continuava no colo de Anderson. Chegamos no sítio com minha buceta já bem usada e pingando porra. No estacionamento escuro, Ricardo me puxou pelo cabelo antes mesmo de eu descer: — Agora é minha vez, sua putinha loira. Ele me virou contra o carro, empinou minha bunda, levantou o vestido e meteu tudo de uma vez. Socadas brutais, fundas, fazendo minha bunda tremer. — Toma essa rola, vadia! — rosnava ele, dando tapas estalados na minha bunda. — Ai! Mais forte! Me rasga! — eu gritava, gozando forte, apertando o pau dele. Ele gozou logo depois, enchendo minha buceta e tirando pra jorrar o resto no chão. Dentro da festa era puro tesão: música alta, luzes baixas, gente se pegando por todos os cantos. Anderson me levou pra beber, mas logo me arrastou pra varanda. Me encostou na parede e me comeu em pé, devagar e fundo, enquanto pessoas passavam perto. — Você é uma puta gostosa pra caralho, Daiane… rebola nesse pau — sussurrava ele, mordendo meu ombro. — Me fode… me usa… eu quero gozar de novo! — implorava eu, rebolando. Gozei gemendo alto no ouvido dele. Ele gozou dentro, enchendo minha buceta de porra quente. Voltamos pra dentro. Ricardo já estava comendo Ana junto com Marcelo no sofá grande. Anderson me jogou do lado dela. Em minutos estávamos as duas de quatro, vestidos na cintura, sendo revezadas pelos três. — Olha essas duas irmãs putas… que delícia — ria Ricardo, metendo em mim enquanto Anderson socava Ana. Eles trocavam de buraco o tempo todo: buceta, boca, mão. Tapas fortes na bunda, mordidas nos ombros e pescoço, dedos no cu. Eu gritava sem vergonha: — Ai caralho! Me fode mais! Enche minha bucetinha! Sou a puta de vocês hoje! Ana gemia igual: — Isso… me arromba… porraaa! Cibele apareceu com um negão policial enorme, já toda desarrumada. Eu, dançando no pole dance, levantei o vestido e provoquei: — Você é o próximo, grandão… vem me foder. Ele não pensou duas vezes. Levantou meu vestido, rasgou minha calcinha vermelha, e enfiou aquele pauzão negro grosso de uma vez. Eu gritei: — Aaaaiii! Que rola enorme! Vai devagar… aaaahhh! Ele me fodeu sem piedade, segurando meus quadris, socando fundo. Tapas violentos na bunda que deixavam a pele vermelha. Eu gozei quase chorando de prazer, pernas tremendo. Ele não parava. Me virou, me colocou de joelhos e encheu minha boca de porra grossa e quente, segurando minha cabeça enquanto eu engolia o máximo possível. A noite virou uma suruba completa. Eu e Ana no centro de um gangbang sem fim. Vários caras se juntaram. Eles nos colocavam de quatro, um na buceta, outro na boca, outro na mão. Gozavam dentro, no rosto, nos peitos, na barriga. Em um dos momentos mais intensos, cinco caras me cercaram enquanto eu estava de joelhos no meio do sofá. — Abre bem a boca, sua vadia gostosa! — ordenou Anderson. Eles punhetavam em volta do meu rosto. Um atrás do outro, jatos grossos de porra quente bateram na minha cara, língua, olhos, cabelo e peitos. Bukkake completo. Eu lambia tudo, gemendo enlouquecida: — Mais… me cubram toda… eu quero ser a puta de vocês… Ana ao meu lado recebia o mesmo tratamento, rosto brilhando de porra. Depois nos colocavam novamente no sofá ou no chão: dupla penetração na buceta, um no cu (com bastante cuspe e porra como lubrificante), boca sempre ocupada. Eu perdia a conta dos orgasmos. O negão me pegou várias vezes, me fodeu contra a parede, no sofá, me carregando no colo enquanto socava. Ficamos da 21h até quase 6h da manhã praticamente sem parar. Buceta, boca e cu foram usados sem dó. Na volta, no carro, eu e Ana demos o caminho inteiro. Eu sentava no Ricardo enquanto chupava Anderson, depois trocava. Na porta do shopping, ainda escuro, o negão me encostou no carro mais uma vez, meteu devagar, falando no meu ouvido: — Piranha safada… gostosa pra caralho… toma essa rola preta toda. Eu gozei gemendo alto, unhas cravadas no carro. Ele fez o mesmo com Ana. No final, mandou nós duas de joelhos na calçada. Punhetamos ele juntas até ele gozar forte, cobrindo nossos rostos e línguas de mais uma carga grossa de porra. Pegamos o ônibus para casa completamente destruídas: vestidos amarrotados, cabelo bagunçado, marcas de chupões e tapas pelo corpo, rostos e peitos com porra seca, bucetas inchadas e vazando. Nunca tinha dado tanto na minha vida. E, mesmo sabendo que ia voltar pro meu namorado, me senti mais viva do que nunca.
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