Oi… Meu nome é Daiane. Hoje eu tenho 18 anos, mas vou contar pra vocês o que aconteceu quando eu tinha 14, há exatos 4 anos. Até hoje eu me lembro de cada detalhe, cada estocada, cada palavra suja que o tio André falou enquanto me arrombava. E de tudo que o papai fez depois, quando eu contei pra ele. É errado, é doentio… mas só de lembrar eu fico molhada de novo.
Papai sempre foi super protetor. Quando minha mãe viajou de emergência pra cuidar da vovó, ele não quis me deixar sozinha em casa. Me levou pro prédio comercial onde tinha uma reunião importante que ia durar umas três horas. Chegamos lá e o porteiro era o tio André, amigo dele de longa data. Um homem grandão, 40 anos, forte, barba cerrada, olhar de predador.
Papai falou pra ele:
— André, cuida da minha filha pra mim? Mostra as câmeras, distrai ela. Não quero ela subindo.
O tio André sorriu daquele jeito que me deu um frio na barriga:
— Pode deixar, Gael. Eu cuido direitinho da Daiane. Vou tratar ela como merece.
Papai me deu um beijo na testa e entrou no elevador. Assim que ele sumiu, o tio André trancou tudo e virou pra mim com um olhar diferente.
— Vem cá, princesinha. Senta aqui do tio.
Começou explicando as câmeras, mas logo me puxou pro colo dele. No instante que minha bundinha redonda sentou em cima dele, senti o pau dele inchar rápido, virando uma vara grossa e dura cutucando bem no meio da minha bunda por cima da calça jeans.
— Tio… tem uma coisa bem dura aqui… — eu murmurei, tentando levantar.
Ele me segurou firme pela cintura com as duas mãos grandes.
— Isso é o pau do tio, sua putinha inocente. Ficou duro só de sentir essa bundinha virgem sentando em cima dele. Agora fica quietinha aí.
Eu comecei a me debater.
— Me solta, tio! Eu vou contar pro papai!
Ele riu baixo, malvado, e enfiou a mão por baixo da minha blusinha, apertando meus peitinhos com força, beliscando os bicos até ficarem duros.
— Vai contar o quê? Que sentou no meu colo e já molhou a calcinha? Olha só… — Ele abriu minha calça com violência, baixou até os joelhos e enfiou a mão na calcinha branca. Os dedos grossos roçaram minha bucetinha lisinha. — Já tá meladinha de tesão, vadia.
— Não… por favor… eu sou virgem… tira a mão…
Ele enfiou um dedo grosso com força, rompendo meu hímen.
— Aaaaiiii!!! Dói! Tira!!!
— Caralho, que cabacinho apertadíssimo… virgem de verdade. Hoje eu vou estourar essa bucetinha e esse cuzinho. E vou fazer isso sempre que eu quiser, sua putinha. Seu pai me deixa sozinho com você, então essa buceta agora é minha propriedade.
Ele tirou o pau pra fora. Era monstruoso: bem grosso, veioso, uns 20cm, cabeça roxa babando pré-gozo.
— Não vai caber… tio, por favor…
Ele me levantou, alinhou a cabeça grossa na minha entradinha virgem e puxou meu corpo pra baixo com toda a brutalidade.
— AAAAAAHHH!!! — eu gritei desesperada. Senti meu hímen rasgar inteiro, o pau dele invadindo fundo, abrindo minhas paredes apertadas. Sangue quente escorreu pelas minhas coxas.
— Porra… que bucetinha virgem deliciosa… tá me espremendo inteiro. Aguenta, filhinha do meu amigo. Vou te foder até você virar uma vadia viciada.
Ele começou a meter com força, estocadas profundas e rápidas, as bolas batendo na minha bundinha. Cada vez que ele entrava tudo, eu sentia a cabeça dele batendo no fundo da minha buceta.
— Para… tá rasgando tudo… você é muito grosso… dói demais!
— Dói é? Então aguenta mais, sua puta. Fala alto: “Tio André, fode minha bucetinha virgem com força!”
Ele deu tapas fortes na minha bunda até eu obedecer entre soluços:
— Tio André… fode minha bucetinha virgem com força!
— Isso, boa vadia. Imagina se seu pai soubesse que eu tô aqui arrombando a filhinha dele. Eu vou te foder sempre que eu quiser, entendeu? Toda vez que você vier aqui, eu vou te chamar pra sala de monitoramento, te colocar de quatro e te encher de porra. E se você engravidar? Melhor ainda. Vou botar um filho meu na sua barriga e seu pai nunca vai saber que não é dele.
Ele meteu por uns vinte e cinco minutos só na buceta, alternando velocidade, me chamando de todos os nomes: putinha, cadelinha virgem, buraco do amigo, filhinha pra estourar. Depois tirou o pau todo sujo de sangue.
— Agora o cuzinho, sua vadia.
— NÃO!!! Pelo amor de Deus, não no meu cu! Eu nunca…
Ele me virou de bruços na mesa, abriu minhas nádegas com força e cuspiu várias vezes no meu anelzinho virgem. Pressionou a cabeça grossa e empurrou sem dó.
— AAAAAAIII!!! Tá rasgando meu cu!!! Tira!!! Tá queimando!!!
— Cala a boca e mama meu pau com esse cuzinho apertado. Vou arrombar esse rabo virgem também. E vou te engravidar, sim. Vou encher essa bucetinha de porra todo dia até você ficar barrigudinha. Aí seu pai vai ver a filhinha dele toda usada e vai querer comer também, eu aposto.
Ele socou meu cu até o talo, metendo com violência. Depois começou a alternar: tirava do cu e enfiava na buceta, voltava pro cu, me usando como uma puta barata. Os dois buracos ardiam, sangravam, mas meu corpo começou a trair.
— Ai… tio… dói… mas… mais fundo… eu tô gozando… Aaaahhh!!!
Gozei forte, tremendo inteira, a buceta esguichando enquanto meu cu apertava o pau dele.
Ele riu alto.
— Gozou no pau do tio, né? Vadia nojenta. Toma minha porra!
Grunhiu e gozou jatos grossos e quentes fundo no meu cuzinho, enchendo meu intestino. Tirou e enfiou na buceta, gozando o resto lá. Depois me fodeu por mais uma hora e meia inteira: de quatro no chão, eu cavalgando forçada, de lado com a perna levantada. Gozou mais três vezes dentro de mim, sempre repetindo:
— Vou te foder sempre que quiser, sua puta. Vou engravidar você. Seu pai vai descobrir e vai querer comer essa bucetinha arrombada também.
Quando papai desceu, eu mal conseguia andar. Fomos pra casa em silêncio. Em casa, papai me puxou pro colo dele.
— Filha, o que houve? Conta tudo pro papai.
Eu chorei, mas contei cada detalhe, exatamente como estou contando agora, quatro anos depois:
— Papai… o tio André me sentou no colo… o pau dele ficou duríssimo… ele rasgou minha bucetinha virgem com força, falou que ia me foder sempre que quisesse… arrombou meu cu também… alternou os dois buracos… gozou quatro vezes dentro de mim… disse que ia me engravidar… que você ia descobrir e fazer o mesmo…
Enquanto eu falava, eu sentia o pau do papai endurecendo embaixo de mim. Ele perdeu o controle. Puxou minha calcinha pro lado e viu meus buracos inchados, vermelhos, ainda vazando um pouco da porra do tio André misturada com sangue seco.
— Caralho, filha…
Ele tirou o pau pra fora — ainda maior e mais grosso que o do tio André — e me jogou no sofá.
— Papai… não… você também não…
— Cala a boca, sua putinha. Se o porteiro te arrombou, o papai vai arrombar melhor. Agora essa buceta e esse cu são do papai.
Ele enfiou tudo na minha bucetinha dolorida de uma vez.
— Aaaahhh!!! Papai!!! Tá muito grande!!! Tá doendo!!!
— Toma o pau do papai, vadia. Conta tudo de novo enquanto eu te fodo.
Enquanto ele metia com força bruta, eu gemia alto repetindo:
— O tio André disse que vai me foder sempre que quiser… que vai me engravidar… que você ia fazer o mesmo… ai, papai… mais fundo… me fode como ele fodeu…
Papai alternou buceta e cu, deu tapas fortes na minha bunda, puxou meu cabelo, chupou meus peitos com fome.
— Isso mesmo, filha. O papai vai te engravidar também. Essa barriga vai ficar grande com porra nossa. Você é minha putinha agora.
Eu gozei várias vezes no pau dele, tremendo, esguichando. No final ele gozou fundo na minha bucetinha, enchendo com jatos quentes e grossos.
Agora, quatro anos depois, eu termino de contar essa história toda molhada e dolorida. Minha bucetinha está toda inchada, ardendo, completamente cheia de esperma fresco do papai… porque acabei de dar pra ele de novo, agora há pouco, enquanto lembrava de tudo. Ele me fodeu ouvindo eu contar mais uma vez. Estou aqui sentada, pernas abertas, sentindo a porra dele escorrendo devagar do meu buraco arrombado, misturada com a minha lubrificação. Dói… mas eu amo.
E o tio André? Ele ainda trabalha lá. E toda vez que eu passo naquele prédio… ele cumpre a promessa. E o papai sabe. E participa.
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