Dormi sem calcinha na casa da minha amiga e o pai dela me estuprou - parte 3


Já se passaram duas semanas desde aquela segunda noite. Meu corpo ainda carregava as marcas. Não eram só as dores que iam e vinham — uma fisgada profunda quando eu me sentava por muito tempo, o latejar constante entre as pernas, o jeito como minha buceta parecia mais inchada, mais sensível ao menor atrito da calcinha. O pior eram as noites. Eu acordava suada, com a mão entre as coxas sem nem perceber, os dedos escorregando na umidade que brotava só de lembrar da voz rouca dele mandando eu engolir tudo. Eu me odiava. Me chamava de puta, de vadia fraca. Mas não conseguia parar.
Júlia continuava mandando mensagem todo dia. “Meu pai perguntou de novo de você. Disse que você é bem-vinda sempre que quiser estudar aqui kkk”. Cada “kkkk” dela era como uma facada no estômago. Eu respondia com emojis e desculpas esfarrapadas, mas minha mãe, achando que eu estava “deprimida da faculdade”, insistia: “Vai lá, filha. A Júlia é sua amiga desde o fundamental. Não fica trancada em casa”.
Na quarta-feira à tarde, eu cedi. Disse pra mim mesma que era só pra fazer o trabalho de grupo, que eu ia dormir com a porta trancada de novo, que dessa vez eu ia resistir de verdade. Levei uma mochila com pijama de flanela comprido, calcinha reforçada, absorvente extra e até um canivete pequeno que eu escondi no fundo da nécessaire. “Nunca mais”, eu repetia no ônibus, apertando as coxas uma contra a outra como se isso pudesse apagar a memória daquele pau grosso me abrindo.
Cheguei na casa da Júlia por volta das sete. A mãe dela ainda estava viajando. Júlia me recebeu com abraço apertado, tagarelando sobre a faculdade, os meninos da turma, tudo normal. O pai dela estava na sala, assistindo TV. Quando entrei, ele virou o rosto devagar. Seus olhos desceram pelo meu corpo — legging preta justa, blusa soltinha — e pararam na minha bunda. Sorriu de canto, aquele sorriso possessivo que fez meu estômago revirar e minha buceta contrair involuntariamente.
— Boa noite, menina. Que bom te ver de novo — disse ele, voz baixa, quase carinhosa na frente da filha.
Jantei com eles. Mal consegui engolir a comida. Cada vez que ele passava o braço perto de mim pra pegar algo na mesa, eu sentia o cheiro dele: suor masculino, sabonete barato, aquele aroma forte que agora estava gravado na minha memória. Júlia foi dormir cedo, reclamando de dor de cabeça. Eu disse que ia estudar mais um pouco na sala. Na verdade, eu estava adiando o momento de ir pro quarto de hóspedes.
Às onze e meia, não tinha mais desculpa. Fui pro quarto, tranquei a porta com a chave, empurrei uma cadeira contra ela e vesti o pijama de flanela. Deitei debaixo do lençol, coração disparado. Fiquei horas olhando pro teto, ouvindo cada rangido da casa. Por volta das duas e meia da manhã, o sono finalmente veio.
Acordei com a sensação de algo pesado em cima de mim. A cadeira estava no canto do quarto. A porta, entreaberta. Ele estava lá, nu da cintura pra cima, o peito largo e peludo brilhando de suor. Meu pijama já estava puxado até a cintura. Ele tinha abaixado minha calça do pijama e a calcinha até os joelhos.
— Shhh… — murmurou ele, cobrindo minha boca antes que eu pudesse gritar. — Você sabia que isso ia acontecer, neguinha. Sentiu falta, né?
Tentei chutar, mas ele prendeu minhas pernas com as dele. A mão livre desceu e encontrou minha buceta já molhada. Dois dedos grossos entraram fácil, fazendo um barulho obsceno de tanta lubrificação.
— Olha só isso… encharcada. Sua putinha traidora tava sonhando comigo, não tava?
Ele tirou os dedos e enfiou na minha boca, me fazendo chupar meu próprio gosto. Depois me virou de bruços com facilidade, como se eu não pesasse nada. Puxou minha bunda pra cima, abrindo as nádegas grandes e macias. Senti a língua quente dele descendo pela minha rachinha, lambendo do clitóris até o cuzinho. Ele demorou ali, circulando o anel apertado com a ponta da língua, cuspindo e pressionando.
— Daqui a pouco esse cuzinho virgem vai ser meu também — prometeu, voz rouca.
Eu choramingava no travesseiro, o corpo tremendo. Ele se posicionou atrás de mim, a cabeça grossa do pau roçando minha entrada. Empurrou devagar dessa vez, saboreando cada centímetro. Meu canal apertado se esticou ao máximo ao redor dele. Doía, mas era uma dor quente, cheia de prazer proibido. Ele meteu até o fundo, as bolas pesadas batendo na minha buceta inchada.
— Caralho… ainda tão apertadinha. Parece que foi feita pra meu pau.
Ele começou a bombear devagar, depois mais forte. Cada estocada fazia meus peitos balançarem contra o colchão. Ele segurava meus quadris com força, dedos cravados na carne macia da minha bunda. O barulho molhado de sexo enchia o quarto. Eu mordia o travesseiro pra não gemer alto.
De repente ele parou, tirou o pau e me virou de frente. Subiu em mim, colocando as pernas nos ombros dele. A posição deixava tudo mais fundo. Ele metia olhando nos meus olhos, vendo as lágrimas escorrerem enquanto eu gemia.
— Goza pra mim, vai. Quero sentir essa bucetinha apertando meu pau.
Ele esfregava o polegar no meu clitóris inchado, circulando rápido. Meu corpo traiu de novo. O orgasmo veio forte, me fazendo arquear as costas, apertar o pau dele como um punho. Senti um jato quente escorrendo — eu estava squirting de novo, molhando a barriga dele e o lençol.
Ele riu satisfeito e acelerou, fodendo através do meu orgasmo. Quando estava perto, tirou e subiu até meu rosto. Segurou meu cabelo cacheado com as duas mãos e enfiou o pau todo na minha garganta.
— Engole, filhinha. Engole tudo que o papai te deu.
Jatos grossos e quentes encheram minha boca. Eu engasgava, mas ele segurava firme, obrigando-me a engolir a maior parte. O resto escorreu pelos cantos da boca, pingando no meu queixo e pescoço.
Ele não saiu de cima de mim. Ficou ali, meio mole, esfregando o pau na minha língua, me fazendo limpar tudo. Depois desceu, me deu um tapa leve na buceta inchada e sussurrou:
— Amanhã a Júlia vai sair cedo pra faculdade. Você fica. Vamos ter o dia todo.
Ele saiu, trancando a porta por fora de novo.
Eu fiquei lá, destruída, gozada, o gosto dele na boca, a buceta pulsando. E, pela primeira vez, não consegui negar: eu estava ansiosa pro dia seguinte.

A manhã chegou. Júlia saiu às sete e meia. Eu fingi que ia embora também, mas a mãe dela (que tinha voltado de viagem de madrugada) disse que ia ao supermercado e me deixou só.
Já se passaram duas semanas desde aquela segunda noite. Meu corpo ainda carregava as marcas. Não eram só as dores que iam e vinham — uma fisgada profunda quando eu me sentava por muito tempo, o latejar constante entre as pernas, o jeito como minha buceta parecia mais inchada, mais sensível ao menor atrito da calcinha. O pior eram as noites. Eu acordava suada, com a mão entre as coxas sem nem perceber, os dedos escorregando na umidade que brotava só de lembrar da voz rouca dele mandando eu engolir tudo. Eu me odiava. Me chamava de puta, de vadia fraca. Mas não conseguia parar.
Júlia continuava mandando mensagem todo dia. “Meu pai perguntou de novo de você. Disse que você é bem-vinda sempre que quiser estudar aqui kkk”. Cada “kkkk” dela era como uma facada no estômago. Eu respondia com emojis e desculpas esfarrapadas, mas minha mãe, achando que eu estava “deprimida da faculdade”, insistia: “Vai lá, filha. A Júlia é sua amiga desde o fundamental. Não fica trancada em casa”.
Na quarta-feira à tarde, eu cedi. Disse pra mim mesma que era só pra fazer o trabalho de grupo, que eu ia dormir com a porta trancada de novo, que dessa vez eu ia resistir de verdade. Levei uma mochila com pijama de flanela comprido, calcinha reforçada, absorvente extra e até um canivete pequeno que eu escondi no fundo da nécessaire. “Nunca mais”, eu repetia no ônibus, apertando as coxas uma contra a outra como se isso pudesse apagar a memória daquele pau grosso me abrindo.
Cheguei na casa da Júlia por volta das sete. A mãe dela ainda estava viajando. Júlia me recebeu com abraço apertado, tagarelando sobre a faculdade, os meninos da turma, tudo normal. O pai dela estava na sala, assistindo TV. Quando entrei, ele virou o rosto devagar. Seus olhos desceram pelo meu corpo — legging preta justa, blusa soltinha — e pararam na minha bunda. Sorriu de canto, aquele sorriso possessivo que fez meu estômago revirar e minha buceta contrair involuntariamente.
— Boa noite, menina. Que bom te ver de novo — disse ele, voz baixa, quase carinhosa na frente da filha.
Jantei com eles. Mal consegui engolir a comida. Cada vez que ele passava o braço perto de mim pra pegar algo na mesa, eu sentia o cheiro dele: suor masculino, sabonete barato, aquele aroma forte que agora estava gravado na minha memória. Júlia foi dormir cedo, reclamando de dor de cabeça. Eu disse que ia estudar mais um pouco na sala. Na verdade, eu estava adiando o momento de ir pro quarto de hóspedes.
Às onze e meia, não tinha mais desculpa. Fui pro quarto, tranquei a porta com a chave, empurrei uma cadeira contra ela e vesti o pijama de flanela. Deitei debaixo do lençol, coração disparado. Fiquei horas olhando pro teto, ouvindo cada rangido da casa. Por volta das duas e meia da manhã, o sono finalmente veio.
Acordei com a sensação de algo pesado em cima de mim. A cadeira estava no canto do quarto. A porta, entreaberta. Ele estava lá, nu da cintura pra cima, o peito largo e peludo brilhando de suor. Meu pijama já estava puxado até a cintura. Ele tinha abaixado minha calça do pijama e a calcinha até os joelhos.
— Shhh… — murmurou ele, cobrindo minha boca antes que eu pudesse gritar. — Você sabia que isso ia acontecer, neguinha. Sentiu falta, né?
Tentei chutar, mas ele prendeu minhas pernas com as dele. A mão livre desceu e encontrou minha buceta já molhada. Dois dedos grossos entraram fácil, fazendo um barulho obsceno de tanta lubrificação.
— Olha só isso… encharcada. Sua putinha traidora tava sonhando comigo, não tava?
Ele tirou os dedos e enfiou na minha boca, me fazendo chupar meu próprio gosto. Depois me virou de bruços com facilidade, como se eu não pesasse nada. Puxou minha bunda pra cima, abrindo as nádegas grandes e macias. Senti a língua quente dele descendo pela minha rachinha, lambendo do clitóris até o cuzinho. Ele demorou ali, circulando o anel apertado com a ponta da língua, cuspindo e pressionando.
— Daqui a pouco esse cuzinho virgem vai ser meu também — prometeu, voz rouca.
Eu choramingava no travesseiro, o corpo tremendo. Ele se posicionou atrás de mim, a cabeça grossa do pau roçando minha entrada. Empurrou devagar dessa vez, saboreando cada centímetro. Meu canal apertado se esticou ao máximo ao redor dele. Doía, mas era uma dor quente, cheia de prazer proibido. Ele meteu até o fundo, as bolas pesadas batendo na minha buceta inchada.
— Caralho… ainda tão apertadinha. Parece que foi feita pra meu pau.
Ele começou a bombear devagar, depois mais forte. Cada estocada fazia meus peitos balançarem contra o colchão. Ele segurava meus quadris com força, dedos cravados na carne macia da minha bunda. O barulho molhado de sexo enchia o quarto. Eu mordia o travesseiro pra não gemer alto.
De repente ele parou, tirou o pau e me virou de frente. Subiu em mim, colocando as pernas nos ombros dele. A posição deixava tudo mais fundo. Ele metia olhando nos meus olhos, vendo as lágrimas escorrerem enquanto eu gemia.
— Goza pra mim, vai. Quero sentir essa bucetinha apertando meu pau.
Ele esfregava o polegar no meu clitóris inchado, circulando rápido. Meu corpo traiu de novo. O orgasmo veio forte, me fazendo arquear as costas, apertar o pau dele como um punho. Senti um jato quente escorrendo — eu estava squirting de novo, molhando a barriga dele e o lençol.
Ele riu satisfeito e acelerou, fodendo através do meu orgasmo. Quando estava perto, tirou e subiu até meu rosto. Segurou meu cabelo cacheado com as duas mãos e enfiou o pau todo na minha garganta.
— Engole, filhinha. Engole tudo que o papai te deu.
Jatos grossos e quentes encheram minha boca. Eu engasgava, mas ele segurava firme, obrigando-me a engolir a maior parte. O resto escorreu pelos cantos da boca, pingando no meu queixo e pescoço.
Ele não saiu de cima de mim. Ficou ali, meio mole, esfregando o pau na minha língua, me fazendo limpar tudo. Depois desceu, me deu um tapa leve na buceta inchada e sussurrou:
— Amanhã a Júlia vai sair cedo pra faculdade. Você fica. Vamos ter o dia todo.
Ele saiu, trancando a porta por fora de novo.
Eu fiquei lá, destruída, gozada, o gosto dele na boca, a buceta pulsando. E, pela primeira vez, não consegui negar: eu estava ansiosa pro dia seguinte.

A manhã chegou. Júlia saiu às sete e meia. Eu fingi que ia embora também, mas a mãe dela (que tinha voltado de viagem de madrugada) disse que ia ao supermercado e me deixou sozinha em casa “pra descansar”. Eu sabia que era armação. Ele tinha planejado tudo.
Mal a porta da frente fechou, ele apareceu na cozinha, só de cueca boxer. O volume já estava enorme.
— Tira a roupa — ordenou.
Eu hesitei. Ele veio até mim, me segurou pela nuca e me beijou pela primeira vez. Um beijo bruto, língua invadindo minha boca, dominando. Enquanto me beijava, tirava minha blusa, meu sutiã, abaixava minha saia e calcinha. Fiquei nua na cozinha, tremendo.
Ele me colocou sentada na mesa, abriu minhas pernas e se ajoelhou. Chupou minha buceta com fome, língua fodendo o buraco, sugando o clitóris, dois dedos curvados acertando meu ponto G. Gozei rápido, gritando, puxando o cabelo dele.
Depois me carregou pro quarto dele — a cama de casal grande, cheirando a homem. Me jogou na cama e tirou a cueca. O pau estava duro como pedra, veias saltadas, cabeça roxa brilhando.
— Hoje vou comer esse cuzinho virgem.
Eu gelei.
— Não… por favor… isso não…
Ele riu. Me virou de quatro, levantou minha bunda alta e cuspiu bastante no meu cuzinho. Começou a massagear com o dedo, entrando devagar. Doía. Eu chorava, mas ele continuava, acrescentando outro dedo, abrindo caminho. Depois passou lubrificante que ele tinha comprado — gel frio que ele enfiou fundo com os dedos.
Posicionou o pau e empurrou. A cabeça grossa forçou o anel apertado. Eu gritei. Ele tapou minha boca e continuou empurrando, centímetro por centímetro, até metade do pau estar dentro da minha bunda.
— Isso… relaxa… vai caber tudo.
Ele metia devagar, depois mais rápido. A dor inicial deu lugar a uma sensação cheia, estranha, profundamente submissa. Ele segurava meus quadris, metendo fundo, as bolas batendo na minha buceta pingando. Com uma mão, ele esfregava meu clitóris.
Eu gozei de novo, dessa vez com o cu cheio dele, apertando ao redor do pau grosso. Ele gemeu alto e gozou dentro da minha bunda, jatos quentes enchendo meu intestino pela primeira vez.
Depois disso, ele me levou pro banho. Me fodeu debaixo do chuveiro, primeiro na buceta, depois de novo no cu. Me fez chupar o pau que tinha acabado de sair da minha bunda — humilhante, mas eu fiz, excitada demais pra resistir.
Passamos o dia inteiro transando. Na sala, no sofá, ele me fodeu de lado enquanto assistia TV. Na cozinha, me comeu por trás enquanto eu tentava fazer um lanche. No quarto da Júlia (ele insistiu), me fez deitar na cama dela e gozar enquanto ele comia meu cu.
Cada vez que eu gozava, ele sussurrava que eu era dele, que eu não ia mais conseguir viver sem aquele pau. Eu negava chorando, mas meu corpo dizia o contrário.
Quando a Júlia ia voltar, ele me limpou, me deu roupa e me mandou pro quarto de hóspedes. Antes de sair, me deu um beijo na testa:
— Semana que vem tem mais. E você vai vir. Porque você é minha putinha agora.
Eu voltei pra casa naquela noite com a bunda dolorida, o cu latejando, buceta inchada e a cabeça cheia de imagens dele. No ônibus, apertava as coxas, sentindo o absorvente ficando molhado de novo.
Eu me odiava. Mas já estava contando os dias pra próxima vez.

Os meses seguintes viraram uma rotina secreta e viciante. Eu arrumava desculpas pra ir na casa da Júlia quase toda semana. Às vezes dormia lá duas noites seguidas. Minha mãe achava que eu estava “melhorando da depressão”. Júlia continuava sem desconfiar de nada.
O pai dela — que eu agora chamava mentalmente de “meu macho” — cada vez mais ousado. Uma noite ele me fodeu na sala enquanto a Júlia e a mãe dormiam no andar de cima. Me fez ficar de quatro no tapete, tapando minha boca pra eu não gemer alto demais.
Outra vez, ele me levou pro quintal dos fundos à meia-noite. Me fodeu contra a parede, ao ar livre, o risco de alguém ver aumentando o tesão. Gozei tão forte que minhas pernas falharam.
Ele começou a trazer brinquedos. Um plug anal que eu tinha que usar o dia inteiro quando ia pra lá. Um vibrador que ele controlava por controle remoto enquanto eu tentava conversar com a Júlia na sala. A sensação de vibrar por dentro enquanto fingia normalidade era enlouquecedora.
A primeira vez que ele me fodeu os dois buracos ao mesmo tempo foi inesquecível. Ele me colocou por cima dele, pau na buceta, e enfiou o plug no cu. Depois trocou, pau no cu e vibrador na buceta. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta, mijando, chorando, implorando por mais.
Eu ainda resistia no começo de cada encontro. Dizia “não”, chorava, tentava empurrar. Mas sempre terminava cavalgando ele, pedindo pra gozar dentro, abrindo minha bunda pra ele, chupando o pau como a putinha obediente que ele me treinou pra ser.
Uma noite, depois de uma foda particularmente bruta — ele tinha amarrado minhas mãos na cabeceira e me usado por quase duas horas seguidas, alternando buceta, boca e cu —, ele me abraçou por trás na cama, acariciando minha barriga.
— Você tá diferente — murmurou. — Mais molhada, mais apertada… tá tomando anticoncepcional?
Eu gelei. Na verdade, tinha esquecido várias vezes. O medo misturado com uma excitação doentia me acertou.
— Não sei… — sussurrei.
Ele riu baixinho, a mão descendo até minha buceta ainda cheia da porra dele.
— Ótimo. Se engravidar, vai ser nosso segredo. Você vai carregar meu filho nessa barriga gostosa e ninguém nunca vai saber quem é o pai.
A ideia me aterrorizou. E me excitou de um jeito doentio. Naquela mesma noite ele me fodeu de novo, gozando ainda mais fundo, sussurrando que queria me ver de barriga grande, peitos cheios de leite.
Eu gozei só de ouvir.

Hoje faz seis meses. Eu ainda moro com meus pais, ainda estudo, ainda finjo ser a boa menina. Mas toda semana eu volto pra aquela casa. Às vezes nem espero convite. Mando mensagem pra Júlia inventando trabalho e vou direto.
Ele me espera no quarto de hóspedes. Eu tiro a roupa sozinha agora, me coloco de quatro na cama, bunda empinada, e espero ele me usar.
Às vezes ainda choro no começo. Ainda sinto vergonha. Ainda me odeio um pouco.
Mas quando ele enfia aquele pau grosso em mim, quando me chama de filhinha, de putinha, de neguinha gostosa, quando enche meus buracos de porra quente… eu me sinto viva. Completa. Viciada.
E eu sei que isso nunca vai parar.
Eu não quero que pare.


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Comentários


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kzdopass48es Comentou em 20/07/2026

UAU... faz amizade com minha filha e venha dormir aqui em casa também. S2 Betto o admirador do que é belo S2




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Ficha do conto

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daiane69

Nome do conto:
Dormi sem calcinha na casa da minha amiga e o pai dela me estuprou - parte 3

Codigo do conto:
267701

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/07/2026

Quant.de Votos:
3

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