O Último Dia De Experiência

Eu já tinha visto o pau do chefe antes daquele dia.
Foi no segundo mês da experiência. Uma sexta-feira à noite, quase todo mundo já tinha ido embora. Eu voltei pra pegar o carregador que tinha esquecido na sala de reunião. A porta do banheiro masculino estava entreaberta. Ele estava lá dentro, de frente pro espelho, a camisa ainda abotoada, a calça baixa na altura das coxas. Ele segurava o pau com uma das mãos, passando o polegar devagar pela cabeça, como se estivesse se aliviando depois de um dia longo.
Eu fiquei paralisada no corredor por dois ou três segundos. Tempo suficiente pra gravar tudo: a grossura, o comprimento, as veias saltadas, a cabeça rosada e brilhante. Era grande. Descaradamente grande. Quando ele ergueu o olhar e me viu, não se assustou. Só continuou segurando o pau, os olhos presos nos meus, e falou baixo:
— Viu o que precisava?
Eu fechei a porta do banheiro na cara dele e fugi. Mas a imagem ficou. Toda vez que ele passava por mim no escritório, eu lembrava daquele pau grosso e pesado na mão dele. Toda vez que ele se inclinava sobre a minha mesa pra apontar algo na planilha, eu sentia o cheiro do perfume e imaginava o que ele escondia na calça. Aos poucos a curiosidade virou obsessão. E a obsessão virou plano.
No último dia da experiência eu me preparei como nunca na vida.
Blusa preta decotada, quase transparente sob a luz fria do escritório, seios espremidos pra cima, o decote tão profundo que se eu me inclinasse um pouco mais os mamilos apareciam. Vestido curto de tecido fino e justo, tão curto que a barra mal cobria a curva da bunda. Sem calcinha. Absolutamente nada. Só a pele quente, já um pouco suada, e o cheiro sutil da minha buceta que já estava molhada só de imaginar o que ia acontecer. Salto alto de 12 cm, fino, que fazia meu corpo balançar a cada passo. E os óculos de grau de armação grossa e preta — aqueles que o chefe sempre olhava demais quando eu me curvava.
Bati na porta da sala dele às 18h40. Quase todo mundo já tinha ido embora. O corredor estava silencioso.
— Entra — ele disse, sem levantar a cabeça do computador.
Fechei a porta atrás de mim e travei. O som do clique metálico ecoou na sala. Ele ergueu o olhar devagar. Os olhos dele desceram pelo decote, pela curva dos seios, pela barra do vestido que subia um pouco a cada passo que eu dava em direção à mesa. Vi a garganta dele se mexer quando engoliu em seco.
— Você… tá diferente hoje — murmurou, a voz mais rouca do que o normal.
— É o último dia da experiência, chefe — respondi, parando na frente da mesa. Inclinei o corpo pra frente, apoiando as mãos na madeira, deixando o decote se abrir ainda mais. — E eu quero ficar. Quero o contrato. E tô disposta a fazer o que for preciso.
Ele inclinou-se pra trás na cadeira de couro, as mãos nos braços dela, os olhos presos entre os meus seios e a barra do vestido.
— E como pretende garantir isso, hein?
Sorri. Dei a volta na mesa sem pressa. Cada passo fazia o vestido subir um centímetro a mais. Pareei na frente dele, entre as pernas abertas da cadeira, e sem falar nada levantei o vestido até a cintura. Mostrei a buceta lisa, já brilhando de tesão, os lábios inchados e úmidos. Virei um pouco o quadril e mostrei também o cu apertado, rosado, completamente exposto.
— Do jeito que o senhor quiser — falei baixinho. — Pode usar a boca, a buceta, o cu… tudo. Hoje eu tô sem calcinha só pra o senhor. E eu já vi o que o senhor esconde nessa calça. Quero sentir ele inteiro.
Ele passou a língua nos lábios. A mão dele subiu pela minha coxa interna, apertou a carne macia e os dedos encontraram a umidade quente. Dois dedos deslizaram entre os lábios da minha buceta, sentindo o quanto eu já estava escorregadia.
— Putinha… já tá molhada só de pensar nisso? Desde aquele dia no banheiro, né?
— Desde aquele dia, chefe — confessei, abrindo um pouco mais as pernas. — Pensei o dia inteiro no seu pau. Em como ia te dar o cu hoje. Em como ia ficar toda aberta e dilacerada pra o senhor.
Ele se levantou de uma vez. A cadeira rolou pra trás. Me virou de costas contra a mesa com um puxão no quadril, me dobrou pra frente com a mão na nuca. Ouvi o barulho do cinto sendo desatado, o zíper descendo. Quando senti a cabeça grossa e quente do pau dele esfregar no meu cu, um arrepio percorreu minha espinha inteira.
— Caralho… é ainda maior do que eu lembrava — gemí, a voz falhando.
— E você vai engolir inteiro no cu, sua vadia. Sem reclamar. Sem pedir pra parar.
Ele cuspiu na rola, o som molhado ecoando. Passou a saliva grossa no meu cu com a cabeça do pau, esfregando de cima a baixo, e começou a empurrar. A cabeça entrou com dificuldade. Eu soltei um gemido alto, os dedos apertando a beirada da mesa até os nós ficarem brancos.
— Aaaah… porra… é grosso demais… tá abrindo…
— Aguenta. Respira fundo. Abre esse cu pra mim — ordenou, a voz baixa e controlada, enquanto continuava empurrando.
Centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada polegada abrindo meu cu com força, esticando a pele, queimando gostoso. Quando o pau inteiro sumiu dentro de mim, ele ficou parado, me enchendo completamente. Eu tremia, o cu pulsando ao redor da grossura dele.
— Tá vendo? Encaixa. Seu cu foi feito pra ser arrombado por mim — ele falou perto da minha orelha, a respiração quente. — Desde aquele dia no banheiro eu imaginava te foder assim. Agora fica quietinha enquanto eu uso.
Começou a se mexer. Devagar no começo, puxando quase até a cabeça sair e enterrando de novo até as bolas baterem na minha buceta. Depois com mais força. Cada estocada fazia a mesa tremer e meu corpo balançar pra frente. Eu gemia sem controle, o vestido amassado na cintura, os seios saindo completamente do decote, balançando a cada metida.
— Isso… fode meu cu, chefe… arromba ele… aaah, porra, tá tão fundo…
— Você gosta de levar no cu, não gosta, puta? Gosta de ficar com o cu dilacerado e aberto?
— Gosto… gosto pra caralho… me fode mais forte… usa meu cu como quiser…
Ele agarrou meu cabelo com uma mão, puxou a cabeça pra trás com força, e com a outra apertou minha bunda, abrindo ainda mais o cu enquanto metia. O som molhado e obsceno do pau entrando e saindo do meu cu enchia a sala. Eu sentia o cu arder, esticar, doer de um jeito delicioso. Cada vez que ele enfiava fundo, um gemido alto escapava da minha garganta.
— Vou gozar no seu cu e depois te foder a buceta até encher de porra — rosnou, acelerando as estocadas. — Você quer isso? Quer meu leite escorrendo do seu cu e da sua buceta?
— Quero… quero seu leite no meu útero… me enche, chefe… porra, me usa…
Ele tirou o pau do meu cu de uma vez. Eu soltei um gemido de frustração e dor misturada, o cu ficando aberto e latejando no ar. Ele me virou de frente, me deitou de costas na mesa, abriu minhas pernas com as mãos e enfiou de uma vez na buceta. Eu estava tão molhada que ele entrou fácil, mas ainda assim era grosso demais. Me preencheu por completo, a cabeça batendo fundo no útero.
— Porra… sua buceta tá engolindo tudo… tão quente e apertada…
Ele meteu forte, fundo, batendo as bolas na minha bunda a cada estocada. Cada vez que ele ia até o fundo, eu sentia um choque de prazer misturado com a dor residual do cu arrombado. Os seios balançavam, os mamilos duros, e eu gemia alto, sem me importar se alguém ainda estivesse no prédio.
— Isso… fode minha buceta… enche ela de leite… aaah, chefe, tá tão fundo…
— Você vai ficar com minha porra pingando o caminho pra casa, sua vadia. E amanhã vai vir trabalhar com o cu e a buceta arrombados, sentindo meu leite escorrer enquanto digita.
Ele acelerou ainda mais. Eu sentia o orgasmo subindo rápido, apertando a rola dele com a buceta, as paredes contraindo sem controle. Meus dedos arranharam as costas dele por baixo da camisa.
— Vou gozar… chefe… vou gozar no seu pau… porra…
— Goza. Goza pra mim enquanto eu te encho. Quero sentir essa buceta milhando no meu pau.
Eu gozei primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta se contraindo com força ao redor dele, um gemido longo e rouco saindo da minha garganta. Ele deu mais algumas estocadas profundas, brutais, e enterrou até o fundo, gemendo baixo contra meu pescoço.
— Toma… toma tudo… engole meu porra no útero…
Senti o pau pulsar forte. O primeiro jato quente de porra batendo direto no meu útero. Outro. Mais outro. Ele continuou metendo devagar enquanto esvaziava as bolas dentro de mim, me enchendo até eu sentir o leite começar a vazar pelas laterais do pau, escorrendo pela minha bunda e pingando na mesa. O cu ainda estava aberto e latejando, e a buceta cheia, quente, pulsando.
Quando ele tirou, um fio grosso e branco de porra escorreu da minha buceta e pingou no chão. Meu cu continuava semiaberto, arredondado pela invasão, e a buceta latejava, cheia, o leite dele escorrendo lentamente.
Ele se arrumou, fechou o zíper, olhou pra mim deitada na mesa: vestido amassado na cintura, seios de fora, pernas abertas, porra escorrendo dos dois buracos, óculos tortos no rosto, cabelo bagunçado.
— Contrato efetivo amanhã. Com aumento. E você vem trabalhar todo dia assim que eu mandar.
Sorri, ainda ofegante, sentindo o leite dele escorrer pelo meu cu e pela buceta, molhando as coxas.
— Obrigada, chefe. Pode usar esses furos sempre que quiser. O cu, a buceta, a boca… são seus agora.
Ele passou o polegar pela minha boca, me fazendo lamber a própria saliva misturada com o gosto do meu cu e um pouco da porra que tinha escorrido.
— Vou. E da próxima vez você vem sem o vestido. Só de salto, óculos e a buceta molhada. Entendeu?
— Entendi, chefe — respondi, a voz rouca.
Saí da sala cambaleando, o vestido ainda sujo e amassado, a porra escorrendo pelas coxas a cada passo, o cu e a buceta latejando gostoso, abertos e usados. Emprego garantido. E o pau do chefe — aquele que eu tinha visto no banheiro semanas atrás — agora era meu pra ser arrombada, fudida e enchida sempre que ele quisesse.
No elevador, passei a mão entre as pernas e senti o leite quente escorrendo. Sorri sozinha.
Amanhã eu voltaria. E estaria pronta de novo.

Foto 5 do Conto erotico: O Último Dia De Experiência


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Último Dia De Experiência

Codigo do conto:
268831

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/08/2026

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3

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