Não foi meu pai que me “vendeu”. Ele só juntou o útil ao agradável… e eu adorei cada segundo. Essa primeira parte vai ser só a introdução de tudo o que aconteceu naquela época. Achei necessário contar pra vocês entenderem como eu e meu pai nos tornamos cúmplices. A história que vou contar aconteceu há 3 anos e eu lembro de cada detalhe como se tivesse sido ontem. Vou dar o máximo de detalhes possível e fazer vocês gozarem bastante. Não foi falta de coragem de ter contado antes, mas depois de ler muito sobre o assunto, percebi que isso é bem mais comum do que a gente imagina. Devido aos tabus da sociedade, muita coisa fica escondida. Na época eu tinha 15 anos e me chamava Daiane. Meu pai, Roger, é engenheiro da computação, mas não é aquele tipo nerd chato — ele entende de tudo que é eletrônico. Meus pais eram separados há 3 anos e dividiam minha guarda. Eu ficava com ele nos finais de semana e com minha mãe durante a semana por causa da escola. Eu sempre fui esperta, falante e bem safadinha. Sou branquinha, cabelo escuro liso, tipo índia, peitinhos do tamanho de laranjas e um corpo violão que chamava atenção. Gostava de roupas apertadas e curtas, e desde pequena quase não usava calcinha — só quando saía ou ia pra escola. Meu corpo já era bem formado. Meu pai reparava… e eu sabia. Muitas vezes eu via ele me olhando quando eu saía do banho nua ou quando dormíamos juntos. Eu fingia que não percebia, mas adorava deixar ele excitado. Foi numa quinta-feira que eu liguei pro meu pai pedindo pra ele me buscar depois da aula. Queria passar o feriadão com ele. Ele tinha esquecido que sexta era feriado e ligou pra minha mãe, que autorizou. Eu sabia que ele estava apertado de dinheiro, mas insisti. Saímos aquela tarde e fomos pro shopping. Brincamos nas máquinas, ele comprou roupas pra mim e depois fomos pro parque de diversões ao lado. Nos divertimos muito. No final do dia, eu pedi sorvete. Sentamos numa mesinha e, enquanto conversávamos, percebi dois homens mais velhos (uns 50-60 anos), bem vestidos, olhando bastante pra gente. Um deles era brasileiro, seu Vitor (55), o outro era estrangeiro, parecia francês, seu Lorran (59). Eles escutaram nossa conversa sobre computador e perguntaram se meu pai entendia do assunto. Eu respondi animada:?— Entendi, meu pai entende sim! Ele é engenheiro de computação! Eles pediram pra sentar com a gente. Ofereceram dinheiro bom pro meu pai consertar os computadores deles (um desktop e dois notebooks) e disseram que eu podia ir junto. Eu fiquei super feliz com a ideia de ganhar presentes e insisti pra ele aceitar. Meu pai ficou em dúvida, mas eu fiz aquele jeitinho manhoso e ele acabou concordando. Eles nos deram o cartão e foram embora. Voltamos pra casa do meu pai, tomamos banho (separados), e eu pedi pra dormir com ele. Coloquei uma camisolinha transparente com fio dental e deitei no peito dele. Fiquei passando a mão na barriga e no peito dele, sentindo ele ficar duro. De madrugada ele levantou pra ir ao banheiro… eu sabia o que ele ia fazer pensando em mim. Na manhã seguinte, acordei e a primeira coisa que perguntei foi se ele já tinha ligado pros homens. Ele ainda estava pensando, mas eu insisti de novo. Ele ligou pro seu Lorran e combinou de nos encontrarmos no parque às 13h. Fui com um shortinho de algodão bem apertadinho (aquele que divide minha bucetinha e fica enfiado na bunda) e um top branco. Meu pai comentou que todo mundo estava me olhando. Eu ri e disse que os homens eram tarados. Almoçamos lá e, na hora marcada, encontramos os dois. Eles elogiaram muito meu corpo, olhando descaradamente pra minha bundinha e pra minha xotinha marcada no short. Fomos no carrão luxuoso deles até o apartamento — um prédio chique, todo de vidro. O apartamento era enorme, parecia coisa de filme. A sala era gigantesca, com um aquário lindo na parede que me deixou vidrada. Eu e meu pai ficamos impressionados. Eles mostraram a casa toda, a banheira enorme, os quartos… Enquanto meu pai foi mexer nos computadores no escritório, eu fiquei na sala com eles perto do aquário. Eu estava de quatro no sofá, empinando a bunda, quando seu Vitor começou a tirar meu shortinho e seu Lorran tirava fotos. Eu estava sorrindo, gostando da atenção. Meu pai estava no quarto trabalhando, mas eu não sabia que ele conseguia ver tudo através do aquário. Seu Vitor puxou meu fio dental pro lado e enfiou a boca na minha bucetinha e no meu cuzinho, lambendo gostoso. Eu gemia:?— Tio Vitor, que língua quente… Eles tiravam muitas fotos. Eu estava molhadinha. Eles me colocaram em posição de frango assado, abriram bem minhas pernas e seu Vitor chupou minha bucetinha lisinha até eu gozar forte na boca dele. Enquanto isso, eu peguei no pau do seu Lorran por cima da cueca, depois tirei pra fora e comecei a punhetar. Eles me mandaram chupar. Eu coloquei o pau do seu Lorran na boca, lambi, chupei, engasguei e ri. Depois os dois paus juntos. Seu Lorran gozou primeiro, enchendo minha boca e meu rostinho de porra quente. Eu abri a boca, mostrei a língua e engoli o que consegui, lambendo o resto que escorria nos peitos. Depois foi a vez do seu Vitor. Eu chupei aquele pau mais grosso, enquanto seu Lorran enfiava o dedo na minha bucetinha apertada e comentava como eu era gulosa. Seu Vitor também gozou bastante na minha boca e na minha cara. Eu lambia tudo, sorrindo pra câmera, toda melada de porra, me sentindo uma vadiazinha feliz. Eu adorei. E sabia que meu pai estava em algum lugar da casa… mas naquele momento eu só queria mais.
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