Me chamo Daiane. Tenho 20 anos agora. Isso aconteceu em 2007, quando eu tinha 18. Estava passando as férias do meio do ano na casa da minha tia. Lá moravam meus dois primos: Ricardo, o mais velho, 22 anos, e Bruno, 20. Sempre brincávamos de verdade ou desafio desde pequenos. Naquele dia minha tia saiu cedo e não voltaria até a noite. Só estávamos nós três e um amigo deles, o Marcelo. Começamos a brincar no sofá da sala. Quando caía comigo, eles pediam coisas leves no começo: levantar a blusa, mostrar o sutiã, passar a mão por cima da calça deles. Eu ria, achava excitante. Até que pediram pra eu ficar sem roupa. Tirei a blusa, a saia, a calcinha. Fiquei nua, meio sem graça, cobrindo os peitos com os braços. Quando caiu comigo de novo, Ricardo falou: — Deixa a gente enfiar o dedo na sua boceta, Daiane. Eu fiquei vermelha, balancei a cabeça e corri pro quarto. Fechei a porta, mas não travei. Segundos depois a porta abriu com força. Ricardo e Bruno entraram. Marcelo veio atrás. Eu ainda estava nua, sentada na beira da cama. — Volta pra brincadeira — disse Ricardo, a voz já diferente. Tentei me levantar. Bruno me empurrou de volta. Marcelo segurou meus pulsos acima da cabeça com força. Bruno seguiu os tornozelos e abriu minhas pernas. Ricardo subiu na cama, tirou o pau já duro e enfiou na minha boca. — Chupa, prima. Abre essa boca. Eu me debatei. Ele segurou meu cabelo e meteu fundo, socando a garganta. Eu engasguei, lágrimas escorrendo. O gosto salgado, o cheiro dele. Tentava virar o rosto, mas ele não deixava. Alguém bateu na porta da frente. Eu senti um alívio rápido. Bruno soltou meus pés e foi atender. Ouvi vozes. Quando ele voltou, tinha mais cinco caras atrás dele. Amigos. Todos olhando pra mim nua, com o pau do Ricardo ainda na minha boca. — Porra, que novinha gostosa — falou um deles. Eles entraram no quarto. A porta foi trancada. Agora éramos eu e oito homens. Marcelo continuava segurando meus braços. Outro abriu minhas pernas com força. Dois dedos grossos entraram na minha boceta seca. Eu gritei com a boca cheia. Doía. Ricardo tirou o pau da minha garganta e falou: — Ela ainda é virgem. Vocês vão ver. Bruno saiu e voltou com um tubo de lubrificante da cozinha. Passou nos dedos do cara e ele enfiou de novo, agora mais fácil, mas ainda apertado. Eu chorava. — Para… pelo amor de Deus… Ninguém parou. Um deles, o mais baixo, falou: — Eu quero ser o primeiro a comer. Ricardo acenou. Eles me puxaram pela cintura até a beira da cama, quadril pra fora. O cara posicionou o pau, passou lubrificante e empurrou. A dor foi aguda, como se algo rasgasse dentro de mim. Eu gritei. Ele meteu até o fundo de uma vez. — Caralho, que apertada! Ele começou a foder com força. Cada estocada doía mais. Eu me debatia, mas Marcelo e outro seguravam firme. Um terceiro subiu na cama e enfiei o pau na minha boca pra calar o grito. Eles se revezaram. Um gozava e outro entrava. Todos sem camisinha. Gozavam dentro da boceta, escorrendo pelo meu cu e pela coxa. Eu sentia o esperma quente misturado com sangue. A dor não passava. Meu primo Ricardo falava: — Engole tudo, Daiane. Não desperdiça. Quando um deles disse que ia gozar em cima de mim, Ricardo interrompeu: — Não suja a cama. Goza na boca dela. O cara subiu, tirou o pau da boceta e enfiou na minha garganta, jorrando fundo. Eu engasguei, o gosto amargo descendo. Depois de todos terem me comido na boceta, Bruno, o primo mais novo, falou: — Agora eu quero o cuzinho dela. Eu comecei a chorar mais alto. — Não… por favor, para… dói muito… Eles me viraram à força. Quatro mãos me seguraram de bruços. Bruno cuspiu na minha bunda, passou o pau e começou a forçar a entrada. A dor foi pior. Eu gritava. Um deles sentou na minha frente, segurou minha cabeça e enfiou o pau na boca pra abafar o som. — Cala a boca, putinha. Bruno empurrou até o fundo. Meu cu ardia, latejava. Ele meteu com força, sem dó. — Vou gozar dentro do seu cuzinho, prima. Ele gozou fundo, enchendo. O esperma escorreu quando ele tirou. Os outros riram. Um ainda meteu de novo na boceta, outro no cu, se revezando enquanto eu só soluçava. Quando finalmente me soltaram, eu estava tremendo, pernas bambas, boceta e cu latejando, esperma escorrendo dos dois buracos, o rosto sujo de saliva e gozo. Corri pro banheiro cambaleando, tranquei a porta e fiquei debaixo do chuveiro quente, chorando, tentando lavar tudo. Eles ficaram do lado de fora rindo baixo. Eu ouvia. Nunca contei pra ninguém. Mas toda vez que vejo um dos meus primos, o corpo ainda lembra da dor e do jeito que me abriram naquele dia.
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