Mal descarregamos as coisas e a porta da cabana ainda estava aberta quando um deles me puxou pela cintura e me beijou fundo. Os outros fecharam a porta e vieram por trás. Em segundos eu estava pelada no meio deles. Quatro mãos me tocando, quatro bocas me chupando, quatro paus duros batendo no meu corpo. Me ajoelhei no chão de madeira e fui de um a um, chupando cada cacete com fome. Passava a língua pela cabeça, enfiava até a garganta, engasgava e pedia mais. Eles gemiam, puxavam meu cabelo, me chamavam de putinha gostosa. Dois gozaram na minha boca quase juntos; engoli tudo e ainda limpei o que escorreu no queixo com a língua.
Me jogaram na cama grande. Um se deitou debaixo de mim e eu sentei no pau dele de costas, sentindo ele abrir minha boceta molhada até o fundo. Outro veio por trás e enfiou no meu cuzinho de uma vez só. Os dois metendo ao mesmo tempo, um em cada buraco, enquanto eu chupava o terceiro e masturbava o quarto. O barulho era obsceno: pele batendo, gemidos, xingamentos baixos. Eu gozei primeiro, me contorcendo entre os dois paus, mas eles não pararam. Continuaram me fodendo forte até o de baixo gozar dentro da minha boceta e o de trás encher meu cu de porra quente.
Trocaram de lugar sem nem me dar tempo de respirar. Agora eu estava de quatro, um me comendo a boceta com força, outro enfiando na minha boca até as bolas baterem no meu queixo. Os outros dois se alternavam no meu cu, abrindo ele ainda mais, metendo fundo e saindo só pra gozar na minha bunda e no meu cabelo. Eu pedia mais, gemia alto, dizia que queria todos dentro de mim ao mesmo tempo. Eles me viraram de bruços, um debaixo me enfiando na boceta, outro por cima no cu, e os dois restantes me forçando a chupar os paus sujos de porra e de mim mesma. Gozei de novo, as pernas tremendo, o corpo inteiro molhado de suor e leite.
A noite inteira foi assim. Quando um cansava, outro entrava. Me foderam de lado, me levantaram no colo e me empalaram nos dois buracos ao mesmo tempo, me colocaram de joelhos no chão e me usaram como brinquedo. Eu chupei paus já molhados de porra, engoli, pedi pra gozarem nos meus peitos, no meu rosto, dentro de mim. Em um momento eu estava de quatro no meio da cabana, um me comendo o cu, outro a boceta, e os outros dois se masturbando em cima da minha cara, gozando quente nos meus lábios e nos meus olhos. Eu lambia tudo, pedia mais, sentia minha boceta e meu cu arderem deliciosamente, dilatados e cheios.
Perdi a conta de quantas vezes gozei. O corpo inteiro doía de prazer. Eles me pegavam de novo e de novo, me viravam, me abriam, me enchiam. Em uma das vezes os quatro se revezaram só no meu cu, um atrás do outro, metendo até as bolas e gozando fundo, enquanto eu gemia com a cara enterrada no travesseiro. Depois me viraram de costas, abriram minhas pernas e me chuparam até eu gozar mais duas vezes só com a língua, antes de voltarem a me foder.
Quando o sol já começava a clarear pela janela, eu estava deitada no meio deles, completamente destruída, boceta e cu escorrendo porra, peitos marcados de chupões, boca inchada. Um deles ainda me beijava devagar enquanto outro passava a mão na minha buceta molhada e enfiava dois dedos, fazendo eu tremer de novo. Eu sorri, cansada, satisfeita, e sussurrei:
— Amanhã a gente continua… eu ainda quero mais.
Eles riram baixo, apertaram meu corpo entre os quatro, e eu fechei os olhos sabendo que aquela noite tinha sido só o começo das férias.