Ontem à noite fui na festa de aniversário do Diego, no Humaitá. Casa enorme, dois andares, cheia de gente. Eu estava saindo com ele há dois meses. Cheguei, ele me beijou na boca na frente de todo mundo e me apresentou pros amigos. Eram cinco negros: Diego, Rafael, André, Marcelo e Thiago. Todos altos, fortes, com aqueles paus pretos enormes, grossos pra caralho e bem veiados, marcando nas calças. Eu não bebia. Ficava ali no meio da festa parecendo uma putinha perdida enquanto eles enfiavam dose atrás de dose. Passava das dez quando Diego me puxou pelo braço. — Sobe. Agora. Subimos pro quarto dele. Os outros quatro entraram atrás e trancaram a porta. Diego já estava de pau duro, tirou aquela piroca preta veiada pra fora e empurrou na minha cara. — Abre essa boca, puta. Chupa. Eu hesitei. Ele segurou meu cabelo com força e enfiou até o fundo da garganta. Eu engasguei, babando. Os outros quatro tiraram os paus também — todos enormes, pretos, grossos, veias saltadas. Me ajoelharam no chão e começaram a me usar. Um na boca, outro na mão, outro esfregando no meu rosto. Diego gozou primeiro, encheu minha boca de porra quente e eu engoli. Rafael tomou o lugar e meteu fundo, gozando direto na minha garganta. André veio em seguida e descarregou também. Eu estava babando porra dos três quando Marcelo e Thiago me puxaram de novo. — Agora a gente vai comer essa putinha direito. Me arrastaram pro quarto do Marcelo. Me jogaram na cama, puxaram a calça e a calcinha. Marcelo passou KY no meu cuzinho e enfiou dois dedos fundo. — Meu irmão falou que essa bundinha é gostosa. Vamos ver se aguenta. Ele enfiou o pau grosso de uma vez no meu cu. Doeu pra caralho. Eu gritei e ele me deu um tapa na cara. — Cala a boca e engole. Ou eu grito pra todo mundo lá embaixo que você já engoliu a porra de três caras. Thiago enfiou o pau na minha boca ao mesmo tempo. Eu estava sendo fudida nos dois buracos, engasgando e gemendo de dor. Depois trocaram. André me virou de quatro e meteu na buceta enquanto Marcelo continuava no cu. DP completa. Eu gritava, eles riam e metiam mais forte. Diego e Rafael me davam tapa na bunda até ficar vermelha e roxa. Um deles chupou e mordeu meus peitos com tanta força que já estavam roxos. A festa acabou e eles me arrastaram pra um motel. Não me deram escolha. Me jogaram na cama e começaram de novo, mais violentos. Me viraram de todos os jeitos. Me enfiaram pau na boca, na buceta e no cu ao mesmo tempo. Hora eu realmente achei que estava sendo estuprada de tão bruto que era. Eles me xingavam de puta, vadia, buraco de porra. Me davam tapa, puxavam o cabelo, me seguravam com força. Teve um momento em que dois deles fizeram DP no meu cuzinho. Dois paus pretos enormes entrando no mesmo buraco ao mesmo tempo. A dor foi tão absurda que eu desmaiei. Quando acordei, ainda estavam me fodendo. Eu estava de quatro, babando no travesseiro, com um pau na boca e outro destroçando meu cu. Eles me usaram por horas. Gozei várias vezes mesmo com dor, o corpo traindo. No final eu estava um farrapo: porra escorrendo da boca, da buceta e do cu, cabelo encharcado de porra, peitos roxos de chupão e mordida, bunda roxa de tapa. Hoje eu acordo e estou toda arrombada. A garganta está em brasa de tanta rola que eu chupei. Os peitos estão roxos e doloridos de tantos chupões e mordidas. A bunda está roxa de tanto tapa. O cuzinho e a bucetinha ainda estão vazando porra até agora. Tive que lavar o cabelo duas vezes de tanto sêmen que tinha. Toda vez que me mexo, sinto o cu arrombado latejando e a buceta inchada. Eles me destruíram ontem. E eu gozei pra caralho em cima disso.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.