Minha esposa Marina, e eu estávamos nos preparando para dormir quando meu irmão mais novo, Daniel, que estava passando o fim de semana na fazenda, bateu à porta do nosso quarto. Marina, para não causar nenhuma emoção desnecessária em Daniel, fechou a camisola e se sentou de costas para a porta
Daniel tem 18 anos, quase 19, e cerca de 1,78 m de altura, magro na maior parte do corpo, um rapaz criado na fazenda. Abri a porta e lá estava Daniel, de calça de pijama e descalço.
“Samuel”, exclamou ele, “você tem que me ajudar. Se eu não aprender alguma coisa rápido sobre mulheres, vou perder a Sarah. Eu amo a Sarah, mas existem outros pretendentes. Vou perdê-la.”
Marina e Sarah são amigas íntimas, e Marina rapidamente foi a porta, pegou a mão de Daniel e o conduziu para dentro do quarto.
“Daniel, se acalme. Venha e me conte o que está acontecendo.” Ela o levou até a cama o fez se sentar na beirada.
“Eu sei que a Sarah me quer, mas toda vez que tento algo, acontece alguma coisa e as coisa não acabam bem. Eu sei que ela sabe. Tenho que parar e ir me limpar entende? Sarah e eu queremos ter um amor como o seu e o de Samuel antes de se casarem, mas não consigo controlar as coisas e impedir que isso aconteça. Vou perdê-la se não descobrir o que fazer. Por favor, me ajude!”
Marina se virou e olhou para mim, olhou bem nos meus olhos, depois voltou a olhar para Daniel. Acho que ela não estava pedindo nenhuma licença para mim quando me olhou, acho que ela estava decidindo o que fazer. Quando ela olhou de volta para Daniel, pelo seu olhar, eu sabia que ela já tinha decidido o que fazer.
“Daniel, tire a calça e deite-se na cama”, ela disse, ainda segurando a mão dele. “Cuidado para não bater a cabeça na cabeceira” O cuidado era justificado já que ele era muito grande para nossa cama.
Daniel olhou para mim enquanto Marina se levantava e começava a tirar o vestido grosso que ela tinha colocado sobre a camisola quando escutamos as batidas na porta do quarto
“Vamos lá, está tudo bem”, disse Marina, ajudando meu irmão, agora completamente tenso ao se deitar na cama, que era pequena, mas felizmente tinha uma boa estrutura com um colchão bem firme.
“Agora feche os olhos e diga o nome de todas as pessoas em que você consegue se lembrar. Não vá muito rápido”, disse Marina.
Então ela subiu na cama e o montou. Subiu até que suas partes intimas encostassem nas de Daniel. Acho que nunca vi um pau ficar duro tão rapidamente, e o de Daniel era tão grande quanto eu conseguia me lembrar desde a última vez que o vi se banhado no riacho da nossa fazenda. O comprimento alcançava facilmente seu umbigo e era gordo como uma doninha. Marina começou a mover os quadris e a roçar em seu pau, para frente e para trás.
Marina usava uma calça de dormir que ela mesmo havia feito a partir de um lençol velho, de um tecido bem fino, com pontas que eram amarradas ao seu quadril. Uma camisola fina um pouco transparente com uma abertura na frente. Nada mais, o que me agradou. Conforme ela continuava, eu tinha certeza de que sua calça estava ficando completamente molhada, o que reduzia um pouco mais o atrito dos movimento do sexo dela no dele. Daniel abriu os olhos uma vez e Marina mandou rapidamente que ele os fechasse e se concentrasse em recitar os nomes como ela havia mandado.
Eu me mantive sentado de pernas cruzadas ao lado dos dois enquanto ela continuava se roçando nele. Eu consegui ver os músculos das pernas dela se contraírem quando ela empurrou os quadris para frente tentando pressionar seu clitóris e sua buceta contra o pau dele. Depois de alguns minutos vendo o esforço da minha esposa, inclinei-me para ela e perguntei:
“Você quer que eu desamarre sua calça?”
Ela estava com os olhos fechados, mas se virou para mim e os abriu. Ela sorriu, moveu a cabeça lentamente para cima e para baixo concordando com o que eu oferecia. Passei a mão por sua cintura e afrouxei o primeiro nó. Depois desfiz o segundo que estava ao meu lado. Ela ergueu os quadris um pouco e eu puxei sua calça para trás de entre suas pernas.
Eu sei que ela não estava pensando em fazer sexo com Daniel, mas sim, no próximo movimento, depois de tirar a calcinha, quando o clitóris dela deslizou pelo pau do meu irmão e os lábios externos de sua buceta, bem úmidos, o envolveram, ela mordeu o lábio inferior por um instante. Ela também moveu as perna um pouco mais para cima, ao lado de Daniel, provavelmente para ajustar melhor sua posição no pau dele. Daniel parou de dizer os nomes e gemeu profundamente.
“Daniel, abra os olhos e ria”, disse Marina. Daniel, faça isso agora mesmo. Abra os olhos e ria o mais alto que puder, Ria!” Eu sabia o que ela estava tentando fazer. Fazer ele não se concentrar totalmente nas sensações que estavam acontecendo entre os sexos dos dois lá embaixo.
Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. Meu irmão mais novo, Daniel, estava deitado de costas na cama do nosso quarto, completamente nu, com as mãos ao lado dos joelhos da minha esposa. Minha esposa estava sentado à cavalo sobre ele, nua sob uma camisola bem fina, aberta na frente com os seios balançando, ela se movia se esfregando, pressionando o clitóris e sua buceta contra o pau duro dele, enquanto meu irmão, de olhos arregalados, ria a plenos pulmões.
“Daniel”, disse ela, “quando você se controlar, pare de rir e feche os olhos.”
Segundos depois Daniel fechou os olhos e parou de rir.
Percebi que Marina estava suando um pouco e sussurrei para ela.
“Você gostaria que eu tirasse sua camisola?”
Ela apenas assentiu com a cabeça, balançando-a para cima e para baixo, e eu estendi a mão e desfiz o laço acima dos seus seios. Ela estava com as mãos no peito de Daniel e as ergueu uma de cada vez enquanto eu tirava a camisola. Foi a visão mais linda que já presenciei em toda a minha vida. Os músculos dos seus quadris eram fascinantes, contraindo e relaxando a cada movimento.
“Você se importa?”, eu disse, sussurrando em seu ouvido novamente enquanto tocava levemente a parte inferior de suas costas com as pontas dos dedos.
“Só estou curioso”, eu disse. Ela sorriu - um sorriso sempre me desarmava e muito gentilmente e assentiu com a cabeça lentamente concordando que eu fizesse o que pretendia.
Era espantosos como Daniel conseguia suportar tal tratamento e não gozar. Eu certamente não conseguiria aguentar tanto tempo. Deslizei minha mão delicadamente entre as dobras de sua nádegas, passando pelo seu cú até as ondulações dos lábios de sua buceta. Ela estava muito molhada.
Acompanhando seu ritmo, deslizei meu dedo médio lentamente para baixo. Fiquei surpreso ao sentir a pele e a crista na base da glande. Pela pressão que ele fazia, marina devia sentir a cabeça do pau bem na entrada da sua vagina. Quando o ela começou o movimento para trás, senti um leve tremor em seus quadris. O pau de Daniel estava tocando seu osso púbico e ela inclinava os quadris levemente para cima, permitido que seu pau deslizasse por eles, em direção ao seu clitóris.
“Daniel”, disse ela, “abra os olhos e olhe para mim.”
Daniel abriu os olhos e viu Marina completamente nua, com os seios firmes à centímetro do seu rosto. Então, olhou para baixo, entre eles, e viu seu pau emergir de entre as pernas dela.
“Daniel”, disse ela. “você precisa se controlar. Sua esposa pode gozar muitas vezes, mas você, por força da natureza, não pode gozar tantas vezes, então precisa aprender a se controlar. Você precisa aprender a gostar e aproveitar as sensações e tem que permitir que sua esposa aproveite as dela. Entendeu?
“Sim”, disse Daniel, olhando nos olhos dela.
Daniel voltou a fechar os olhos enquanto gemia baixinho. Marina olhou para mim com o olhar que claramente me perguntava: “O que eu faço agora?” Olhei para ela, dei de ombros. Mas eu conhecia minha mulher, sabia que ela iria em frente se soubesse que eu ficaria bem. Eu sentia que ela queria isso, então inclinei a cabeça levemente, assentindo. Ela me encarou por alguns segundos e sussurrou: “Sim, acho que sim”.
Marina moveu os joelhos para mais perto de Daniel e tirou as mãos dele de perto dos joelhos, colocando-as sobre as coxas, bem acima, tão perto para que os polegares dele roçassem seus pelos pubianos. Ela se inclinou para frente, deixando os seios roçarem o peito dele. Assim que seu quadris se moveram o suficiente para o pau dele tomar outra direção, ela parou de se mover e elevou os quadris, pressionando o pau do meu irmão bem na entrada da sua buceta. Deslizei meu dedo um pouco mais para baixo e consegui sentir o pau de Daniel ali. Ela girou os quadris lentamente ao redor da glande, umedecendo-a
“Daniel”, disse ela, “você pode empurrar um pouquinho. Não muito, só um pouquinho.”
Pude sentir Marina elevar um pouco mais a bunda assim que a cabeça do pau dele empurrou para cima acomodando-se na sua entrada.
“Isso Daniel. Enfie. Devagar. Mas não pare”, disse ela.
Depois de alguma estocadas assim, ela não se levantou mais e meu dedo deslizava pela carne gorda e cada vez mais molhada do pau do meu irmão que entrava e saia até a cabeça de dentro da buceta dela. A cada movimento dele, eu sentia os músculos dela se contraírem ao redor da carne rígida que era seu pau e seu cu piscando ao redor dos meus dedos.
“Que bom, Daniel, você não precisa mais se controlar, apenas aproveite”, disse ela.
Ela estava tentando tornar tudo o mais erótico possível para que Daniel tivesse um orgasmo.
Marina permaneceu curvada sobre Daniel por um temo enquanto ele impulsionava os quadris, comendo a buceta da minha mulher, então ela lentamente começou a se endireitar. Logo ela assumiu os movimentos e estava saltando vigorosamente sua buceta no pau duro dele. Ela descia cada vez mais e eu sentia seus testículos quase serem sugado juntos para dentro dela, então tirei minha mão de debaixo dela, mas a mantive pousada delicadamente em suas costas apenas tentando mostrar que eu também estava gostando do que via. Eu consegui imaginar o que os polegares do meu irmão estava aprontando.
Daniel estava estimulando o clitóris dela com uma força delicada e ela respirava um pouco mais profundamente. Daniel não aguentaria mais, mas Marina estava perto do seu momento de prazer também. Eu podia sentir seu corpo estremecer e se mover de forma estranha, enquanto ela obviamente experimentava um orgasmo muito intenso. Ela simplesmente continuou, sem perder o ritmo.
Com um gemido severo, Daniel impulsionou-se para cima com uma estocada poderosa, e depois de novo, e de novo, e de novo, parando a cada vez. Marina pressionava de volta com força a cada investida e o apertava o máximo que podia. Certamente não foi o primeiro orgasmo do meu irmão, mas eu diria que foi o melhor deles.
Eles permaneceram colados um ao outro por um tempo, recuperando os sentidos, então Marina se levantou em silêncio, vestiu o vestido mais pesado e saiu do quarto. Daniel se levantou em seguida e se vestia enquanto conversávamos. Quando Marina voltou, sentou-se na beira da cama com Daniel.
“Daniel”, disse ela, “quando vocês fizerem amor, nunca abra os olhos e dê uma gargalhada. Vai ser muito constrangedor.”
Daniel apenas acenou com a cabeça.
Mais tarde, eu e Marina ficamos mais íntimos do que o normal e, quando deu 4 hora da manhã, Marina e Daniel estavam ambos de pé para ajudar na ordenha. Estranho.
Passou-se tempo suficiente para termos certeza que marina não tinha engravidado do meu irmão, mesmo que estivesse, não faria diferença. Se Daniel fizesse um filho em Marina antes de min isso não seria um problema. Todas as crianças na nossa família são amadas da mesma forma. Daniel e Sarah se casaram um ano depois e Marina e eu descobrimos que estávamos grávidos nessa época.
Não foram poucas as vezes em que vi Marina e Sarah cochichando e rindo baixinho durante nossa visitas.




