O CASTIGO PECULIAR DA MINHA MÃE - FINAL

Ela era tão contraditória, num minuto eu estava sendo punido e repreendido e no seguinte me dizia para aproveitar, onde eu me encaixava? Naquele momento eu lutava para ficar de pé, minhas pernas estavam prestes a ceder enquanto ela continuava me provocando sem parar por vinte minutos ou mais; deitado, sem dúvida teria sido maravilhoso, mas de pé era o castigo torturante que deveria ser.

Chegou ao ponto em que eu simplesmente não consegui mais ficar de pé e aguentar, então cai para frente, apoiando a mão no encosto do sofá.

- Levante-se! – ela gritou – Fique bem na minha frente e eu acabarei com isso.

Fiz o que ela mandou, de pé, com as pernas afastadas e os braços atrás das costas, ofegante e com o estômago embrulhando. Meus joelhos tremiam e minhas coxas se contraiam enquanto ela novamente segura meus testículos com a mão esquerda e envolvia meu pau com a direita. Ela começou a acariciá-lo com rapidez e determinação, e logo me aproximei de gozar. Me preparei ao sentir meu pau endurecer um pouco mais, como sempre acontece quando vou ejacular.

- Arghhh...

Cai de joelhos, e uma onda de pura alegria me dominou por um breve momento, até que a vergonha pós-orgasmo que minha mãe esperava me tomou conta de min e eu me senti péssimo.

- Vai dormir, seu pirralho – disse mamãe – E não esqueça que amanhã você vai limpar essa pocilga comigo e depois é minha noite de bingo. Eu te dou uma lição de novo amanhã de manhã e, se você se comportar, te deixo em paz pelo resto do dia. Mas fique avisado: se você aprontar de novo, eu te castigo de novo, entendeu?

- Sim, mamãe – respondi, de pé, incapaz de encará-la. Ela estava gostando do que estava fazendo comigo, o que a tornava uma completa megera aos meus olhos. Que horrível fazer isso com um filho de dezoito anos, fazê-lo se sentir um idiota. Quer dizer, o abuso sexual não me incomodava mais, mas eu tinha certeza de que uma hora ia me cansar.

A manhã chegou e eu ainda estava dormindo profundamente quando minha mãe se deitou ao meu lado e começou a acariciar minha virilha. Instintivamente, deitei-me de costas e abri as pernas, ainda meio sonolento. Quando acordei, minha mãe já estava acariciando meu pau duro novamente e eu simplesmente me deixei levar; ao despertar completamente, percebi que não adiantava discutir, e pensamentos e lembranças do dia anterior me invadiram, enquanto a maravilhosa sensação de outra pessoa me tocando me dominava mais uma vez. Desta vez, ela não estava perdendo tempo acariciando meus testículos, a menos que já tivesse feito isso antes de me acordar; ela simplesmente me masturbava rapidamente, determinada a me fazer gozar o mais rápido possível.

- Anda logo, rapaz – insistiu ela – Tenho que fritar ovos para o nosso café da manhã e depois temos trabalho a fazer.

Eu mal enquanto me contorcia na cama em êxtase. Dessa vez, ela estava me fazendo caricias carinhosas e, já acostumado com a situação, eu estava gostando muito. Ela até beijava meu pescoço, ficando bem sensual. Ela tinha apenas trinta e dois anos; eu tinha amigos com irmãs mais velhas do que ela, então talvez os castigos que ela me infligiam talvez a excitasse de alguma maneira.

Enquanto ela me masturbava, logo cheguei perto do meu terceiro orgasmo em doze horas. Cheguei ao que eu descrevo como ponto de orgasmo bem rápido, mas então travei. Eu rangia os dentes enquanto minha bochechas inflavam, tentando desesperadamente ejacular. Minha bunda se ergueu da cama enquanto minha mãe a mês masturbar; abri os olhos brevemente e a vi parecendo bastante excitada com o estado em que me havia deixado, nós dois estávamos gostando desse tipo de punição agora. Depois de mais alguns minutos agonizantes, soltei um gemido sofrível quando finalmente explodi, quicando de volta no colchão, ofegante e gritando de prazer. Minha mãe ainda me deu mais algumas estocadas antes de se afastar e então deu um tapinha na minha barriga, parecendo bastante satisfeita com seu esforços.

- Vista seu roupão e vamos comer – disse ela casualmente enquanto descia da cama revelando um pouco da sua coxa quando a camisola subiu. – Talvez você também devesse tomar um banho.

Então tomei banho, comi, tirei   meu roupão e segui várias instruções da minha mãe enquanto ela apenas me observava trabalhar. Primeiro tirei o pó, e ela parecia se divertir me vendo me esticar e me contorcer em todas as posições para alcançar a poeira que estava no apartamento a séculos, depois passei o aspirador depois de ter limpado o próprio aparelho. O estado da casa só demostrava como minha era relapsa e preguiçosa, e ela me observava com um sorriso muito estranho no rosto. Não sei se era um sorriso de escarnio por ter tanto poder sobre mim, ou apenas um sorriso porque ela realmente estava gostando aquilo; talvez até achasse sexy e erótico ter um escravo doméstico nu.

A única tarefa que eu não conseguia fazer era lavar roupa; tínhamos um tanque duplo antigo e minha mãe tinha que fazer isso, mas eu podia ajudá-la a estender a roupa no varal do jardim.

- Vou vestir meu roupão.

- Não, você não vai – ela retrucou – Você vai fazer todas as suas tarefas nu como eu disse.

- Mas a Emília está lá fora – sussurrei – Acabei de vê-la com a cesta de roupa.

Emília era uma de suas amigas de bingo, sendo a outra a Milena

- E daí? – ela respondeu – Vai ser mais uma humilhação para você, e eu quero isso.

- Mas o que eu fiz de errado agora? – perguntei em tom se súplica

- Você não fez nada de errado – disse mamãe – Mas você não se veste assim em casa a menos que estejamos comendo, você sabe disso, e eu não me importo que a Emília te veja, então você não deveria se vestir e não faça mais objeções ou eu te pego no quintal, a Emília poderá gostar de ver isso.

Agora eu sabia que minha mãe era maluca, então não discuti mais. Meu pau estava doendo de vontade de ficar duro logo depois de um orgasmo tão forte, e se ela resolvesse me foder no quintal e alguém além de Emília, tivesse visto, a polícia poderia ter aparecido na nossa porta.

Eu já havia me conformado em fazer o que ela me mandava, então peguei a cesta e sai para o jardim do quintal com ela, cobrindo as partes interessantes.

Emília deu um suspiro de espanto ao me ver e riu baixinho, levando a mão à boca.

- O que você está fazendo com esse menino? – perguntou Emília.

- Ele não consegue manter as roupas linhas, então eu não o deixo usar roupa nenhuma em casa – respondeu minha mãe, falando a verdade sem rodeios. – Estou fazendo ele fazer o serviço doméstico nu.

- Olha que sortudo você! – respondeu Emília, me olhando de cima a baixo com aprovação. Ela deu uma risadinha. – Bom, você sabe para onde mandá-lo quando acabarem os trabalhos para ele. Posso arranjar um monte de coisas para ele fazer.

- Aposto que sim – brincou minha mãe, caminhando até a cerca para conversar com a amiga, enquanto eu tentava preservar o pouco da dignidade que me restava, me cobrindo com cada item que eu encontrava na cesta.

Emília era uma mulher atraente para sua idade, por volta dos 40 – 45 anos. Mais alta que minha mãe, com cerca de um metro e sessenta e cinco, cabelos castanhos com mechas, magra e sem rugas. Milena era a mãos velha das três com cerca de 50, mas ainda muito atraente. Tão ruiva que me fazia pensar se os pelos de sua buceta eram tão vermelhos quanto sua cabeleira lisa.

- Largue essa cesta, rapaz. Venha cumprimentar nossa vizinha – ordenou minha mãe. Você não deve se esconder de mim, eu já te disse isso.

Era inútil discutir, mas olhei em volta para ter certeza de que ninguém mais estava olhando. Morávamos no andar térreo do edifício de seis apartamento por isso o privilegio do jardim do quintal assim como Emília, que morava ao lado. Milena morava também ao lado, mas em cima do apartamento dela. Do outro lado morava uma jovem com uma criança, e eu não queria que elas me vissem, especialmente a criança. Mas parecia tudo livre, então coloquei a cesta no chão, fazendo Emília arregalar os olhos enquanto eu sentia meu corpo ferver. Ela levou a mão à boca novamente enquanto eu caminhava os cerca de oito passo até a cerca, com tudo à mostra, balançando a minha frente, com os olhos das duas mulheres fixos em meu pau. Minha mãe parecia não conseguir tirar os olhos de mim, me observando balançar enquanto eu fazia outras tarefas. Ela parecia ter ficado obcecada com meu pau depois que os castigos começaram.

- Ele é uma gracinha, não é? – disse mamãe.
- Ah, sim – respondeu Emília – Que sorte a sua! Como você conseguiu convencê-lo a fazer isso?

- Eu não lhe dei escolha – disse mamãe – Ele faz o que lhe mandam, ou então...

Acho que ela não queria contar para nossa vizinha e sua melhor amiga que ela era uma megera sem coração, disposta a me jogar na rua se eu não obedecesse aos seus métodos perversos.

- Nossa, não sei como você aguenta, eu não conseguiria ficar longe dele – Disse Emília, fazendo mamãe sorrir.

- Não – respondeu ela estendendo a mão para me esfregar embaixo dos testículo, deixando Emília chocada com o que via. – A humilhação é o castigo, ele não vai gostar que eu faça isso na sua frente, eu sei disso.

Fiquei tão chocado que simplesmente fiquei parado deixando-a me apalpar. De qualquer forma, eu não conseguiria impedi-la, e foi até bom que ela tivesse mostrado a vizinha o quão pervertida ela era. Ela continuaram a tagarelar sobre outras coisas aleatória por uns cinco minutos, enquanto minha mãe me acariciava e Emília olhava para meu pau de vez em quando para olhar para meu pau duro, até que finalmente se despediram. Emília parecia estar acostumada a conversar com alguém no jardim que estava brincando com o pau do próprio filho, mas era noite de bingo, então minha mãe precisava se arrumar. Era a única noite em que ela se apresentava bem, quando saia, e seu foco era um tipo diferente de testículos.

Mamãe estava deslumbrante ao sair de casa com seu vestido vermelho favorito, na altura do joelho e esvoaçante. Se ela não fosse minha mãe, um momento de diversão sensual com ela estaria na minha lista de desejos. Ela prendeu o cabelo para exibir seu lindo pescoço e usava um batom vermelho rosado.

- Tenha uma boa noite, mãe – eu disse quando ela passou por mim na saída.

- Sim, obrigada – respondeu ela, dando mais uma leva esfregada nos meus testículos; ela simplesmente não conseguia se conter, não era mais apenas punição. Quando ela saiu, vesti meu roupão; não me parecia certo ficar deitado nu quando não havia ninguém por perto para insistir que fizesse.
Quatro horas depois, minha mãe quase caiu pela porta, seguida de perto pela duas amigas. Foi um choque, elas tinha ido jogar bingo, não beber; geralmente, um copo de cerveja durava a noite toda. Ouvi um tilintar em uma sacola.

- Onde está meu pequeno ajudante de garçom? – perguntou minha mãe, arrastando as palavras – Ah, aqui está você. Traga três copos, já! Aliás quatro, você deveria nos ajudar a comemorar.

Notei que Milena estava segurando um pedaço de papelão.

- Comemorar o quê? – respondi sorrindo, sabendo que algo devia ter acontecido para tanta animação.

Milena virou o pedaço de papelão. Era um daqueles simulacros bobos de cheque que a gente vê em programas de jogo de premiação em dinheiro. Estava nominal a minha mãe e era uma quantia de 50.000,00. Talvez não uma grande fortuna para se ganhar em uma loteria hoje, mas para você ter uma ideia do valor, considere que o salário da época era de 6.000,00 em média, por ano, e que uma casa padrão custava uns 17.000,00. Então cada uma dela tinha ganhado p suficiente para comprar uma casa! Uau!

- Ganhamos o Prêmio da União! – disse minha mãe.

- Huh?

- É quando todos os salões de bingo do país se unem para fazer um prêmio gigantesco – disse minha mãe, animada. – Nós ganhamos!

- Nós compartilhamos nossa cartelas – disse Emília – então dividiremos o prêmio

- Puta merda!

- Só precisamos abrir uma conta bancária para descontar o dinheiro agora – disse mamãe – Mas que se dane isso por enquanto, onde estão aqueles copos?
Quase corri para a cozinha quando minha mãe tirou várias bebidas alcoólicas das várias sacolas que carregava.

Emília sussurrou algo no ouvido da minha mãe, e ela olhou para mim.

- É isso mesmo – disse minha mamãe – Quem mandou você vestir o roupão. Tire-o!

- Mas...? – Olhei para Milena.

-Eu já contei tudo para as duas – ela disse – Elas vieram para ver você sem roupas, então tire logo!

Então eu fiz o que ela mandou. Enquanto me despia pensei que as três teria me encarar pela manhã, então eu não seria o único a ficar constrangido sob a luz fria e sóbria do dia, especialmente considerando o humor delas. Com certeza elas fariam algumas coisa comigo. E eu estava cero.

- Você não devia ter vestido esse roupão, rapazinho – disse mamãe arrastando as palavras. – Você me desobedeceu e sabe o que isso significa.

- Ah, sim – interrompeu Milena. - Mamãe nos contou tudo. Você não precisa se preocupar eu adoraria vê-lo gozar.

- Hun – murmurou minha mãe com um olhar travesso – Eu também gostaria de vê-lo gozar, mas está começando fazer isso sozinha. Que tal uma de vocês brincar um pouco?

A última parte, por mais bizarra que tenha sido, acabou sendo um alivio. Quando ela disse que queria me ver gozar, temi que ela quisesse dizer que eu mesmo faria isso enquanto elas assistiam.

- Ah, sim! – exclamou Emília enquanto as duas senhoras mais velhas se sentavam juntas no sofá – Venha cá, rapaz, vamos da uma ajeitada nesse seu pauzinho mole.

Já estava rolando; eu estava incrivelmente excitado e ficando duro enquanto caminhava ansiosamente em direção a elas, A empolgação de saber que nossos problemas financeiros estavam começando a melhorar com aquele ganho inesperado, era de forma excitante, e a ideia de quatro mãos, possivelmente seis se minha mãe se juntasse, era muito atraente, não importando de que vocês as mãos. Eu não tinha absolutamente nenhum problema em me apresentar na frente de duas senhoras para que brincassem com meu pau enquanto minha mãe assistia: que coisa bizarra!

Havia mão por todas as partes, no meu pau, nos meus testículos e descendo pelas minhas coxas; logo minhas pernas estavam bambas novamente até que minha mãe protestou.

- Ei, virem ele – ela murmurou – não consigo ver o pau dele, quero ver o que vocês estão fazendo com ele.

- Sente-se entre nós, garoto – Milena.

- Sim, relaxe e aproveite, rapaz – concordou Emília.

- É para ser um castigo – lembrou-lhes minha mãe.

- Castigo uma ova! – riu Milena, com um ar de quem já sabia de tudo, sobre como eu encarava os abusos de minha mãe. Era verdade, a primeira vez tinha sido um choque e eu me sentia péssimo depois de cada vez que eu gozava, mas logo superei isso; agora eu estva gostando do jeito peculiar da minha mãe de fazer as coisas.

Logo eu estava com mãos me acariciando todos os lugares que importavam. Olhei para minha mãe enquanto me contorcia de prazer, com as mulheres me levando à loucura com suas mãos aparentemente experiente. Minha mãe estava hipnotizada, os olhos arregalados enquanto olhava para meu pau sendo manipulado, quase salivando e lambendo os lábios. Aquilo havia superado o limite de uma punição, minha mãe parecia estar ficando excitada enquanto observava as outras mulheres me dá prazer.

- Ele não tem pernas lindas? – comentou Milena, acariciando minha coxa enquanto minha bunda se erguia do sofá, um sinal da minha enorme excitação e da minha prontidão para gozar, da minha necessidade, na verdade. Elas estavam me deixando louco e minha mãe observava tudo como se estivesse molhada de tesão.

- Ele é tudo de bom – concordou Emília – Vamos? – continuou ela, olhando para mamãe enquanto envolvia meu pau com a mãe.

- Não espere por mim – respondeu mamãe – faça isso quando estiver pronta, não deixe que ele aproveite demais.

- Ah, ainda não – disse Milena – talvez comece, mas faça carinho devagar.

Milena colocou a mão sobre os meus testículos, acariciando-os suavemente, a brindo os dedos para cobrir cada milímetro, me enlouquecendo enquanto sua amiga puxava meu pau tortuosamente devagar. Eu estava numa espécie de êxtase infernal, se é que isso faz algum sentido. Era maravilhoso, mas eu precisava gozar.

Minha bochechas subia, e meus gemidos suaves agora se transformavam em grunhidos guturais enquanto eu subia e descia do sofá como se tentasse foder a mão de Emília. Senti Emília finalmente acelerar o ritmo; meus olhos estavam fechados há um tempo, mas se abriram quando percebi que eu estva chegando lá. Queria ver minha mãe me olhando. Será que isso estava realmente excitando-a?

Em cerca de dois minutos, estava quase no ponto de gozar, tinha chegado lá, mas novamente, depois de tanta atividade em tão pouco tempo, pareceu que eu congelei. Um frito orgástico ficou preso na minha garganta, meu estômago se contraiu e meus joelhos travaram enquanto minha bunda se elevava do sofá e eu ficava suspenso no ar, então, bum!

- Arghhhhh, puta que pariu! – gritei – Ai Meu Deus, oooooooh, que inferno!

Saltei do sofá e notei que minha mãe estava aplaudindo o espetáculo enquanto as senhoras limpavam os dedos, ambas com as mão sujas de porra. Eu estava ofegante enquanto as três tomavam goles de sua bebidas com um toque de congratulação no rosto, pela vitória ou pelo que tinham acabado de fazer com um adolescente, nunca saberei, mas provavelmente ambas as coisas, elas estavam felizes, e eu também. A bebida estava ajudando.
Mais uma vez, porém, á medida que a alegria inicial diminuía, senti aquela vergonha característica de quem acabou de gozar. Eu estava sentado no meio de duas senhoras mais velhas que eu, cobertas de porra, enquanto minha mãe ria e aplaudia de outro assento.

- Posso ir agora mãe, por favor? – perguntei sentindo um nó se formar na minha garganta.

- Sim, já chega para você – respondeu ela com desdém, aumentando ainda mais minha vergonha. – Limpe-se e vá para sua cama!

Fui ao banheiro, enchi a pia com água e sabão, me lavei e fui para a cama me sentindo péssimo; eu teria que que encarar aquelas senhoras de novo, não só minha mãe, mas, pensando bem, elas também teriam que me encarar. Na verdade, acabei me divertindo mais com Milena, mas essa é uma história para outra dia.

Eu estava dormindo profundamente quando senti a mão da minha mãe puxando delicadamente meu ombro para me deitar de costa, e eu estava apenas começando a acordar quando senti me montar, sentada sobre as minhas coxas, depois de ter fechado minhas pernas de alguma forma.

Ela se inclinou para beijar meu peito enquanto tateava embaixo de si mesma para encontrar meu pau, que estava sonolento e flácido.

- Que merda você está fazendo? – Gritei so recobrar a consciência. – Não, isso é demais, você não pode fazer isso comigo, você é minha mãe, pelo amor de Deus!

Eu poderia fisicamente tirá-la de cima de mim usando a força, mas eu sabia que depois de desobedecê-la, não poderia mais morar com ela e para completar meu drama, meu pau, que não tinha a mesma consciência que meu cérebro, estava começando a ficar duro.

- Ooh, você é um garotinho, não é? – disse ela, ainda meia bêbada – Eu não tinha certeza se serviria para min, mas depois ver minhas amigas brincando com você...

- Mãe, não! – Protestei, não totalmente de coração.

Ela se sentou para acariciar e esfregar meus testículos novamente.

- Só uma vez, meu bem – ela implorou – e prometo que nunca mais vou te tocar.

- Mas?

- Sem, mas – respondeu ela – posso comprar quantas roupas você quiser agora, conseguir um lugar melhor para nós e uma maquina de lavar moderna – Ela sorriu com a ironia da situação, já que tudo aquilo tinha começado porque ela detestava ter que lavar minhas roupas naquela máquina antiga e dispendiosa – Prometo que nunca mais vou te castigar.

Essa era uma promessa que eu não queria ouvir; eu havia começado a gostar dos meus castigos. Mesmo que me sentisse envergonhado depois.

Ela se moveu para cima, subindo pelas minhas pernas, com a camisola curta subindo e me mostrando sua buceta loira, mas não excessivamente peluda (nem todas as mulheres se depilavam naquela época), e suas coxas magnificas; ela realmente tinha pernas que pareciam de uma mulher mais alta.

- Vamos lá – disse ela. – Você deve me achar burra, eu não sou tão ingênua assim, você não ficaria com o pau tão duro se não estivesse gostando, se fosse contra isso.

Não esperou por mais protestos; nenhum viria de qualquer forma. Ela pegou meu pau com uma mão colocou contra a buceta.

Ela a abriu com a outra mão enquanto se ajoelhava sobre mim, antes de deslizar suavemente para baixo enquanto eu observava meus 18 centímetros despareceram em sua intimidade rosada. Ela tinha uma expressão serena no rosto enquanto eu arfava e sentia minha pele sendo puxada para frente e para trás pela sua vagina úmida enquanto ela começava a se mover sobre meu pau com os olhos vagando ao redor.

- Ai, meu Deus, meu Deus! – ela gritou, ficando cada vez mais excitada enquanto se movia ritmicamente pra frente e para trás, de um lado para o outro e para cima e para baixo sobre mim, enquanto eu tentava acompanhar seus movimentos; virgem ou não, parecia algo natural.

Mamãe ficou agitada muito rápido, o orgasmo feminino ainda é um mistério para mim, então certamente era naquela época, mas enquanto ela cerrava os dentes e ficava rígida antes de estremecer, tenho certeza de que ela teve tudo muito rapidamente, um fato confirmado quando ela rolou para o lado, me deixando em pânico; eu estava a há apenas um minuto do clímax e agora estava em um limbo, será que ela ia me fazer gozar? Ou ia subir em cima de mim de novo?

- Oh não! - Ela levou as mãos à cabeça, aparentemente sentindo a mesma vergonha que eu. – Eu não devia ter feito isso – Ela olhou para meu pau ainda duro. – Não posso te deixar assim, mas não será mais um castigo, você merece uma recompensa, e depois vamos tentar esquecer tudo que aconteceu nessa última semana.

Com isso ela se sentou e se inclinou sobre minha cintura, abaixando a cabeça enquanto segurava meus testículos com a mão direita e levava meu pau a boca, para meu completo deleite.

- Ai meu Deus! – exclamei quando uma sensação totalmente nova e maravilhosa me envolveu. Era algo completamente diferente, enquanto ela chupava freneticamente meu pau encharcado pelos suco dela. Bastaram mais um minuto para que gritasse e atingisse o melhor orgasmo da minha vida, talvez ainda insuperável quarenta anos depois. Ela não engoliu, cuspiu tudo na minha barriga enquanto eu enchia sua boca com mais.

Ela saiu do meu quarto e nunca mais mencionou o assunto nem nada parecido. Mudamos de casa, mas continuamos em contato com as amigas dela. Nunca mais fizemos nada juntos, mas graças a Milena, minha diversão não acabou. Mas essa é uma história para outro dia.

Foto 1 do Conto erotico: O CASTIGO PECULIAR DA MINHA MÃE - FINAL

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O CASTIGO PECULIAR DA MINHA MÃE - FINAL

Codigo do conto:
269361

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/08/2026

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