O CASTIGO PECULIAR DA MINHA MÃE - PARTE 1

Minha mãe sempre pareceu ter ressentimentos de mim, mas eu nunca imaginaria que o resultado seria esse. Era totalmente injusto. Não, não era minha culpa que ela tivesse engravidado ao dezoitos anos e se tornado mãe solteira quando ser mãe solteira era algo aceitável. Ela se viu obrigada a criar um bebê e a ser ostracizada pelos meus avós, pessoas que eu nunca conheci. Ela não fazia ideia do que tinha acontecido com o cara que a ajudou a me trazer para o mundo.; ele simplesmente se divertiu e desapareceu, então obviamente, não havia dinheiro nenhum, a acabamos morando em um apartamento popular que mais parecia um cortiço e vivendo do auxílio do governo.

Parte disso foi culpa minha, eu era um jovem estúpido, e isso é um fato, mas o que ela fez comigo foi simplesmente errado, mas tenho que admitir, que ouve partes que eu gostei e quando você ler, vai entender o que eu quero dizer quando digo que gostei de algumas partes. Me julgue depois e reflita se você não gostaria.

Estamos voltando ao final dos anos setenta e início dos oitenta, à época do desemprego juvenil em massa e dos benefício da previdência social muito menores. Pobreza naquela época não significava não poder comprar o celular mais moderno ou ter um pacote completo de TV a cabo; afinal, só existiam três canais abertos aquela época. Era uma situação difícil, e a minha mãe parecia me culpar pela nossa pobreza. Não comíamos, ela nos alimentava, mas não havia guloseimas. A diversão da minha mãe era ir a um bingo com duas senhoras idosas que moravam no apartamento ao lado uma vez por semana, aos sábados.

Naquela época também não existiam doações de alimentos para ajudar.

Eu tinha poucas roupas e essa era uma preocupação da minha mãe; eu simplesmente não conseguia me manter limpo e era punido pelo meu desleixo. Ela não poupava a vara, ninguém poupava naquela época, o castigo corporal em casa e na escola eram comum. Quando completei dezoito anos, porém, o método de punição dela tomou um rumo alarmante, primeiro, ela comprou uma vara maior e mais dura e depois ela ficou realmente malvada. Era simplesmente errado o que ela fazia comigo sob pretexto de punição. Alguns dirão que eu não deveria ter me submetido a isso, mas eu não tinha escolha a não ser aceitar o comportamento dela e receber minha punição ou ficar seu um teto. E se você acha que os serviços para jovens são precários hoje, você deveria ter vivido aquela época. Se eu ficasse sem teto, viveria numa porta de uma loja até morrer congelado. Não haveria comida a menos que eu conseguisse roubar. Só de pensar nisso, eu faria o que me mandavam, não importa o quanto fosse errado ou bizarro.

O que piorou as coisas foi eu não conseguir encontrar um emprego; o benéfico que eu recebia dela acabou quando completei dezoito anos, e o que eu recebia do seguro-desemprego não cobria a diferença, deixando minha mãe em uma situação pior.

O primeiro incidente que desencadeou tudo isso aconteceu por minha própria estupidez, ou até mesmo egoísmo, admito. Minha mãe havia economizado durante meses para me comprar um terno novo e sapatos para ir a entrevistas de emprego, era assim que se fazia naquela época, você não aparecia para uma entrevista metido em uma camisa do seu time, não se quisesse ser notado. As pessoas até saiam de terno e gravata à noite. Aqueles que podiam pagar por uma noite fora, claro, as pessoas simplesmente se vestiam de outra forma naquela.

Sai do apartamento impecável e radiante, como minha mãe costumava dizer. A entrevista, porém, foi um desastre. Eu não tinha experiência, e as desculpas de sempre foram apresentadas para justificar porque não podiam me treinar e me dar uma chance, mas não importava, eu tinha tentado.

Mad foi no caminho de volta para casa que eu cometi um erro estúpido de jogar uma pelada com alguns dos meus amigos, também desempregados. Na hora me pareceu uma boa forma de descontrair, e ter um pouco de diversão. Era verão, então não havia lama, mas tinha muita poeira. E acabei com uma mancha de grama verde na calça e os sapatos arranhados. Que idiota eu fui! Sabia que minha mãe ia ficar furiosa e eu levaria uma surra de vara. Mesmo assim, voltei para casa me sentindo justificadamente culpado e decepcionado comigo mesmo, mas não tão chateado ou decepcionado como quanto ela.

Assim que ela me viu, ficou boquiaberta, furiosa.

- Que merda você andou fazendo?” - ela gritou. Ter sido jogada na sarjeta ainda jovem a fez aprender alguns palavrões. - Seu idiota. Você derramou seu café da manhã na sua camisa limpa, então eu tive que passar outra às pressas para você, e aí você aparece desse jeito.

- Desculpe mãe – respondi, genuinamente arrependido. Mas era tarde demais; ela foi até o quarto buscar a vara e voltou ainda furiosa.

- Muito bem! – ela disparou – não tenho dinheiro para ficar comprando e lavando suas roupas, então, a partir de agora, dentro de casa você não vai usar roupa nenhuma. Vai ficar só de cueca, e nem pense que eu não vou tirar mais sua roupa se você me irritar de novo. Se eu tiver que te humilhar para você se comportar, eu vou.

Fiz como ela mandou e me inclinei sobre o sofá, aguardando as três varadas secas de costume. Uma, duas e três, e arderam um pouco, mas para demostrar sua raiva, ela acrescentou uma quarta que mal senti depois da dor das três primeiras.

- Isso já nem dói mais né? – comentou ela - então, humilhação – acrescentou, enquanto abaixava minhas calças, olhando com mais fervor do que devia entre minhas pernas, esperando que eu tirasse os pés da roupa. Tentei me cobrir, mas ela deu um tapa na minha mão.

- Não ouse se esconder de mim – disse ela – vai ser um verdadeiro deleite ter um rapazinho nu andando pelo apartamento, mesmo que seja você.

- Você não pode estar falando sério!” – exclamei.

- Estou falando sério – respondeu ela com firmeza. – Você tem dezoito anos agora, não é mais minha responsabilidade.

- Sim, mamãe – respondi sabendo que era inútil discutir com ela; seu método era um pouco equivocado, mas eu mesmo tinha provocado aquilo, percebi, nunca a tinha visto tão zangada.

- E nem pense que isso é inaceitável – ela começou apontando para meu genitais – como forma de te punir.

O significado da sua última declaração não estava claro naquele momento, mas me causou um frio na espinha; a possibilidade de ficar sem um teto me ameaçava, porque se ela tentasse usar aquela vara entre as minhas pernas, eu faria algo que um cara jamais deveria fazer com sua mãe: daria um soco nela.

- O que eu fazer agora que você me deixou assim? – eu disse. – Deve   haver um motivo para me despir.

- Você é burro rapaz? – ela disparou. – Eu já disse, se a dor não te corrigir, eu vou te humilhar, ou você pode ir embora, pode vestir a roupa e ir embora.

- Não, mãe, por favor – eu disse soando um pouco patético. – Sabemos que eu não tenho escolha. Então apenas me dê as ordens e eu farei o que você mandar.

- Então você me prepara um chá primeiro – respondeu ela. Isso foi fácil o suficiente, então fui cumprir minha primeira tarefa como um empregado doméstico nu da minha mãe.

Minha mãe era um pouco desleixada, quase preguiçosa. Só lavava louça quando faltavam pratos e ela só se arrumava nas noites de bingo. Era uma mulher atraente, no entanto, loira e baixinha. Tinha olhos azuis e era bonita. Sei que ela teve muitos amigos homens desde que eu nasci, nenhum querendo assumir uma criança, então talvez deva ser daí que venha todo aquele ressentimento.

Preparei uma xícara de chá para nós dois e voltei para sala. Onde ela estava olhando direto para entre minhas pernas enquanto tudo balançava livremente. Isso me deixou nervoso e, sim, humilhado. O plano dela estava funcionando.

- Você é um rapaz bonito – comentou ela enquanto eu colocava as xícaras na mesa, - Pelo menos eu fiz uma coisa boa na vida. Você tem um pênis lindo; pena que sou sua mãe.

- Você nem deveria olhar pata mim desse jeito. – Respondi.

Ela se endireitou na cadeira, irritada. Meu atraso era uma coisa, mas ela também detestava respostas atravessadas, e por mais que eu estivesse certo em dizer que ela não deveria ficar olhando para meu pau, ela considerou meu comentário como grosseiro.

- Vou olhar para você do jeito que eu bem entender. – Disse ela, e então se recostou no sofá com uma expressão estranha no rosto. – Você foi atrevido de novo, então, como castigo, quero que você fique excitado.

- Há? – exclamei, boquiaberto.

- Você ouviu – disse ela. – Então faça logo ou comece a arrumar as malas.

O comportamento dela estava ficando cada vez mais ultrajante, mas eu mesmo me masturbar para ela era melhor do que ela me castigar com uma bengala e tudo o que viria depois.

- Por quê?

- Porque quero que você aprenda o que é humilhação de verdade. – Ela respondeu – E porque quero te ver com seu pênis duro, então faça logo isso.

Suspirei enquanto pegava meu pau entre meu dois dedos e começava a puxá-lo, olhando para o teto para tentar esquecer porque estava fazendo aquilo.

- Olha para mim! – Ela disparou. – Não fique fantasiando que eu sou outra pessoa. Faça isso e olhe para mim, eu quero você excitado, só isso, não vou te obrigar a gozar, ainda.

Então ter que gozar na frente dela possivelmente seria meu próximo castigo, então eu precisava ter cuidado. Para qualquer outra pessoa no mundo, eu teria adorado essa situação, mas não para minha mãe.

Olhei para ela como ordenado, mas estranhamente ela estava olhando para meu rosto e não para meu pau, talvez querendo ver meu desconforto. Ela estava sentada com um agasalho velho comprado em um brechó. Finalmente ela olhou para baixo, por mais que eu discordasse do que ela estava me obrigando a fazer. Eu tinha conseguido ficar de pau duro.

- Coloque as mãos para trás – ordenou ela. – Deixe-me ver você direito.

Fiz exatamente como ela me mandou

Ela pareceu impressionada com o que havia causado.

- Muito bom – disse ela, enquanto comtemplava meus dezoito centímetro de pau e meus testículos firmes e redondos – Agora vá se lavar.

Era isso, ela só queria me ver fazer papel de bobo me deixando de pau duro; a nova ordem dela estava funcionando, eu me sentia ridículo e tão impotente sabendo que tinha que obedecer se não quisesse morrer de fome nas ruas, então fui cumprir minha próxima tarefa: três dias lavando louça.

Vinte minutos depois, eu já estva na minha segunda pia cheia de água.

- Você ainda não terminou? – perguntou ela. – Precisa preparar o chá.

- Me dê uma chance! - Eu disse para mim mesmo, então continuei sem pensar. – As louças não lavadas há dias.

- Mais insolência! – Ela gritou, - quando você vai aprender? Você merece gozar por isso.

- Por favor, mãe – eu disse, olhando por cima do meu obro para ela.

- Então vá arrumar suas coisas – ela respondeu.

- Como quiser, mãe. – Suspirei.

- Espere. Vire-se – ordenou ela. – E se excite.

Me virei, secando as mãos. E vi que ela estava sentada na cadeira da mesa de jantar. Peguei meu pau como ela mandava e comecei a me masturbar; você pode pensar que, se eu estava tão relutante, não conseguiria ficar de pau duro – era o que eu pensaria se não soubesse mais -, devia ser puramente minha juventude que me fazia ficar duro sempre que eu queria; uma brisa mais forte pode dar um pau duro facilmente a um jovem de dezoito anos. Pensei que ela fosse me obrigar a me masturbar, mas, para meu espanto, não. Ela se levantou e caminhou em minha direção enquanto eu permanecia ali, duro, com as pernas abertas e os braços estendidos sobre a bancada para que ela pudesse ver tudo claramente, dando-lhe o espetáculo que ela queria, tentando agradá-la antes que ela me mandasse continuar, mas agora meu coração estava acelerado.

- O que você está fazendo mãe? – Perguntei nervoso enquanto ela estendia a mão e envolvia meu pau.

- É claro que vou te fazer gozar – respondeu ela com o olhar determinado - Eu te disse isso.

- Não – eu disse, afastando a mão dela com um tapa – Isso já é demais.

- Seu atrevido!” – Ela disparou, agarrando meu pau com força novamente. Ela abriu as pernas sobre a minha perna com sua buceta apoiada em meu joelho. – Ou você se submete ou vai embora. – Ela rosnou com raiva. – E não pense que eu estou brincando. Só para você não ter vergonha na cara, depois que terminarmos de comer, vou fazer de novo só para te ensinar a não discutir comigo, entendeu? Ou vai embora?

Meu pau, para minha surpresa pulsava na mão da minha mãe. Sua mão foi a primeira a me tocar além de mim, então, mais uma vez, minha juventude significava que meu pau não tinha a consciência do me cérebro.

- Não – respondi com um tom de resignação. – Faça o que quiser, eu desisto.

Ela deu um sorriso malicioso enquanto começava a me acariciar. Ela não estva me provocando, estava fazendo aquilo com intensão, não estava me dando prazer propriamente dito, só queria que eu gozasse como punição, para me humilhar. Novamente, ela olhava para meu rosto e não para meu pau, tinha um olhar de certa satisfação. Cometi o erro de não demonstrar emoção, de tentar não gemer, mesmo estando prestes a ter meu primeiro orgasmo pela mão de outra pessoas. Se eu tivesse demostrado que estava gostando, talvez ela não estivesse feito isso de novo. Eu caí na armadilha dela ao aparecer aflito ou estressado. Se essa era a ideia dela de punição, bem...

Foi um prazer, por que não seria? Um orgasmo alivia muito o estresse, e havia bastante estresse em nossa casa naquele momento. Eu apenas tossi e soltei um pequeno suspiro ao ejacular sobre o polegar dela e no chão; eu estava determinado a não demonstrar muito prazer.

Ela me soltou e voltou a se sentar, depois de ter mergulhado as mãos, um pouco atrevidamente, na pia para lavá-las. Era meu esperma, então não troquei a água.

- Envergonhado? – Disse ela.

- Obviamente – respondi. – Você não deveria fazer isso com seu próprio filho.

- Não me diga o que eu posso ou não fazer – ela retrucou. – Sua língua grande já te meteu em outra encrenca mais tarde, então não continue, ou eu vou brincar com isso a noite toda.

- Sim, mãe – respondi envergonhado, virando-me para continuar com minha tarefa, com a porra escorrendo pela minha perna e sentindo-me desconfortável por saber que aquilo ia acontecer de novo tão cedo.

A ejaculação e os minutos que a antecederam foram prazerosos, afinal, que garoto não gosta de gozar? Embora o aperto dela pudesse ter sido mais suave, e ela fosse minha mãe, um detalhe que foi esquecido conforme eu me aproximava ao clímax, acho que a convenci de que não era divertido, que ela pretendia fazer aquilo como uma punição e que eu precisava que ela acreditasse nisso para que não fizesse nada pior. Naquele momento, eu ainda achava errado e não queria que ela fizesse aquilo de novo.

- Assim que você acabar – ela começou – Você pode esfregar o chão para limpar a sua bagunça e depois tomar banho, e eu preparo o chá. Coloque seu roupão para comer, você és tão desastrado que eu não quero que você derrube algo no colo e queime meu brinquedo novo. Mas o roupão sai assim que terminarmos de comer, lembre-se que eu ainda não terminei com você.

Brinquedo novo? Essa foi uma maneira preocupante dela descrever meus genitais.

- Sim, mãe – respondi submisso.

Meia hora depois, quando já tínhamos comido metade do pão com ovo – o auge das habilidade culinárias da minha mãe – eu já estava sentado lá, devidamente repreendido, ela olhou para mim.

- Tem algum compromisso amanhã? – perguntou ela – Entrevista ou algo do tipo?

- Não, mãe – respondi. – É sábado.

- Ah, claro que sim. Muito bem então – disse ela, parecendo satisfeita. – Você pode ficar aqui e me ajudar a limpar este chiqueiro. Nu o dia todo, é claro.

- Se é isso que você quer, mãe. – Respondi

- É sim – disse ela. – E um passo em falso e você vai ver o que te espera – fez uma pausa dramática. – Sim! porque parece que está funcionando, você já aparece um pouco menos atrevido.

- Sim mãe.

Nunca pensei que ela fosse atrevida assim, um pouco atrevida e muito desorganizada, sim, mas atrevida.

Parece ter tido o mesmo efeito que castrar um cachorrinho com mal comportamento. – disse ela enquanto eu olhava para cima, chocada. – Não se preocupe, não vou chegar a esse ponto – acrescentou ela, com um sorriso maroto – Seria um desperdício enorme.

- Como quiser mãe.

- Hum – murmurou ela, me encarando por longo tempo – Assim que terminamos, vou te dar o castigo que você merece, e desta vez não vou facilitar. Vou te ensinar a não ser tão atrevido. Te torturando. Nada de rapidinhas para você.

Ela disse isso com um pouco de veneno na voz, mas mesmo que a educação sexual no Brasil dos anos setenta fosse praticamente inexistente e eu fosse um virgem intocado até meia hora atrás, certamente brincar com meu pau por mais tempo, seria bom, não era a minha ideia de punição, exceto, é claro, pelo fato de ainda ser minha mãe.

- Tire os pratos – disse minha mãe quando terminamos. – Vou me acomodar na sala de estar, então vá até lá, nu, daqui a pouco.

- Sim, mãe – respondi com o coração acelerado e o pau já pulsando. Sim, meu pau estava mais do que pronto para aquilo, por mais errado que parecesse. Mais uma vez, minha juventude fazia com que meu corpo reagisse de uma maneira muito diferente da minha mente.

Fiz como me foi ordenado e fui até a sala de estar, onde vi minha mãe sentada, com os olhos arregalados, na poltrona. Era uma daquelas poltronas com encosto alto, em que o braço de estende além da base; ela estava com os braços apoiados nos braços da poltrona

- Por que você já está tão duro? – ela disparou

- Pensei que era assim que você me queria – resmunguei. – Então me excitei para você, pra você ganhar tempo.

- Pois bem, você deveria ter esperado até eu mandar você ficar excitado – ela retrucou – Eu que dito o ritmo, parte da minha diversão é ver você se masturbando, então você vai ter que fazer isso mais uma vez hoje.

Como eu havia insinuado, isso poderia se tornar prazeroso se eu conseguisse me perdoar por deixar minha própria mãe brincar com meu pau, mas agora consigo imaginar uma situação em que isso se tornaria um verdadeiro incomodo novamente, poderia ficar dolorido ou eu poderia simplesmente ser ordenhado até a última gota e ela poderia ficar brincando por uma hora sem nenhum resultado.

Ela virou a mão para que ficasse parecida com uma garra e acenou a cabeça em sinal de aprovação.

- Coloque na minha mão – ela ordenou. Tive que levantar meu saco e me apoiar no braço da cadeira antes de soltá-los e arfar quando sua mão os tocou. Meus testículos, como provavelmente a maioria do homens, são muito mais sensíveis ao toque de terceiros do que meu pau, então não pude evitar um suspiro quando eles preencheram sua mão ansiosa.

- Seu safadinho - disse ela enquanto eu balançava nos calcanhares ao vê-la começar a mover a mão para lá e para cá. Você não precisou se excitar, você estava mentindo para mim. Você vai gostar disso, não é? Você está gostando disso. Você ficou duro assim em antecipação ao que ia fazer.

- Não, mãe. – Menti. – Achei que estava fazendo o que você queria, me desculpe se não estava, por favor, não peça mais nada.

- Humph – exclamou ela, deixando meus testículos escaparem de suas mãos e meu pau cair sobre eles. Enquanto ela não parava de massageá-lo, eu cambaleava; não conseguia ficar parado e aguentar aquilo, não era natural

- Ai meu Deus – gaguejei. – Posso me sentar, mãe?

- Nem pensar – respondeu ela bruscamente. – Eu sei que você vai adorar que brinquem com ele, qual garoto de dezoito anos não gostaria? Então não vou deixar você relaxar e se divertir, nem pensar, o castigo é fazer você sofrer para gozar, e espero que você sinta vergonha de si mesmo depois por ter me deixado fazer isso, e que essa vergonha doa.

- Estou envergonhado – balbuciei. Mas que outra escolha eu tenho?

- Um homem de verdade prefere estar na sarjeta a deixar a mamãe brincar com seu pau – respondeu ela de forma cortante, com um sorriso de escárnio no rosto; agora, com sua língua afiada, ela havia transformado aquilo em um castigo novamente.

- Desculpe, mãe, mas não consigo lidar com a ideia de te perder – eu disse com um toque de sarcasmo.

“Ah, claro – disse ela, enquanto apertava meus testículos novamente antes de se inclinar um pouco para frente.

- Por que, mãe? – perguntei enquanto ela me acariciava até me distrair. – Por que você me odeia tanto? Por que você está me fazendo me sentir um lixo?

Ela colocou a mão esquerda de volta nos meus testículos enquanto segurava a grande do meu pau e puxava o prepúcio para trás, limpando uma gota de pré-semen da ponta com o polegar. Aquela sensação estava em outro nível e eu quase desabei, soltando um suspiro e um gemido que podiam ser ouvidos do lado de fora; não havia como esconder minha excitação naquele momento.

- Eu não te odeio, e você não parece estar se sentindo uma merda – disse mamãe. – Só aproveita, seu idiota, estou adorando cada segundo.

- Se... Sério? – gaguejei. - Ai Meu Deus, aí.

- Ah, sim – respondeu ela – Porque sei que um homem fara qualquer coisa o que você pedir quando estiver brincando com o pau dele.

- Mas você disse que está fazendo isso par me punir.

- Mai ou menos – respondeu ela, sorrindo – acontece que estou gostando de te castigar, sabendo da vergonha que você sentirá quando tudo acabar; você tem um pau lindo, eu queria não ser sua mãe. De verdade, mas um bastardo patético como você provavelmente me deixaria te foder se eu quisesse de qualquer jeito.

Foto 1 do Conto erotico: O CASTIGO PECULIAR DA MINHA MÃE - PARTE 1

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O CASTIGO PECULIAR DA MINHA MÃE - PARTE 1

Codigo do conto:
268854

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/08/2026

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