Não que eu fosse antissocial, no entanto. Eu tinha dois irmãos e saíamos bastante, só que pra lugares que não precisávamos usar roupas. Cerca de metade de nosso fins de semanas em campings naturalistas, praias e resorts. Cheguei a ir um acampamento de verão nudista por um tempo, mas não gostei muito porque, na verdade, você precisa usar roupas para muitas atividades ao ar livre.
Nossa casa, era uma casa grande, uma enorme chácara na serra com muta área verde. Meu pai era engenheiro aeronáutico, era dono de uma patente relacionada a radares e equipados pela aeronáutica, algo que eu nunca entendi – apesar de ele ter me explicado mil vezes – e, por isso, ele não precisava trabalhar. Enfim, levávamos a vida confortável que o dinheiro podia comprar.
Era um lugar com típico frio da serra, mas tinha seus dias mais ou menos quente durante o ano, era bem isolado de outros moradores e do centro urbano da cidade. Podíamos brincar lá fora o quanto quiséssemos. Jogar, nadar, fazer caminhadas ou simplesmente correr por aí. Nas noites mais frias, montávamos um sofá e um projeto lá fora e fazíamos as noites de cinema em família. Lembro-me de ficar aconchegada entre meu pai e Nádia enquanto assistíamos ALIEN. Senti os pelos do braço se arrepiarem enquanto me imaginava naquela nave com a criatura Alien, com frio e nua, meus pés tocando o solo de metal gelado. Era um hábito engraçado meu, me imaginar nua, não importa a situação em que eu estivesse. Era algo natural para mim, eu acho.
Enfim, crescemos. No ensino médio, Nádia e Tom foram estudar em internatos. Depois de muita insistência minha pra não ir para um, e fiquei por perto, completei com cursos online e tive uma vida social virtual. Também havia muitos livros pra ler na biblioteca dos meus pais, então eu não tinha como ficar entediada, embora meus pais se preocupassem comigo e com essa minha necessidade de isolamento. Eu não suportava ter que usar uniforme escolar e muito menos dormir nua em um dormitório. Minha criação nudista talvez tenha sido um libertadora e positiva demais, devem ter pensado eles.
Os anos se passaram e eu finalmente completei dezoito anos. Você provavelmente já imagina onde isso vai dar
Nessa época, Nádia e Tom tinham voltado para casa. Nádia estava no segundo ano da faculdade – onde, como ela me contou francamente, estava tendo muito sexo lésbico – e Tom era calouro em outra universidade. Devo dizer que erámos como você deve imaginar, bastante abertos e honestos quando o assunto era sexo. Quando entrei na adolescência, minha mãe me deu um livro muito informativo sobre todos os detalhes, e tivemos muitas conversas agradáveis nas quais eu fiz todas as minhas perguntas e recebi respostas diretas. Eu sempre apreciei isso e, como resultado, nunca me surpreendi com nada. Todos nós nos sentíamos à vontade para compartilhar pelo menos um resumo de como era nossa vida sexual, incluindo a minha, que não tinha nenhuma.
Enfim, as coisas começaram a ir um pouco além da dinâmica familiar positiva em relação ao sexo. Percebi, ou achei que percebi, que Nádia tocava o braço de papai com muito mais frequência. Tom e mamãe riam mais juntos. E, Nádia e papai, Tom e mamãe, ou Nádia e Tom, passavam boa parte do dia passeando de carro. Também havia coisas que eu não tinha notado, e que só descobri depois. Olhares demorados que eles trocavam quando eu estva distraída, A mão de Tom na coxa da mamãe durante uma sessão de Cinema ao ar livre de SEGUNDAS INTENÇÕES.
Eu vi essas coisas, mas não sabia o que pensar a respeito. Talvez eu achasse que meus irmãos tivessem se aproximado mais dos nossos pais depois de irem para a faculdade e criarem laços por meio de uma experiencia compartilhada. Honestamente, não lembro agora. O que posso afirmar com certeza é que houve uma noite, acho que em maio, que as coisas realmente começaram a esquentar.
Eu tinha acabado de tomar banho depois de voltar de uma caminhada noturna na floresta. Gosto muito de fazer trilhas e costumo passa horas nas colinas e serrar ao redor de casa. Voltei mais cedo que de costumem, depois de perceber que estava um pouco úmido demais e que eu não tinha bebido água o suficiente. Estava saindo do banheiro, com o cabelo ainda meio molhado depois de uma secagem rápida, quando ouvi um gemido.
Eu paralisei. Não vou dizer o que me passou pela cabeça naquele momento. Só vou dizer que me aproximei sorrateiramente da porta do quarto dos meus pais e olhe pelo buraco da fechadura.
Papai estava atrás de Nádia. As pernas dela estavam abertas em ângulos acentuados e as palmas da mão sobre os lençóis. A mãos de papai a envolviam pela cintura e ele a fodia com força. Ela tinha um olhar quase dopado, os olhos revirando e o coque castanho desarrumado balançando a cada estocada. Mamãe estava em cima de Tom, os quadris descrevendo arcos suaves enquanto ela recebia o pau dele fundo. As mãos dele massageavam as coxas dela, as pontas dos dedos deixando pequenas marcas na pele. As mãos dela arranhavam levemente o peito dele enquanto se olhavam nos olhos.
Absorvi a cena em um segundo. Foi muito difícil conter um suspiro de espanto, mas eu estava apavorada coma possibilidade de eles descobrirem que eu estava lá. Quanto a minha reação... foi complicada. Fiquei chocada, tão cocada quanto qualquer pessoa ficaria ao ver a própria família fazendo sexo à quatro.
A verdade é que eu já tinha sido criada em estilo de vida alternativo. Eu já sabia que a nudez era um tabu no mundo. E me ensinaram que sexo nem sempre era um grande problema. Não sei. Talvez eu só tenha percebido que era mais pervertido do que eu pensava.
Tentei ignorar por um tempo. Eu sabia o que estava acontecendo agora que eles estavam sozinhos. Apenas tentei não pensar nisso, e no fato de que eu era a única que não estava fazendo aquilo. Pensei comigo mesma que Tom e Nádia devia estar fazendo isso com eles há algum tempo. Como você pede aos seus próprios filhos para fazerem sexo com você? Será que eles iriam pedir isso também?
Esse pensamento despertou algo em mim. Depois de quatro ou cinco dias, finalmente admito para mim mesma que os pensamentos que eu estava tentando reprimir estavam me excitando. Comecei a me tocar com mais frequência durante minhas caminhadas. Depois de um tempo, comecei a assistir e ler pornografia incestuosa no meu computador. Eu sabia que a maioria era ficção, mas havia algumas histórias que me pareceram plausíveis. Fiquei pensando em quão comuns eram situações como essa, mas percebi que não há como saber ao certo.
Finalmente, após uma sessão de masturbação particularmente vigorosa, decidi, tremendo de medo e excitação, que queria ver minha família fodendo de novo. Isso foi mais difícil do que eu imaginava, já que eles estava (mal) tentando se esconder enquanto faziam isso, então eu não podia saber quando eles se juntariam novamente para isso. Tive que bolar um plano, o que fiz, e achei que foi bem inteligente: anunciaria que no dia seguinte escalaria até um pico próximo, algo que eu já havia feio dezenas de vezes. Colocaria minhas botas, minha mochila, meu chapéu e levaria todos os meus suprimentos, para que parecesse completamente real. A subida ao pico começa pela manhã, se você quiser que não esteja completamente escuro no final, então eu ficaria “fora” praticamente o dia todo. Essa seria a parte simulada do plano.
No plano verdadeiro, eu sairia cedo, antes que todos acordassem, escondia meu equipamento no mato, em um esconderijo que eu usava desde criança, e depois voltaria sorrateiramente para casa, direto para uma janela que eu me certificaria de ter destrancado na noite anterior. Eu sabia de mansinho até o segundo andar, onde ficava o quarto dos meus pais. Havia lá um armário que usávamos para guardar toalhas, onde eu podia me esconder. Minha mãe se levantava antes do meu pai para começar a preparar o café da manhã, e era lá que encontrava meu bilhete dizendo que eu já tinha saído. Meu pai se levantava um pouco mais tarde para ir ao banheiro, e era nessa hora que eu entrava sorrateiramente no quarto deles e abria porta do armário bem devagar, me escondendo lá dentro. A porta do armário tinha uma cobertura tipo veneziana que me dava uma boa visão de dentro do quarto, mas eu tinha que ficar bem quieta e encostada na parede escura do fundo para não ser vista.
Meu plano funcionou perfeitamente quando o coloquei em prática. Passe pelo quarto de Nádia no segundo andar; a porta estva aberta e a mão dela escondida debaixo das cobertas. Parecia que ela tinha adormecido enquanto se tocava, isso teria algum proposito? Será que eles combinaram sobre transar comigo depois que terminasse? O pensamento fez meu coração disparar, e tentei me concentrar em não ranger o assoalho nem as dobradiças ao abrir a porta do quarto dos meus pais. “Droga! Eu devia ter lubrificado as dobradiças”, praguejei para mim mesma, despois que ela fizeram um pouco mais de barulho do que eu gostaria. Abri a porta o mínimo possível, me espremi para dentro e entrei rapidamente no armário.
Bem, agora estou aqui... pensei. Percebi então que não tinha um explicação para o que eu estava fazendo se alguém abrisse antes de tudo começar e me encontrasse lá, e fiquei imediatamente apavorada. Tentei desesperadamente pensar em algo para dizer caso isso acontecesse, mas não havia outra interpretação possível a não ser que eu tentando observá-los fazendo sexo. Então a verdade viria à tona, e eu definitivamente não estava preparada para isso. Não sabia, naquele momento, se algum dia estaria. Não havia onde me esconder dentro do armário, e eu estava com tanto medo, que nem pensei em tentar sair sorrateiramente naquele momento, então acabei apenas tentando me acalmar. Apesar do medo, havia algo muito erótico em ser um voyeur daquele jeito. Sem nada melhor para fazer durante as horas que passaria lá dentro, e estando bastante excitada, tentei me confortar me masturbando um pouco. Não com muita intensidade, já que queria estar descansada para assistir tudo, mas só para passar o tempo e me provocar um pouco.
Eu estava com medo de ter que esperar o dia todo naquele armário, mas felizmente não precisei passar por isso. Cerca de uma hora e meia depois, ouvi vários pares de pés subindo as escadas e a porta se abriu. Congelei, consciente novamente das frestas da veneziana e das pequenas aberturas de luz que deixavam entrar. Mamãe entrou primeiro, seguida por Nádia e depois papai. Eu tinha imaginado que, comigo fora, não havia como eles não fazerem outro encontro sexual. Eu estava certa. Observei, tremendo de tesão, enquanto eles subiam juntos na cama, misturados em um emaranhado de membros.
Fiquei surpresa quando mamãe e Nádia começaram primeiro, enquanto os homens observavam e acariciavam lenta e suavemente seus paus duros. Eu também havia imaginado que Tom e papai não sentiam nenhuma atração sexual um pelo outro, e eu estava certa nesse ponto. Eu tinha certa curiosidade de vê-los transar, mas não tinha muita esperança.
Nádia e mamãe se beijaram, línguas se encontrando e explorando livremente, mãos percorrendo o corpo uma da outra. Por mais estranho que pareça, isso não me chocou muito. Estávamos acostumadas ao contato físico: nos beijávamos na boca sem pensar, e papai não se importava de dar um tapa na bunda de qualquer um de nós quando passava. Mas aquilo era diferente, era um toque sexual, sem dúvida. Mamãe empurrou Nádia para a cama, e eu vi sua mão deslizar entre as pernas dela, as pernas de Nádia se ergueram e seu corpo se contrair quando os dedos da mamãe entraram. Foi aí que comecei a me tocar de verdade.
Gostei da sessão de amasso deles quase tanto quanto do resto. Eles deviam ter prática porque pareciam tão naturais e à vontade fazendo aquilo. O corpo da minha irmã tremia com os dedos da mamãe, mas ela ainda conseguia retribuir o favor com as próprias mãos, embora mamãe parecesse mais controlada e não tremesse tanto quanto Nádia. Mamãe continuou enfiando os dois dedos do meio em Nádia e explorando sua boca com a língua, até que Nádia pareceu que ter uma convulsão com o primeiro orgasmo do dia. Então Tom agarrou mamãe por trás pelos antebraços e puxou-a para trás, depois afastou um pouco as pernas dela com o joelho e guiou seu pau para dentro dela. Mamãe gemeu quando Tom a penetrou.
Papai passou as mãos pelos ombros de Nádia e a puxou para si. Enfiou o pau com força na boca receptiva da minha irmã enquanto mamãe estava a uma distância que lhe permitia se abaixar e lamber a xoxota de Nádia. Estavam todos conectados agora, e meus dedos médios da mão direita estavam completamente melados enquanto eu os enfiava em minha xana. Eu já estava cedendo a minha luxúria por elas; admiti para mim mesma que queria foder com elas, mas ainda estava apavorada demais para sequer pensar em me revelar. O pensamento, por mais irracional que fosse, da rejeição rondava a minha mente e me enlouquecia.
Tom e meu pai se entregaram completamente às mulheres. Crescendo nua, eu sempre tive consciência dos seus paus. Quando ficavam duros, como as vezes acontece com homens sem motivo aparente, eles não escondiam e eu provocava Tom por isso, e minha mãe chegou a dar uns tapinhas brincalhões no pau duro do meu pai mais de uma vez. Isso sempre o irritava um pouco, e era por isso que ela fazia. Eu não tinha atribuído nenhum significado sexual aos genitais deles até vê-los penetrando minha irmã e minha mãe. Desde que o vi transando pelo buraco da fechadura, eu me vi pensando em como eram grandes, com veias saltadas, com as glandes rosadas, e comecei a me perguntar como seria chupá-los. Eu nunca tinha chupado um pau antes, mas me perguntava se o pau de Tom e do meu pai teriam um gosto diferente do normal, ou se a sensação seria diferente por serem da família.
Esses pensamentos me deixaram ainda mais excitado e comecei a me perguntar se ele ouviriam algum som da minha masturbação cada vez mais desenfreada, mas duvidei que ouvissem muita coisa. O ritmo de Tom acelerou e eu vi suas coxas enrijecerem enquanto ele gozava dentro da própria mãe. Gozei ao mesmo tempo, assistindo. Vi a porra quente dele escorrer e se espalhar pela cama enquanto ele continuava despejando cada gota que podia nela. Suas mãos apertavam a bunda dela com força enquanto ele continuavam seu pau jovem e cheio de vigor. As estocadas do meu pai eram mais lenta, mas mais fortes, reservando energia enquanto seus quadris faziam um estalo alto contra minha irmã. Ele provavelmente só conseguiria gozar uma vez, talvez duas. Há quanto tempo ele estava comendo Nádia? Ela já estava acostumada? Pensei em toda a porra do meu pai que já havia dentro dela. Imaginei-o saturando seu corpo, escorrendo absurdamente enquanto eu me estimulava furiosamente.
Nádia gozou de novo, e logo depois mamãe, depois que Tom a encheu de porra. Então o papai disse alguma coisa, e eles trocaram de posição com Nádia chupando a mamãe. Não consegui conter um meio suspiro quando percebi que o papai tinha mandado que Nádia limpasse a porra de Tom da mamãe com a língua. Tom aproveitou para meter em Nádia, e essa foi a primeira vez que vi os dois fodendo. Tom se movia um pouco mais devagar agora apertando a bunda da nossa irmã com força enquanto enfiava o pau em sua xoxota, dando palmadas de vez em quando perguntando se ela amava o pau dele. Papai fez mamãe lamber as gostas de porra de seu pau antes de enfiar na boca dela, penetrando-a de lado enquanto Nádia a lambia.
Gozei de novo, silencioso, quase doloroso. Foi tão terrível, tão profundamente antinatural, mas eu adorei. Adorei assistir cada minuto e nunca tinha ficado tão excitada na minha vida. Senti que podia desmaiar de tanta necessidade reprimida e superestimulação do meu clitóris. Eu conseguia ouvir aquela voz na minha cabeça dizendo: “Quero foder com eles, quero foder tanto com eles. Eu quero foder tanto, preciso disso, preciso disso. Preciso chupar e beber a porra do meu irmão. Preciso foder com meu pai. Meu sangue percorria tão forte meu corpo, eu estava com a cabeça doendo de pressão, mas continuei me masturbando. Os dedos da minha mão direita quase doíam enquanto a esquerda acariciava meio seio e beliscava meu mamilo hipersensível.
Eles trocaram de posição novamente e deitaram as mulheres lado a lado, mamãe de costas e Nádia por cima dela, e as fizeram se beijar mais uma vez enquanto eram fodidas. Papai estava dentro da esposa e segurava seus braços. Tom estava dentro da irmã e segurava a nuca dela para que ela não pudesse soltar os lábios da mamãe. Sua mão esquerda prendia os pulsos dela atrás das costas. A dominação que eles exerciam sobre elas era tão absolutamente erótica que eu soube imediatamente que queria aquilo. Tom e papai pareciam liberar toda energia que restava na naquela foda, batendo com força nas garotas na cama até que as coxas ficassem vermelhas pelo atrito. Eu observei mamãe e Nádia gemerem uma na boca da outra cada vez mais alto, como se estivessem pressionadas em um espaço cada vez menor até explodirem, e explodiram liberando-se com sons suaves e satisfeito, enquanto seu corpos giravam delicadamente em seus respectivos paus. Os homens gozaram dentro delas ao mesmo tempo, liberando um último jato de porra, embora tenha sido mais demorado para papai, era seu único e primeiro gozo.
Eu fique em silencio e quieta quando eles acabaram. Sabia que agora havia uma chance muito maior deles escutarem os sons muito molhado da minha xoxota. Eu ainda não tinha um plano para o que viria a seguir; imaginei que eles se abraçariam por um tempo e depois sairiam do quarto, então eu voltaria sorrateiramente e finalmente faria minha caminhada, o que seria um pouco bobo e solitário depois do que eu tinha acabado de ver, mas eu não tinha outras ideias. Felizmente, não aconteceu dessa forma.
“Lucy.” Ouvi a voz da minha mãe enquanto todos permaneciam na cama, com os corpos relaxando, por cerca de um minuto e meio.
Eu simplesmente congelei. O sangue me fugiu do corpo eu devia estar pálida como um fantasma e comecei a suar frio imediatamente.
“Venha aqui fora.” Ela estava usando aquela voz doce que toda mãe tem. A mesma que ela usava quando eu estava em apuros. Sem conseguir pensar em nada, abri lentamente a porta do armário e sai para o quarto.
Nádia estava com as duas mãos sobre a boca, em choque. Tom tinha uma expressão de espanto no rosto. Os olhos do meu pai estavam arregalados. Não sei dizer se ela estava tão assustado quanto eu ou estava com raiva. Mamãe era a única que parecia completamente calma. Com um gemido, ela levantou seu corpo já bastante usado da cama e deu um passo em minha direção. Eu estava tão assustada e envergonhada que fechei os olhos. Então, senti seus braços ao meu redor e seus seios fartos pressionando contra os meus
“Você foi muito corajosa em fazer isso”, disse ela me dando um beijo na cabeça. “Estou orgulhosa”
Eu não consegui dizer nada. “Está tudo bem”, disse mamãe, enxugando uma lágrima da minha bochecha. “Não precisamos falar sobre nada disso agora. Podemos esperar para mais tarde, o que acha?”
Eu chorava aparentemente sem motivos. Olhando para trás, acho que tinha regredido um pouco, e a situação era tão assustadora emocionalmente que eu usava as lágrimas para garantir que minha mãe não ficasse brava comigo, assim como fazia quando era pequena. Agora, é claro, percebo que não havia necessidade. Minha família me amava, e sempre me amaria.




