A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 2



“Bem, isso parece um pouco exagerado.”

“Ei, eu sou estou animada para te ver nu porque, tipo, eu gostei do que senti na suas calças.”

“Sério?”

“Sério”, respondeu Jenny, aproximando-se e tocando novamente no pau dele.

Greg estava tão distraído que não conseguiu se afastar e acabou sendo apalpado pela segunda vez. A proximidade dos seios fartos de Jenny foi uma distração suficiente para impedi-lo de se afastar. Isso, somado ao prazer que repentinamente percorreu seu pau quando ela apertou e o esfregou com firmeza.

“Vamos lá, Greg, experimente.”

“Não sei. Quer dizer, eu não sou exatamente atlético... nem bronzeado... nem...”

“Greg, tem uma coisa que você precisa saber. Uma das coisas principais do dia da nudez da família Silva é que existe uma regra de ouro. Ninguém pode dizer nada de negativo sobre o corpo de ninguém. Somos todos diferentes. Temos idades diferentes. Alguns de nós tem celulite, seios caídos, paus menores, mas todos temos algo para amar e apreciar. Então não se preocupe de você não for tão atlético quanto os outros rapazes que trabalham na fazenda o dia todo. Tire a roupa e deixe-me falar de suas partes boas”, ela apertou o pau dele para enfatizar o que dizia.

“Tudo bem”, ele disse, mas como uma pergunta do que como uma concordância.

“Excelente”, disse Jenny, afastando-se dele e soltando-o. Greg aproveitou o momento para admirar a visão do corpo nu dela à luz do início da noite. Apreciando o jeito como a luz brincava com suas curvas.

Ele tirou a camiseta e depois se atrapalhou com o fecho da calça jeans antes de abaixá-la desajeitadamente, com a cueca indo junto, mas só até que ela se prendesse em sua ereção.

“Não, obviamente, a primeira coisa que eu notei é o quão lindo é o seu pau. Quer dizer, ele não é só enorme, é lindo também.” Ele tinha começado a perder um pouco o ânimo enquanto ouvia as explicações de Jenny sobre os comentários positivos sobre seu corpo, mas ouvi-la falar sobre como seu pau era lindo fez com que ele rapidamente recuperasse toda sua glória.

“Agora vou explicar isso de uma certa maneira para que você tenha uma ideia de como isso pode funcionar e como você pode mudar sua perspectiva sobre as coisas. Eu sei, por exemplo, que você se sente um pouco intimidado pelo corpo musculoso e bronzeado do seus primos. Mas o que eu vejo na minha frente é um corpo jovem e impecável, no auge da vida, apenas esperando para realizar todo o seu potencial. Entende? Você pode encontrar pontos positivos e tenho certeza de que vai pegar o jeito.”

“Sim, entendi, obrigado Jenny.”

“Se nada mais, encontre uma coisa para elogiar em alguém e mantenha-se fiel a isso.”

“Então, sobre ficar nu na frente de todo mundo. O que acontece se eu tiver uma ereção. Tipo assim, sabe, onde todo mundo possa ver?”

“Bem, você vai impressionar todas as garotas”, disse Jenny com um sorriso. “Mas falando sério. Você não será o primeiro e nem será o último a passar por isso. Ninguém vai dizer nada de ruim a respeito.”

“É meio estranho pensar em ficar nu na frente de tantos familiares. Tipo, você é a primeira garota a me ver nesse estado, e de repente, manhã a família toda vai ver? Não sei se consigo encarar todo mundo, principalmente se eu te ver toda gostosa e sexy e eu ficar com uma ereção como essa, isso me preocupa.
“Há algo que eu poso fazer que talvez ajude um pouco.”

“E o que seria isso?”

“Bem, quando foi a última vez que você se masturbou?

“O que?”

“Quando foi a última vez que você gozou tocando o pau?”

“Eu não sei”

“Ah, qual é, não acredito nisso. Um rapaz jovem e viril como você. Aposto que você fez isso hoje de manhã.”

“Não”, respondeu Greg, corando. Foi há alguns dias.”

“Bem, aí está parte do seu problema. Tem muita coisa armazenada aí, o que certamente leva a ereções mais rápidas e firmes, não é? Então, talvez se aliviarmos um pouco a pressão para você?”

“Espera, o que você quer dizer? Acha que eu deveria me masturbar?”

“Não seja bobo, acho que você deveria me deixar cuidar disso e aliviar a pressão para você”

“Fazer para mim? Você quer dizer tipo... me masturbar?”

“na verdade, eu estava te pensando em te chupar. Isso seria mais divertido do que uma punheta, não acha?”

“Me fazer um oral?”

“Exatamente. Seria a sua primeira, certo?”

“Bem, sim”

“Eu me sentiria honrada em ser a primeira a chupar seu pau, Greg, o que você acha?”

“Que você é minha prima e isso é algo bem fora do comum.”

“Isso não é um não, certo?

“Bem, não, não foi. Quer dizer, se você realmente quer fazer isso, então... bem, eu nunca recebi uma proposta dessa, especialmente de alguém tão sexy quanto você.”

“Perfeito. Então, vamos fazer isso!”

“Aqui?”

“Sim. Por que não? Não tem ninguém aqui. Tirando os novatos, se alguém nos ver, vão saber que eu estou explicando o que vai acontecer amanhã, então ninguém vai nos interromper.”

“Se você diz”, respondeu Greg, com o pau duro balançando enquanto eles conversavam.

“Hum, acho que eu posso gostar disso tanto quanto você. Adoro chupar um pau”, Jenny sorriu para ele antes de se agachar a sua frente.

Greg olhou para baixo, ainda tentando acreditar que aquilo estava acontecendo. Ele viu Jenny estender a mão e pegar seu pau duro. Sentiu a emoção e o prazer de vê-la começar a acariciá-lo, e quase morreu de espanto quando ela puxou o prepúcio dele para trás e levou a cabeça entre seus lábios, antes de gentilmente chupá-lo até se afastar

Ela girou a língua em volta dele e passou pela ponta antes de o sugar novamente, engolindo mais, deslizando seu pau duro em sua língua. Ela fazia tudo sem pressa, certificando-se de usar toda sua habilidade e tudo que havia aprendido para lhe dar a melhor chupada possível para primeira dele. Ela sabia que seria a que ele compararia com todas as outras e, com certeza, queria estar entre as melhores. Ela lambeu todo o comprimento do pau dele e, ocasionalmente, chupava um ou outro dos testículos.

Greg gemeu e olhou maravilhado enquanto a boca de sua prima trabalhava magicamente em seu pau. Ele podia sentir a pressão aumentando deliciosamente à medida que era levado cada vez mais perto de gozar.

“Jenny... eu... eu vou gozar”, murmurou ele como com urgência, quando estava perto demais do clímax para conter por muito tempo. Jenny simplesmente continuou a chupar, com uma mão em volta do seu pau, estimulando-o e incentivando sua explosão.

Greg gozou com um grito abafado de alívio. Ele sentiu seu sêmen jorrar em jatos pelo seu pau e ejacular na boca da prima. Jenny engoliu tudo avidamente e com prazer.

“Caramba, isso foi incrível”, disse ele olhando fixamente para Jenny enquanto ela limpava um fio de esperma que havia respingado na boca e se levantava para encará-lo.

“Que bom que você gostou”, ela respondeu com um sorriso safado. “Talvez seu pau demore um pouco mais a ficar duro amanhã pela manhã.”

Ela pegou a roupa molhada do chão do deck e as vestiu, sentindo um leve arrepio quando o tecido úmido se acomodou em seu corpo. Greg notou que seu mamilo tímido havia ficado duro e Jenny percebeu que ele estava olhando para ele.

“Eu te disse que ele ia parecer quando as coisas começasse a ficar divertida”, ela riu, beliscando a pele e depois levantado a blusa para mostrar como ele ficava.

“Ele é meio quente”, disse Greg, admirado

“Tipo?”

“Muito quente”, riu Greg.

“Gostoso de dar água na boca?”

“Se essa palavra existe, então sim”, respondeu ele com um sorriso.

“Então, vai dar uma chupada nele para dar sorte?”

Greg estava prestes a protestar quando percebeu que não adiantava. Ele estava sendo convidado e Jenny acabara de lhe fazer um boquete pela primeira vez. Certamente seria errado dizer não. Então se aproximou dela e inclinou a cabeça em direção ao seu seio, chupando o mamilo esquerdo. Estava duro como uma bala em sua boca e, depois de chupá-lo por alguns segundos, seu pau já estava duro novamente. Ele deu um passo para trás e os olhos de Jenny se voltaram para seu pau.

“Droga, talvez eu não o tenha chupado o suficiente”, ela riu baixinho. Mas agora vamos manter assim antes que alguém mande uma equipe de busca nos procurar.”

Greg vestiu as calças novamente e voltou para o barracão onde a geração mais nova jovem estava dormindo.

“Caramba, alguém teve uma ótima introdução de como as coisa funcionam”, disse Susie ao ver as roupas molhadas de Jenny e como a blusa colava em seus seios. Greg corou. “Ele é um Silva de verdade, Jenny?

“Você vai descobrir amanhã”, respondeu Jenny, enquanto Greg se jogava na cama de campanha que havia escolhido mais cedo. Pegou seus artigos de higiene pessoal e usou o banheiro improvisado num canto do galpão para se preparar dormir. Depois, deitou-se na cama e ouviu as conversas ao redor enquanto tentava pegar no sono. Não que tenha dormido bem. Sua mente estava a mil, repassando tudo o que lhe haviam contado e preocupada com a possibilidade de ter que ficar na frente de todo mundo no dia seguinte. Perguntou-se se era isso que sua mãe queria dizer com a opção de não participar. Claramente, era isso mesmo.

O adolescente tarado dentro dele queria ver todas as suas primas gostosas nuas, mas ele se preocupava com o quão pervertido isso o fazia parecer.

****
O dia amanheceu ensolarado e qualquer ideia de dormir até mais tarde foi rapidamente descartada diante da conversa animada no galpão. Greg se levantou e se juntou ao primos na caminhada até a casa para o café da manhã. Assim como o jantar, foi uma confusão, dada a quantidade de pessoas que estavam sendo alimentadas.

Quando aquele exercício épico terminou, todos foram para fora aproveitar o sol. Greg ficou surpreso ao ver que alguns dos caras pegaram cervejas assim que saíram e até algumas de suas tias se juntaram a eles. Donny participou com entusiasmo.

“Isso vai ser épico, né Greg? Não sei você, mas eu mal posso esperara para dar um passeio pelado e ver as garotas, hein?”

“Hum, é, para ser sincero, não sei se fico assustado ou animado”, respondeu Greg.

“Aposte na empolgação”, aconselhou Donny rindo e dando um longo gole de cerveja.

“Não force muito a barra, ou você pode nem chegar perto de vê-las”, respondeu Greg como um conselho.

“Eu vou ficar bem”, Donny o assegurou.

A família se dividiu em grupos que pareciam familiares a Greg. Por vota das 9h30, o sino que havia tocado para o jantar soou novamente e o avô de Greg chamou todos para se reunirem.
“Muito bem, pessoal, chegou a hora. Me garantiram que todos sabem o que está acontecendo, então, para aqueles que vão participar, fiquem à vontade para tirar a roupa e aproveitar o sol. Mas não se esqueçam do protetor solar! E para quem não vai participar, aproveite o dia lá em cima.”

E, com esse simples anúncio feito, Greg olhou maravilhado e, ao seu redor, sua família começou a tirar a roupa. Ele não sabia para onde olhar.

“Relaxa, vai ficar tudo bem”, assegurou Jenny, aproximando-se por trás. Ela segurava uma regata em uma das mãos, mas ainda usava shorts. Greg olhou para os seios nus dela, notou que o mamilo estava ereto e, então, lembrou-se tardiamente de encontrar seu olhar. “Precisa se afastar para se despir?”

“Acho que ficarei bem se você estiver por aqui”, disse ele com um sorriso.

“Excelente. Que tal tirarmos os shorts juntos?

“Sim, legal”

As mãos de Jenny foram até o botão do short e ela calculou o momento em que o soltava para coincidir com os esforços desajeitados de Greg com as calças. Eles as abaixaram juntos e Jenny sorriu para ele.

“Isso aí, muito bem! Greg olhou em volta e viu que ninguém estava prestando atenção nele, então relaxou. Tirou a camisa também, ficando completamente nu. “Agora você deveria começar a pensar em usar um protetor solar. Posso te ajudar, se quiser.”

“Sim, provavelmente seria bom.” Jenny pegou-o pela mão e o conduziu até uma mesa grande onde havia um frasco de loção com uma bomba dosadora. Alguns de seu parentes tinham acabado de usar e estavam saindo.

Ele se sentiu constrangido, mas, além de alguns olhares rápidos e avaliativos, ninguém fez ou disse nada para envergonhá-lo. Ele estava bem até Jenny começar a passar o protetor solar nele. O toque dela em suas costas o fez lembrar de como ela o havia tocado na noite anterior, e de repente, seu pau ficou duro rapidamente, principalmente porque suas mãos espalhavam a loção com a mesma desenvoltura em sua bunda e em suas costas.

“Ai merda!”, ele gemeu, pensando se deveria se esconder.

“Relaxe, tente não pensar nisso”, disse Jenny baixinho, embora seu hálito quente em sua orelha não diminuísse mais seu charme sensual.

“Olha, alí. O Donny também está com o pau duro”, ela o avisou. Ele olhou na direção indicada e viu Donny também em um estado semelhante ao seu conversando com Kate, com o pau apontando para o céu. Greg não deixou o olhar se demorar até comtemplar Kate. A irmã mais nova de Jeeny tinha 25 anos e era tão linda quanto Jenny.

“Droga, isso não vai ajudar em nada”, ele riu “Mas pelo menos não sou o único.”

“É isso mesmo, e você vai ver que quanto mais fizer coisas comuns, menos problema com isso você terá. Pelo menos foi isso que meu pai me disse uma vez, ou a gente podia dar uma escapadinha pelos fundos e eu podia chupar um pouco seu pau pra ver se isso ajuda.”

“Ótimo, agora você me ajudou bastante, Jenny”, suspirou Greg, pensando que uma chupada dela teria o efeito exatamente oposto ao que ele tentava alcançar.

“Tudo bem, então eu vou embora.”

“Não! Espera, hum...

“Relaxa, eu não vou te abandonar. Que tal irmos jogar um jogo?

“Sim, tudo bem.”

Jenny o levou até onde sua tia Maria e seu tio Daniel estavam jogando uma espécie de minigolfe com Anna e Samia. Greg tentou não ficar olhando de forma indiscreta, mas era bem difícil com Anna ali.

“Como você está lidando com isso?”, perguntou Anna.

“Hum, ok”, disse ele, com os olhos percorrendo seus seios nus e além, apenas o suficiente para avaliar o estado de sua buceta: nem completamente depilada, nem extraordinariamente peluda. Isso não ajudou em nada seu pau.

“Ainda bem que não tenho que lidar com pênis como você”, ela riu e Greg corou.

“Anna”, tia Maria chamou sua atenção.

“Eu não estava dizendo nada ruim, tia”, protestou ela. “Só acho um pouco cruel expor todos esses seios para os rapazes verem com o efeito que isso tem sobre eles.”

“Ele vai se acostumar”, garantiu tio Daniel, jogando seu jogo sem demonstrar qualquer sinal de ereção. Maria mudou de assunto e Daniel aumentou a competitividade da brincadeira, o que serviu para distrair Greg. Eventualmente ele percebeu, que na verdade, estava mole novamente. Claro que essa constatação, somada a um rápido olhar para as primas e a tia com quem estavam jogando, logo o fez ficar excitado novamente.

Depois de jogarem algumas partidas, Jenny disse que precisava que ele a acompanhasse para que ela pudesse lhe dizer algo importante.

“Devo ter medo?” perguntou ele, meio que brincando com ela;

“Não, nunca tenha medo”, riu Jenny.

“Ok, então vamos em frente.”

Jenny o levou para longe de todos e encontrou um lugar para eles.

“Certo, então, antes que você se assuste, preciso lhe dizer mais uma coisa sobre essa reunião de família”

“Hum, certo, você vai me dizer que pode ficar ainda mais estranho.”

“Bem, você sabe quando eu chupei seu pau ontem a noite?”

“Acho que nunca vou me esquecer disso, obrigado.”

“Bem, quando fomos nos juntar a todos, vai haver muita coisa desse tipo acontecendo.”

“O que, sexo oral?”

“Sexo, na verdade. Todo tipo de sexo. Basicamente essa reunião se torna uma espécie de orgia.”

“Você tá brincando, né”

“Não, não estou.”

Greg apenas ficou olhando, boquiaberto, tentando processar o que tinha sido dito.

“Você está bem?”

“Não sei. Tipo, quando você diz que é uma orgia, quem transa com quem?

“Quem quiser. Tipo, você pode perguntar para pessoa e ela pode dizer sim, ou pode dizer não,”

“E você fez isso?”

“Hum, na verdade, eu adoro. Isso só acontece aqui e nessas reuniões.”

“E tipo, quem...

“Não, não falamos sobre isso. Se você participar, você vê, mas geralmente não comentamos sobre isso.”

“Ah, certo... quer dizer, estou tentando entender tudo isso.”

“Vamos lá, assim como no caso de você ter ficado nu, você não precisa participar. É totalmente voluntário. Foi por isso que lhe trouxe aqui, porque agora é hora de você decidir se quer se excluir ou não. Quer dizer, mesmo que você participe, você sempre pode estabelecer limites. Por exemplo, você pode escolher deixar que as pessoas te chupem apenas se ela se oferecerem, ou pode ir até o fim.”

“É muita coisa para assimilar.”

“Sim, eu entendo, no meu primeiro ano eu não fiz muita coisa, mas bem, se você é um Silva, provavelmente vai descobrir que gosta.

“E se eu lhe perguntasse?”

“Com certeza eu diria que sim”, respondeu Jenny com um sorriso. “Claro, sendo você virgem e com um pau tão bonito, provavelmente receberá muitas propostas, e talvez queira que outra pessoa seja sua primeira.”

“Deus, hum, bem... então, como isso funciona? A gente simplesmente volta?”
“Sim se você estiver a fim, a gente volta. Você vai ver que algumas pessoa já começaram e talvez fique um pouco chocado com algumas coisas. A maioria das pessoas procuram algum lugar reservado, mas tem um ou outro casal de exibicionista na família que parece gostar de ficar à mostra de todos.”

“Tenho que ir?”

“Provavelmente, talvez. Só que... sei lá, se prepare ou algo assim. Deixe seu lado pervertido aflorar se você realmente quiser se divertir”, Greg balançou a cabeça ao ver o sorriso no rosto dela, mas a seguiu de volta para se reunir a família.

Apesar do aviso, Greg ficou realmente chocado quando eles voltaram. Ele não achava que que tivessem ficado fora por tanto tempo, mas quando retornaram, as pessoas já estavam “se pegando”. Ele viu sua tia Joana com o marido de sua tia Maria, Ary, atrás dela, com as mãos em seus quadris, enfiando e tirando o pau de sua buceta. Não muito longe dali, Maria estava ocupada chupado o pau do seu tio Esteves. Mas ainda mais chocante foi ver Susie com seu barrigão de grávida quicando no pau duro do seu tio Duque.

Ele olhou em volta e viu Anna voltando para o grupo com Jaime. Por acaso, seus olhares se cruzaram e ela lhe deu um sorriso, pois ambos perceberam que o outro tinha concordado em participar da diversão do dia.

Jenny viu os olhares deles se cruzarem e perguntou: “Você por acaso gostaria de ver se há outra pessoa com que gostaria de ter sua primeira vez?”

“Hum, na verdade, não. Quer dizer, se você está disposta, eu realmente gostaria que fosse com você. Tipo, você tem sido tão legal comigo e, bem, para ser honesto, estou muito nervoso. Não sei se conseguiria fazer isso com outra pessoa.

“Ah, que fofo! Então venha comigo. Como eu disse, estou muito feliz em ser a sua primeira, e não me interprete mal, mas tenho alguns planos para hoje.”

Jenny o levou para dentro de casa e encontrou um quarto vago no térreo, explicando que achava que a primeira vez dele seria melhor em lugar um pouco mais confortável do que talvez encontrassem lá fora. Greg não ia discordar.
“Me beija, Greg”, sugeriu Jenny assim que entraram no quarto e a porta se fechou.

Greg aproximou-se de Jenny com o pau duro pressionando contra ela, e inclinou a cabeça em direção a dela. Ele não tinha experiência com beijos e confiou no instinto e no que vira em programas de televisão e filmes. Estava feliz por ser Jenny. Ela não apressou nem o pressionou. Simplesmente o guiou e deu algumas dicas que melhoraram significativamente as coisas. Ele sentiu as mãos dela em seu corpo e, experimentou, moveu as suas de estavam em seus quadris para acariciar suas costas e as laterais dos seios. Ele gosto particularmente da sensação dos seios dela pressionando contra ele.

“Algo me diz que isto está pronto”, disse Jenny com um sorriso, fechando a mão em torno do pau duro dele para enfatizar. “Se senta na beira da cama para mim?”

Feliz por ser guiado, Greg sentou-se como lhe fora pedido, com as pernas abertas como os homens fazem ao se sentar. Jenny colocou-se entre elas e passou a mão atrás da cabeça do primo, puxando-o em direção ao seu seio, que agora estava na altura perfeita para ele sugar. Greg era esperto o suficiente para entender o que ela queria e chupou com fervor o mamilo esquerdo invertido de Jenny, que respondeu ao estímulo ficando duro em sua boca.

Jenny o fez chupar por um tempo, depois moveu o outro seio para boca dele antes de se ajoelhar entre as pernas dele e começar a chupar seu pau.

“Foda-se Jenny”, gemeu Greg enquanto a boca dela cuidava com maestria sua ereção descontrolada.

“Esse é o plano”, respondeu ela rindo, levantando-se e empurrando-o para que caísse de volta na cama. Agora, volte para lá

Greg subiu na cama até se deitar de costas e Jenny se arrastou por cima dele, beijando, lambeando e mordiscando pelo caminho. Ela alcançou seu pau e chupou primeiro um testículo, depois o outro, então lambeu lascivamente o pau dele

Foto 1 do Conto erotico: A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 2

Foto 2 do Conto erotico: A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 2

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Comentários


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casualsomente Comentou em 29/06/2026

Sempre uma maravilha essas imagens deixam melhor ainda




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Ficha do conto

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Nome do conto:
A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 2

Codigo do conto:
265619

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
29/06/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5