“São impressionantes, sem dúvida”, concordou Greg com um gemido de prazer.
“Que tal você chupar o meu para mim?”, sugeriu Susie, ela disse se ajoelhando e se posicionando sobre a cabeça de Greg, balançando seu seio lindamente inchado bem na frente do rosto de dele. Greg abocanhou o mamilo com prazer, sugando com uma força suave. A mão livre de Greg, tentou alcançar entre as pernas dela, mas a curvatura da barriga inchada dificultava o acesso a sua buceta.
O instante se resumiu em Susie movendo os seios para que ambos recebessem a atenção da boca de Greg, mas logo ela decidiu que queria mais do que atenção aos seus seios, ela queria mais do que ter os seios chupados.
“Greg, você consegue lamber minha xoxota enquanto a Jane goza?”, ela perguntou com a voz tomada pelo prazer.
“Hum, acho que sim”, respondeu Greg com entusiasmo.
Susie ao ouvir sua resposta se moveu até ficar agachada sobre o rosto dele. Ele olhou, conseguiu ver sua agradável buceta perfeitamente lisa e seu cuzinho contraído e, quando estava ao alcance, ele estendeu a língua e começou a lamber sua fenda e seu clitóris enquanto ela se posicionava para aproveitar o máximo aquele prazer.
“Porra Jane!” Me beija irmãzinha”, gemeu Susie enquanto ele a estimulava com a língua. Greg ouviu o estalo de lábios e línguas, as gêmeas estavam se beijando e ele se viu desejando ver aquela cena, imaginou como deveria ser erótica, mas teve que se conformar em aproveitar o prazer que elas estavam compartilhando com ele.
“Droga, eu não quero sair de cima desse pau, mas acho que preciso fazer xixi”, gemeu Jane depois que o beijo terminou.
“Esqueceu que Greg disse que topava qualquer coisa?” respondeu Susie
Greg mal teve tempo de processa o que ela queria dizer para a irmã, Sentiu que Jane deslizava do seu, que caiu duro sobre sua barriga antes que ela se sentasse de novo sobre ele novamente, seus lábios se abrindo sobre a haste, mesmo sem estar dentro dela. Seu pau foi acariciado pelo mais macios lábios de buceta que ele já havia sentido. Ele sentiu seu pau ser molhado por um jato quente repentino. Pau, testículos e barriga, e a ficha caiu, Susie estava urinado em seu nele despudoradamente.
“Ai, que tesão do caralho!”, gemeu Susie esfregando a buceta da irmã. O pau de Greg saltou com o inesperado. Susie estava tremendamente excitada em ver a irmã urinar no pau dele. Greg nem de longe se sentiu enojado com a ousadia da prima. Sentiu o pau ser acariciado por uma mão enquanto a urina quente continuava a escorrer. Embora abundante, ele cessou.
“Chega para trás sua vadia” ele ouviu Susie ordenar
“Mas eu quero foder ele de novo”, protestou Jane
“Agora é minha vez, disse Susie determinada. Greg sentiu o peso de Jane mudar antes de deixar que Susie o fodesse. Ela se moveu em direção ao seus pés. Sentiu que Susie levantava seu pau, a pressão da barriga grávida contra seu peito enquanto ela se inclinava para frente. Tudo isso foi esquecido rapidamente quando sentiu que ela pegou seu pau coberto de urina e o levou a boca.
“Meu Deus, você fez isso!” Jane exclamou em choque enquanto Susie continuava a chupar o pau. “Você realmente chupou o pau dele depois que eu mijei nele!”
Greg sentiu o pau ser solto e escutou Susie dizer: “Me beija, vadia.”
Com Susie inclinada para frente, ele conseguiu esticar o pescoço o suficiente para ver por cima do quadril dela e ver o beijo quente das duas irmãs.
“Sua vez, chupe-o”, gemeu Susie depois que pararam de se beijar novamente. “Embora não seja a mesma coisa, já que basicamente o limpei.”
“Para você irmãzinha, puta!”, respondeu Jane, e então se moveu para também chupar o pau do primo. As duas se revezaram chupando-o por um tempo, conversando enquanto faziam isso. As duas tinha uma ligação tão extrema que quase ignoravam tudo em Greg exceto o pau dele que elas compartilhavam. “O que te deu?” perguntou Jane depois de dar algumas chupada entusiasmadas no pau de Greg.
“Estou com um tesão do caralho. A culpa é dessa coisinha que está dentro de mim, eu acho. E depois, talvez eu não tivesse outra chance de fazer isso tão cedo”
“Vadia pervertida!”, acusou Jane sua irmã.
“Com certeza. Agora, você vai chupar esse pau ou eu que vou?
“sai da frente”, respondeu Jane e com o movimento de corpos, Greg viu seu pau envolvido pela buceta de Jane. Susie havia se afastado e ele pode apreciar a visão maravilhosa de sua barriga e seios inchados, com seu mamilos longos, grandes e completamente eretos. Jane colocou as mãos em seu peito e balançou. Esfregando o clitóris em seu pau, sua buceta se contraindo e se soltando a cada onda de prazer que a inundava.
“Susie deu um tempo para a irmã e aproveitar até gozar antes de exigir que ela saísse do caminho também. Ela se ajoelhou e olhou por cima do ombro de Greg.
“vamos lá Greg, me dá seu pau. Me fode por trás e pinta meu bebê com sua porra.”
Greg parou um instante para admirar a vista que se apresentava diante dele: a xoxota da prima, depilada e praticamente pingando de prazer, brilhando à luz do sol, o cuzinho piscando lindamente acima, a barriga de grávida pendendo para baixo. Sem cerimônia, enfiou o pau duro na buceta dela, penetrando fundo.
Susie expressou sua gratidão, incentivando-o a penetrá-la com mais força e rapidez.
“Vai Greg! Me fode com mais força”, ela exigiu, empurrando para trás a cada estocada. Ele a penetrava repetidamente com o pau na buceta da prima. Ela estendeu os braços à frente, a barriga quase saindo de cima do cobertor que pressionava seus seios enquanto era fodido sem parar.
“Porra, tão incrível”, ela gemeu. Jane se moveu para o lado dela e enfiou a mão entre o cobertor e o seio da irmã, apertando-o e puxando o mamilo. “Ai, caralho, vou gozar muito!”, gritou Susie
Greg não parou. Se próprio orgasmo estava próximo e ele desejava desesperadamente gozar sua porra dentro da prima. Ela soltou um gritinho e ele sentiu a vagina dela o apertando. Ele não deu trégua, continuando a penetrá-la enquanto ela gozava, prazer que ele sentiu era exatamente o precisa para gozar. Ele explodiu, o pau jorrando e pulsando. Ele não tinha ideia se ainda tinha porra para dar, mas o que quer que fosse, ele despejou na buceta de Susie.
“Ooooooohhh, tão bom!!”, gemeu Susie enquanto o pau de Greg lhe enchia. Ela se inclinou para frente e rolou de costas, com as pernas bem abertas, respirando pesadamente.
“Ela é muito gostoso, não é?” Jane perguntou alegremente a irmã.
“Com certeza, ele está ótimo para mim”, respondeu Susie com um sorriso de satisfação.
Greg se ajoelhou sobre os calcanhares, ofegando pesadamente também por causa do esforço.
Jane ficou entre as pernas da irmã e começou a acariciar e mexer dentro de sua buceta delicadamente. Ele a encarou quando ela retirou os dedos coberto de porra e os chupou ruidosamente, ele já tinha visto ela fazer algo semelhante mais cedo naquele dia, mesmo assim não pode evitar de ficar chocado. Depois de limpá-los com a boca, ela os enfiou de volta na vagina da irmã antes de retirá-los e dá-los para Susie, para que ela também sentisse o gosto da porra de Greg misturado com seu próprio suco vaginal.
Susie chupava com prazer os dedos melados da irmã. Greg tinha certeza de que normalmente teria uma ereção instantânea se visse duas parentes grávidas chupado sua porra dos dedos daquele jeito, mas seu pau nem sequer se mexeu.
“Acho que você pode ter me quebrado”, disse ele, olhando fixamente para o próprio pau mole.
“Ah, duvido. Dê um tempinho, você vai ficar bem”, Jane riu baixinho.
“Sim, se não funcionar, tome um Viagra, isso vai te ajudar com o resto do dia”, disse Susie para ele.
Quando as gêmeas se recuperaram o suficiente, pegaram seu coberto e levaram Greg para procurara mais diversão.
“Será que a tia Amy realmente se deixou mesmo acorrentar ao convés?”, comentou Susie enquanto voltavam para casa da fazenda.
“Acorrentou-se ao convés? Que estória é essa?” perguntou Greg.
Sim, tem um deck nos fundos dos galpões com algumas argolas de ferro e, às vezes, uma das mulheres se oferece para ser presa de quatro. Ela fica lá apenas esperando que alguém passe e a use de alguma forma. E muitos costumam passar por lá e usar sua criatividade.
“E isso é simplesmente incrível”, disse Jane.
“Você já se prendeu lá?” Greg perguntou não esperando que ela dissessem que sim.
“Nós duas, na verdade”, disse Susie.
“Nunca tive tanta porra dentro de mim como naquele dia”, lembrou Jane.
“Deveríamos dar uma olhada”, perguntou Susie.
“Sim, vamos lá”, respondeu Jane. “Você vem Greg?”
“Acho que não tenho muito com que contribuir no momento”, respondeu ele.
“Ah, vamos lá. Vai ser divertido”, insistiu Susie, puxando a mão dele. Jane segurou a outra mão dele e Greg se deixou levar. No caminho uma das gêmeas pegaram um Viagra para ele aproveitou para beber um monte de água, assim como as gêmeas.
Greg ficou surpresa quando, ao virar a esquina, viu sua tia acorrentada a um deck de madeira no da propriedade. Ela estava de quatro, com os cotovelos apoiados em acolchoado no chão do deck e as mão estendidas a frente. Estava um tanto desarrumada. Seu cabelo estava molhado e não era apenas água, havia sinais de porra em suas pernas que tinha escorri do de sua buceta molhada.
Greg viu seu avô sentado nu em uma cadeira ao lado, tomando uma cerveja gelada. Ele apenas acenou com a mão, como se tudo estivesse na mais absoluta normalidade.
“Ei, tia Amy!”, Jane exclamou alegremente quando elas se aproximaram. Tia Amu esticou o pescoço para ver quem estava chamando.
“Eu estava pensando que talvez fosse a hora de soltar daqui, mas vejo agora como foi bom esperar um pouco mais”, respondeu Amy alegremente ao ver o trio se aproximando.
“Greg está um pouco cansado, mas acho que conseguiremos tirar algo dela para você”, disse Susie à tia, enquanto se aproximava por trás dela. Ele ficou atônito quando Susie, de repente deu um sonoro tapa na bunda da tia fazendo o som se espalhar pelo ar.
“Ahhh”, Amy exclamou, tanto de prazer como de surpresa, Susie deu-lhe outro tapa e depois enfiou dois dedos em sua buceta. Jane deu a volta e se ajoelhou de quatro na frente da tia, recuou para trás exigindo que a tia chupasse sua buceta por trás.
Apesar de achar que não tinha nada para oferecer, Greg, reagindo a visão ultrajante à sua frente, sentiu uma pontada de dor, mas não era de dor ao ter seu pau girado.
“Vamos lá Greg, vem cá”, exigiu Susie enquanto enfiava e tirava os dedos. Ele se moveu para onde ela indicou e ela o tomou na boca, chupando com vontade. Greg gemeu, surpreso como seu pau começou a ficar, e pensou que talvez fosse o Viagra fazendo efeito.
Susie o chupo com vontade por um tempo, depois soltou par dele da boca e tirou os dedos da vagina da tia. Greg sabia que não deveria se surpreender com nada com nada que suas primas gêmeas gravidas fizessem, mas se surpreendeu quando ela levou os dedos á boca e os chupou até ficarem limpo. Greg, decididamente, nunca tinha visto duas criaturas mais pervertias como suas primas gêmeas.
“Hum, isso é um belo coquetel, tia Amy”, disse Susie.
“Você não faz ideia”, respondeu Amy, entre as lambida na xoxota de Jane. Vários caras colocaram sua porra aí hoje.
“Me dá um pouco, Susie”, disse Jane se mexendo. “Greg, vai lá e enfia esse pau na boca da tia Amy, ela precisa chupar”, disse Susie enquanto enfiava os dedos de volta na buceta da tia, ela mexeu antes de tirar de volta e oferecer a irmã, que os chupou avidamente. Greg ajoelhou-se na frente da tia com o pau duro como pedra e apontando para ela. Ela as argolas limitavam seus movimentos e ela não conseguia se mexer livremente, então ele se aproximou mais enquanto ela levantava a cabeça para tomá-lo com a boca.
“Enfia mais o pau na boca dela, ela precisa quase se engasgar com isso”, instruiu Susie. Greg se aproximou mais, observando seu pau desaparecer, um pouco preocupado em machucá-la, mas Amy não deu nenhum sinal de que não estava gostando.
“Sim, é assim mesmo que ela gosta”, disse Jane depois de limpar os dedos da irmã.
“Acho que vou dar uma lavada nisso, tia Amy”, disse Susie dando um tapa na xoxota da tia. Ela se levantou e se agachou, deixando sua própria xoxota pairar sobre a bunda empinada de Amy. Então ela começou a mijar. Greg ficou boquiaberto enquanto o jato de urina respigava e fluía pelo seu cú e na buceta. De Amy. Ele sentiu e ouviu Amy gemer em volta do seu pau e se arrepiou. Isso era tão sujo e pervertido, mas genuinamente excitante para ele. Se tivessem perguntado a ele naquela manhã se ele teria ficado excitado vendo sua prima grávida mijar em sua tia acorrentada, ele teria dito que de jeito nenhum, mas a realidade se impunha. Susie moveu os quadris, direcionando o jato de urina, e ele viu escorrer pela parte inferior das costas dela em direção às omoplatas, mas depois pelas fluir pelas laterais das costas e pelos lados de seus seios pequenos. Ele se impulsionou em direção a boca de Amy, precisando do prazer, seu pau pulsando. Ele podia sentir a saliva da tia escorrendo pelo seu pau.
“Hora de foder ela, Greg”, disse Jane para ele. Ele recuou, retirando o pau da boca da tia. Jane o agarrou na primeira oportunidade e o abocanhou, lambuzando-o com sua própria saliva. Ela não o chupou por muito tempo, guiando o primo para que se ajoelhasse atrás da tia e ele enfiou o pau, ele não se importava o quanto a buceta de sua tia estava lubrificada, mas pensou em todos os tios, e possivelmente até seu pai, que tinham gozado na tia antes dele. Ele simplesmente se concentrou na sensação prazerosa enquanto começava a penetrá-la. E, principalmente, não olhou na direção do avô, que ele supôs estar observando.
Ele sentiu um par de seios inchados e uma barriga firme de grávida atrás dele, mãos apalpando seu peito enquanto Susie o se movia como se estivesse comendo a tia através dele. Jane ajoelhou-se ao lado de Amy, estendendo a mão para apalpar seus seios e depois cuspindo em seu cú. O pau de Greg se contraiu enquanto ele observava enfiar um dedo no cú da tia.
Ela continuaram assim por um tempo, até que Susie declarou que deveriam fazer a tia Amy gozar muito. Ela saiu de trás de Greg, posicionou-se em frente de Jane e alcançou o clitóris de Amy. Enquanto Greg a penetrava, Jane puxava os mamilos da tia e Susie começou a estimular seu clitóris. Amy se contorcia presa pelas algemas presas às argolas do deck e logo ela estava gemendo e gritando descontroladamente quando seu gozo a atingiu em cheio.
Greg se manteve dentro da vagina convulsionada, mas Susie e Jane não cederam. Elas continuaram e mandaram que ela fodesse com força. Ele recomeçou a estocar e logo a tia gozou pela segunda vez. Seu corpo se contraiu, mas Susie e Jane ainda não lhe deram trégua.
“Goza dentro dela, Greg”, Susie o incentivou. “A buceta dela precisa da sua porra!”
Greg se esforçou ao máximo e finalmente sentiu a familiar sensação de ejaculação em seu saco, anunciando seu orgasmo. Ele penetrou fundo e ejaculou enquanto Jane e Susie levavam a tia ao seu terceiro orgasmo. Greg sentou-se sobre os calcanhares, com o pau deslizando para fora da buceta úmida da tia.
Amy estava tremendo acorrentada ao deck.
Ele cruzou o olhar com Jane, que lhe piscou o olho antes de se posicionar sobre Amy, sentando-se sobre ela. Virou-se para ele e, com um sorriso, começou a urinar, o jato respingando na parte inferior das costas de Amy e escorrendo entre as pernas de Jane. Em seguida, começou a dar passos para trás, em direção à cabeça de Amy. Greg observou enquanto ela continua a mijar e se mover, o jato atingindo entre as omoplatas de Amy, depois a nuca e, finalmente respingando em sua cabeça, encharcando seus cabelos escuros que se agarravam úmidos ao couro cabeludo. Não houve objeção; Amy simplesmente foi banhada pelo xixi da sobrinha.
“Tudo bem, pai, pode terminar comigo e depois soltar as algemas”, disse Amy enquanto Greg e as gêmeas se levantavam. Seu avô havia se levantado da cadeira e estava com o que Greg presumiu ser uma ereção.
“Que espetáculo!” disse ele aos três netos, antes de se ajoelhar atrás da filha. Sem cerimônia ou preparação, pegou o no pau e encostou a cabeça no cú de Amy. Ele penetrou e Greg a viu empurrar contra ele. Logo, ela estava com o pau avantajado do pai completamente dentro do cú.
“Caramba”, disse Greg, resistindo a vontade de balançar a cabeça em descrença.
Susie se moveu e montou em Amy, ficando de frente para seu avô, e o ofereceu um de seus seios fartos. Ele o chupou avidamente enquanto penetrava Amy.
“Acho que preciso de um mergulho rápido”. Sugeriu Greg a Jane.
“Sim, isso é legal, divirta-se, respondeu Jane. Seus olhos mal se voltaram para ele, fixo na cena que se desenrolava a sua frente.
Greg caminhou até o lago, cumprimentando vários parentes nus, já mais a vontade com a realidade do que quando soubera do estava para acontecer. Entrou na água ate a cintura e mergulhou, sentindo a água fresca, ao mesmo tempo purificadora e revitalizante. Não teve pressa, sem pressa para nada.
Enquanto se limpava, avistou alguém vindo em sua direção e logo percebeu que era sua tia Paula. Casada com um membro da família, ela se destacava tanto pelo busto quase plano quanto pelos longos cabelos ruivos. Aos 37 anos, era também a mais jovem daquela geração da família. Ela estava certamente em forma, observou ele enquanto caminhava na água para encontrá-lo.
“Olá, Greg”, disse ela com um sorriso.
“Olá, tia Paula, respondeu ele, com os olhos percorrendo o corpo dela em sinal de apreciação.
“Ah, por favor, só Paula.”
“Claro. Você está se divertindo?”
“Sempre”, assegurou-lhe ela. “Cada vez que venho a uma dessa reuniões, fico impressionada com a família com qual me casei, mas, tendo feito isso, não mudaria nada.”
“É muito louco”, afirmou Greg, concordando.
“E espero que ainda tenha o suficiente para me proporcionar um pouco de diversão.”
“Hum, eu provavelmente conseguiria tentar, mas tipo, eu nunca gozei tantas vezes na minha vida, estou bem esgotado.”
“Você já tomou alguns daqueles comprimidos para dar aquela animada?”
“Sim, tomei um a uma hora”
“Ah, então você ficará bem”, ela o assegurou.
“A menos que caia!”, ele riu
“Se importa de eu verificar o quão preso está.”
“De jeito nenhum”, riu Greg. Sua tia enfiou a mão debaixo d’água e a envolveu em seu pau, puxando-o delicadamente enquanto ele inchava em seu punho.
“Hun, há tanta coisa para amar em um pau Silva”, ela ronronou para ele, aproximando-se.
“Estou começando a apreciar o quanto isso pode ser apreciado”, ele gemeu. Paula não demonstrou nem um sinal de urgência ou intenção além de simplesmente estar ali com ele na água, puxando suavemente seu pau inchado.
Ele estendeu a mão para acariciar o seio dela. Os mamilos eram pequenos e pontiagudos, redondos e macios, nem inchados, nem particularmente grandes, mas ele gostava da forma como se projetavam na palma da sua mãe enquanto a acariciava.
“É sempre bom ter seios pequenos apreciado quando se estar em meio a tanto seios volumosos”, disse Paula para ele enquanto ele não parava de acariciá-los, alternado entre os seios e ocasionalmente beliscando um mamilo.
“Não vejo por que alguém não gostaria, eles são sensuais”, disse Greg para ela e, num movimento mais ousado do que qualquer coisa que ele teria tentado em outra circunstâncias, inclinou a cabeça em direção ao seio dela e chupou seu mamilo pequeno e firme. Paula gemeu em aprovação e deixou que ele se deliciasse com os seus seios, puxando suavemente seu pau o tempo todo.
Depois de um tempo, porém, ela começou a puxá-lo para mais perto da margem do lago. Ele caminhou com ela, guiado pela mão dele em volta da sua ereção. Ela o levou para longe o suficiente para que a água chegasse ao meio de sua coxa. Seu pau ficou exposto e Paula aproveitou a oportunidade, ajoelhando-se no lago, a água lambendo seus seios pequenos enquanto o abocanhava. Ela o chupava devagar, suavemente, quase com carinho. Ele gemeu enquanto a boca dela deslizava lentamente para cima e para baixo ao longo de seu comprimento, dando-lhe prazer em vez de tentar fazê-lo gozar. Ele estava duro como pedra e pulsando enquanto ela segurança a base do pau e o deslizava na boca.
Ele a observava, apreciando sua pericia, sem pensar onde ela havia aprimorado suas habilidades, simplesmente desfrutando das sensações incríveis que ela lhe proporcionava. Seus olhares se encontraram e ela o chupou lentamente até que ele estivesse livre de sua boca.
“Quero que você me foda no cú, Greg. Acha que consegue fazer isso por mim?”
“Ele engoliu em seco, sem esperar o pedido. “sim”, disse ele.
“Maravilhoso, não há nada que eu ame mais do que um pau grosso Silva enfiado no meu cú.”
Ela o conduziu da água em direção à casa. Ele a seguiu, guiado novamente pelo seu pau. Paula não o soltou. Ela sabia exatamente para onde o estava levando e logo estavam juntos em dos quartos.
Greg virou a tia impulsivamente para si e a beijou. Ele não sabia bem o que estava fazendo, mas ela não pareceu se importar. Ele experimentou, deslizando a língua sobre a dela e explorando sua boca, com o pau preso entre os dois.




