A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 1



“Você não pode simplesmente esquecer a vez dele?”

“Você concordou, lembra? Sempre foi isso o combinado. Quando ele fizer 18 anos, ele poderá vir e fazer suas próprias escolhas. Assim como a Jenna fará daqui alguns anos. Quando fizer dezoito.”

“Sim, mas você acha que ele está realmente prono para isso? Meu Deus, acho que ele nunca nem beijou uma garota, Marcos.”

“Bem, então está é uma oportunidade perfeita. não é?”

“Não tenho certeza se muitas pessoas considerariam isso uma oportunidade perfeita para esse tipo de começo.”

“Bem, eu não costumo bater o pé, Helena, mas você concordou, então nós vamos.

“Bem, pessoalmente, espero que ele seja o início de uma mudança e que seja a única escola nova que ele frequenta.”

“Nunca se sabe.”

Greg escapuliu antes que seus pais o vissem, sem ter certeza se estava satisfeito com o resultado da conversa que ouvira por acaso. Seu pai havia falado com ele algumas semanas antes sobre ir ao encontro familiar semestral na fazenda dos avós. Ele sabia que seu pai sempre ia, embora sua mãe ficasse em casa, e nem sua irmã jamais haviam sido convidados. Ele perguntara uma vez, quando ainda tinha dezesseis anos, e simplesmente lhe disseram que, devido ao álcool e às festas intensas, o convite era restrito a familiares com dezoito anos ou mais.

Ele não exatamente o tipo de cara que gostava de festas e bebidas em excesso, então não tinha certeza do que esperar ou o quanto iria gostar, mas seu pai lhe garantiu que, se não gostasse da primeira vez, não precisaria continuar; que seria uma escolha dele, então ele se resignou a ir e ver o que acontecia.

****

“Então, qual é a estória dessa festa, pai? Você não me contou quase nada além de que vou encontrar alguns primos, tios e tias que eu não vejo há anos ou simplesmente não me lembro”

“Bem, é só um grande encontro de família, mas claro, sendo gente do interior, costuma ter muita bebida. Muita conversa fiada e diversão. Sei que não é o tipo de lugar, mas tenho a impressão de que você vai se divertir mesmo assim. Vamos garantir que um de seus primos fique por perto e te dê uma boa dica para se manter longe de encrenca... a menos que você esteja procurando por ela, é claro!”

“Sim, ótimo, não sei se isso realmente ajuda, mas obrigado”, respondeu Greg, voltando a atenção para o livro que estava lendo.

Por fim, seu pai estacionou a camionete em meio a uma coleção de veículos semelhantes, todos estacionados ao lado de uma antiga e extensa casa de fazenda com amplas varandas em todos os lados. Ambos saíram para o calor opressivo do dia e esticaram os músculos após a longa viagem, sendo rapidamente cercados pela família.

Greg observou atentamente o grupo de pessoas que apertavam sua mão e abraçavam, como era de se esperar. Eram pessoas de diferentes gerações da família, incluindo sua avó e seu avô. Os homens tendiam a ser maiores e mais fortes do que ele, resultado do fato de sua família ser a única que não havia se dedicado à vida no campo, e as mulheres eram igualmente saudáveis e em forma.

“Oi, Greg! Eu estava super curiosa para saber como você seria.”. disse alegremente uma prima alta, voluptuosa e loira, apertando-o num abraço que o deixou extremamente consciente do tamanho dos seios dela, pressionando contra ele.

“Obrigado, é...é... Jenny”, respondeu ele, corando por estar pensando nos seios dela e por só ter se lembrado nome dela no último minuto. Ela erra a terceira mais velha de seus primos, com vinte e sete anos, e com a sensação dos seios dela contra ele tão fresca na memória, seus olhos eram constantemente atraídos por eles. Ela vestia uma regata branca sem sutiã e um short jeans curto. Grega esperava não ter sido óbvio quando seu olhar se deteve nas sombras que os mamilos dela projetavam através do tecido da regata aparentemente fina e desviou o olhar sempre que possível.

Quando não estava olhando para os seios de Jenny, seu olhar frequentemente atraído pelas gêmeas, Susie e Jane, ambas grávidas de cerca de seis meses. Seu pai o havia avisado que elas estariam lá e sobre a gravidez das duas, para que ele não se choca-se ao vê-las. Afinal, com vinte anos, elas não eram muito mais velhas que ele. Ninguém ainda havia mencionados quem eram os pais, e seu pai sugeria que ele não perguntasse se a informação não fosse oferecida espontaneamente.

“Então, fui escolhida para te proteger, Greg. te mostrar o lugar, e te manter longe de problemas e coisas do tipo, se isso te agradar”, Jenny informou, com um largo sorriso que revelava dentes brancos e brilhantes sob os lábios pintados de vermelho.

“Sim, seria ótimo, obrigado Jenny”, respondeu ele com um sorriso, apreciando a oportunidade de passar um tempo com ela e provavelmente continuar admirando seu seios atraentes. Ele se sentiu um pouco mal por ficar olhando para os seios da prima, mas, ei, ela era nove anos mais velha e não era como se ele fosse fazer mais do que olhar!

Jenny pegou Greg pela mão e ele e seu pai foram arrastados por uma onda de familiares para dentro de casa depois de descarregarem o carro.

Jenny disse a Greg que ele ficaria no galpão com todos os seus primos, enquanto a geração mais velha teria o conforto de muitas camas em casa, uma herança da grande família que havia crescido ali. Ela o conduziu até o galpão, onde várias camas de campanha haviam sido montadas ao redor das paredes, longe das portas. Nem todos os seus dozes primos estavam presentes, pois, assim como sua irmã Jenna, seus primos Pedros e Caine e Rachel não tinham idade suficiente para estar lá. Claro que, com exceto seu tio Henrique (e sua mãe), havia dez tios e tias, incluindo seus cônjuges, acomodados na casa do seus avós.

“Ei, já está na hora das cervejas?” Perguntou Jaime, seu primo mais velho de vinte e oito anos, abrindo o frigobar que ficava no canto do galpão.

“Claro que sim!” respondeu Donny, indo pegar as cervejas que Jaime estava oferecendo a quem quisesse. Donny tinha a mesma idade de Greg, mas claramente se encaixava no perfil físico da família... ombros largos, nascido no interior e confiante.

“Quem me dera fosse”, lamentou Susie, lançando um olhar melancólico para sua barriga grande.

“Sem brincadeira concorda Jane, sua irmã Jane também grávida, com um suspiro.

“E você, Greg?”, perguntou Jaime.

“Por agora estou bem, obrigado”, respondeu ele

“Eu quero uma”, anunciou Jenny, caminhando até a prima para pegar uma garrafa gelada.

“Então, o que você novatos sabem sobre esse encontro de família?”. Perguntou Jaime, Greg, Donny e Anna, que estavam participando pela primeira vez.

“É uma baita bebedeira e meu pai nem liga se eu beber e vomitar!” Donny riu.

“Sim, mais ou menos isso, acho” concordou Greg.

“E que existe um código de vestimenta que só vamos descobrir amanhã”, acrescentou Anna.

“Código de vestimenta?” perguntou Greg, em pânico. Seu pai não tinha mencionado nada sobre isso. Que diabos ele deveria vestir se não tinha as roupas adequadas?

“relaxa, é simples e tudo vai ficar bem. Quer dizer, somo todos famílias, não somo?”, Jenny o tranquilizou.

“Sim, é muito divertido e não há motivo para se preocupar”, assegurou-lhe Celina (sua prima mais velha, com trinta anos, e irmã mais velha de James).

“Que tal darmos uma volta e eu te mostrar o resto do lugar?”, sugeriu Jenny, percebendo que ele estava demorando para assimilar tudo.

“Sim, isso parece ótimo. Brigado Jenny”, respondeu Greg, feliz por poder mais tempo com ela.

Eles passearam pela fazenda, conversando, e Greg ficou muito contente com a receptividade e a simpatia de Jenny. Ele estava preocupado por simplesmente não se encaixar com o resto de seus primos musculosos e confiantes, mas Jenny pareceu não se importar nem um pouco.

“Então, Greg, você bebe alguma coisa. Ou foi um caso de estar muito cedo para beber?” Ela perguntou a ele em certo momento.

“Eu bebo um pouco, mas tipo, não vejo vantagem em ficar bêbado. Quer dizer, por que matar neurônios de propósito só para fazer besteira?”

“Bem, se você vai me responder com um argumento lógico, não tem jeito de eu te responder”, ela riu. “Mas às vezes é divertido se soltar e simplesmente se divertir um pouco.”

“Acho que consigo me divertir bastante sem ter que me preocupar com bebedeira e idiotices”, responde ele.

“E quanto às namoradas? Tem alguém em casa que vai sentir sua falta esse fim de semana?”

“Há? Você está brincando, não é? Namorada? Eu nem consigo dizer ‘oi’ para uma garota bonita, quanto mais convidá-la para sair!”

“Então eu não sou atraente? provocou Jenny.

“O quê? Não, você é gata, mas tipo, você é minha prima e mais velha, não é como se eu estivesse procurando namorar com você!”

“O quê? Sem encontro? Você só quer sexo sem compromisso?”

“NÃO! Por favor!

“Relaxa, só tô brincando, Greg”, Jenny riu. “É muito fácil distorcer suas palavras”.

“E esse é exatamente o motivo pelo qual eu não tenho namorada”, lamentou Greg.

“Mas você teria uma se pudesse?”

“Sim, claro!”

“Que bom, então nem tudo está perdido!” Greg apenas revirou os olhos em resposta. “Tenho certeza de que você ainda tem um pouco desse charme da família em algum lugar. Quando as garotas virem isso, vão cair matando em você, pode apostar.

Um sino tocou por toda a fazenda

“É o sino do jantar”, disse Jenny quando ele olhou com curiosidade ao ouvir o toque. Ela o conduziu de volta para casa, onde o caos parecia reinar. Ele seguiu Jenny enquanto ela entrava na casa e pegava uma tigela de sopa e um pãozinho. Ela foi se sentar ao lado de sua irmã mais nova, Kate que conversava com as gêmeas, Suzie e Jane.

“Jenny, você já se acomodou e se instalou?”, perguntou Jane.

“Já estou chegando lá”, respondeu Greg.

“Então vocês estão prontos para a diversão de amanhã?”, perguntou Susie

“Acho que sim”, respondeu Greg, Ele lançou um olhar rápido para Jenny, pensando que talvez houvesse algo que ela ainda não o tinha contado, mas ela estava distraída.

“O que você contou para ele, Jenny? Perguntou, Susie, chamando novamente a atenção da prima mais velha.

“Ainda não muita coisa, só quais de vocês perdedores, ele precisa evitar!”

Greg ficou ainda mais confuso até perceber que Jenny lhe piscou o olho, então entendeu que ela estava provocando seu primo.

“Tenho certeza de que ela lhe informará adequadamente antes de amanhã, disse Kate as gêmeas.

“Espero que sim, estou ansiosa para te conhecer melhor amanhã”, disse Susie com um sorriso.

“Tenho certeza de que todos nós estamos”, disse Jane acariciando a barriga inchada. “Os melhores encontros são queles em que os primos mais novos podem vir!”

Nesse instante Jaime e Donna se juntaram a eles ambos claramente embriagados. A situação ficou caótica e Greg resolveu se retirar.

“Está se divertindo?” perguntou o pai ao vê-lo.

“Está tudo bem”, respondeu Greg

“Ótimo. Amanhã será muito divertido, pode apostar”, prometeu o pai.

“Então esse é obviamente o Greg?” perguntou Verônica, juntando-se a eles.

“Com certeza”, respondeu George. “Greg, você lembra da tia Verônica, né? Ela é minha irmã mais velha e mãe de Jaime.

“Sim, eu sei. Oi, tia Verônica.”

“Você devia vir passar um tempo com a gente no campo, Greg, parece que você precisa de um pouco de exercício”, brincou sua tia.

“Estou bem com meus exercícios cerebrais, tia, obrigado”, ele respondeu rindo.

“E tenho certeza de que também é um cérebro grande e adorável”, respondeu Verônica.

Greg pediu licença e saiu para tomar um pouco de ar fresco, embora ainda estivesse muito quente. Ele precisava de uma pausa da cacofonia de sons dentro de casa.

Ele ficou surpreso ao ser acompanhado por Jenny, que entrelaçou seu braço no dele e o conduziu para fora de casa.

“Deixe-me te mostrar a minha parte favorita da fazenda”, disse ela enquanto o levava embora. Ela o conduziu até o lago e o levou até um píer de madeira, sentando-se em uma das extremidades, com os pés balançando na beira, quase na água. “É muito mais fresco aqui embaixo.”

“É um lugar bem agradável”, respondeu Greg, olhando para ela de cima a baixo, vislumbrando o decote generoso de sua blusa regata e apreciando um pouco do seu colo, Em seguida sentou-se rapidamente ao lado dela.

Jenny apoiou-se nas mãos, erguendo o peito e o estufando, ameaçando atrair novamente o olhar de Greg.

Eles ficaram em silêncio por um tempo até que Jenny sugeriu que a única coisa sensata a fazer, considerando o clima, era um mergulho rápido no lago para se refrescar.

“Eu não estava exatamente preparado para nadar”, observou Greg, olhando para sua roupa. Ele ainda vestia a calça jeans e a mesma camiseta com as quais chegou, decidiu que preferia ser ridicularizado por estar vestido demais para o calor do que por falta de bronzeado e tônus muscular.

“Ah, qual é, isso nunca impediu ninguém. Eu vou entrar de qualquer jeito. Você decide se vai vir comigo ou não.” E, dizendo isso, ela se levantou ao lado dele e desabotoou o short. Greg ficou chocado enquanto ela abaixava o zíper e, em seguida, tirava o short, deixando cair no chão do cais até a altura dos tornozelos. Jenny sorriu para ele enquanto olhava para cima, ao longo de suas pernas, passando pela calcinha fio-dental cinza, e revelando a parte de baixo dos seios por baixo da regata. Ele engoliu em seco, se ela tinha noção dela ele estava vendo naquele momento. Antes que ele pudesse processar tudo, ela se virou e pulou do cais para a água.

Ela emergiu e, ao fazer isso, passou a mão nos cabelos molhados para trás

“Está tão agradável aqui dentro, você deveria vir comigo”, ela disse a Greg, afastando-se do píer e flutuando de um jeito que trouxe seus seios à superfície. Ele encarou o contorno do seus mamilos, ainda mais evidente agora que o algodão branco de sua camiseta estava molhado.

“Não, acho que estou bem”, respondeu ele levando a mão ao pau que estava ficando cada vez mais duro com aquela vista.

“Como quiser”, ela respondeu, deslizando preguiçosamente pela água. Ela nadou por uns cinco minutos antes de voltar para o píer e subir a escada no final.

Greg não conseguiu afastar o olhar da forma como a camiseta se ajustava aos seus seios fartos, exceto por um breve instante para observar a calcinha fio-dental molhada colada à sua buceta

Ele corou quando seus olhares se encontraram e ele percebeu que ela sabia o que ele estava olhando.

“Não tem problema, não me importo que você olhe”, disse ela com um sorriso.

“O que?”

“Você pode olhar para meus peitos, Greg, não tem problema. Eu considero sua atenção a eles um elogio. Quer dizer, a gente tem de curtir essas coisas, não é?”

Greg não conseguiu encontrar palavras para responder.

“Aqui está algo que você precisa saber sobre amanhã, e eu vou ta ajudar a lidar com isso.”

“Por que isso de repente soa ameaçador?”

“Ah, relaxa”, Jenny riu, mas então ela agarrou a barra da camiseta, puxo-a para cima e a tirou pela cabeça, deixando-a cair com um baque molhado sobre o deck de madeira.

“Uau! O que você está fazendo?”, Greg exclamou, embora seus olhos estivessem fixos nos seios dela, repentinamente expostos.

“Aproveitando a liberdade”, respondeu Jenny. Greg lutou para desviar o olhar. Sabia que deveria, mas não queria, e Jenny havia dito que ele não precisava quando ele estava admirando seu decote. Ele contemplou a visão, sem ter certeza se teria outra oportunidade como a quela. Ficou surpreso ao perceber que o mamilo esquerdo dela era bem diferente do direito. “Gostou?”, perguntou Jenny com um sorriso.

“Gosto deles”, ela disse enquanto pegava os seio nas mão e os erguia.

“Posso te pergunta uma coisa?”, disse Greg

“Claro”

“Porque seu mamilo esquerdo é tão diferente do outro?”

“Ele está invertido”, disse Jenny. “quando fica excitado, sai para brincar igual ao outro, você vai ver. Você já apalpou um peito, Greg?

“Acho que é bem obvio que não”, respondeu ele, sem jeito. “os seus são, na verdade os primeiros que vi pessoalmente.”

“Quer senti-los?”

“Hum, sim”, respondeu Greg, finalmente erguendo os olhos para encontrar os dela, corando embora não houvesse nenhuma recriminação no olhar que ela lhe lançou.

“O quê? Não! Quer dizer... você é minha prima!

“E daí? Isso não significa que eu deveria te ajudar? Dar a um rapaz a chance de experimentar algo em que ele é tímido demais para perguntar a uma garota?”

“Acho que é exatamente o que não deveria acontecer entre primos”, respondeu Greg.

“Então, mesmo que eu esteja te convidando, querendo que você faça, você não vai fazer?”

“Você quer mesmo que eu faça isso?”

“Sim.”

“Por que você é um Silva como eu e eu acho que posso fazer você sair da concha.”

“Apalpando os seios da minha prima...

“Sim. Quer dizer, você não precisa, claro, mas eu ficaria um pouco ofendida se você não o fizesse. Eu gosto muito dos meus peitos e ninguém nunca recusou a chance de tocá-los”

“Bem, eu acho que se você quiser, eu gostaria”, disse Greg em voz baixa.

“Muito melhor”, respondeu ela com um sorriso antes de estender a mão para pegar a dele, quando ficou evidente que ele ainda hesitava em fazer o que lhe fora pedido. Ela as ergueu e as colocou sobre os seios. Greg nem percebeu como seu rosto se iluminou ao sentir a carne filme e volumosa dos seios da prima, embora estivesse consciente da reação do seu pau a experiência. Ele sentiu Jenny apertar e guiar suas mãos até que ele começou a movê-las por vontade própria, experimentando e apreciando a maravilha que eles representavam.

Enquanto continuava a explorar os seios dela, Greg sentiu de repente uma mão se fechar sobre seu pau duto e apalpá-lo por cima da calça jeans.

“Argh!” exclamou ele, afastando as mãos e dando um salto para trás rapidamente.

“O que foi?”, exclamou Jenny sorrindo

“Você me apalpou!”

“E isso é uma coisa ruim?”

“Me desculpe, mas foi um choque!”

“Bom, definitivamente você é um Silva”, respondeu Jenny.

“O que isso significa?”

“Significa que você herdou uma das melhores características do homens da família Silva... um pau enorme. Dá para reconhecer as mulheres Silvas em uma sala, porque todas temos o traço genético de ter seios grandes. É mais ou menos a mesma coisa com os homens, só que menos óbvio quando estão dentro das calças!”

“E você pesquisou isso ativamente?”, perguntou Greg, chocado.

“Bem, digamos que amanhã você entenderá por que posso dizer isso.”

“E por quê?”

“Por causa do código de vestimenta.”

“Certo, código de vestimenta. Que código de vestimenta misterioso é esse que todo mundo fica mencionando?”

“Posso te mostrar, se quiser. Quer dizer, faz parte do meu trabalho te explicar isso.”

“Certo, então vamos lá”. Disse Greg, supondo que teriam que voltar ao galpão para que Jenny pegar as roupas necessárias. Em vez de se mexer, porém, ela simplesmente deslizou a calcinha molhada pelas pernas e a jogou em cima da camiseta.

“Tam dammmm!!!”

“Que porra é essa!!!???

“Esse é o código de vestimenta. Nudez. Amanhã é um dos dois dias do ano em que toda a família silva se reúne nua”.

“Não! Você está me zoando. Não tem a menor chance de isso ser verdade.” Ele exclamou, embora não conseguisse evitar desviar o olhar do monte depilado da buceta de sua prima.

“Olha eu não faria isso com você. Tem um motivo de estarmos aqui sozinhos. Em algum lugar por aqui, Jaime está contando para Anna e Kate está constando para Donny. Todo mundo tem um amigo no primeiro ano para explicar tudo, assim não é um choque tão grande no dia da festa de nudez.”

“Mas e seu eu não quiser?”

“Isso também pode ser legal. Se você não quiser. Pode ficar lá em cima na casa o dia todo. Tem livro lá e outras coisas para entreter.”

“Isso é verdade?”

“Sim, é verdade. Todos nós tomamos café da manhã vestidos e, depois de uma hora mais ou menos, o vovô anuncia que está na hora de todos tirarem a roupa. Agora é uma boa oportunidade para vocês ficarem nus e verem como se sentem para amanhã. Um pequeno teste por assim dizer.”

“O quê? Eu ficar nu?

“Sim. Tire a roupa e liberte seu pau!”

CONTINUA

Foto 1 do Conto erotico: A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 1

Foto 2 do Conto erotico: A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 1

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A REUNIÃO DA FAMÍLIA SILVA - PARTE 1

Codigo do conto:
265509

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/06/2026

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