Eles experimentou passar as mãos pelo longos cabelos loiros de Jenny enquanto ela se movia em direção ao outro mamilos dele, e depois um pouco mais adiante. As mãos de Greg pararam quando sentiu sua buceta molhada deslizar sobre seu pau e parar com a cabeça aninhada entre os lábios.
“Está pronto para isso”, perguntou Jenny, mantendo o olhar fixo nele.
“Sim”, respondeu ele simplesmente, apreciando o sorriso que surgiu no rosto dela em resposta.
Jenny estendeu a mão para e segurou o pau dele firme enquanto empurrava pra trás com os quadris.
Greg sentiu os lábios de sua buceta se espalharem ao redor da cabeça do seu pau e deslizarem por toda extensão. Seu pai foi envolvido pelo paraíso quente e aveludado da vagina dela. Ele gemeu incrédulo ao experimentar a maravilha do sexo pela primeira vez.
Ele sentiu Jenny deslizar pelo seu pau grosso antes de subir e descer novamente. Foi incrível.
“Aí que merda!”, ele gemeu baixinho.
“Seu pau é perfeito”, Jenny sorriu para ele enquanto ele estava dentro dela. Greg observou os seios fartos dela balançarem com os movimentos e estendeu a mão para acariciá-los, mamilos duros pressionando a palma da sua mão. Ele não conseguiu acreditar na rapidez com que parecia estar chegando perto de gozar e avisou Jenny sobre isso.
“Segura aí, Greg. Não goza ainda.” Ela se inclinou para frente e Greg sentiu seu pau escorregar para fora da buceta dela. “Só deixar as coisas se acalmarem um pouco e depois você pode subir em cima de mim e enfiar seu pau com força e gozar lá dentro. O que acha?”
“Incrível pra caralho!”, riu Greg.
“Chupa meu peitos, Greg.” Jenny rolou para o lado e ficou de costas. Greg se ajoelhou para admiram o corpo maravilhoso da prima. Ele não conseguiu acreditar no que estava acontecendo, mas já estava tão envolvido em tudo que não ia parar. Inclinou-se sobre os peitos de Jenny e começou a chupar o mamilo direito, usando os lábios, os dentes e a língua para experimentar e brincar, puxando, provocando e chupando. Sentiu a mão de Jenny acariciando seus cabelos e passou para o outro mamilo. Seu pau quase doía de tão duro, ansiando para voltar ao paraíso que havia acabo de descobrir. Ele não saia realmente se a pausa ajudaria e lhe daria mais tempo.
Ele se posicionou entre as pernas de Jenny e esfregou a cabeça do seu pau nos lábios úmidos e escorregadios da buceta da prima.
“Vai Greg, me coma!” Jenny o incentivou. Greg enfiou o pau de volta na buceta, maravilhado com a sensação de estar de volta, e de onde nunca mais queria sair. Ele enfiou até sentir a cabeça chegar ao fundo. Recuou e enfiou novamente com Jenny movendo os quadris para acompanhar cada estocada dele.
“Quero sentir você gozando dentro de mim, Greg”, Jenny o incentivou, dissipando qualquer medo que ele pudesse ter de gozar cedo demais. Ele se movimentou rápido, o pau entrando e saindo como um pistão, estocando rapidamente, a tensão em seu saco aumentando até que ele não conseguiu segurar mais.
Ele deu uma última estocada e explodiu em um grito de alegria e prazer.
“Ah, sim... sim, isso mesmo, é perfeito!”, murmurou Jenny ao sentir a porra dele enchê-la como a explosão de uma represa.
Greg desabou exausto e ofegante ao lado dela após o esforço
“Obrigado Jenny”, ele disse ofegante, honestamente agradecido.
“Não precisa agradecer, foi divertido para mim também, e eu deveria te agradecer por me deixar ser sua primeira foda.
“É, eu não acho mesmo que seja necessário”, respondeu Greg com um sorriso. “Então, o que acontece daqui para frente?”
“Bem vou me lavar um pouco da sua porra da minha buceta e depois vou procurar outro pau pra colocar dentro”, ela disse rindo. “Mas sugiro que você vá para o quintal e deixe a primeira pessoas que quiser divertir com você fazer exatamente isso.
“Caramba” Não sei se consigo processar tudo isso”, ele riu. Principalmente porque mundo aqui é parente.”
“Divirta-se ao máximo. Você que que eu te ajude a encontrar a próxima pessoa?”
“Você faria isso?”
“Claro. E só para garantir caso você não se tenha dado conta, não vai ser um só um encontro individual lá fora. Conforme o dia avança, você vai encontrara alguns dos seus parentes mais ousados se envolvendo em confraternizações.”
“Obrigado pelo aviso”, respondeu ele.
Ambos se lavaram antes de Jenny o levar para fora, novamente para o sol
“Olá, crianças, como está sendo o dia de vocês até agora” Era a tia Maria falando quando cruzou com os dois saiam da casa.
“Tudo perfeito, Tia. Obrigada”. Disse Jenny
“Sim, tudo ótimo Tia”, respondeu Greg, olhando o corpo nu da tia, Ela era a mãe das gêmeas Susie e Jane, e ele conseguia ver a semelhança entra elas. Ela não era sua tia de sangue, já quere tinha se casado com alguém da família, mas certamente parecia ter o tipo físico comum. Seus seios grandes já sentiam o peso do tempo, não tão firmes como os de Jenny e sua barriga não era tão chapada, mas ela não era uma mulher fora de forma, era apenas saudável e curvilínea. Sua buceta estava depilada e seus cabelos presos em um rabo de cavalo prático.
“Quer que eu chupe seu pau Greg?” Ela disse surpreendendo-o com sua franqueza.
“O quê?”, ele gaguejou, pego de surpresa.
“Claro que sim”, respondeu Jenny por ele, antes de dar uma deixa e lhe oferecer uma saída caso ele quisesse, dizendo: “Você não acha?”
“Sim, claro que sim”, respondeu Greg
“maravilha! Você se importa de se divertir lá fora? Eu adoro me divertir ao ar livre.”
“Bem, estou aberto a isso, quer dizer, sempre há uma primeira vez para tudo, não é?
“Exatamente!” respondeu Maria alegremente, oferecendo-lhe a mão.” E você Jenny? Quer se juntar a nós ou estra bom por enquanto?”
“Acho que vou procurar outro cara, obrigado tia Maria. Mas quem sabe, talvez mais tarde?”
“Claro, minha querida”, respondeu Maria e rapidamente invadiu o espaço pessoal de Jenny e os olhos de Greg se arregalaram mais uma vez. Maria e Jenny se beijaram brevemente e ele ficou surpreso ao ver suas língua se entrelaçarem e dançarem enquanto seus seios estavam pressionado um contra o outro. Ele sentiu seu se erguer em resposta.
“Uau, parece que você gostou de ver isso”, disse Maria com um sorriso, seus olhos percorrendo o aumento de tamanho. Greg apenas corou. “Não se preocupe, se você gostou de ver isso, vai se divertir muito hoje. Você definitivamente deveria ficar com minhas filhas. Mas tudo isso pode esperar, primeiro eu quero muito te chupar”, Greg ficou sem palavras. Mesmo com toda ideia que tinha sobre o que estava acontecendo, achou estranho que sua tia estivesse recomendando que ele fizesse sexo com as filha dela, suas primas, depois de ter feito o que queria com ele.
Sua tia o levou até uma cadeira e o fez sentar-se de pernas abertas antes de se ajoelhar na grama a sua frente. A visão foi o suficiente para reacender a excitação de seu pau, e sua tia sorriu para ele ao ver seu pau inchar na frente dela. Ele a observou enquanto envolvia seu pau com a mão e o acariciava suavemente, parecendo apreciar a sensação de vê-lo continuar a inchar em seu toque. Ela não deslizou muito antes de deslizar a cabeça a sua boca, abrindo-a bem para abarcar toda a sua grossura.
Ele gemeu ao sentir a boca da tia e inclinou-se um pouco para trás, impulsionando os quadris em resposta ao prazer da boca quente da tia. Ficou claro que Maria não tinha pressa, aproveitando o momento, sua boca deslizando para cima e para baixo, lábios e dentes provocando seu pau, a língua lambendo e girando ao redor da cabeça.
Greg gostava de observar, o cabelo preso impedindo que ele visse os lábios dela, com batom deslizando sobre ele enquanto a mão dela apertava e acariciava seu pau. Ela o estimulava como uma mulher que tinha feito aquilo muitas vezes, levando-o perto de gozar e então recuando antes que ele fizesse. Ela fez isso três vezes antes de perguntar se ele queria apenas gozar na boca dela ou se queria fôde-la.
“O que você preferir?” respondeu ele, sem se sentir a vontade para tomar essa decisão.
“Bem, se depender de mim, poque não vemos como você se sai usando sua língua?”
“Devo dizer que nem sei como começar a fazer isso”. Greg respondeu.
“Nem como começar?
“É, eu nunca fiz isso antes sabe... lamber uma xoxota?
“Hum, bom para min que Jenny não tenha te ensinado isso. Será um prazer para mim te ensinar a fazer isso”, Maria disse sorrindo. “As duas coisas principais são aprender a ouvir as dicas que seu parceiro te dar e persistir. Troque de lugar comigo”
Greg se levantou e cedeu lugar para sua tia antes de se ajoelhar a sua frente. Ela abriu bem as pernas para ele e sugeriu que ele começasse simplesmente lambendo os lábios de sua xoxota, passando os dedos sobre eles para mostrar o que ela queria dizer. Greg se inclinou e fez exatamente isso.
Ele nunca tinha parado para pensar que gosto teria uma buceta, mas também não havia considerado que fosse como lamber qualquer outra parte do corpo. Claro, ele racionalizou que não tinha explorado nada “lá dentro”.
Sua tia gentilmente lhe disse o que ele deveria fazer, guiando-o, orientando-o. Ele seguiu diligentemente as instruções, sua língua deslizando entre os lábios dela, provocando a entrada da vagina tendo uma provinha do seu sabor pela primeira vez. Ele não ia começar a elogiá-lo, mas não achou desagradável. Ela entreabriu os lábios com os dedos para ele e o guiou até o clitóris. Ele passou a língua suavemente ao redor dele e a movimentou para frente e para trás, experimentando.
Ele deslizou a língua de volta entre os lábios dela e a acariciou de novamente a entrada da vagina, antes de levá-la de volta ao clitóris, onde ela lhe pediu para concentrar sua atenção. Achatar com a língua esfregando-a contra seu pequeno botão do amor.
“Isso mesmo, Greg, aí mesmo continue fazendo isso”, ela o incentivou, segurando a cabeça dele com as mãos. Ele esfregou a língua até que ela empurrou a cabeça dele com força e soltou um grito de prazer enquanto suas pernas tremia.
“Você está bem, tia?”, perguntou ele, emborra soubesse lá no fundo que era aquilo que ela queria que acontecesse.
“Tudo bem? Não. Incrível? Sim”, ela riu. “Você leva jeito, Greg.”
Ele não conseguiu conter o sorriso, feliz por ter atendido ou superado as expectativas de sua tia.
“Que tal encher a buceta da sua tia com um pouco de suco de fazer bebê deliciosamente quente?”
“Hum. Sim, claro”, disse ele com entusiasmo, levantando-se da grama.
“Perfeito. Me pega por trás, tá bom para você?
“Claro!”
“Excelente, porque não há nada que sua tia goste mais do que ser curvada e fodida com força. Vamos fazer isso na cozinha; em cima da mesa.”
“Nossa, claro”, disse ele, claramente com dificuldade para se expressa diante de uma sugestão tão direta.
Maria lhe conduziu de volta para dentro de casa, direto para a cozinha, que ele ficou aliviado de encontrar vazia. Ele não tinha certeza do que teria feito se houvesse alguém lá dentro, Maria se inclinou sobre a mesa, os seios pressionados contra a superfície enquanto encostava as bochechas na madeira, as mãos estendidas para o lado, segurando-a.
“Venha, Greg, foda sua tia”, ela exigiu. Greg olhou para a bunda da tia, maior e mais redonda que a de Jenny, mas ainda assim sexy. Greg lembrou do que Jenny lhe dissera sobre encontrar o que é bom e não ser maldoso com o corpo de ninguém
“Você tem uma bunda quente e sexy, tia”, ele elogiou enquanto se aproximava com o pau duro na expectativa de deslizar entre os lábios de sua buceta.
“Hum, obrigada, Greg” ela respondeu enquanto ele segurava o pau com uma das mãos e o esfregava entre os lábios. Ele roçou a cabeça nos lábios dela e sentiu a tia empurrar para trás quando ele centralizou. “Ah, sim, é ai mesmo”, ela suspirou enquanto o pau deslizava alguns centímetros para dentro.
Greg empurrava depois recuava, depois empurrava para frente novamente, seu pau penetrando mais fundo a cada movimento. Não pode deixar de perceber que sua tia Maria tinha uma vagina bem mais larga do que a de Jenny, mesmo assim ele a preenchia bem e sentia que era tão prazerosos quanto comer sua prima. Ele segurou os quadris da tia para guiar seus movimentos, maravilhado com as sensações que percorriam seu pau cada vez mais duro enquanto deslizava para dentro e para fora.
“Que pica grande e gostosa, Greg. Não esqueça de me foder com força.”
Em resposta Greg intensificou os movimentos, penetrando-a com força, a cabeça do pau atingindo algo lá dentro dela.
“Isso mesmo, Greg. Mais forte, não tenha pena da buceta da sua tia”. Ele recuou e penetrou com mais força ainda, ouvindo os gritos e gemidos selvagens de prazer de sua tia enquanto aumentava o ritmo. Era muito diferente do sexo com sua prima Jenny, mas excitante justamente por essa diferença. Ele podia ouvir os sons do seu corpo contra o da tia enquanto penetrava fundo com mais facilidade na sua buceta no que na de Jenny, a mesa deslizando levemente por causa de seus movimentos.
“Me enche, Greg. Enche minha buceta com sua porra! Me faz gozar!” ela gritou após longos minutos sendo penetrada forte por trás.
O pedido obsceno o surpreendeu, mas também o excitou mais ainda. O suor escorria por sua testa, peito e braços devido o esforço de mante o ritmo que a tia exigia, e antes que ejaculasse, sua tia soltou um grito de prazer estremecendo contra a mesa, soltando um gemido alto, indicando que tinha chegado onde queria. Isso foi o suficiente para levá-lo ao limite, e ele penetrou fundo e soltou sua porra na buceta da tia sentindo a vagina dela se contrair ao redor do seu pau, mais uma coisa para comparar com sua prima.
Enquanto Greg ofegava com o pau enfiado na tia, ficou mortificado ao ver um gêmeas entrar na cozinha. Ele não sabia quem era, eram idênticas demais para que ele reconhecer à primeira vista, porque o corpo nu e gravido tinha capturado sua atenção.
“Oi, mãe”, disse ELA alegremente ao entrar na cozinha e ver a mãe debruçada sobre a mesa.
“Oi, Jane, está se divertindo, filha”, perguntou Maria à filha como se toda aquela cena fosse perfeitamente natural.
“Ah, você sabe que sim. Você já acabou?
“Acho que sim, não é, Greg?”
“Hum, sim”, respondeu Greg corando a pesar de nem sua tia nem sua prima parecerem qualquer problema com a situação.
“Posso limpar?” perguntou Jane.
“Oh, por favor, faça isso, filha”, Maria ronronou antes mesmo que Greg tivesse a chance de pensar no que aquilo poderia significar. Jane contornou a mesa e se agachou ao lado dele, com os joelhos afastados para acomodar melhor a barriga de grávida, Ela estendeu a mão entre ele e a mãe e alcançou o pau, puxando-o delicadamente para fora da buceta da mãe que ele estava apreciando.
“Hum, você tem um pau muito bonito, Greg”, disse Jane enquanto o apreciava e apontava para si mesma e o abocanhava rapidamente.
“Oh... Uau! Obrigado”, exclamou Greg, surpreso e chocado por ela ter acabado de tirar o pau diretamente da vagina da mãe e chupá-lo. Ela continuou por alguns instantes, os lábios deslizando para cima e para baixo, passando a língua ao redor da cabeça quando ele não estava na sua boca.
“Querida. Lá vem!”, disse Maria com um senso de urgência.
“Chega para o lado”, disse Jane enquanto cutucava Greg para se afastar. Ele deu um passo para o lado e observou, curioso, Jane se posicionar rapidamente atrás da mãe. De onde estava, Greg viu uma gota de sua porra começando escorrer entre os lábios da buceta da tia, grudado no lado esquerdo e descendo em direção a coxa dela, então sua visão foi obstruída quando Jane mergulhou, passando a língua entre as pernas da mãe. Ela lambeu e sorveu ruidosamente, sugando cada gota da porra que vazava entre as pernas de Maria, enquanto Greg permanecia ali, com o pau endurecendo ao ver a cena quente, mesmo tendo acabado de gozar pela segunda vez naquele dia.
Jane terminou e estendeu as mãos para Greg, que as segurou e a ajudou a se levantar. Em seguida, os dois se afastaram para dar espaço para sua tia se levantar também.
“Hum, você tem um pouco de... esperma...” disse Greg para sua prima indicando com o dedo no próprio queixo onde parecia haver um fio de porra nela.
“Deixa comigo, queria”, disse Maria antes que pudesse limpar. Maria se inclinou e lambeu o queixo da filha, o que logo se transformou em um beijo de língua entre mãe e filha.
“Obrigada, mãe”, disse Jane, feliz
“Tudo por você, querida, sempre.”
“Greg estava boquiaberto.
“Você vai se acostumar, querido. Esses dias são muito especiais para nós”, disse Maria, rindo ao ver a expressão no rosto do sobrinho.
“É surreal”, respondeu ele
“De um jeito bom, né?” Jane sugeriu, pegando no pau dele e puxando-o
“Com certeza, até agora”, respondeu ele sorrindo.
“Estou surpresa que você não esteja com a Susie”, disse Maria. “Vocês geralmente são inseparáveis.”
“Bem, nossa bexigas parecem não estar sincronizadas hoje, então que bom que pensei em dar uma passada aqui antes de me juntar a ela. Você também deveria vir, Greg. E ai vamos poder te mostra como gêmeas podem ser divertidas.”
“Hum, sim isso parece ser incrível”, respondeu Greg.
“Ah, eu ia sugerir que você se divertisse um pouco com outra de suas tias”, disse Maria. “Tenho quase certeza, sua tia Verônica está muito interessada em se divertir um pouco com você”. Ela lançou um olhar para Jane por cima do ombro. “Tenho certeza de que minhas filhas irão esperar você.”
“Fico mesmo feliz em saber disso, então, se você não se importar, Jane, poderíamos nos encontrar mais tarde?”
“Claro, Greg, tudo bem. Mas só para você saber que realmente eu quero isso”, disse ela inclinando-se para chupá-lo rapidamente.
“Prometo que vou te encontrar.”
“Estarei te esperando.”
Maria o conduziu para fora enquanto Jane desaparecia em direção ao banheiro.
Ele ficou completamente surpreso quando viu Davi, o mais jovem dos seus tios, atrás de Marcos, fodendo seu cú. Isso o chocou completamente. Objetivamente, ele percebeu que provavelmente não deveria ter ficado chocado, mas simplesmente não havia considerado a possibilidade de algum de seus tios ser bissexual.
“Não ligue para eles”, disse Maria, vendo a expressão de choque de Greg. “Se você gosta disso, eles ficarão felizes em ajudar, mas provavelmente não vão te pedir isso diretamente.
“Ah, certo, sim, sim, hum... legal”, Greg gaguejou.
Eles passaram por sua prima Sally. Que estava montada em seu tio Estevão, e então desapareceram atrás de algumas árvores. Encontraram Veronica sentada a aproveitando o sol em seu corpo nu.
“Sozinha?”, exclamou Maria quando se aproximaram.
“Bem, eu vi vocês dois entrando na casa e sabia que cuidariam de mim mais tarde”, respondeu Veronica a cunhada. “Como você está, Greg?”
“Muito bom tia, obrigado.” Respondeu Greg, observando a figura da tia enquanto se aproximava. Não havia dúvidas de que ela era a mãe de Jenny. Era como ter uma prévia de como sua prima seria daqui a dezenove anos, e Greg tinha que admitir, não era uma perspectiva decepcionante. Ela não tinha mamilos invertidos como Jenny, mas seus seios eram ligeiramente maiores, mesmo que mais curvilíneos, mas era uma mulher bonita.
“Bem, vou deixar vocês se conhecerem melhor”, disse Maria com um sorriso e voltou pelo caminho que tinha vindo.
“Venha, sente-se comigo, Greg”, sugeriu Veronica, dando um tapinha no espaço vazio na pedra ao seu lado. Ele sentou-se a seu lado e comtemplou a vista as sua frente. “Você é definitivamente um Silva, não é?”, observou ela admirando o tamanho do seu pau.
“É o que todos estão dizendo”, respondeu ele, “E pelo que posso perceber, você também”
“Sim, eles são uma lembrança feliz”, ela riu colocando uma mão sob cada seio os apalpando. “Você devia tê-los visto quando eu tinha vinte anos. Jenny não ficou nada mal em termos de seios, eu usasse tamanho D na idade dela e ela prece muito mais com um C, Mas em termos de formato... exatamente como os meus eram. Agora, você não se importa se eu te tocar, não é?”
“Hum, de jeito nenhum”, respondeu Greg, com a os seios de Jenny em mente, “E tipo, seu peitos ainda são incríveis, tia Veronica.”
“Ahhh... obrigado Greg”, ela respondeu enquanto pegava o pau dele em sua mão e o acariciava suavemente. “Sabe, tem algo incrivelmente sexy em como o pau de um garoto de dezoito aos fica duro. Acho que nunca vou me cansar disso. E, por sorte, nesta família, temos acesso a alguns de vez em quando.”
“Tenho a sensação de que voltarei para o próximo encontro”, riu Greg.
“Há algo que você gostaria de experimentar que ainda não experimentou”, perguntou ela.
“Não que eu me lembre”, respondeu Greg, feliz por ver onde a conversa ia dar.
“Bem, se não se importa, eu adoraria te deitar na grama e ficar por cima de você?”
“Isso seria ótimo.”
“Excelente. Veronica se levantou e levou Greg até um pedaço de grama, onde o fez deitar. Ela se ajoelhou ao lado dele, inclinou-se sobre o pau dele e o chupou. Greg gemeu, admirando a forma como seus seios fartos pendiam.
“Na verdade, tia Veronica. Poderíamos tentar um sessenta e nove primeiro?”
“Claro!”, ela respondeu alegremente. Ela se mexeu e sentou-se sobre a cabeça dele, com os lábios da buceta expostos e uma faixa de pelo pubianos se estendendo pra longe da visão dele. A buceta de Veronica brilhavam úmidos ao sol e Greg levantou a cabeça para passar a língua entre eles. Ele ouviu a tia gemer de prazer antes que ela começasse a chupar o pau dele.




